STF invalida lei do Governo do Maranhão que reduz ICMS de cerveja de mandioca

Para ministro, a redução da base de cálculo ou da alíquota dos tributos sobre mercadorias consideradas indispensáveis e essenciais ao consumo humano não contempla cerveja.

O plenário do STF reconheceu a inconstitucionalidade formal e material de lei do Maranhão que estabelecia a redução da alíquota de ICMS para cervejas produzidas à base de mandioca e comercializadas em garrafas retornáveis. O voto condutor foi do ministro Edson Fachin.

Trata-se de ação direta de inconstitucionalidade, ajuizada pela Abrabe – Associação Brasileira de Bebidas, contra os artigos 1º e 2º da lei estadual maranhense 11.011/19, que acrescentou alínea à lei estadual 7.799/02, também do Estado do Maranhão, para estabelecer alíquota reduzida de ICMS (12%) para as operações com cervejas que contenham, no mínimo, 15% de fécula de mandioca em sua composição.

A associação alega que a alíquota diferenciada reduz em 60% a incidência do ICMS em desfavor das demais, cuja alíquota é de 28,5%, para beneficiar a instalação de uma específica fábrica de cervejas no Estado.

Consta nos autos que, intimados a apresentarem os referidos documentos, a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão admitiu que “conforme consulta realizada junto aos órgãos/setores desta Assembleia Legislativa, estes apontaram que não há informações no tocante à estimativa do impacto orçamentário financeiro”.

Segundo o relator, em análise inicial, a lei não foi instruída com a devida estimativa de impacto financeiro e orçamentário. “Trata-se, portanto, de norma que deve ser observada a fim de conformar o devido processo legislativo, já vigente à época da edição da lei impugnada, a qual é, portanto, inconstitucional.”

Alega o Estado, no entanto, que, em se tratando de produto novo, a fixação da alíquota não enseja renúncia fiscal. O que para o ministro, não se sustenta, pois, a especificidade do insumo (fécula de mandioca) não afasta a sua classificação genérica anterior, “bebidas alcoólicas, cervejas e chopes” (lei 7.799/02, com redação dada pela lei 10.956/18), que estabelecia a alíquota de 28,5%, implicando, como se vê, a redução da alíquota-padrão.

Nos termos do previsto art. 150, § 6º, da CF/88, há um conceito tipológico de benefício fiscal exemplificativo (numerus apertus) justamente com o propósito de conferir maior controle a tal prática de modo, a não ficar infensa a controles fiscais e orçamentários.”

Ademais, o ministro ressalta que, trata-se de benefício fiscal que demanda a devida estimativa do seu impacto financeiro e orçamentário, nos termos do ADCT. Portanto, a ausência de estimativa implica a inconstitucionalidade formal da norma.

O relator identificou, ainda, inconstitucionalidade material pois a lei concede, unilateralmente, incentivo fiscal sem observância dos requisitos estabelecidos pela LC 24/75 e da prévia aprovação pelo Confaz. Além de afrontar a CF/88 ao estabelecer condições tributárias desiguais para contribuintes em situação equivalente e ao gerar desequilíbrio concorrencial decorrente da redução.

Não obstante, segundo o ministro, a norma também ofenderia ao princípio da seletividade, não havendo justificativa quanto à essencialidade decorrente da matéria-prima. Por sua vez, a afronta ao artigo 37 da Constituição situa-se na individualização do benefício, havendo ofensa à moralidade e à impessoalidade na renúncia fiscal.

Contribuintes

Sob o ponto de vista dos contribuintes, discorre o ministro que a seletividade, em função da essencialidade, faz com que a incidência dos impostos não atinja parcela de riqueza que corresponda ao mínimo existencial dos indivíduos, visando alcançar justiça fiscal.

Dessa forma, explica, ainda, que busca beneficiar as camadas menos favorecidas da população, que têm parte mais significativa da renda comprometida com a aquisição de mercadorias e serviços indispensáveis a um padrão mínimo de dignidade, e, por esse motivo, acabam suportando uma carga tributária proporcionalmente mais elevada.

“Por isso, em nome da justiça fiscal, executa-se redução da base de cálculo ou da alíquota dos tributos sobre mercadorias consideradas indispensáveis e essenciais ao consumo humano, a exemplo dos alimentos. Não parece, entretanto, ser o caso da mercadoria cuja alíquota foi reduzida: cervejas que contenham, no mínimo, 15% de fécula de mandioca em sua composição.”

Assim sendo, julgou procedente o pedido para declarar a inconstitucionalidade formal e material dos artigos 1º e 2º, da lei estadual maranhense 11.011/19.

Ressalvas

O ministro Roberto Barroso acompanhou o relator, mas com ressalvas. Dessa forma, somente na alegação de inconstitucionalidade formal, deixando de se pronunciar sobre a existência de vício de inconstitucionalidade material, “na medida em que a referida alegação resta prejudicada em face do acolhimento daquela atinente à violação da ADCT e da CF/88”.

O ministro Gilmar Mendes acompanhou o relator nos termos das ressalvas do ministro Barroso.

Tal como o ministro Luís Roberto Barroso, o ministro Nunes Marques entendeu, em seu voto, prejudicada a análise da inconstitucionalidade material da norma, em face do acolhimento prévio de sua inconstitucionalidade formal.

