“O PT só olha o passado e não tem visão do presente e futuro”, diz o senador Ciro Nogueira

Ex-ministro de Bolsonaro critica ataques do governo de Lula ao ex-presidente

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) tem reagido contra as acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) contra seu ex-chefe e ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), que vem sendo culpado pelos tropeços iniciais do governo de Lula. Neste domingo (5), o ex-ministro da Casa Civil concluiu que “O Brasil vai acabar indo para onde o PT só olha: para trás”.

Ciro defendeu que Bolsonaro é injustamente acusado de ser desonesto, no caso em que a Receita apreendeu joias com diamante estimadas em R$ 16,5 milhões, presenteadas pela Arábia Saudita ao governo brasileiro.

O ex-ministro de Bolsonaro vem criticando iniciativas de Lula como a reoneração dos combustíveis, com aumento de impostos sobre exportação do petróleo cru. E considerou que, após festas, discursos e carnaval, o mês de março fez o governo do PT  “bater com a cara na realidade”, ao aconselhar que não adianta culpar, mas resolver.

“O PT não ataca os outros: se olha no espelho! Acusa a honra de um líder honesto, usa o Alvorada para denegrir o governo anterior, culpa os outros pelo déficit que cria. O PT só ataca o passado, ao invés de atacar o presente e o futuro”, concluiu Ciro Nogueira.

Diário do Poder

 

Interferência política do PT na Petrobrás pode ser a volta à cena recente

O terceiro mandato do Lula (PT), como em outras gestões do petista, mira na “galinha dos ovos de ouro”, a Petrobras, e põe em prática um plano para reestruturar a estatal. O Governo do PT pretende interferir diretamente na política de preços da empresa e nos dividendos distribuídos a acionistas da estatal. Nesta quinta-feira (2), o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, defendeu que a política de preços de paridade de importação para combustíveis, a PPI, deixe de ser “o único parâmetro” para tabelar os valores.

– O importador é meu competidor. Me obrigar a praticar o preço do concorrente não faz sentido – alegou.

– A Petrobras vai praticar preços competitivos de mercado nacional conforme ela achar que tem que ser, para garantir sua fatia de mercado. Se é o PPI o melhor preço, por acaso, que seja. Mas na maior parte das vezes talvez não seja. O PPI, para a Petrobras, só garante ao concorrente uma posição confortável – acrescentou.

A distribuição de bilhões de dividendos, por enquanto, será mantida. Mas, a produção de petróleo pela Petrobras, que hoje é considerada a segunda mais lucrativa petroleira do mundo; por incrível que pareça, será abandonada paulatinamente. É que o PT planeja investir em transição energética.

– A produção do petróleo não vai desaparecer de uma hora para outra, mas a Petrobras não se furtará de investir em novas fronteiras. Queremos ser protagonistas da economia de baixo carbono, explicou o presidente da Petrobrás. A verdade é que existem muitas incertezas com a forte influência política partidária na empresa.

Jornal da Cidade Online

 

Empresas com causas de R$ 158 bilhões na justiça patrocinam eventos a magistrados, diz o Estadão

Milton Friedman um luminar economista, um típico judeu do Bronx nova-iorquino, lapidou essa máxima do mundo dos negócios:– Não existe esse lance de ‘almoço grátis’. Friedman, Nobel de economia, queria dizer que no mundo institucional não existem ‘cortesias’, ‘mimos’ ou ‘presentes’ desinteressados, tudo é ou será moeda de troca no futuro.

Nesse contexto a manchete de capa do jornal paulistano, Estadão, é uma voadora no peito da cúpula do judiciário brasileiro.

“Empresas com causas de R$ 158 bilhões patrocinam eventos para magistrados”

Na capa deste domingo o jornal chama a atenção para o fato de que empresas com ações de R$ 158 bilhões de reais (entre multas, indenizações e dívidas) patrocinam eventos para magistrados.

Mais suspeito que isso, impossível.

