Ucrânia rejeita plano de Lula pelo fim da guerra com a Rússia

Lula sugeriu aos ucranianos abrirem mão em favor dos russos, o seu território da Criméia, o que foi considerado inadmissível

O porta-voz da diplomacia da Ucrânia, Oleg Nikolenko, usou as redes sociais para rejeitar o plano de paz proposto pelo presidente Lula. Lula sugeriu que os ucranianos abrissem mão da Criméia, anexada pela Rússia em 2014, em troca do fim da guerra.

“Não há razão legal, política ou moral que justifique o abandono de sequer um centímetro do território ucraniano” declarou Nikolenko.

Diário do Poder

 

CNN Brasil vive crise desesperadora e tenta renegociar até o “aluguel” do uso da marca

Desorientada, a CNN Brasil bate cabeça tentando achar um caminho entre equilíbrio financeiro e a busca da audiência perdida. De início, a emissora tenta reduzir o valor de R$ 60 milhões por ano pelo uso da marca ‘CNN’. O contrato dos direitos da marca CNN no Brasil tem vigência de 15 anos e com uma alta multa se for antecipado o seu fim. Ainda, segundo pessoas próximas ao negócio, dentro da CNN Brasil já avaliam diversos cenários inclusive a possibilidade de rescisão com a gigante americana.

Desde outubro de 2022, o cargo da presidência da CNN Brasil é ocupado por João Camargo, empresário conhecido no ramo de comunicação, chairman da Rádio Disney e acionista das rádios Alpha, BandNews FM, Nativa e 89 FM. Além de CEO do grupo Esfera Brasil. Porém, o proprietário é o empresário mineiro, Rubens Menin. A difícil missão do executivo na CNN é baratear os custos da operação e aumentar o faturamento. No ano passado, a CNN Brasil amargou um déficit de R$ 160 milhões e teve que dispensar 120 profissionais – um desastre total.

Até o aluguel da suntuosa sede da emissora na Av. Paulista terá de ser renegociado.

“A CNN operava com 42% de custo administrativo. Não faz sentido o núcleo do negócio ter somente 58% do investimento. Em uma construtora a relação é de 6% em administrativo e 94% no núcleo. Espero chegar a pelo menos 85% do nosso custo investido no core, que é o jornalismo”, explicou Camargo.

Falta de aviso não foi, o dono da CNN Brasil, Rubens Menin, teve a chance de se livrar do canal de notícias, mas optou em não aceitar a proposta.

A situação foi no ano passado, quando o sócio minoritário, Douglas Tavolaro, tentou comprar suas cotas da empresa. Hoje, o empresário enfrenta uma crise na emissora, com mudança de gestão, cortes de gastos e demissões em massa.

Jornal da Cidade Online

 

Alexandre de Moraes pede vista no julgamento das sobras eleitorais que pode mudar cadeiras na Câmara

Ministros do STF analisam ações sobre as vagas não preenchidas pelos critérios do sistema proporcional nas eleições brasileiras

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu vista nesta sexta-feira (7) na ação que pode mudar a composição da Câmara dos Deputados. Com o pedido de vista, o magistrado tem até 90 dias para julgar o caso. Depois, o processo fica liberado. Os ministros julgam o cálculo da última fase das chamadas sobras eleitorais, as vagas que não foram preenchidas pelos critérios do sistema proporcional.

As ações consistem sobre o inciso III do artigo 109 do Código Eleitoral, alterado pela Lei 14.211/2021, e a resolução 23.677/2021 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, apenas o ministro Ricardo Lewandowski havia votado – ele votou de forma favorável, de modo que o cálculo deve levar em conta todos os partidos na disputa na eleição proporcional, mas que a mudança deve valer a partir das eleições de 2024.

A lei prevê que somente poderão concorrer às sobras os partidos que tenham obtido pelo menos 80% do quociente eleitoral e os candidatos que tenham obtido votos em número igual ou superior a 20% desse quociente, conhecida como regra dos 80-20. Não sendo cumpridas as duas exigências cumulativamente, as cadeiras restantes serão distribuídas aos partidos que apresentarem as maiores médias, sem nenhuma restrição.

