Carta de senadores aponta crimes e cobra respostas sobre eleições

Um ofício encaminhado por um grupo de senadores ao Dr. Antônio Pereira Duarte, procurador-geral da Justiça Militar, no último dia 25 de novembro pode causar uma reviravolta no resultado das eleições deste ano, levando à comprovação de crimes e à responsabilização de autoridades civis e militares, aqui e até no exterior. O documento, assinado por Zequinha Marinho, Mailza Gomes, Guaracy Silveira, Jayme Campos, Chico Rodrigues, Eduardo Gomes, Lasier Martins, Elmano Ferrer, Styvenson Valentim, Plínio Valério, Roberto Rocha, Eliane Nogueira e Flávio Bolsonaro, aponta, em cinco páginas, contendo links para acesso a possíveis provas e dados, as barreiras impostas aos especialistas das Forças Armadas, para que atuassem ao longo do processo eleitoral e pudessem ‘fiscalizar’, desde a implantação do sistema e do software utilizado, até a ‘apuração’ do pleito.

Segundo acordo assinado entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa, as FFAA foi incluída como parte integrante no processo de fiscalização da segurança e funcionamento das urnas eletrônicas, mas teria sido impedida a acessar algumas das principais etapas do trabalho, ao contrário do que teria ocorrido com as chamadas Big Techs, as gigantes de tecnologia, responsáveis, por exemplo, pelas redes sociais e pela gestão da rede mundial de internet.

O texto aponta até mesmo a possível interferência dessas empresas, o que configuraria um gravíssimo crime por colocar em risco documentos sigilosos e a segurança nacional.

O ofício aponta como base, entre outros documentos, o próprio relatório do Ministério da Defesa, que em seu tópico mais incisivo diz que ‘não poderia garantir a inexistência de possíveis fraudes’.

Segundo o texto assinado pelos senadores, com base neste mesmo relatório, as Forças Armadas teriam pedido acesso a mais dados para que investigassem a fundo, como a ‘Código Fonte’ utilizado para programar as urnas.

Solicitações, que jamais foram atendidas pela corte eleitoral.

Segundo os senadores, as barreiras impostas às FFAA poderiam configurar crime eleitoral e, por isso, o primeiro passo para averiguar os fatos deveria vir da justiça militar que, posteriormente, distribuiria, conforme o caso, aos demais órgãos responsáveis na alçada cível e criminal.

Deve ser recebido, portanto, como narrativa de fatos, que podem demandar atuação de outros órgãos do MPM junto às Auditorias da Justiça Militar, notadamente a PJM/Brasília-DF, e também do MPF, de primeiro e segundo graus, bem como nas instâncias extraordinárias. Antes de encaminhar o expediente a quem de direito, passo a organizá-los, a fim de que tenham o destino correto, separando a jurisdição castrense da comum. O expediente vem acompanhado de farta documentação, diz o trecho inicial do ofício. Chama a atenção, ainda, um ponto da carta à Procuradoria Geral da Justiça Militar (PGJM), onde fica subentendido que o país já estaria sob o amparo de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), desde o dia 11 de agosto de 2022, após assinatura de um decreto pelo presidente Jair Bolsonaro.

A lei foi assinada justamente para autorizar o emprego das FFAA nas eleições, enquanto de sua duração. Autoriza o emprego das Forças Armadas para a garantia da votação e da apuração das eleições de 2022, diz o decreto de Bolsonaro

O ponto levantado, portanto, é se, a partir do momento em que o Ministério da Defesa não considerou o processo eleitoral ‘concluído’, se a GLO ainda não estaria em vigor. Teríamos nesse importante pedido encaminhado pelos senadores, e ignorado pela velha mídia, a resposta para o ‘silêncio’ de Jair Bolsonaro? É por isso que o presidente se recusa a aceitar, formalmente, sua derrota?

Ao que tudo indica, as peças estão se movendo rapidamente no tabuleiro de xadrez que se tornou palco da disputa eleitoral e que, pelo jeito, tem muito mais elementos do que apenas eleitores, vencedores e perdedores.

Jornal da Cidade Online

Jornalista de credibilidade, aponta: “O primeiro escândalo do governo Lula”

Lula ainda não assumiu, mas já encaminha o primeiro escândalo de seu retorno à cena do crime. A situação que o PT prepara para o povo brasileiro é degradante. Nesse sentido, o incomparável jornalista J.R. Guzzo, em artigo publicado originalmente no jornal Gazeta do Povo, desvenda o primeiro escândalo dessa possível nova era petista. O primeiro assalto “direto na veia” está estipulado em R$ 200 bilhões de reais.