Só em maio de 2022 um evento da AMB (Associação dos Magistrados do Brasil) levou 27 juízes, desembargadores e ministros como palestrantes; e esses receberam um pacote de bondades que incluía hospedagem em hotel 5 estrelas, show para 2 mil pessoas e um cupom de desconto para passeio de lancha.

Esse evento foi patrocinado pela ANB (Assoc. Nac. de Administradores de Benefícios) que têm interesse num caso que estava em julgamento no STF e o relator dessa causa, ministro do STJ, Luiz Felipe Salomão, se fez presente.

O Instituto Brasileiro da Insolvência (o nome é autoexplicativo) levou ministros do STJ, do STF e juízes de recuperação para a belíssima região do Algarve português em maio do ano passado e o congresso terminou com show em Cassino.

Em abril o IBDE fez seu evento na cidade do Porto, também em Portugal – porque será essa preferência por terras lusitanas, será que os participantes são monoglotas ou eles adoram um pastelzinho de nata ou de Belém?

Mais humilde, o Turnaround Management Association (de onde eles tiram esses nomes?) promoveu um evento num hotel de luxo em São Paulo, as cotas de ‘patrocínio’ eram vendidas a R$ 67 mil cada e o patrocinador tinha direito a levar (apenas) um convidado. Ou seja, o convite saiu por R$ 33.500,00 por pessoa.

Puxa, está mais caro que o jantar de aniversário do PT, que o convite mais caro saía por R$ 20 mil.

Claro que no final do texto o Estadão teve que ouvir os indefectíveis especialistas da USP, como o prof. Dr. Rafael Mafei que disse que a “oferta de uma viagem de luxo” proporciona “um acesso desigual ao magistrado quando quem promove o vento diretamente ou por meio de associações é parte interessada em casos julgados pelos magistrados”. Conrado Hubner, também da USP, disse que as condutas podem se enquadrar “na categoria geral de quebra da imparcialidade, de manutenção da devida distância das partes, de respeito à suspeição”. Ele afirmou que deveria haver “implicação legal e disciplinar” para condutas incorretas. Também critica o fato de regras éticas não pegarem “tração no Judiciário”.

O que significa basicamente que esses eventos pra lá de questionáveis do ponto de vista da impessoalidade, continuarão a acontecer e os professores da USP, Farialimers e editores do Estadão ficarão levemente ruborizados.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

O ministro das comunicações de Lula no escândalo da ‘farra das diárias’

Conforme noticiado aqui no JCO, com base em reportagens de O Estado de S. Paulo e do Correio Braziliense, o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, utilizou aviões da Força Aérea Brasileira para saída e retorno a Brasília e recebeu quatro diárias e meia entre os dias 26 a 30 de janeiro deste ano, período em que cumpriu apenas duas horas e meia de agendas oficiais na capital paulista.

“O deputado federal até participou de duas reuniões na Claro Brasil, no dia 26, e no Escritório Regional da Telebrás em SP, dia 27, para dar uma justificativa. Porém, no final de semana, ele estava livre e, ainda assim, recebeu diárias de R$ 3.006,68. Houve custo altíssimo pela utilização do avião da FAB e o ministro foi flagrado sendo saudado no leilão de equinos”, diz trecho da matéria do Estadão.

Jornal da Cidade Online

 

“O direito à liberdade de expressão do mais humilde ‘mané’ é superior ao de qualquer ministro do STF”

A receita do totalitarismo não começa com a censura da opinião. Esta é uma fase posterior, abrutalhada e menor. O primeiro ingrediente da receita é a censura do pensamento. Sei que você dirá, leitor, ser impossível impedir as pessoas de pensar. No entanto, é perfeitamente viável restringir, com determinação e êxito, o acesso das mentes ao contraditório, ao pluralismo, às fontes da sabedoria, à informação ampla sobre o passado, o presente e as perspectivas para o futuro. Ou seja, é possível trazer o horizonte do saber para a ponta do nariz do cidadão, encurralando sua mente e confinando seu pensamento a uma preconcebida gaiola. E isso está em pleno curso.

