Sucessão: Márcio Jerry ataca Carlos Brandão e Othelino Neto é cotado para o senado

O que era apenas especulação, começa a se tomar pública e os embates dentro da base do governo mostram que eles estão interessados em antecipar a sucessão estadual dentro do próprio grupo político com uma base em conflito e um tanto dispersa. O deputado federal e Secretário de Estado de Cidades, Márcio Jerry, soldado do primeiro escalão do governador Flavio Dino decidiu partir para um enfrentamento ao vice-governador Carlos Brandão. Primeiramente anunciou a existência de um consenso dentro grupo político e apoio do governador Flavio Dino, com o seu nome como candidato a governador em 2022.

A informação foi recebida como uma piada e sem merecer quaisquer considerações, muito embora alguns dos políticos bem críticos, registrarem que, quem nasceu valete nunca chega a rei. Fiel ao seu rei e capaz de tudo para não contrariá-lo, e se for preciso pode superar até a subserviência para atender os interesses do chefe e tenta  criar uma espécie de isolamento ao vice-governador e torna-lo vulnerável aos interesses do governador Flavio Dino,  daí  os ataques ao vice-governador.

Por outro lado, o vice-governador Carlos Brandão, entende que embate com Márcio Jerry é perda de tempo e já deixou claro que não abdicará do direito de ser governador e candidato á reeleição, a não ser que governador Flavio Dino não renuncie e decida permanecer no exercício do seu mandato e desista de permanecer na vida pública. Para ele não existe outra hipótese e nem admite qualquer negociação.

       Othelino Neto registra boa cotação para o senado, mas abre mão em favor de Flavio Dino

O deputado estadual Othelino Neto, presidente da Assembleia Legislativa do Estado, teria registrado hoje, que tem o seu nome muito bem cotado para o senado federal, mas caso o governador Flavio Dino confirme a sua candidatura ele abdicará dela, mas não teceu maiores comentários. O deputado Othelino Neto foi o primeiro político a seguir o senador Weverton Rocha, quando se mostraram publicamente com camisas do “Deserte-se”.

Embora existam ainda muitas discussões no campo especulativo, há quem afirme que o senador Weverton Rocha está se articulando politicamente para ser candidato a governador e vai enfrentar o Carlos Brandão, o que pode enfraquecer o próprio Flavio Dino. Vocês já pensaram se num conflito de ruptura o vice-governador Carlos Brandão faça uma aliança com o grupo da oposição?  Esse pode ser o caminho dele, diante das pressões e dos desgastes que estão tentando lhe impor. Eu não acredito que o governador Flavio Dino tenha alguma possibilidade de deixar a vida pública, e ele sabe e conhece a audácia de Weverton Rocha.

Não duvidem também, se Weverton Rocha se aliar a oposição com formação de uma grande frente política para enfrentar Flavio Dino e Carlos Brandão dentro do próprio Palácio dos Leões. A verdade é que os conflitos existentes dentro do grupo então liderado pelo governador Flavio Dino, está disperso e a caminho de rupturas, muitas das quais já sinalizadas pelo próprio dirigente do executivo estadual, por falta de habilidade e sensibilidade política para acordos e barganhas e pelo seu exacerbado autoritarismo. Dentro do  contexto eleitoral é cada vez maior o seu desgaste. As duas últimas derrotas sofridas pelo governador foram demonstrações de que em muitas ocasiões, o poder nem tudo pode.

 

 

Depois de dois meses, o Maranhão volta a registrar 10 mortes por Covid-19 em 24 horas

Número havia sido registrado pela última vez no dia 04 de novembro. Casos ativos também voltaram subir e ultrapassam sete mil em todo o estado.

Após mais de dois meses, o Maranhão voltou a registrar no último sábado (30) o número de 10 mortes por Covid-19 em um único dia. A última vez havia sido no dia 04 de novembro.

Também no sábado (30), o estado chegou a 7187 casos ativos de Covid-19, ou seja, de pessoas que estão em tratamento contra o coronavírus. Destes, 6.410 estão em isolamento domiciliar, 427 internados em enfermarias e 350 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Desde o início da pandemia, o estado já registrou, no total, 207.415 casos confirmados e 4.688 mortes pela doença.

Dos casos registrados nas últimas 24 horas, 87 foram na Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa), 35 em Imperatriz e 148 nos demais municípios do estado. Até o momento, 195.540 pacientes já se recuperaram da Covid-19 no Maranhão.

