Projeto de Lei de deputado quer a expressão “vira-lata caramelo” como cultura imaterial do Brasil

Imagine gastar R$ 3,5 milhões para transformar uma coisa em algo que ela já é. Esta é a ideia do deputado federal Felipe Becari (UNIÃO/SP), autor do Projeto de Lei 1897/2023 que quer oficializar a expressão “vira-lata caramelo” como “manifestação cultural imaterial”.

Segundo levantamento do Ranking dos Políticos, o custo médio de um PL até a aprovação no Congresso é de R$ 3,5 milhões. Não, você não leu errado, são três milhões e quinhentos mil reais mesmo. E tudo isso por causa da brilhante ideia de reconhecer como manifestação cultural algo que, sem qualquer intervenção do governo, já o é. O próprio projeto entende isso:

“Em 2020, com a divulgação da nova cédula de R$ 200, uma brincadeira na internet ganhou grande repercussão quando os brasileiros começaram a trocar a imagem do lobo-guará por um vira-lata. Na nota, estava ninguém menos que um caramelo”.

Os custos milionários vêm do fato de que todos os projetos de lei passam por um longo caminho, ocupando uma série de funcionários muito bem pagos supostamente para cuidar dos interesses da população.

De acordo com o site da Câmara dos Deputados, a tramitação até o momento foi:
• 13/04 – Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA) para apresentação;
• 22/05 – Novamente pela MESA para a apreciação das Comissões de Cultura (CCULT) e Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ);
• 23/05 – Dado como recebido pela CCULT;
• 23/05 – Encaminhado para publicação no Diário da Câmara dos Deputados (DCD);
• 05/06 – Designação do relator, deputado Marcelo Queiroz (PP/RJ);
• 06/06 – Definido o prazo para emendas ao projeto com cinco (sim, cinco!) sessões;
• 03/07 – Encerrou-se o prazo das sessões sem apresentação de emendas;
• Atualmente – PL aguarda o parecer do relator na Comissão de Cultura (CCULT).

Se você deseja se indignar um pouco mais – e tiver estômago para ver que o projeto dá até uma lacrada de leve citando “preconceito” e “inclusão” – leia o inteiro teor no link abaixo. Se bem que é sempre melhor não ler…

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2258922

Fonte: R7

 

Advogado diz ter vídeo que mostra o ministro Alexandre de Moraes xingando a quem acusa: ‘bandido’

Defesa diz que há registro de xingamento de Alexandre de Moraes

O advogado Ralph Tórtima Filho, que representa a família envolvida em confusão com o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, em um aeroporto na Itália; diz ter um vídeo que mostra o magistrado ofendendo um dos clientes. Questionado pelo jornalista Merval Pereira, na GloboNews, o advogado afirmou que vai anexar ao processo um vídeo que registra Moraes chamando um dos membros da família de “bandido”.

O advogado também afastou qualquer motivação política na confusão.

Ele foi do PL por mais de 15 anos…Atualmente tem uma filiação em outro partido, mas não é uma pessoa ativa politicamente, inclusive”, afirmou o defensor.

A defesa da família também criticou a decisão da ministra Rosa Weber no caso, que autorizou uma operação da Polícia Federal na residência dos envolvidos.

Não se justifica. Ainda que confirmada alguma agressão ao filho do ministro estaríamos diante de um crime comum. Gostaria que procedimento fosse público, de conhecimento de todos, e não só tramitar sob sigilo”.

Diário do Poder

 

Justiça proíbe o uso da frase “sob a proteção de Deus” e leitura bíblica em sessões legislativas

Algo que parece inacreditável para um povo que tem fé em Deus. O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) declarou inconstitucional a leitura bíblica e o uso da frase “sob a proteção de Deus” no início das sessões da Câmara Municipal de Araçatuba (SP). A decisão foi unânime e já transitou em julgado. Ou seja, não cabe mais nenhum tipo de recurso. A abertura das sessões legislativas com a expressão “sob a proteção de Deus, iniciamos nossos trabalhos”, além da posterior leitura de um texto da Bíblia Sagrada por um dos vereadores presentes, consta no parágrafo primeiro do artigo 141 do Regimento Interno da Câmara.

Conforme o voto do relator, desembargador Tarcísio Ferreira Vianna Cotrim, o dispositivo viola o princípio da laicidade do estado brasileiro, pois a Câmara de Araçatuba, como uma instituição pública inserida em um estado laico, não pode privilegiar uma religião em detrimento das demais ou daqueles que não possuem crença religiosa.