Essa turma voltou sedenta.

Leia o texto:

“O Congresso Nacional começa a votar esta semana o primeiro escândalo de grande porte do governo Lula — o assalto, direto na veia, de até R$ 200 bilhões em dinheiro público.

O pretexto, mais uma vez, é de quinta categoria: o governo, dizem Lula, o PT e bonde que vem com eles, precisa desta montanha de dinheiro vivo para pagar gastos com ‘programas sociais’ e investir no ‘desenvolvimento’. É um disparate. O Brasil vai arrecadar em 2022 cerca de R$ 2 trilhões, só em impostos federais; Lula acha que isso é pouco, e quer R$ 200 bi a mais, já no primeiro ano do seu governo. E depois? Depois, nem o céu é o limite.

O novo governo nem começou e já se joga de cabeça naquilo que realmente sempre interessou aos seus donos — o Erário público, da União e das empresas estatais, que hoje têm mais dinheiro em caixa do que nunca. Houve, nos últimos anos e nos meses da campanha eleitoral, uma operação sem precedentes, em sua violência e grosseria na violação das leis, para levar Lula de volta à Presidência da República. Falou-se de tudo: salvar Brasil do “fascismo”, necessidade de defender a ‘democracia’, preservar a ‘Amazônia’, impedir o assassínio em massa de ‘índios’, ‘negros’, ‘gays’ e ‘mulheres’ — qualquer coisa, enfim, que mostrasse que grande solução para os problemas do Brasil seria colocar na Presidência um condenado pelos crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro.

Por conta disso, o sistema STF-TSE impôs à população as eleições mais viciadas, obscuras e facciosas da história eleitoral do país — e a 3 de novembro declarou que o seu candidato tinha ganhado. Mal a eleição terminou, fica escancarado o que os vencedores queriam, de fato, com essa encenação toda — meter a mão nos cofres sem fundo do governo federal.

Esses R$ 200 bilhões, e sabe Deus quantos mais, não irão para os pobres e nem para programas de investimento tocados com dinheiro público. Os pobres continuarão a receber o que recebem hoje com o Auxílio Brasil, que vem sendo pago dentro do Orçamento e outros recursos da União.  Não há programa de ‘investimento’ absolutamente nenhum — tudo o que dizem, sem citar qualquer projeto de verdade, é que vão colocar dinheiro na ‘educação’, na ‘saúde’, na ‘cultura’, no Ministério do Índio e em outras fumaças do mesmo tipo. A única coisa certa é que vão gastar o dinheiro dos impostos para beneficiar a si próprios, os amigos e os amigos dos amigos.”

Jornal da Cidade Online

 

 

 

 

MDB vira partido em perigo de extinção no Senado

O MDB dominava o Senado desde a redemocratização, era considerado o partido mais poderoso e influente, o partido da “governança”. Mas após presidências ruins, cedeu espaço a uma figura menor, Davi Alcolumbre (União-AC) e nunca mais acertou o passo. Com apenas dez senadores, o MDB será, no melhor cenário, a terceira maior bancada em 2023, no pior resultado para o partido que foi o maior parceiro de governos do PT.

Sem perspectiva

O maior problema do MDB é que o partido elegeu apenas um novo senador este ano. Os outros já estão no meio do mandato.

Menor na Casa

Durante os governos Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma, o MDB/PMDB dominou o Senado. A partir de 2023 nunca estará tão fraco na Casa.

Fundamental

O Senado é responsável, entre outras atribuições, por referendar as indicações para embaixadas, agências reguladoras e tribunais.

Diário do Poder

 

As contas do PT para a base de apoio na Câmara

Nos cálculos de integrantes do partido, essa nova base, com o apoio de MDB, PSB e de parte do União Brasil, teria em torno de 310 parlamentares, Ao longo desta semana, Lula foi alertado sobre a dificuldade para compor uma base governista na Câmara dos Deputados. Nos primeiros cálculos de integrantes do partido, mesmo com o apoio de MDB, PSB e de parte da bancada de União Brasil, essa nova base teria, no  melhor dos cenários, em torno de 310 parlamentares.

A bancada “puramente” petista terá, em 2023, 139 parlamentares. Estão nessa conta, partidos como o próprio PT, o PCdoB, Psol, PSB, PDT e Avante.