Com informações do G1

Eleição na Câmara tem 08 deputados na disputa

Votação está marcada para esta segunda-feira (1º) e será secreta. Oito deputados estão na disputa para comandar a casa legislativa no biênio 2021-2022.

A Câmara dos Deputados realiza eleição nesta segunda-feira (1º) para escolher o presidente que irá comandar a casa legislativa no biênio 2021-2022.

Oito candidatos estão na disputa, que será definida em votação secreta e presencial. O registro de candidaturas poderá ser feito até a reta final.

Para ser eleito no primeiro turno, o candidato precisa obter a maioria absoluta (metade mais um) dos votos desde que 257 deputados tenham votado. No segundo turno, basta maioria simples. Disputam o pleito, os seguintes deputados: Alexandre Frota (PSDB), Arthur Lira (PP), André Janones (Avante), Baleia Rossi (MDB), Fábio Ramalho (MDB), General Peternelli (PSL) e Marcel Van Hattem (Novo).

Fonte: G1

“Penduricalhos” de juízes custaram R$ 1,4 bilhão aos cofres públicos em plena pandemia

A crise econômica mundial – causada pela pandemia da Covid-19 – assola toda a cadeia de produção dos países, falindo empresas e gerando desemprego em alta escala. Famílias inteiras fazem “malabarismo” para sobreviver com o rendimento que conseguiram manter nesses dez meses de surto.

O “retrato”, acima, é dos trabalhadores da iniciativa privada. Nada comparável à remuneração dos magistrados de tribunais estaduais que, embolsaram, juntos, só em “extras” o equivalente a R$ 1,4 bilhão.

Os dados são do próprio Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que, publicou, em seu portal, os benefícios que recebem os magistrados. São auxílio-saúde, auxílio-alimentação, indenização por férias não tiradas, ajudas de custo e gratificação pelo exercício cumulativo de atividades. Todas essas “coisinhas engordam”, significativamente, os “supersalários” do judiciário.

Pra se ter uma ideia dos valores extratoféricos, o rendimento anual líquido de um único juiz de Uberlândia (MG), por exemplo, ultrapassou 1 milhão de reais. Isso porque o salário de, aproximadamente, 33 mil reais soma-se a “extras” que totalizaram 700 mil reais e, assim, ele recebeu um teto superior ao constitucional do funcionalismo público.

“É um problema sistêmico, não individual. Algumas categorias de servidores públicos utilizam sua autonomia orçamentária e gerencial para aumentar os benefícios corporativistas”, explica Rubens Glezer, doutor em teoria do direito e professor da Fundação Getúlio Vargas (SP).

Dez mil juízes receberam, ao menos, uma parcela mensal de rendimentos líquidos acima do limite constitucional, em 2020. Sendo que, 54% deles pertencem ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que gastou, em benefícios, quase 326 milhões de reais. A maior parte para indenizações por férias não tiradas.

Fora isso, outros magistrados mineiros ganharam mais de 100 mil reais de indenização por férias-prêmio e o auxílio-saúde superou os 42 milhões de reais. O Tribunal de São Paulo não fica atrás: juntos, os juízes receberam R$ 116 milhões líquidos, também em férias não tiradas.

Os benefícios pagos, em 2019, em todo o país, somaram, no mínimo, R$ 1,6 bilhão. Porém, aí, não está o valor total, visto que alguns tribunais não encaminharam os meses completos.

Em 2020, cinco tribunais não atualizaram os dados no portal do CNJ. Mas, convém lembrar que a indenização mais cara concedida aos magistrados brasileiros em 2020 se refere a férias não tiradas. Esse “penduricalho” custou, pelo menos, 423 milhões de reais aos cofres públicos.

O abono-permanência, benefício conferido aos servidores que já cumpriram as exigências para a aposentadoria voluntária, mas escolheram permanecer em atividade até a aposentadoria compulsória, também “abocanhou”, em 2020, mais de 134 milhões. Além disso, mais 183 milhões foram gastos em auxílio-saúde e auxílio-alimentação.

Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) até tentou um “acerto de contas” em relação às regalias do Judiciário. Os ministros alegaram inconstitucional que as gratificações ultrapassassem o teto. Mas, permitiram que tal limite não se aplicaria a verbas indenizatórias, que são a maior parte dos benefícios.