Partidos acionaram STF

Partidos como a Rede Sustentabilidade e Podemos acionaram o STF contra a medida e falam que há uma espécie de cláusula de barreira para a disputa das sobras eleitorais. As siglas alegam erro na forma de cálculo e dizem que pode levar a distorções, como um partido ficar com todas as vagas.

Por isso, há apreensão de partidos com o julgamento que tramita no STF, uma vez que tem potencial de mudar a composição da Câmara dos Deputados. As legendas argumentam que as alterações afrontam a Constituição Federal ao ferir princípios como pluralismo político, o Estado Democrático de Direito, a igualdade de chances, a soberania popular e o sistema proporcional.

Como funciona?

A eleição para a Câmara dos Deputados é proporcional — nesse sistema, o voto do eleitor vai para o partido, porque ele foi feito exatamente para que a legenda tenha mais força do que o candidato em si.

No sistema proporcional, o número de vagas do partido será igual ao número de votos que ele recebeu. Quem ocupa as vagas que a sigla conquistou são exatamente os candidatos mais votados dentro do partido. É como se fosse uma fila, mas apenas algumas vagas podem ser ocupadas — e ocupam essas vagas os que mais receberam votos.

No Distrito Federal, por exemplo, que tem oito cadeiras na Câmara dos Deputados, foram 1.607.519 votos válidos. Por isso, o quociente eleitoral foi de 200.940 votos (número total de votos válidos dividido pelo número de vagas disponíveis para o cargo). Esse é o número que um candidato precisava para, sem a ajuda dos votos do partido, eleger-se deputado federal.

De acordo com o levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), o número de deputados federais que conseguiram se eleger só com os próprios votos aumentou em 2022, mas caiu nas últimas eleições. Em 2018, foram 27; em 2014, 35; e em 2010, 36.

Entre os campeões de votos, 15 renovaram o mandato e 13 são novatos. Nove são mulheres, e 19, homens. Segundo o Diap, os novatos foram os que conseguiram mais votos no pleito — é o caso de Nikolas Ferreira (PL-MG) e de Guilherme Boulos (PSOL-SP), os deputados federais mais votados do país, com 1.492.047 e 1.001.472 votos, respectivamente.

Fonte: R7

 

Os primeiros 100 dias do retorno de Lula: A reencenação da farsa

Em uma tentativa desesperada de reviver um passado distorcido, o Brasil se vê novamente sob o jugo do Luiz Inácio Lula da Silva, cujos primeiros 100 dias no poder são dignos de uma tragicomédia.

O “novo” Lula, supostamente mais experiente e centrado, se revela um embuste à medida que a velha retórica populista e divisionista reaparece, e o país mergulha em um abismo de retrocessos e escândalos.

O retorno dos asseclas envolvidos em corrupção ao poder é um tapa na cara da sociedade, e a irresponsabilidade fiscal beira o criminoso, com gastos públicos desenfreados e um populismo econômico que ameaça o futuro do país.

A agenda de reformas, crucial para o desenvolvimento, foi descartada como se fosse lixo, trocada pela receita falida de um governo que insiste em erros do passado.

No cenário internacional, a imagem do Brasil se deteriora a olhos vistos. Governos democráticos e desenvolvidos olham com desdém para um país que flerta com regimes autoritários e adota posturas ideológicas pueris. Já a segurança pública é tratada com desdém, como se o combate ao crime organizado fosse um mero capricho, deixando a população à mercê da violência.

O que se vê nestes 100 dias é a reencenação de uma farsa, e cabe à sociedade brasileira despertar e exigir transparência, responsabilidade e ações concretas para reverter esse cenário grotesco.

O Brasil não pode mais tolerar a irresponsabilidade de um governo que insiste em ignorar os erros do passado e caminha a passos largos para o precipício. Chega de populismo e farsas; o país merece algo melhor.