Não estou falando de alguma distopia. Estou descrevendo, enquanto posso, o que vejo acontecer através dos mais poderosos mecanismos de formação e informação em nosso país: Educação, Cultura, Imprensa e Igrejas (Teologia da Libertação). A censura, em fases que vão dos direitos do texto aos direitos individuais do autor, é o arremate, o retoque sobre o trabalho de um mecanismo de ação muito mais intensa, extensa e profunda. A primeira fase é dos intelectuais; a segunda, dos brutamontes.

Não deixa de ser contraditório que, no Brasil, a censura seja exercida, notoriamente pelos andares mais altos do Poder Judiciário. Afinal, o direito à liberdade de expressão do mais humilde e derrotado mané é superior ao de qualquer ministro do Supremo Tribunal Federal.

Não se zanguem estes, nem se surpreenda o leitor: os manés não exercem atividade jurisdicional, não têm qualquer compromisso ético e funcional com imparcialidade, neutralidade, isenção, equanimidade, equilíbrio, etc. Ministros do STF e magistrados, por todas as razões, deveriam evitar a própria expressão pública, falar nos autos e deixar para os políticos as tagarelices e ativismos da política.

Dezenas de milhões de brasileiros perceberam que, proclamada a vitória de Lula na eleição presidencial, fechava-se o cerco às divergências. Anteviu que a inteira cúpula dos três poderes de Estado estaria trabalhando conjunta e afoitamente na criação de distintas e múltiplas estruturas de controle das opiniões expressas pelos manés da vida. A judicialização da Política coligar-se-ia com a politização da Justiça. Passaram a pedir socorro. Silenciosamente, muitos, em diálogo com seus travesseiros; outros, em desacertos e desconcertos familiares; outros ainda acamparam às portas dos quartéis. Inutilmente, como se viu.

O vandalismo de uns poucos foi o instrumento para o inacreditável arrastão judicial do dia 9 de janeiro, mas – estranho, não é mesmo? – em quase dois mil brasileiros cumpriu-se a profecia do ministro Alexandre de Moraes quando, no dia 14 de dezembro, apenas três semanas antes, com um sorriso irônico, anunciou haver ainda muita gente e multa para aplicar. Estranho, também, que sobre todos incidiu a mesma acusação comum: foram arrebanhados porque expressavam diante dos quartéis medo do que, bem antes do esperado, acabou se abatendo sobre eles de modo impiedoso.

Só não se angustia com isso quem aceita que a liberdade seja protegida com a supressão da liberdade. E só aceita esse contrassenso quem, usando neologismo da moda, apoia a esquerdonormatividade que, em outubro, fechou cerco e tomou o Estado brasileiro.

“E qual é a saída?”, perguntará o leitor afoito. Meu caro, não há porta de saída. O que há é caminho. Porta da esperança é programa de auditório, crença que levou à derrota em outubro. Há o caminho da política, percorrido com coragem, determinação, formação, organização e ação contínua. 

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país

 

Líder esquerdista Zé Rainha é preso em SP suspeito de extorquir fazendeiros e invadir terras

Ex-líder do MST comandou nove invasões de terras no Carnaval Vermelho da FNL em São Paulo e Mato Grosso

A Polícia Civil de São Paulo prendeu ontem (4) o líder da Frente Nacional de Lutas Campo e Cidade (FNL), José Rainha Júnior, o “Zé Rainha”, junto com outra liderança do movimento, Luciano de Lima, na cidade de Mirante do Paranapanema. A suspeita é de que o ex-líder do MST e outra liderança do FNL teriam extorquido ao menos seis fazendeiros para não invadir suas propriedades rurais na região do Pontal do Paranapanema. Em outra frente, a polícia apreendeu armas supostamente usadas para conter as invasões.

A operação policial iniciada na sexta-feira (3) combate conflitos agrários, após o chamado “Carnaval Vermelho”, em que movimentos de camponeses invadiram oito fazendas na região do Pontal do Paranapanema e uma no Mato Grosso.

