Cézar Bombeiro contra superlotações e riscos da covid-19 em coletivos, cobra Flavio Dino e Edivaldo Jr

O vereador Cézar Bombeiro está somando forças com os usuários dos transportes coletivos de São Luís e da Região Metropolitana, que vêm denunciando as superlotações nos transportes coletivos. O governador Flavio Dino e o prefeito Edivaldo Holanda Junior se mostram indiferentes aos riscos de vida, a que milhares de pessoas ficam expostas à contaminação, todos os dias pelo covid-19.

A maior indignação dos usuários de coletivos é que tanto o governador e o prefeito falam abertamente e fazem apelos a população contra aglomerações, chegando a advertir que poderão até fazer restrições aos shoppings e outros estabelecimentos comerciais, caso não sejam seguidos corretamente os protocolos de prevenção ao coronavírus, mas para o transporte coletivo fazem silêncio comprometedor.

Cézar Bombeiro destaca que os riscos que enfrentam os usuários dos transportes coletivos são bem maiores. Primeiramente são obrigados a disputar um espaço para adentrarem aos ônibus e depois de conseguirem ficar em pé com máscaras, diante dos apertos, acabam a que inúmeros passageiros abaixem as máscaras para o queixo devido o calor dentro dos coletivos, que não podem ligar o ar condicionado. Como trafegam lentamente diante da buraqueira e dos insuportáveis congestionamentos, os riscos são bem maiores e a vida de todos estão a mercê do covid-19, diz o vereador.

O problema é da maior seriedade e responsabilidade do poder público para com as vidas dos usuários de transportes coletivos. A população está vendo como os governantes de São Luís e do Maranhão tratam o povo e suscitam suspeitas de que as vidas de pessoas pobres e humildes não merecem respeito e não têm valor, lamenta profundamente o vereador Cézar Bombeiro.

Vou cobrar novamente na Câmara Municipal e irei ao Ministério Público Estadual e a Defensoria Pública pedir o apoio das autoridades em favor dos usuários dos transportes coletivos, por falta exclusiva de respeito, sensibilidade dos gestores públicos e o direito a vida, afirmou Cézar Bombeiro.

 

 

 

 

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