Sebastião Teodoro. Jornalista. – Jornal da Cidade Online

 

A rua da Palha no Centro Histórico é mais um retrato do abandono e desrespeito ao povo de São Luís

O abandono às ruas do Centro Histórico de São Luís é uma realidade e demonstração do desrespeito da prefeitura para com a população. A imagem é da rua da Palha próximo à rua Antonio Raiol e ao Mercado Central. Os deslocamentos dos paralelepípedos decorrentes de serviços precários por empresas terceirizadas sem a devida e necessária fiscalização, o que acaba resultando em prejuízos e dinheiro do contribuinte gasto de maneira irresponsável e até beneficiando terceiros.

Recentemente nesta mesma artéria foram feitos serviços e o resultado já mostra do desperdício de recursos públicos. Como a fiscalização pelos órgãos de controle, se existe é altamente inoperante, a esculhambação por parte do poder público caminha desenfreada. Há poucos dias mostramos aqui, uma obra para recomposição de paralelepípedos numa das entradas da Feira da Grande, que com menos de um mês mostrou um buraco maior do que era antes. Os comerciantes ficaram bastante preocupados com as pessoas que frequentam o local, principalmente turistas não familiarizados com o descaso da prefeitura de São Luís.

                  Caso não haja uma cobrança imediata da empresa que fez a obra para que refaça tudo novamente e com a fiscalização permanente, os prejuízos ficarão para os contribuintes. Quando não há critérios rígidos e fiscalização presente, lamentavelmente sob todos os aspectos é a população quem paga pelos prejuízos e os gestores públicos indiferentes às irresponsabilidades.

                  Cadê a fiscalização?

Fonte: AFD

Depois de ofender Sérgio Moro, Lula diz que está ‘proibido’ de mencionar a ‘coisa’ e o ‘coiso’

Depois de passar uns dias sumido logo após ter sido flagrado desejando “f****” a vida do ex-juiz federal da Lava Jato, Sérgio Moro (União Brasil), que o mandou para a prisão, Lula (PT) disse, nesta quinta-feira (6), em encontro com jornalistas, que foi orientado a não mais tocar no nome do senador e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

– (Paulo) Pimenta (ministro da Secom) tem me orientado todo dia a não falar nesses nomes que você falou (Moro e Bolsonaro). Por isso que nem citei os nomes. Eu não tenho que falar nem da coisa nem do coiso – respondeu, ao ser questionado sobre os dois.

– Vou começar a falar das coisas que nós vamos fazer daqui para frente – acrescentou.

O que se pode esperar de um sujeito que é orientado pelo Montanha? (codinome de Paulo Pimenta nas listas de propina da Odebrecht).

Jornal da Cidade Online

 

Lula quer mexer na constituição para proibir militares na política

O governo de Lula planeja uma ação contra militares na política, conforme informa o Estadão. De acordo com o jornal, o Planalto possui uma minuta de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pronta, a qual proibiria militares da ativa de assumir cargos no Executivo e de participar em eleições. A intenção é que um parlamentar de centro aliado ao governo apresente a PEC.

A reportagem do Estadão afirma que a minuta estabelece a transferência para a reserva, demissão ou licença ex officio do militar que se candidatar, independentemente do resultado das eleições. A licença ex officio equivale a uma aposentadoria imediata, mesmo sem o tempo de serviço, com vencimento proporcional ao período trabalhado.

Atualmente, a Constituição permite que militares com mais de dez anos de serviço voltem às atividades caso participem das eleições e não tenham sucesso nas urnas. A proposta também estabelece a criação de uma regra de afastamento para quem ocupar cargo de ministro de Estado.

O texto adiciona um parágrafo ao artigo 87 da Constituição, estabelecendo que os titulares da Esplanada devem ser maiores de 21 anos e estar no exercício dos direitos políticos. O dispositivo incluído determina que “para tomar posse no cargo de ministro de Estado, o militar deve ser transferido para reserva”.