Com a possibilidade de entrega de um ministério ao Republicanos, o PT espera conseguir o apoio de pelo menos 20 parlamentares do partido da Igreja Universal. Os petistas acreditam que conseguirão ainda o endosso de 30 congressistas do União Brasil; no PSD são contabilizados 42 nomes.

Para conseguir apoio dessas siglas, o PT tem prometido pelo menos dois ministérios para União e PSD. O MDB, que reivindica três pastas, terá 42 deputados no ano que vem.

Além desses parlamentares, o PT também conta com pelo menos 40 integrantes da Câmara do PP, principalmente os da região Nordeste. Com isso, o partido teria condições de aprovar até mudanças constitucionais, mas os aliados de Lula têm sido alertados de que esses apoios não serão incondicionais, o que remete a muitas conversas em que interesses estarão no centro da pauta.

O Antagonista

 

Twitter pode ter favorecido a esquerda nas eleições do Brasil, revela Elon Musk

Novo controlador quer devolver liberdade de expressão à plataforma

O empresário Elon Musk, que recentemente assumiu o controle do Twitter, afirmou em sua conta oficial, neste sábado (3), que a plataforma pode ter favorecido candidatos esquerdistas nas eleições brasileiras.

“Tenho visto muitos tweets preocupantes sobre as recentes eleições no Brasil”, disse ele. “Se esses tweets forem precisos, é possível que o pessoal do Twitter tenha dado preferência a candidatos de esquerda”, afirmou. A imprensa norte-americana também divulgou informações sobre o favorecimento eleitoral do Twitter à candidatura presidencial do democrata Joe Biden, censurando notícias que pudesse afetar negativamente a candidatura do democrata.

De acordo com essas notícias, o Twitter censurou inclusive revelações de reportagens do tradicional jornal New York Post sobre corrupção envolvendo o filho de Biden, chegando ao ponto de cancelar a conta de quem as reproduzisse.

No Brasil, medidas semelhantes parecem ter sido adotadas para favorecer a candidatura presidencial de Lula (PT) e dos seus aliados. No caso brasileiro, a questão é ainda mais grave quando se conhece o papel fundamental das redes sociais no processo eleitoral, e o favorecimento do Twitter a um dos lados pode ter desequilibrado a disputa.

O próprio New York Post divulgou em suas redes sociais a informação sobre a interferência e o engajamento político-eleitoral do Twitter na campanha petista. Além de cesurar posts, o Twitter no Brasil cancelou contas e ainda teria “represado” milhares de seguidores em sites conservadores ou de apoio à reeleição de Jair Bolsonaro.

Quando Elon Musk anunciou pela primeira vez a decisão de adquirir o controle do Twitter, a rede social “desovou” os seguidores de contas conservadoras que estavam sendo escondidas.

Nessa ocasião, somente Bolsonaro ganhou mais de 120 mil “novos” seguidores em menos de 24 horas. Essa “desova” foi interpretada como o temor dos responsáveis pelo Twitter no Brasil de serem descobertos favorecendo a esquerda e prejudicando o espaço político conservador.

Ao adquirir finalmente o Twitter, Musk demitiu os gestores que implantaram a política obscurantista de censura e cancelamentos em países como Estados Unidos e Brasil, e anunciou sua decisão de devolver à plataforma a características que a celebrizou, isto é, um espaço livre para manifestações de quaisquer espécies e matizes, inclusive políticos. Recentemente, Musk chegou a convidar o ex-presidente norte-americano Donald Trump, um dos 50.000 “cancelados” em todo o mundo, a retomar sua conta no Twitter, mas o político afirmou que por enquanto não cogita fazer isso.

Jornal da Cidade Online

 

Mulher de Chico Buarque é cotada para ministra do STF

Desde o 1º mandato de Lula, em 2002, a indicação para nossa Corte Suprema só tem um critério: o político. As exigências de conduta ilibada e notório saber jurídico foram sistematicamente ignoradas. E quando você pensa que a coisa está ruim, os petistas encontram uma maneira de torná-las ainda pior.

Nas bolsas de apostas dos tribunais superiores de Brasília, o nome da advogada Caroline Proner voltou a circular com força como um dos favoritos para uma das duas cadeiras do Supremo Tribunal Federal que terão que ser preenchidas em 2023. A paranaense Carol Proner, como é conhecida, milita nas áreas de direitos humanos e de direito internacional. Ela é casada com Chico Buarque. O casal é amigo íntimo de Lula e de Janja.

