Parlamentar revela desespero de Lula e Dino para tentar impedir CPMI de 8 de janeiro

Um vídeo postado pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL/GO) chama atenção para a verdadeira correria de bastidores que aliados do governo do Lula estão fazendo no Congresso Nacional, como uma última tentativa desesperada para impedir que se crie a CPMI que vai investigar os atos de 8 de janeiro, em Brasília. Entre as estratégicas, uma tentativa do presidente do Congresso, o senador Rodrigo Pacheco, de adiar ao máximo a instalação automática do colegiado, que já conta com o número necessário de assinaturas.

“A esquerda em polvorosa tentando convencer parlamentares a retirarem assinaturas no pedido de abertura da CPMI, porque sabe que o cenário pode mudar por completo. CPIs podem quebrar sigilos, inquirir, convocar ministros, apreender celulares, etc, e com isso localizar a verdade real. Há indícios de que o ministro da justiça e o ministro chefe do GSI sabiam de tudo e teriam se omitido para que as invasões acontecessem como aconteceram. A CPMI irá investigar tudo, sobretudo se o ‘8 de janeiro’ foi ou não uma sórdida cilada armada pra aplacar a direita brasileira”, escreveu Gayer nas redes sociais:

O parlamentar cita dois deputados que desistiram de endossar a CPMI, mas avisa que o número de adesões cresce diariamente, e chega a fazer uma previsão terrível para o governo do molusco:

“No mínimo essa CPMI pode derrubar o ministro Flávio Dino e com ele muita gente e fragilizar totalmente o governo Lula,” relatou o parlamentar.

Jornal da Cidade Online

 

Imagem do arquivo de Cinaldo Oliveira que nos proporciona recordações e saudades

Recebi do amigo, ex- colega de trabalho de longas datas e repórter fotográfico Cinaldo Oliviera, a foto acima do seu grande acervo, hoje integrante do Museu Audiovisual do Maranhão – Mavam.  O local, segundo o próprio Cinaldo era o hall do jornal O Imparcial, na rua Afonso Pena, e deve ter havido algum evento para reunir vários profissionais de diversos órgãos, com a presença de Leonardo Monteiro, então presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Luís.

Já chegando aos 80 anos, acredito que a minha sensibilidade é muito maior e me emociono, quando vejo imagens semelhantes, que me proporcionam muitas recordações e saudades imensas. Pela ordem, da esquerda para a direita estão os jornalistas De Sousa, Bomsó, Douglas Cunha, Antonio Henrique Polary, Renato Sousa, Aldir Dantas, Leonardo Monteiro e Almeida Pontes.

Trabalhei junto com Antonio Henrique Polary e De Sousa e sempre tive um bom relacionamento com todos. Da foto, já estão no Reino da Glória, Renato Sousa, Antonio Henrique Polary e Leonardo Monteiro.

Um registro particular que faço aqui é quanto a Antonio Henrique Polary e Leonardo Monteiro, éramos muito mais do que colegas de profissão, tínhamos uma amizade muito fraterna e bem próxima. Até hoje, tenho viva comigo, a imagem dos dois e em algumas oportunidades, em devaneios e sonhos estou dialogando com os dois. Polary era uma pessoa que adorava brincar e cativar colegas de maneira salutar e a sua essência solidária foi importante para sermos amigos nesta vida e com certeza seremos na próxima. Leonardo Monteiro era um grande ser humano sempre focado na solidariedade com os colegas. Guardo orientações importantes recebidas dele, e tenho como verdadeira relíquia, uma carta que mandou para mim, quando já estava bastante adoentado. O seu passamento ocorreu, quando eu estava em São Paulo. Recebi à noite, uma ligação de Carlos Nina para me comunicar o seu falecimento. Foi uma noite muito triste.

Aldir Dantas 02.03.2023

 

 

 

STF começa a analisar se abordagem policial por cor da pele invalida provas

O Supremo Tribunal Federal começou nesta quarta-feira (1º/3) o julgamento que decide se o chamado “perfilamento racial” invalida provas colhidas durante abordagem policial.