A Polícia de São Paulo cumpriu mandados de prisões preventivas das lideranças do movimento que pressiona o governo de Lula por reforma agrária, expedidos pela Justiça. E ainda realizou buscas de pessoas que estariam utilizando armas para expulsar invasores de terras, resultando na apreensão de dois fuzis calibre 556, duas espingardas calibre 12 e uma calibre 357.

Pacificação

Em comunicado, a Polícia Civil de São Paulo disse que as prisões preventivas têm como objetivo a interrupção do ciclo delitivo e promoção de prevenção geral e paz no campo. Mas ressaltou que as prisões “em nada se confundem com os atos decorrentes do Carnaval de 2023”, o Carnaval Vermelho.

A polícia paulista ainda explica que a operação visa apurar o ciclo de violência decorrentes de extorsões e dos disparos de arma de fogo, incluindo fuzil, o que colocou em risco número indeterminado de pessoas.

Alegação de ‘cunho político’

A FNL divulgou nota em que atribui “cunho político” às prisões e confronta a versão oficial de que a operação não teria relação com o “Carnaval Vermelho”. O movimento liderado por Zé Rainha vê as prisões como ato de retaliação ao que chama de “jornada de ocupações”. E diz que seu líder teria direito de responder a qualquer acusação em liberdade, por não haver fundamento para a prisão.

“Exigimos a imediata liberdade e convocamos todos aqueles que lutam a se solidarizar, pois não podemos tolerar que o Estado haja de maneira arbitrária contra quem luta”, diz o comunicado da FNL.

Diário do Poder

 

Desgaste e não a corrupção pode derrubar o ministro Juscelino Filho

O governo avalia demitir o ministro Juscelino Filho (Comunicações), mas não em razão das denúncias contra ele, que são graves. O motivo da demissão é “estancar a sangria” ou o “constrangimento”, como disse a presidente do PT. Considerando os padrões petistas de corrupção, são até modestas as acusações contra Juscelino, que incluem desvio de recursos públicos em proveito próprio e da família e até mesmo tráfico de influência. Mas a preocupação é poupar o governo Lula do desgaste.

Ele desdenha sempre

Assim como acha que “só uma foto” liga a ministra do Turismo à milícia, desde o começo Lula achou “fracas” as denúncias contra Juscelino.

Lavando as mãos

O União Brasil, de Juscelino, também avalia lavar as mãos. Livrar-se do desgaste e do ministério, que, sem os Correios, não parece interessante.

Conversa tardia

Após um mês de silêncio, na clara estratégia de esvaziar o assunto, Lula prometeu que irá “conversar” com o ministro nesta segunda-feira (6).

Coluna do Claudio Humberto

 

Lula fala em churrasqueira e preço da carne e o povo lhe cobra a picanha prometida

A mais nova falácia do Lula, ocorreu durante evento oficial do governo, de entrega de casas populares, na cidade de Rondonópolis, no estado do Mato Grosso, nesta semana:

“E essas casas, viu – ô ministro… essas casas têm que ter uma churrasqueira… eu sei que vocês já perceberam, mas o preço da carne já caiu 15% e é preciso cair mais”, disse se dirigindo ao ministro das Cidades, Jader Filho.

A militância que acompanhava o evento não perdeu a oportunidade e, imediatamente, lembrou da promessa de campanha e passou a gritar insistentemente:

“Picanha, picanha, picanha, picanha…”

Evidentemente arrependido de ter aberto a boca para falar tamanha bobagem, o Janjo ainda tergiversou, entre um gole e outro em sua inseparável garrafinha, usando a narrativa mentirosa de que encontrou um país destruído e que precisaria ainda de muito tempo para resolver. Esse é o sujeito que insiste em criar promessas vazias e populistas a cada nova aparição… mais uma que não vai conseguir cumprir!