Segundo o desembargador, o trecho do Regimento Interno da Câmara configura uma interferência do estado no direito à liberdade religiosa, ofendendo também os princípios da isonomia, da finalidade e do interesse público, uma vez que não traz benefícios para a coletividade. Atualmente, a Câmara de Araçatuba está em recesso parlamentar, mas retomará as reuniões ordinárias no dia 7 de agosto, quando deixará de usar a frase e fazer a leitura bíblica.

Jornal da Cidade Online

 

Deputado pede investigação de hospedagens de quase R$ 8 milhões de Lula em viagens ao exterior

Os gastos escandalosos das viagens da comitiva petista ao exterior serão alvo de investigação, conforme revela o deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS), salientando que o presidente e sua esposa esbanjam dinheiro público fazendo ostentação em grandes hotéis com diárias para magnatas.

“Em meia dúzia de viagens para o exterior, foram gastos quase R$ 8 milhões em hospedagem. Por que usar hotéis luxuosos, de cinco, seis estrelas? Considerando que o Brasil ainda é um país em desenvolvimento, onde há fome”, ressaltou, em entrevista à jornalista Berenice Leite. 

Não combina com quem se diz o ‘pai dos pobres’ torrar milhões em hotéis de luxo. A hipocrisia é flagrante. 

Vale lembrar que o ex-presidente Bolsonaro, em suas viagens ao exterior, costumava se hospedar nas embaixadas, sem custos para os sofridos pagadores de impostos brasileiros, que acabam pagando a conta, no final.

Jornal da Cidade Online

 

Jurista vê abuso de poder da PGR e questiona se Brasil é terra sem lei

Especialista em Direito Eleitoral condena perseguição a metade do eleitorado brasileiro

O especialista em Direito Eleitoral, Adriano Soares da Costa, concluiu que o Brasil ruma para um perigoso caminho que atenta contra a democracia, por causa da iniciativa da Procuradoria-Geral da República (PGR) de pedir que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determine o envio de dados de identificação de seguidores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais. Para o jurista, a PGR comete abuso de poder, por meio de perseguição aos apoiadores que representam quase a metade dos eleitores da disputa presidencial de 2022.

Adriano Soares questiona se Brasil é terra sem lei, sem Constituição e sem democracia, ao condenar o pedido formulado pelo subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos. “O abuso de poder do pedido só não será menor do que o abuso de poder – sem base legal – de uma decisão que o defira. Estamos numa terra sem lei, sem Constituição, sem instituições democráticas?”, provoca o jurista.

O autor da renomada obra Instituições de Direito Eleitoral sugere haver um vazio de sentido jurídico na suposta motivação do pedido da PGR, por não indicar qual conduta ilícita passível de investigação que seria atribuída a quem segue, interage e compartilha publicações de Bolsonaro.

Diário do Poder

A importância da UNE é zero

A UNE é a escolinha do professor Lula. Só produz massa de manobra para o PT, o Psol e vizinhanças ideológicas

A União Nacional dos Estudantes (UNE) aprovou na reunião plenária final do 59º Congresso da entidade, realizado em Brasília, que vai lutar pela redução dos juros no país.

“A política de juros altos insistentemente levada a cabo pelo Banco Central sob a liderança de Campos Neto inviabiliza o crescimento econômico, e a proposta de arcabouço fiscal impõe limites para o desenvolvimento que o Brasil precisa”, diz o documento da UNE.

E daí? Daí, nada. Provavelmente, ninguém da UNE é alfabetizado o suficiente para entender um comunicado do Banco Central. Se já era difícil encontrar um alfabetizado quando o inimigo era Roberto Campos, imagine agora, que o vilão é o neto dele.

A importância da UNE é zero. Entre a ditadura militar e a primeira década da Nova República, ela foi porta de entrada para a política de personalidades como José Serra, José Dirceu, Aldo Rebelo e Lindbergh Faria. Pois é. Não vou dizer que a UNE funcionava na política como a maconha em relação à cocaína, porque não há evidência científica para essa comparação. No jornalismo, por sua vez, vários trotskistas do movimento estudantil ascenderam nas redações, com o resultado que vemos aí. Hoje, a UNE não propicia tais upgrades. Só produz massa de manobra bovina para o PT, o Psol e vizinhanças ideológicas.

Movimento estudantil é coisa de país atrasado, como era o Brasil lá no final da década de 1930, quando a UNE foi criada como puxadinho do Estado Novo. Ela logo foi tomada pela esquerda (com exceção de um período na década de 1950) e se virou contra Getúlio Vargas, antes de ele próprio se tornar ídolo esquerdista.