O perfilamento acontece quando as buscas pessoais não são feitas a partir de evidências objetivas que apontem uma atitude suspeita, mas com base na raça, cor, descendência, nacionalidade ou etnicidade do alvo da abordagem. O caso concreto que motivou o julgamento envolve um homem negro condenado a quase 8 anos de prisão por tráfico de drogas depois de ser flagrado com 1,53 grama de cocaína. Embora a análise se dê em um Habeas Corpus, a decisão pode servir como um importante precedente sobre o tema. Por isso, o ministro Edson Fachin, relator da matéria, admitiu que algumas entidades atuem como amicus curiae, entre elas o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), a Coalização Negra por Direitos, a Educafro e a Conectas Direitos Humanas. Ele também pediu preferência para esse julgamento, dada a “acentuada repercussão social” do tema. 

Na sessão desta quarta, só houve a leitura do relatório e as sustentações orais da Defensoria Pública de São Paulo — autora da ação — e dos amicus curiae, além da manifestação da vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo. O julgamento será retomado na quinta-feira (2/3) com o voto de Fachin.

O defensor público Fernando Rodolfo afirmou que a abordagem policial se deu só pela cor da pele do réu, que estaria apenas de pé ao lado de um carro, às 11h da manhã, em Bauru, no interior de São Paulo.

“Temos a verificação de um racismo estrutural. [O perfilamento] se trata de um comportamento automatizado, que aos nossos olhos vem invisibilizado, mas que é difundido e praticado pelas autoridades públicas e forças policiais”, disse o defensor em sua sustentação.

“Qual é o vetor principal para não se tratar o paciente como usuário [em vez de traficante] e não enxergarmos um problema mais de saúde pública que de criminal? É o racismo entranhado em nossas instituições. Se fosse um homem branco ele seria abordado? Certamente que não”, concluiu.

Lindôra se manifestou contra a concessão do HC. Para ela, o Supremo não está julgando um “problema social”, mas um caso de tráfico. Também disse que o racismo não é um “privilégio” do país. Ela comparou o racismo sofrido por negros no Brasil com o sofrido por “todos” os brasileiros em países como Portugal e Estados Unidos. 

“O racismo existe. Não temos como dizer que não existe. Existe, assim como nós sofremos em outros países. Nos Estados Unidos, nós também sofremos racismo, todos nós. Em Portugal, sofremos racismo também. Não é um privilégio daqui do Brasil”, disse. 

A vice-PGR afirmou que é preciso combater o tráfico de drogas porque “viciados” viram traficantes. “Depois que a pessoa está viciada, ela vira traficante. Ela não tem saída. A única saída é virar um futuro vendedor de droga. E aí temos uma população de drogados que não servirá para o trabalho, para o futuro, para nada.

Fonte: CONJUR

 

Divulgação da queda nos índices de violência no governo Bolsonaro silencia ministro Flavio Dino

A mídia tem feito verdadeiro contorcionismo para divulgar os números alcançados por Bolsonaro no combate à violência. Em quatro anos de governo, a quantidade de homicídios reduziu quase um terço com relação ao total de casos registrado em 2017, primeiro ano de funcionamento do Monitor da Violência.

Cinco anos depois, foram 40,8 mil mortes intencionais violentas, o que significa 18 mil ocorrências a menos.

Em outras palavras, 18 mil vidas foram poupadas. Os números positivos alcançados por Bolsonaro estão sendo divulgados agora e a mídia permanece incrédula com os resultados e mais ainda o ministro Flavio Dino, contumaz crítico não apenas do governo de Jair Bolsonaro, mas a própria pessoa do ex-presidente da república.

Por outro lado, o governo Bolsonaro coloca Lula e o PT na parede, pois se os índices de violência subirem, ficará comprovado que Bolsonaro teve uma política de sucesso relacionada à segurança.

Jornal da Cidade Online

 

Reflexões sobre o Quinto Constitucional

Carlos Nina*

O Quinto Constitucional está previsto no artigo 94 da Constituição Federal: “Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais dos Estados, e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros, do Ministério Público, com mais de dez anos de carreira, e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada, com mais de dez anos de efetiva atividade profissional, indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes.”