Os Tribunais de Justiça de Minas Gerais e Goiás, assim como, o Conselho Nacional de Justiça, não encontraram ilegalidades nos recebimentos. Os demais tribunais citados não responderam à reportagem.

Fonte: Piauí Folha

 

Depois de 21 anos médicos são condenados em MG por retirar órgãos de criança ainda viva

Os médicos José Luís Gomes da Silva e José Luís Bonfitto foram condenados a 25 anos de prisão e encaminhados ao sistema prisional do Estado. Eles podem recorrer da sentença, em regime fechado. Um terceiro profissional da saúde, Marcos Alexandre Pacheco, foi inocentado das acusações.

Os três foram acusados de retirar, ilegalmente, os órgãos da criança, em um caso ocorrido 21 anos atrás, em hospital de Poços de Caldas – MG. O Tribunal do Júri sentenciou Silva e Bonfitto, na madrugada deste sábado (30).

Paulo Veronesi Pavesi tinha 10 anos de idade e estava brincando com amigos na piscina do prédio onde vivia, em Poços de Caldas; quando caiu de uma altura de quase 10 metros. O menino deu entrada no hospital da cidade com traumatismo craniano e ferimentos na face e passou por uma cirurgia. Mas, para surpresa dos familiares, dois dias depois, foi transferido para a Santa Casa de Misericórdia, onde foi constatado o óbito da criança.

A perícia apontou que a morte cerebral foi forjada e que Paulinho ainda estava vivo, quando os órgãos foram retirados. O MP denunciou quatro médicos por homicídio qualificado e remoção de órgãos ou partes do corpo de uma pessoa em desacordo com a lei, com agravante devido a vítima ser menor de 14 anos. O médico Álvaro Ianhez é o único que teve o processo desmembrado e ainda será julgado.

Dentre as acusações, estão: admissão em hospital inadequado, demora no atendimento neurocirúrgico, realização de uma cirurgia por profissional sem habilitação legal, inexistência de um tratamento efetivo e eficaz e fraude no exame que determinou a morte encefálica do menino.

Fonte: R7

 

Médico que há 10 anos denuncia caos na saúde de Manaus revela “protocolo de mortes”

O programa Contraponto da TV JCO, recebeu na sexta-feira (29) o médico Mario Vianna, presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas. Ele fez denúncias graves que ajudam a entender porque a saúde está em crise na região. Vianna contou que denuncia os problemas há dez anos.

“A saúde na região Norte, e mais precisamente no Amazonas sempre foi esquecida. E nos últimos anos, pelo menos nos dez últimos anos que estou à frente do sindicato, a gente vem denunciando isso sistematicamente. Em 2019 a gente vivia uma situação bem complicada, 100% do serviço de emergência e urgência de Manaus são de empresas de saúde terceirizadas”.

Naquela ocasião, tínhamos de 5 a 8 meses de atraso salarial dessas empresas, uma situação de falta de insumos, equipamentos danificados. Pedimos uma audiência ao Mandetta – segundo o ex-ministro, o governador do Amazonas chegou a pedir que ele não nos recebesse, mas Mandetta nos recebeu. Apresentei a situação do Amazonas, ele ficou muito impressionado e pedimos que fosse feita uma intervenção federal, tal a situação calamitosa já naquela época.

O então ministro Mandetta disse que a intervenção era muito complicada, do ponto de vista político, e prometeu que iria mandar uma comitiva. Essa comitiva nunca chegou, chegou no início desse ano, com a pandemia já em andamento”, explicou o médico.

Protocolo da morte?

Pelas denúncias que tem feito, o médico está sendo processado e revelou que está com medo.

Vi uma reportagem no Fantástico, na qual uma médica do SAMU era entrevistada contando o drama que era entregar pacientes nos prontos atendimentos. O jornalista perguntou o que ela fazia quando não conseguia entregar os pacientes.

“Ela me disse que eles estavam orientados a iniciar um protocolo, com morfina, para analgesia do paciente, reduziam o oxigênio e esperavam o falecimento do paciente. Eu particularmente fiquei horrorizado com isso e resolvi gravar um vídeo, eu entendi isso como eutanásia. Tive um encontro com uma liderança dos condutores de ambulância e ele disse que dezenas de mortes têm ocorrido dentro das ambulâncias.”