O Estadão ainda informa que o texto foi elaborado pelo Ministério da Defesa, após diálogo com os comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, e enviado à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência. A medida faz parte do plano do governo de despolitizar as Forças Armadas.

A relação entre o Planalto e a caserna sofreu forte desgaste no início do ano, após as críticas de Lula à atuação de militares no 8 de janeiro, quando ocorreu a invasão às sedes dos três Poderes.

 ESTADÃO

 

Deputado Deltan mostra a verdade ao Papa Francisco e apresenta provas irrefutáveis sobre a corrupção de Lula

O ex-procurador da Lava Jato e atual deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos/PR) ficou indignado com a recente afirmação do Papa Francisco, em defesa do ex-presidiário Lula: “Lula foi condenado sem provas… e Dilma tem mãos limpas”, disse, o sumo-pontífice da Igreja Católica, em entrevista recente. A afirmação correu o mundo e repercutiu principalmente no Brasil, onde as centenas de processos originadas a partir das investigações da operação que desvendou e ainda segue investigando, o maior esquema de corrupção de nossa história, com dezenas de condenações e a devolução de pelo menos R$ 6 bilhões aos cofres públicos.

Deltan Dallagnol gravou um longo vídeo (compilado em apenas 7 minutos em nosso canal de cortes), não só esclarecendo cada um dos pontos dos processos que levaram à condenação do ex-sindicalista, com detalhes dos esquemas bilionários de desvios, bem como o número de pessoas envolvidas nas investigações e sentenças e ainda as decisões obscuras que levaram ao cancelamento das penas.

A cada ‘prova’ apresentada, o deputado faz questão de questionar: “Será que o Papa sabe?… Será que o Papa foi informado sobre isso?”, esclarecendo que a afirmação do Papa Francisco foi baseada apenas no que a velha mídia divulga lá fora, sem os devidos detalhes, que deveria merecer uma atenção bem ampla por parte do Vaticano e princípios de seriedade e transparência.

Na gravação, o parlamentar, que se declara religioso, demonstra respeito ao Papa, mas aproveita para dar também uma verdadeira aula sobre cristianismo e combate à corrupção. Que Deus nos perdoe pela afirmação, ‘mas se o Papa assistir esse vídeo, com certeza mudará de opinião, pois é uma verdadeira ‘catequização’ sobre combate à corrupção”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Entidades públicas vão ao Governo Lula contra nomeação do marido da senadora Eliziane Gama: desqualificado

Empregados de entidades públicas fizeram apelo ao governo Lula contra a nomeação de Inácio Melo Neto, marido da senadora Eliziane Gama: “Desqualificado.” A vida pregressa do indicado criará mais problemas para o governo Lula

Empregados públicos do Serviço Geológico do Brasil fizeram um apelo ao governo Lula. Que rejeite o nome de Inácio Cavalcante Melo Neto para a presidência do órgão. Apontado como “desqualificado” para a função, Melo Neto é marido da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), aliada do PT. O Serviço Geológico do Brasil-CPRM é uma empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Três entidades que representam empregados do órgão enviaram uma carta ao ministro da Casa Civil, Rui Costa. Cabe à pasta chancelar nomes para cargos de comando no governo. No documento, as entidades se dizem “estarrecidas devido à desqualificação do indicado para liderar o SGB-CPRM”.

O documento relaciona processos arquivados ou em trâmite contra Melo Neto. As entidades citam processos por crime ambiental, uso de documentos falsos, sonegação de tributos, além de denúncias de agressão à ex-mulher. Em 2021, Melo chegou a ter a prisão decretada pela Justiça no Maranhão pelo não pagamento de R$ 560 mil de pensão alimentícia do filho do primeiro casamento.