Depois, veio aquele passado de lutas, algumas justas até certo ponto e trágicas ao infinito, outras simplesmente cretinas, tudo sempre emoldurado por um atraso social, econômico e intelectual ainda maior do que o atual. Muita coisa melhorou por inércia no Brasil, menos a UNE.

Li que há uma corrente de direita no movimento estudantil. Chama-se União Juventude e Liberdade. É um tipo de moçada semelhante à ligada à UDN na década de 1950, mas sem chance de chegar à direção da UNE, ao contrário do que ocorreu naquela prisca era. A corrente de direita foi hostilizada no congresso estudantil em Brasília. Não poderia haver obviedade mais anunciada.

Os estudantes de direita não entenderam que a UNE é a escolinha do professor Lula, não tem nada de plural, algo singular para quem diz defender a democracia. Aconselho que os direitistas deixem de lado essa história de luta estudantil de lado. Só serve para dar verniz democrático a quem não tem, assim como fazia o MDB da época da ditadura: oposição consentida. Vão estudar e trabalhar. É assim que se derruba a taxa de juros. É assim que se combate a cretinice. É assim que UNE vai acabar de vez e ninguém vai se dar conta disso.

Coluna do Mario Sabino – Metrópoles

 

Deputado Valadares critica PGR e diz que a democracia está à beira do caos

Deputado vê tentativa intimidação em pedido ao STF por acesso a dados de seguidores de Bolsonaro

O deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE) alertou que a democracia está à beira do caos, no Brasil, ao criticar o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para as redes sociais sejam obrigadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a enviar dados de identificação dos seguidores de perfis oficiais do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL)

Valadares concluiu que o pedido da PGR é preocupante, por esbarrar no exercício de liberdade de cada cidadão brasileiro. E considera a reação a milhões de apoiadores de um ex-presidente como perseguição jamais vista, nem mesmo à época em que Lula foi ligado ao escândalo de corrupção do petrolão.

“Não vejo outro viés, a não ser de intimidar os milhões que os seguem. A democracia à beira do caos. Nem o Lula no auge da investigação do seu nome ligado à maior corrupção do país teve isso. Essa perseguição política não irá diminuir a força do Bolsonaro nas redes”, reagiu Valadares.

Após a repercussão do pedido assinado pelo subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos, a PGR emitiu nota alegando que os internautas não serão investigados.

Diário do Poder

 

Processo de grupo que bancou palestra com Alexandre de Moraes na Itália pode parar no STF

Ministro é relator do inquérito das Fake News e participou de congresso bancado por grupo que tem empresa condenada por notícia falsa

A Unialfa, faculdade de direito de Goiânia que promoveu uma palestra na Universidade de Siena, na Itália; onde o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, participou, pertence ao Grupo José Alves, que também é dono do grupo farmacêutico Vitamedic. As informações foram apuradas pelo jornalista Eduardo Oinegue, âncora da Rádio BandNews FM e do Jornal da Band.

A empresa foi condenada pela Justiça do Rio Grande do Sul junto com o grupo Médicos Pela Vida por danos morais coletivos à saúde no valor de R$ 55 milhões por apoiar a divulgação e incentivo ao uso do “kit covid” (remédios ineficazes contra a covid-19) e divulgação de manifesto que os beneficiariam. Ainda cabe recurso da decisão.

A Vitamedic é a fabricante no Brasil do remédio Ivermectina, aventado como remédio para curar a covid-19.

O diretor da Vitamedic, empresa do grupo que convidou Moraes, parou inclusive na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid pela divulgação do remédio ineficaz. O dono do grupo, José Alves conseguiu um mandado do STF, contra uma ordem da CPI para quebrar o sigilo telefônico e bancário dele.

A farmacêutica vendeu cerca de meio bilhão da Ivermectina e apoiou sem um estudo aprofundado do assunto a divulgação do remédio. Moraes é o relator do inquérito das Fake News e há dois anos abriu um processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por associar a vacinação da covid-19 com a AIDS. Agora aceitou realizar uma palestra por uma empresa investigada por fake news durante a pandemia da Covid.

Vale destacar que a empresa foi condenada e o processo em primeira instância deve chegar ao STF onde Moraes, é o relator do inquérito das Fake News.

A população como cidadã participante só ficou sabendo dessa complicada história pois não há transparência sobre os ministros do Supremo, pela confusão que houve no aeroporto internacional de Roma, quando Alexandre de Moraes foi hostilizado por três brasileiros enquanto retornava do evento na faculdade. O incidente ocorreu na sexta-feira (14), por volta das 18h45 no horário local.