O tema sempre foi polêmico. Os contrários a essa indicação argumentam, dentre outras alegações, que há um privilégio de ascensão às Cortes em detrimento de magistrados que se submeteram a um concurso público e labutam na judicatura, anos e anos, e, quando já se encontram preparados para o exercício da magistratura em instância superior, são preteridos por pessoas sem a experiência dos juízes de carreira, alguns casos até de reprovados exatamente em concursos para a magistratura.

Os que defendem o Quinto Constitucional, não tendo como rebater o fato da experiência acumulada, recorrem a um argumento que, no meu entendimento, não tem solidez e, ressalvado o respeito pelas opiniões divergentes, soa, no mínimo, como equívoco: oxigenação.

No momento em que os que defendem o Quinto Constitucional usam esse argumento, estão dizendo que falta oxigênio nas Cortes e aquela via é a da oxigenação dos Tribunais.

            O equívoco é fácil de constatar porque a afirmação não resiste ao raciocínio lógico, que é ferramenta indispensável para a aplicação da norma. Ou seja: não há lógica em afirmar que todos os indicados pelo Quinto Constitucional representem “oxigenação”, assim como não se pode afirmar, racionalmente, que os juízes de primeiro grau não oxigenem, também, as Cortes.

            Pode-se dar exatamente o contrário. Um indicado do Quinto Constitucional leve para a Corte vícios de caráter e um de carreira seja um exemplo de moralidade a resistir em ambientes infectados pela corrupção. Ou seja, em vez de oxigenar, um do Quinto pode envenenar. E um de carreira pode ser a esperança para os jurisdicionados desencantados com a injustiça cotidiana que mina a credibilidade do Poder Judiciário.

            A questão, portanto, não está em supostas missões que tenham os magistrados de carreira ou os oriundos do Quinto Constitucional. O fundamental está no caráter de qualquer um e de todos os que, de uma forma ou de outra, tenham acesso às cadeiras dos tribunais. O que os jurisdicionados querem é ter suas demandas julgadas com justiça, com decência, com ética, com moralidade, por magistrados que não se deixem levar por razões alheias ao compromisso que assumiram quando tomaram posse em seus cargos.

Nesse particular, é relevante esclarecer quanto ao Quinto Constitucional, que tanto os indicados pelo Ministério Público, quanto os indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil, ao ingressarem nas Cortes de Justiça, não representam as suas categorias, apesar de terem sido indicados por elas. Ao contrário. Ao tomarem posse num tribunal, devem assumir a condição de magistrados, como disse o presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão, Dr. Holídice Barros, na Sessão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Maranhão, dia 1º de março de 2023.

Não serão, portanto, os indicados pelo Ministério Público ou pela OAB, representantes de suas categorias, nem devem atender a interesses pessoais, de grupos, ideologias ou de terceiros, por vinculação ou dependência partidária ou econômica.

No que diz respeito ao processo de eleição, é totalmente impertinente atacar o Poder Judiciário ou os chefes dos respectivos Poderes Executivos quanto à escolha final, pois não são os tribunais a serem preenchidos, nem os governadores ou o Presidente da República que fazem as listas, mas as respetivas categorias. Se as listas são integradas por nomes que atendem às exigências constitucionais ou por pessoas que não preenchem efetivamente aqueles requisitos, a responsabilidade é de quem indicou e não de quem vai ter que decidir na excelência ou no desastre que lhe enviarem.

No caso da Ordem dos Advogados do Brasil, há seccionais que decidiram incluir no processo de escolha a votação direta dos advogados, em nome da democratização do sistema. Esse procedimento compele os interessados na disputa a uma verdadeira campanha em busca de votos. De todo modo, a indicação deve ser formalizada pelos Conselhos Seccionais aos respectivos tribunais. No caso do Conselho Federal, para os tribunais de sua alçada, a lista é votada apenas pelos Conselheiros Federais, ou seus suplentes, quando em substituição regular de titulares.

Nas Seccionais, participando ou não os advogados, a votação nos Conselhos deve, igualmente, ser feita pelos Conselheiros titulares, ou suplentes que estejam, regularmente, substituindo titulares. Na medida em que uma Seccional não respeita essa norma e admite a participação irregular de suplente, em suas sessões, quer para a escolha da lista sêxtupla, quer para qualquer outra decisão, está viciando a validade desses atos. Trata-se de uma questão legal, que, se não observada, ensejará nulidade, prejuízo às partes e à própria prestação jurisdicional, já prejudicada, no caso do Maranhão, pela injustificada inércia da OAB local, considerando-se que a vaga destinada aos advogados junto ao TJMA foi criada há mais de ano.