“Outro agravante é a inaptidão técnico-científica confirmada pela falta de formação para o cargo pretendido, sendo formado em administração, além de inexistência de conhecimento prévio ou experiência na área de geociências ou mesmo relacionada ao setor mineral”, acrescenta o documento enviado a Rui Costa.

De acordo com fontes, a nomeação de Melo Neto já está em fase final para receber a chancela da Casa Civil.

Questionada sobre a insatisfação dos servidores, a senadora Eliziane Gama se manifestou por meio de nota:

“Entendemos que as indicações políticas fazem parte do sistema de nomeação para ocupação de função pública. Inácio Melo possui experiência pública e privada, portanto, tem capacitação adequada para cumprir com a agenda deste governo, se eventualmente for convidado”.

Em 2022, Melo disputou uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão pelo PSDB. Ele recebeu pouco mais de 35 mil votos e não conseguiu se eleger.

Coluna do Paulo Cappelli – Metrópoles

 

Líder da oposição no senado diz que vai acionar AGU e PGR para investigar Lula sobre caso Moro

Sem apresentar provas, o presidente disse que a ação da Polícia Federal, que prendeu suspeitos de planejar ataques contra ex-juiz foi ‘armação’ do  senador Sérgio Moro

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, disse que a oposição vai acionar a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o caso que envolve o senador Sergio Moro (União-PR). 

Nesta quinta-feira (23), o presidente comentou, sem provas, que o plano descoberto pela Polícia Federal (PF) que tinha como alvo o ex-juiz e a família dele é uma “armação”. “É visível que é mais uma armação, mas isso a gente vai esperar, não vou atacar ninguém sem ter provas”, disse o petista ao ser questionado sobre o fato de estar ou não acompanhando os desdobramentos da operação.

Para Marinho, a fala do presidente põe em dúvida a atuação da PF. Ele disse também que há a possibilidade de Lula ser investigado pelo grupo da AGU que apura a divulgação de fake news.

“Eu acho que o presidente, com essa fala, está desmoralizando o ministro da Justiça dele, que deu uma declaração mais cedo de que a Polícia Federal, de uma forma republicana, estava atuando no caso há quase dois meses. Eu acho que colocou sob suspeita o Judiciário do Paraná e a própria Polícia Federal”, disse Marinho, que é líder da oposição no Senado. “É importante, até pela responsabilidade do cargo, que isso fosse apurado. Se realmente é uma armação, se não é uma armação. Se não for uma armação, que o presidente seja responsabilizado pela sua leviandade”, completou.

Para Izalci Lucas (PSDB-DF), líder da legenda no Senado, a fala do presidente é uma estratégia para tirar o foco de questões importantes. Ele citou a necessidade da abertura da CPMI para investigar se houve omissão por parte do governo nos atos de 8 de janeiro. “Cadê o anúncio da âncora fiscal, que ainda não chegou? Eu não conheço o plano de governo. Tudo o que está sendo feito só aumenta a insegurança jurídica e política.”

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) classificou a fala do presidente como uma “irresponsabilidade muito grande”. “Fazer um questionamento desse, colocando sob suspeita a ação da PF, uma das instituições mais acreditadas do Brasil, mostra que ele está completamente perdido, assim como o governo dele”, comentou.

Ataque contra Sergio Moro

Na última quarta-feira (22), a PF cumpriu 11 mandados de prisão contra suspeitos de planejar os atentados. Durante as apurações, foi identificado que um olheiro, ligado à facção criminosa PCC, estaria fazendo campana na frente da casa do senador, em Curitiba. As investigações mostram que os suspeitos pretendiam realizar os ataques de forma simultânea em vários estados.

A operação foi anunciada pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, que afirmou que as investigações começaram há cerca de 45 dias, depois que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), informou sobre a possibilidade dos ataques.

“Especificamente em relação ao senador Moro, chamou atenção, e foi determinante para a PF, o fato de já haver atos de montagem de estruturas para a perpetração de crimes no Paraná. Foi isso que levou parte da investigação a tramitar no Paraná”, afirmou o ministro.

Fonte: R7