Diário do Poder

 

Advogada faz relato grave em audiência sobre a situação dos presos pelo 8 de janeiro

Uma jovem advogada discursou durante a audiência pública no parlamento, que ouviu familiares e advogados das pessoas que foram presas em decorrência dos atos de 8 de janeiro por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Ela relatou sua experiência como irmã e advogada de presos, enfatizando a importância de que todos saibam o que está acontecendo e também de que os parlamentares passem a agir, já que – segundo ela mesma – os presos não têm meios legais para se defenderem. 

A advogada questionou:

“Onde estava a imprensa, nos 70 dias incansáveis que eu fiquei lá dentro da Papuda e da Colmeia? Eu não vi. Eu não vi a imprensa em lugar nenhum. Ninguém me parou na rua, ninguém me perguntou o que aconteceu. Ninguém. Mas eu vi a imprensa tachar todos como terroristas, eu vi a imprensa falar que todos eram bandidos”. 

A defensora relatou que procurou os parlamentares ao entrar em desespero por ver que as defesas dos presos são simplesmente ignoradas.

“A gente não tem voz, a gente tenta falar dentro do processo e ninguém responde. É como se a gente não estivesse trabalhando, nada acontece, nada acontece. Até que eu falei: vou ter que ir à Câmara. Nunca fiz isso na minha vida, sempre tive horror à política. […] E eu vim aqui num grito de socorro pedir ajuda, porque alguém tinha que falar por mim, já que, tudo que eu fazia, ninguém estava me ouvindo”.

A advogada relatou que muitas famílias só têm notícias de seus parentes graças aos advogados que procuram ajudar no interior das penitenciárias.

“Eu me sinto extasiada juridicamente, todos os dias, vendo essa barbárie acontecer, e ninguém… a mídia não fala absolutamente nada, ela fala o que interessa a ela. A mídia, nesse país, só funciona para um lado”. 

Ela ainda apontou:

“Estamos em um período em que tudo é relativizado. A democracia é relativizada, a verdade é relativizada, tudo é relativizado. Então, se tudo está sendo relativizado, não se preocupe: na sua vez, também será relativizado”. 

E acrescentou:

“Nós estamos muito longe de sermos humanos. No dia que nós formos humanos, olhar uma situação dessas, é no mínimo de se indignar. E quem não se indigna, quem apoia isso… que Deus tenha misericórdia. O acerto de contas não vai ser aqui. A justiça pode ser cega, mas a divina não falha”.

Ao final, a defensora fez um apelo aos parlamentares:

“Vocês têm que se manifestar, vocês precisam tomar uma medida. A gente veio aqui juridicamente pedir. Inclusive, aqueles que quebraram, têm que ser julgados, mas tem uma forma correta. Tem um processo legal para isso”. 

Jornal da Cidade Online

 

Deputado do PT dos ‘dólares na cueca’ é homenageado com medalha da Marinha do Brasil

A cena viralizou nas redes e causou a indignação de internautas que se lembram dos fatos ocorridos em 2005 envolvendo o mais novo homenageado com a comenda da Marinha do Brasil – entregue por Lula. O personagem é o deputado federal José Guimarães (PT-CE), cujo assessor na época – José Adalberto Vieira da Silva – foi preso no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com 200 mil reais em uma mala de mão e 100 mil dólares escondidos em um saco de plástico encontrado dentro de sua cueca.

Um escândalo ocorrido justamente no período do ‘mensalão’ e que levou ao pedido de demissão, um dia depois, de José Genoíno, irmão de Guimarães, da direção do PT nacional. Após dezesseis anos tramitando na justiça comum, no STF e no STJ, o caso acabou prescrevendo, foi arquivado por falta de provas e ninguém foi punido. No entanto para o povo brasileiro, o deputado petista José Guimarães, hoje líder do governo na Câmara dos Deputados ficou conhecido como Capitão Cueca.

Fonte: Revista Veja

A honraria entregue ao deputado é a Comenda do Mérito Naval, normalmente destinada a pessoas e instituições brasileiras ou estrangeiras ligadas às forças armadas e, excepcionalmente a personalidades e entidades civis que, veja só, ‘tenham prestado relevantes serviços à Marinha’.

A data do evento ocorreu no dia 11 de junho, quando é comemorado o Dia da Marinha Brasileira. Um decreto do presidente indicou diversos nomes para a comenda, incluindo embaixadores de outros países, políticos e até membros de governos estaduais, como o atual secretário de Segurança Pública de São Paulo, o deputado federal licenciado, Capitão Derrite.

O senador Randolfe Rodrigues, por exemplo, foi agraciado com o título de Grande Oficial da Marinha. E assim segue o jogo da política… com um escárnio atrás do outro, enquanto o povo chupa o dedo e paga impostos.

Jornal da Cidade Online