A advogada também integra o Grupo Prerrogativas, agremiação jurídica formada por dezenas de advogados que defenderam Lula na Operação Lava-Jato, após a prisão do ex-presidente e atuou fortemente durante a campanha presidencial em favor do petista.

A esposa de Chico Buarque, vem sendo apontada como favoritíssima em rodas de conversas de ministros do próprio STF e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ — pelo menos dois desses togados têm ótima interlocução com o staff que cerca Lula. É esse o Brasil de Lula, onde vale mais ser esposa de um cantor famoso do que ter sido aprovado em concursos disputadíssimos, ter uma sólida carreira como causídico ou ter mestrado, doutorado. É o fim da meritocracia e volta do Q.I. (quem indica). Aliás foi assim que o mesmo Chico Buarque emplacou sua irmã, Ana de Hollanda, como ministra da Cultura em 2011.

Viva a Carreta Furacão!

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

Ações da Petrobras tiveram queda de 32,16% desde a eleição de Lula

Incerteza do mercado sobre a condução econômica do próximo governo afasta investidores e desvaloriza a estatal

As ações da Petrobras caíram 32,16% desde a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pico atingido uma semana antes do pleito foi de R$ 37,72 por ação preferencial da empresa. No último fechamento, na sexta-feira (2), o papel ficou cotado a R$ 25,91.

A queda acentuada, explica o economista Hugo Garbe, é um reflexo do clima de incerteza em relação às políticas econômicas do governo que assume em 1º de janeiro de 2023.  “Esse novo governo tem um histórico de corrupção que fez com que, no auge do escândalo, a ação tenha chegado a R$ 5,00. Além disso, também traz como uma das pautas taxar os dividendos e, quando o investidor compra, ele visa receber os dividendos”, argumenta o economista.

O movimento dos investidores, então, é vender as ações da maior empresa brasileira e comprar outras que prometem mais liquidez e lucro a curto prazo, o que faz com que os papéis da petroleira caiam. “O mercado não gosta de incerteza, que é o cenário que estamos vivendo neste momento. Então, é natural que os preços tenham baixado tanto, porque há uma perspectiva de piora no médio e longo prazo”, complementa.

Garbe ressalta que a valorização do mercado é importante porque o financiamento da própria empresa depende do valor e da compra das ações. Então, por exemplo, se a Petrobras precisar arrecadar dinheiro para algum fim do interesse da empresa, ela deverá vender mais ações do que venderia, já que o preço está mais baixo.
Dessa forma, quanto menos dinheiro captar, menos investimento conseguirá fazer, e, assim, criará menos empregos e menos renda.

Além disso, o mercado também é composto de pessoas físicas que investem o dinheiro e esperam o retorno para seus gastos pessoais, que movimentam a economia interna do país. Segundo André Ribeiro, economista da Wise Investimentos, “cada momento na economia é singular, então é difícil comparar com outros períodos pós-eleitorais”.

Ele vê também como “ruidosa e incerta” a transição de governo, já que o presidente eleito ainda não deu sinais claros de como pretende atuar na economia. Porém, afirma que, caso o novo governo “não dê um ‘cavalo de pau’ na condução da empresa, ela ainda terá muito espaço no mercado”.

Por ser a Petrobras uma empresa de commodities, suas ações flutuam de acordo com o preço do petróleo no mercado internacional, mas, “se vierem medidas pró-mercado no futuro próximo, ela deverá ter ainda mais espaço”, conclui Ribeiro.

Fonte: R7

 

Rodrigo Pacheco ignora “impeachment de ministros” e articula a PEC de aumento salarial ao Judiciário

Já confortável no papel de vilão, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD/MG), incluiu na pauta da sessão do Senado desta quarta-feira, 30, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 63/2013, que prevê novamente o quinquênio, um aumento automático de 5% nos vencimentos salariais para o Judiciário a cada cinco anos.

De acordo com o texto da PEC enviada ao Senado, os membros do Judiciário Federal e do Ministério Público podem receber até sete aumentos salariais. E tudo bem que isso eternize privilégios à revelia da vontade popular, eles não estão nem aí. Segundo o presidente do Senado, o resgate do benefício é importante para a “valorização” da carreira da magistratura e para compensar “privações”, como não poder ter outro emprego. “É importante para ter uma carreira estimulada e profissionais independentes”, disse. Pacheco ainda se dispôs até mesmo a relatar a proposta.

São contemplados com o benefício apenas integrantes da Justiça Federal. Segundo projeção do consultor legislativo do Senado, Luiz Alberto dos Santos, um juiz empossado em 1995 poderá receber mais de R$ 2 milhões em atrasados.