“Pedi que o Conselho de Medicina apurasse os fatos, por conta disso, estou sendo processado pela Procuradoria Geral do Estado, e ameaçado de todas as formas”, ressaltou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

SBT alcança maior audiência desde 2004 com a final da Taça Libertadores

A emissora marcou 25 pontos de média com picos de 32 durante a partida. A Rede Globo marcou 11 pontos no mesmo horário do jogo

O plano ousado do SBT em adquirir os direitos de transmissões da Copa Libertadores da América que ficou livre no mercado após rescisão da Rede Globo foi recompensado neste sábado com a final entre Palmeiras e Santos, no Maracanã, que terminou com o título do Verdão. A emissora alcançou a maior audiência no Ibope desde 2004. A informação foi publicada pelo ‘UOL Esportes’.

A emissora marcou 25 pontos de média com picos de 32 durante a partida. A Globo teve 11 pontos no mesmo horário do jogo. Em 2004, o SBT alcançou 31 pontos com a exibição de um filme da saga ‘Harry Potter’. Desde então, o resultado da partida deste sábado é o mais próximo do recorde daquele ano.

No segundo tempo da partida, o SBT chegou a marcar 31 pontos em picos de audiência, contra 12 da Rede Globo. O ‘Arena SBT’, apresentado por Benjamin Back, que foi um esquenta da partida, alcançou a maior audiência desde a estreia, com 6 pontos. No mesmo horário, a Globo marcou 14 pontos e a Record obteve 4.

Big Fone  Rede Globo não deu resultado

A Globo planejou tocar o Big Fone do reality Big Brother Brasil durante a partida para tentar ‘roubar’ um pouco da audiência da emissora de Silvio Santos. Não deu certo. A diferença, em média, ficou de 24 a 10 para o SBT, tendo pico de 25 a 9 pontos no Ibope.

Fonte: Terra Notícias

 

Maranhão é o 7º Estado no ranking do resgate do trabalho escravo no Brasil

                    O Maranhão é o sétimo estado brasileiro no ranking do resgate do trabalho escravo. No período de 2007 a 2020, foram retirados do regime escravo em diversos locais do território maranhense, principalmente em fazendas 1.456 trabalhadores, com uma média anual de 112 pessoas. No entanto, muitos maranhenses são escravizados fora do estado, principalmente na exploração do corte da cana de açúcar, quando são atraídos com promessa de emprego e oportunidade de ganhar dinheiro.

A realidade dos trabalhadores maranhenses é que vivendo na extrema pobreza da fome e da miséria, bem acentuada no Estado, ao aceno de trabalho com promessa para ganhar dinheiro, eles não questionam nada e acabam caindo em armadilhas do trabalho escravo. Outros, embora em condições pouco diferentes, vão para a região de Ribeirão Preto em São Paulo, onde são explorados de diversas formas, muito aquém do que lhes foi prometido para o corte da cana de açúcar, onde acabam tendo até dificuldades para retornarem, sem falarmos nas condições subumanas em que são obrigados a enfrentar. Há registros levantados pela Comissão Pastoral da Terra, de casos em muitos de tanto trabalharem pela produtividade que perderam a vida pela exaustão.

Durante muitos anos, trabalhadores das cidades maranhenses de Codó e Timbiras foram atraídos para o corte da cana em São Paulo e a redução das pessoas que se aventuravam diminuiu em decorrência do aumento de máquinas para a corte e a diminuição da queima da palha para a retirada do produto para a industrialização do álcool com

Doria e Covas acabam hoje com gratuidade no transporte em SP para idosos entre 60 e 64 anos

A gratuidade no transporte público para pessoas entre 60 e 64 anos acaba neste domingo (31) na cidade de São Paulo. A partir de segunda-feira (1º), usuários nesta faixa etária começarão a pagar passagem de ônibus municipais e intermunicipais da EMTU, trem ou metrô na capital paulista.

A alteração nas regras da gratuidade no transporte foi anunciada em dezembro do ano passado, às vésperas do Natal. A decisão conjunta entre estado, gestão João Doria (PSDB) e prefeitura, gestão Bruno Covas (PSDB), atinge 186 mil pessoas que utilizavam o Bilhete Único Especial da Pessoa Idosa nos ônibus da capital. A faixa etária que perdeu o benefício deve solicitar a emissão de um novo cartão do Bilhete Único comum para uso no transporte ou pagar a passagem em dinheiro.