Se um Conselho – Federal ou Seccional -, aprova uma Resolução ou um Edital, como no caso para a escolha de listas sêxtuplas, com a participação e o voto de suplentes, sem que tenham assumido a vaga de um titular, por licença ou qualquer outra forma regular e legítima de posse nessa condição, está praticando um ato nulo, viciado. Pior ainda: dando um péssimo exemplo na escolha de um magistrado para compor uma Corte de Justiça, onde os advogados podem, inclusive, questionar a participação irregular de membros em qualquer Colegiado das Cortes.

A situação se agrava quando, num processo da natureza da escolha de uma lista sêxtupla para o Quinto Constitucional, a OAB não fornece aos advogados que as pedem, informações sobre pontos obscuros das normas que editam, nem mesmo o acesso às atas das respetivas reuniões, para que os interessados possam certificar-se de que efetivamente as sessões transcorreram dentro da legalidade.

Resistir a assegurar a transparência de um processo de tamanha importância só é coerente com a insegurança jurídica que está se alastrando no País. Afinar-se com essa tendência é mostrar aprendizado da lição em voga, de autoritarismo, desrespeito ao ordenamento jurídico, à decência e à ética.

Nesse mister é relevante a importância do Ministério Público Federal na preservação da legalidade nos processos de escolha de listas sêxtuplas através da OAB, em face de sua sujeição à jurisdição federal. E do próprio Conselho Federal da OAB, que, no cumprimento de sua finalidade, como prevista no art. 44 do seu Estatuto (Lei número8.906/94).

 Por todas essas considerações, entende-se como necessária e realista a manifestação do desembargador Gervásio Protásio dos Santos Júnior, naquela mesma sessão do dia 1º de março de 2023. Disse da sua preocupação com o atendimento aos requisitos constitucionais nas indicações do Quinto Constitucional – notório saber jurídico, reputação ilibada, com mais de dez anos de efetiva atividade profissional -, bem como da necessidade de normas com parâmetros claros.

 

O desembargador Gervásio Protásio Júnior enfatizou que, quanto às indicações da OAB para o Tribunal de Justiça do Maranhão, têm sido exemplares, citando Jorge Rachid, Paulo Velten e Ricardo Duailibe, em pleno exercício do cargo, assim como o foram Esmaragdo Silva e Milson Coutinho. E lembrou que o Tribunal pode – e deve – devolver a lista que contiver candidato que não atenda às exigências constitucionais, a exemplo do que já ocorreu no Superior Tribunal de Justiça e no Tribunal de Justiça de São Paulo, em decisões mantidas pelo Supremo Tribunal Federal.

O que a sociedade e os advogados esperam dos tribunais, quer por ascensão de magistrados de carreira, quer por indicação do Ministério Público ou da OAB, é a correta prestação jurisdicional. Para tanto, os advogados esperam ser respeitados na sua independência, no seu direito à transparência, para que possam escolher livremente candidatos que, de fato, representem a grandeza da advocacia, reconhecida constitucionalmente no art. 133 da Carta Magna, como essencial à administração da Justiça. E que, assim, sejam nomeados aqueles que ingressarão no Poder Judiciário para contribuir e somar para assegurar efetividade à prestação jurisdicional.

  *Advogado e jornalista. Juiz estadual aposentado. ex-Promotor de Justiça.

 

 

Presidente do Senado confirma que pautará a CPMI de 8 de janeiro

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), aliado do Lula (PT), confirmou, nesta terça-feira (28), que fará a leitura do pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito Mista (CPMI) de 8 de janeiro. Se todos os requisitos estiverem preenchidos  deve ser lido o requerimento e instalada a Comissão. Essa é a obrigação que se impõe à Presidência (do Senado) – explicou em entrevista à CNN.

O deputado federal André Fernandes (PL-CE) conseguiu 189 assinaturas de deputados para a instalação do colegiado e mais 33 de senadores. O PT, de Lula, e outros partidos de esquerda são contra a Comissão.