Caso a PEC avance, outro estudo de Santos mostra que os gastos anuais aumentariam em R$ 7,5 bilhões. Nesse caso, o valor se aplicaria a juízes e promotores. O benefício estava suspenso desde 2006, sendo restabelecido pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) em 16 de novembro para os magistrados. A medida prevê o pagamento retroativo, com correção pela inflação, causando grande impacto nas contas públicas.

Jornal da Cidade Online

 

Mega Sena acumula mais uma vez e prêmio será de R$ 115 milhões

A Caixa realizou na noite deste sábado o concurso número 2.545 da Mega Sena, com um prêmio de R$ 98.539.178,55. Os números sorteados foram: 57, 36, 32, 39, 20 e 23. Não houve apostas que acertaram as seis dezenas, deixando o prêmio acumulado em R$ 115 milhões para o próximo sorteio, que será realizado na quarta-feira.

Sem ganhadores para o prêmio principal, 94 apostas acertaram a quina e ganharam R$ 66.967,36 cada, enquanto 8.855 apostas levaram R$ 1.015,55 com a quadra.

Neste sábado, a Caixa também sorteou o concurso 28 da +Milionária, com prêmio de R$ 20 milhões. Os números sorteados foram: 02, 07, 29, 40, 41 e 50, com os trevos 2 e 6.

A Caixa também já está recebendo as apostas para a Mega da Virada, concurso especial da Mega Sena de número 2.550. O prêmio estimado é de R$ 450 milhões, o maior da história da loteria. O sorteio será realizado no dia 31 de dezembro.

O prêmio principal da Mega da Virada não acumula. Caso não tenha ganhadores na faixa principal, com acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (aqueles que acertaram cinco dezenas) e assim por diante.

O prêmio total da Mega da Virada, se aplicado integralmente na poupança, renderam R$ 2,7 milhões no primeiro mês. A premiação também é suficiente para comprar 50 mansões no valor de R$ 9 milhões cada.

Bolão

O Bolão Caixa é a possibilidade que o apostador tem de realizar apostas em grupo. Basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica. Na Mega Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10 e cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo cem cotas.

Fonte: EXTRA

 

Simone Tebet é descartada por petistas e vira um “elefante branco no centro da sala” de Lula

Há algumas semanas eu havia levantado informações junto à equipe de transição do Governo Lula e agora o Porta UOL confirma: Simone Tebet está sendo descartada pelos petistas. Em troca de seu apoio no 2° turno, Simone aguarda sua recompensa, mas acabou virando um impasse entre Lula e a sigla. A pressão dos chamados históricos do PT e de muita gente influente é muito grande e Lula terá muitas dificuldades em emplacar Simone Tebet em um ministério.

Primeiro Tebet chegou a fazer pressão para assumir o Ministério da Economia, irritando Lula que iniciou seu processo de fritura, amplamente divulgado pela mídia tradicional; mas o preferido para a pasta (e que já responde como novo Ministro) é o petista Fernando Haddad. Resultado? “Perdeu mané!”

Derrotada na investida, Simone voltou ao plano inicial de assumir a pasta da Agricultura, mas encontrou Katia Abreu, Blairo Maggi, Carlos Fávaro e Neri Geller com as mesmas ambições e foi descartada novamente. Atualmente ela força o cargo de Ministra da Cidadania, que será rebatizado de Desenvolvimento Social, mas encontrou outros petistas cotados para o cargo.

O PT está cobrando cotas para ocupação do partido na nova composição dos Ministérios e alegam que seria muito arriscado dar à Simone Tebet o Ministério que cuidará do Bolsa Família e que isso poderia lhe garantir uma nova candidatura presidencial em 2026, ou seja, Simone nunca foi absorvida pela sigla e sempre foi vista como uma concorrente meramente oportunista. Além das pretensões eleitorais, Simone aguarda uma indicação ao STF ou um convite para compor chapa numa suposta reeleição e aí ela pisou nos calos de Geraldo Alkmim e seu fiel, Alexandre de Moraes, que não gostaram nada da proposta da ex-senadora de retirar a vitaliciedade dos Ministros do Supremo e limitar seus mandatos a 10 anos. Vamos ver quem manda mais em Lula, Tebet ou Alexandre de Moraes.

Por enquanto ela segue como um elefante branco no canto da sala, impossível ignorar sua presença, mas ninguém sabe onde colocá-la.

Raquel Brugnera

Pós-Graduanda em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá – RJ.