Jornal da Cidade Online

 

“Não seja tão injusto com seu ministro da Justiça, presidente!”

Não é má vontade minha, não, ainda que a tenha por tantas razões que seria exaustivo listá-las. Percebemos estar diante de uma ignorância que causa dor e produz males à sociedade quando o presidente da República afirma, com enorme ênfase, que se o Brasil produz comida para toda sua população e, ainda assim, alguns passam fome, é porque “deve haver alguém bem gordo por aí”.

Não seja tão injusto com seu ministro da Justiça, presidente!

Não é porque as prateleiras estejam vazias (e não estão) que alguns passam fome. O número dos tais carentes, ao contrário do que o petismo maliciosamente repete com insistência para transformar mentiras em verdades, caiu aos níveis mais baixos da história. E esse tipo de carência pode e deve ser atendida pelos programas de renda mínima.

A ignorância de Lula é obesa de malícia marxista. Ele precisa explicar a pobreza de uns pelos bens de outros. Jamais pelos bens dele mesmo ou pelo que recebeu de um amigo dele. Como todo líder de esquerda, Lula prega uma coisa e faz outra; nunca dá exemplo daquilo que cobra dos demais. Por isso, reforma o Palácio da Alvorada, se hospeda nos melhores hotéis e indagado em juízo sobre seus rendimentos disse não saber o que recebia ou gastava por mês. Quantos brasileiros se permitem tamanha prodigalidade?

Milhões de brasileiros não percebem, em fatos como esses, a distância que separa o político presidente da República da vida real dos cidadãos, especialmente daqueles que mourejam pelo próprio sustento, contam dinheiro para pagar seus boletos, ou correm aos bancos para quitar seus impostos e remunerar seus colaboradores na empresa de onde sai o sustento seu e de outros.

Se tivesse qualquer interesse com a verdade, Lula já está suficientemente experiente para saber que gordo, gordo mesmo, obeso de tanto transformar o suor do trabalho alheio em lipídios para consumo próprio é o estado brasileiro. E é a esse estado que Lula trata de engordar ainda mais, criando ministérios e distribuindo com facilidade entre as “nações amigas” os recursos do trabalhador brasileiro.

Para sustentar essa megalomania histriônica, os impostos sobem, o dinheiro foge, os combustíveis encarecem e o dragão inflacionário ruge nas proximidades.

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país

 

Ex-presidente da OAB Felipe Santa Cruz com Sérgio Cabral condenado a mais 400 anos de prisão e fala em ‘injustiça’

A postagem foi feita nas redes sociais do ex-presidente do Conselho Federal da OAB, Felipe Santa Cruz, nesta sexta-feira (3), mas apagada, logo depois. Na foto, ele está abraçado ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, com a seguinte legenda:

“Tantos anos de injustiças. O prazer de tomar um vinho com meu amigo Sergio Cabral”.

Cabral, entretanto, é réu confesso e responde a vários crimes de corrupção em 24 processos originários das investigações da Operação Lava Jato e outras mais. As sentenças já proferidas, com provas materiais e dezenas de testemunhos devidamente documentados, acumulam mais de 400 anos de prisão.

Ainda assim, o ex-governador foi solto por decisão do STF, no final do ano passado, e responde aos processos fora da cadeia. No início de fevereiro, ele ainda teve sua prisão domiciliar convertida para que ele pudesse circular livremente pelo Rio de Janeiro, mediante o cumprimento de algumas medidas restritivas e o uso de uma tornozeleira eletrônica.

Alinhado a ideologias e às pautas da esquerda, Felipe Santa Cruz ocupou a presidência da OAB Nacional no triênio 2019/2022, acumulando uma série de polêmicas com o então presidente da República Jair Bolsonaro. Antes, ele foi presidente da OAB/RJ por dois mandatos seguidos, entre 2013 e 2018. Ressaltamos que qualquer um pode ser amigo de quem quiser, mas não há como deixar de notar a ‘imoralidade que certas relações denotam’.

Jornal da Cidade Online