– Estamos confiantes na instauração da CPMI. Além do Regimento Comum do Congresso Nacional ser claro ao falar que CPMIs são instauradas de forma automática se requeridas por 1/3 das casas, o próprio STF já deu entendimento de que basta as assinaturas de uma CPI para que ela se instale – comemorou Fernandes.

Em virtude da invasão e depredação de prédios públicos nos atos de 8 de janeiro, o Governo de Lula demitiu vários militares, outros ainda serão julgados e mais de 1.200 manifestantes foram presos, todos contrários à volta do PT ao poder. As detenções, por sinal, não seguiram o rito normal e estão cheias de irregularidades. O Partido dos Trabalhadores tem rejeitado a instalação da CPMI, mas não tem como reverter, principalmente pelos desgastes cada vez mais acentuados.

Jornal da Cidade Online

 

Onda de demissão em massa atinge IFood no Brasil

O iFood, o maior aplicativo de delivery do Brasil, sem qualquer alarde, está realizando demissões em massa nesse início do mês de março. Num primeiro momento, pelo menos 300 funcionários serão impactados, porém já circulam informações de novas demissões nos próximos dias.

Um comunicado da empresa confirmou as demissões:

“O iFood tomou hoje a difícil decisão de descontinuar algumas posições internas, impactando em postos de trabalho de colaboradores, que ajudaram a escrever a nossa história”.

Não obstante a alegação da empresa atribuindo essas demissões ao atual cenário econômico mundial, parece óbvio que tudo isso tem ligação direta no Brasil com a política econômica do Partido dos Trabalhadores (PT) no poder.

Estávamos vindo de num processo acelerado e elogiável de recuperação de empregos, mas diante da atual instabilidade econômica, que gera desconfianças e incertezas no mercado, muito conta a nossa vontade, não encontramos outra saída, antes que os problemas se tornem mais difíceis. Lamentável sob todos os aspectos, que assim como a iFood, outras empresas estão tomando o mesmo caminho, principalmente que a insegurança jurídica é um fato determinante os negócios, destaca a direção da empresa ifood.

Jornal da Cidade Online

 

O “plano” do STF para frear Bolsonaro, assim que retornar ao Brasil, revela a Veja

Matéria publicada nesta terça-feira (28) na revista Veja, revela que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estariam arquitetando um plano para frear o ex-presidente Jair Bolsonaro, assim que ele retornar ao Brasil. De acordo com o texto, assinado pela jornalista Clarissa Oliveira, ministros estariam enxergando um movimento do ex-presidente para puxar novas brigas com o tribunal e alegar perseguição. Nos corredores do STF estaria circulando a tese de que o Bolsonaro vai fazer de tudo para retomar o clima de confronto com a Corte, puxando novas brigas com magistrados e tentando explorar politicamente o debate sobre uma possível prisão.

Eis a íntegra do texto publicado:

“Com a aproximação da data anunciada para a suposta volta de Jair Bolsonaro ao Brasil, passou a circular nos corredores do Supremo Tribunal Federal (STF) a tese de que o ex-presidente vai fazer de tudo para retomar o clima de confronto com a Corte. Ministros ouvidos pela coluna avaliam que Bolsonaro, se de fato voltar, vai puxar novas brigas com magistrados – em especial Alexandre de Moraes – e tentará explorar politicamente o debate sobre uma possível prisão.

A tese é que Bolsonaro vai vender a ideia de que está sendo perseguido nos inquéritos que apuram os atos golpistas de 8 de janeiro. Por isso, há na Corte o entendimento de que o melhor é não alimentar essa discussão, que só interessaria ao próprio Bolsonaro neste momento. Sem contar que muitos ministros concordam que há pouco elementos jurídicos para justificar neste momento a ideia de prender o ex-presidente. O melhor, diz um ministro, é olhar para a Justiça Eleitoral, onde há elementos mais consistentes para sustentar a inelegibilidade.

Bolsonaro, de fato, já vem alimentando a tese de que está sendo perseguido, enquanto segue em seu refúgio nos Estados Unidos. Alguns aliados até ironizam a possibilidade de os inquéritos alcançarem o ex-presidente, sob o argumento de que ele seria transformado numa espécie de mártir. E, assim, ganharia a oportunidade de mobilizar como nunca sua base de apoio mais radical.