A Prefeitura de São Paulo está enviando os bilhetes para a casa dos passageiros com idade entre 60 e 64 anos que se cadastraram no site da SPTrans. O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor) disse em nota nesta sexta-feira (29) que o corte da gratuidade é ilegal e torna o transporte inacessível para parte da população.

Além da inacessibilidade ao transporte, o documento destaca que a medida é inconstitucional e “foi justificada de forma vaga e incompleta pelo poder público”. Há sete anos, estavam vigentes as leis que garantiam que maiores de 60 anos não pagassem pelo uso de ônibus, metrô ou trem, sancionadas pelo então prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e pelo então governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB).

Em nota conjunta para justificar a alteração, no final do ano passado, as gestões Covas e Doria afirmaram que a mudança “acompanha a revisão gradual das políticas voltadas a esta população, a exemplo da ampliação da aposentadoria compulsória no serviço público, que passou de 70 para 75 anos, a instituição no Estatuto do Idoso de uma categoria especial de idosos, acima de 80 anos, e a recente Reforma Previdenciária, que além de ampliar o tempo de contribuição fixou idade mínima de 65 anos para aposentadoria para homens e 62 anos para mulheres”.

Duas liminares no início do mês chegaram a barrar o fim da gratuidade, mas elas foram derrubadas pelo presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco. O MP-SP (Ministério Público de São Paulo) entrou com duas ações na Justiça buscando restabelecer a gratuidade para maiores de 60 anos. As promotoras Cláudia Maria Beré e Mônica Lodder Pereira endereçaram à Justiça uma ação contra a prefeitura e outra contra o estado. Na última terça-feira (26), a Defensoria Pública de São Paulo também ingressou com uma ação judicial contra a prefeitura e o governo de São Paulo em que pede a manutenção do direito à gratuidade para passageiros com esta faixa etária.

Folhapress

 

 

Márcio Jerry semeador da discórdia e distante de consenso político

Com a antecipação da disputa eleitoral para o Governo do Estado em 2022, têm surgido especulações de nomes e falsos consensos, plantados pelos próprios interessados. Recentemente comentaram que o senador Weverton Rocha, aceitaria o nome do ex-prefeito Edivaldo Holanda Junior, como candidato ao governo do Estado em 2022, para conciliar e encerrar com as divergências públicas entre o governador Flavio Dino, o senador de dois milhões de votos e o vice-governador.

Tudo não passou de comentários e depois das derrotas de Flavio Dino nas eleições municipais de São Luís e em seguida levou outro cacete na Famem, além de que o governador andou demitindo muita gente em represália a alguns aliados que pularam do barco antes do naufrágio nas eleições municipais, as divergências entre Flavio Dino e Weverton Rocha se tornaram públicas.

Para muita gente parece piada, o que tem sido noticiado de que o governador Flavio Dino estaria conseguindo consenso entre os partidos aliados e políticos interessados, o nome do deputado federal Marcio Jerry como o candidato à sua sucessão nas eleições de 2022, pela sua frágil expressão política e fomentador de discórdias.

Caso governador Flavio Dino resolva efetivamente renunciar ao Governo do Maranhão para ser candidato ao senado federal, o governador será Carlos Brandão e virtual candidato à reeleição. Ele já admitiu publicamente que não será candidato, caso o governador Flavio Dino decida ficar permanecer no cargo e abrir as portas para o encerramento da sua vida pública. Em outra qualquer circunstância, Carlos Brandão vem afirmando que não abrirá da sua candidatura do governo do Estado.

Quanto a questão de um consenso em torno do nome do deputado Márcio Jerry é muito improvável, levando-se em conta que Márcio Jerry é da cidade de Colinas, onde tem pouca expressão política, enquanto Carlos Brandão tem raízes fortes e históricas e recentemente reelegeu a prefeita, derrotando o candidato de Weverton Rocha.

Sobre um possível consenso entre liderados de Flavio Dino, Weverton Rocha e Carlos Brandão é o que o vice-governador já afirmou, que não abrirá mão da sua candidatura com a possível renúncia de Flavio Dino, e como governador será candidato à reeleição sem maiores discussões. Não existe outro consenso, mas muitas especulações podem ser feitas e até construídas, mas com certeza não irão me retirar o direito de ser candidato ao governo do Maranhão, tem dito o vice-governador Carlos Brandão.