Não há nada certo por enquanto, mas aliados dizem que tudo aponta mesmo para um retorno de Bolsonaro ao Brasil agora no início de março. Antes disso, ele deve participar da Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC na sigla em inglês), evento conservador no qual deve estar presente também o ex-presidente americano Donald Trump.”

Fonte: Revista VEJA

 

Flavio Dino faz ameaça e diz o absurdo do PT pedir a extradição de Bolsonaro dos EUA

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que o Governo do PT não descarta a possibilidade de pedir ao governo americano a “extradição” do ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL). Certamente, um dos maiores absurdos que ele já disse, diante das suas sucessivas inconsequências.

Esta semana, questionado se o Partido dos Trabalhadores iria interferir na volta de Bolsonaro ao Brasil, Dino respondeu que o terceiro mandato do Lula, aguarda “o prazo do bom senso” e disse que o ex-presidente é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nas depredações ocorridas em prédios públicos no dia 8 de janeiro deste ano.

Bolsonaro não estava no país na época dos atos, ainda assim terá que depor sobre as manifestações. A verdade é que a esquerda tenta a qualquer custo pedir a prisão e a inelegibilidade de Bolsonaro pelos próximos oito anos.

Na verdade, é que a esquerda e mais precisamente os que se julgam sucessores de Lula, querem a todo custo e com mais rapidez possível criar meios de todas as ordens dentro dos contextos da justiça, principalmente. a eleitoral para tornar Bolsonaro inelegível. Eles sabem o risco que será ter Bolsonaro concorrendo em 2026. O desespero do ministro Flavio Dino é visto como, esteja na linha preferencial do Lula para ser o seu sucessor.

Jornal da Cidade Online

 

 

Sindicato da Indústria do Audiovisual do Maranhão – SIAMA, a nova categoria de classe do Estado

Trinta e três empresas do setor audiovisual, que reúne produtoras de cinema e vídeo, estúdios de gravação, produtoras de televisão, produtoras de animação e games, empresas de dublagem, de finalização e de aluguel de equipamentos, entre outras, visando o fortalecimento de seu setor em nosso estado, reuniram-se na segunda-feira, 27 de fevereiro, para fundar um sindicato que lhes dê representatividade junto aos poderes públicos, às empresas e ao mercado de modo geral.

“Há muito tempo nosso setor tentava criar uma entidade que nos representasse, mas só agora foi possível que isso acontecesse”, comenta o cineasta Joaquim Haickel, primeiro presidente do sindicato, escolhido por aclamação durante a reunião que fundou a entidade.

Para vice-presidente foi escolhida Mavi Simão, produtora e diretora de cinema, que entre outras coisas dirige o mais antigo festival de cinema promovido por uma empresa privada no Maranhão, o nacionalmente conhecido Festival Maranhão na Tela.

Sheury Manu, Luciana Simão, Rafaela Gonçalves, Breno Ferreira, Hellen Maria, Joan Santos, Nádia Nicácio, Christian Delon e Vicente Simão, também fazem parte da diretoria do SIAMA.

Segundo Haickel, a meta prioritária da entidade é fortalecer o Polo de Cinema do Maranhão, trazendo para cá recursos do setor audiovisual que normalmente são direcionados para outros estados.

As pessoas desconhecem o poder e o tamanho da indústria do audiovisual, mas ela movimenta mais recursos que indústrias tidas como maiores e mais sólidas, a exemplo da indústria têxtil e da indústria farmacêutica. Em 2018, antes da pandemia de Covid-19, a ANCINE, Agência Nacional de Cinema, constatou que o audiovisual brasileiro gerou algo em torno de 27 bilhões de reais na economia nacional, e estima que a demanda reprimida do setor, pela pandemia, fará com que esse número supere a casa dos 40 bilhões em 2023, complementa o presidente do SIAMA.

O que o Sindicato da Indústria do Audiovisual do Maranhão pretende é fazer com que uma parte deste montante seja investido no Maranhão fazendo com que esse investimento faça girar as engrenagens que possam tornar o setor, se não completamente autossuficiente, pelo menos mais ativo e dinâmico, em nosso estado.

Fonte: SIAMA