“Em obiter dictum, aliás, ressalto que o critério de discrimen utilizado parece-me razoável, na medida em que busca atender às características regionais com vistas ao maior desenvolvimento econômico da região (industrialização, geração de emprego e renda, etc), prestigiando a utilização de insumos locais, o que gerará, ao longo do tempo, maior equilíbrio econômico em todo o país.”

Fonte: Migalhas

 

Senador eleito Sérgio Moro declara apoio a Bolsonaro

Uma grande frente para assegurar a democracia e a liberdade no Brasil está se formando…Para tanto, é fundamental reeleger o presidente Jair Bolsonaro, evitando assim o retorno da organização criminosa petista.

Nesse sentido, o senador eleito Sérgio Moro, acaba de anunciar o seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

Grande demonstração de patriotismo.

Jornal da Cidade Online

 

Comentário de magistrada sobre rejeição a Bolsonaro viraliza nas redes sociais

*Publicado originalmente em 23 de setembro de 2018

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua rejeição pela corrupção

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua rejeição de ver o país governado de dentro da prisão pelos comandos de um candidato condenado em duplo grau de jurisdição, assim como ocorre com os líderes das facções criminosas já tão conhecidas.

Que a sua rejeição por ele não seja maior que os ensinamentos que recebeu de seus pais sobre não subtrair aquilo que é dos outros.

Que sua rejeição por ele não seja maior que os princípios de educação, moral e cívica que aprendeu quando criança nos bancos das escolas, na época em que escola ensinava o que, realmente, era papel da escola.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que sua indignação com a inversão de valores existentes em nossa sociedade atual.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que seu medo de viver o que já está vivendo a população dos países “amigos deles”, tais como, Venezuela, Bolívia e Cuba.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua indignação com cada escândalo de corrupção e desonestidade revelados na lava a jato.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que seu pânico de viver numa sociedade tão insegura, onde pais de família são mortos diariamente e audiências de custódias são criadas para soltar aqueles que deveriam pagar por seus crimes.

Que sua rejeição por ele não te leve ao grave erro de demonizar a polícia e santificar bandido.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua defesa pelo fortalecimento da família, como estrutura básica da sociedade.

Que sua rejeição por ele não seja maior do que sua repulsa pelo mal que as drogas têm causado em nossas famílias.

Que sua rejeição por ele não seja maior que sua esperança de ter um país melhor para viver.

Que sua rejeição por ele não tire sua capacidade crítica de apurar tudo que é tendencioso na mídia.

Enfim, que sua rejeição por ele não te deixe cego a ponto de não enxergar que, neste momento, o Brasil está numa UTI e seu voto deve ser ÚTIL para salvá-lo.

Não brinque com isso, não se iluda com a maquiagem dos discursos bonitos, a coisa é séria. Na hora de votar, lembre-se de sua essência e do que, realmente, sempre foi importante para você.

(Texto circula nas redes sociais. Autoria atribuída à Dra. Isabele Papafanurakis Ferreira Noronha, juíza substituta da 6ª Vara Criminal de Londrina – PR)

 

Ministro da Justiça manda a PF investigar Institutos de Pesquisa e cerco se fecha

O ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres acaba de fazer um importante comunicado. Torres pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito para apurar “a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais”.

Em suas redes sociais, ele afirmou:

“Acabo de encaminhar à Polícia Federal, pedido de abertura de inquérito sobre a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais.

Esse pedido atende a representação recebida no MJSP, que apontou ‘condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados’ por alguns institutos.”

O cerco está se fechando e há necessidade da apuração dos fatos e os responsáveis pelas manipulações, diante do grande desserviço prestado à população brasileira, exatamente com mais uma oportunidade, em que o Poder Judiciário proclama democracia, que infelizmente fica apenas nas manifestações públicas distante da realidade.

Jornal da Cidade Online

 

Alexandre Moraes vai combater “fake news” e punir os institutos de pesquisa?

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, disse que puniria severamente as tais ‘fake news’, durante o processo eleitoral.

Parece evidente que os institutos de pesquisa tentaram, ao longo de toda a campanha – dando continuidade a um movimento que vem desde o início do governo Bolsonaro – manipular a opinião pública, para eleger o petista Lula da Silva ainda no 1º turno. Diante da omissão das instituições e da voracidade de um sistema de comunicação perversamente corrompido, que tem os institutos de pesquisas como aliados e muitos corruptos ávidos pelo retorno do descondenado pelo STF, o que tem ficado evidente para todo o povo brasileiro.

O plano não deu certo e a fraude nas pesquisas está claramente desmascarada.

Haverá punição? Esses institutos continuarão ‘trabalhando’ impunemente?

Agora, com uma diferença: absolutamente ninguém acredita mais no Datafolha, Ipec e demais institutos.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Eleitor de Lula revela apelo macabro a Lucifer para alçá-lo de volta ao poder

O líder satanista Vicky Vanilla, que se autointitula como ‘sacerdote da igreja de Lúcifer’. fez uma live no último sábado na qual errou uma previsão de que o ex-presidiário Lula seria o vencedor das eleições ainda no primeiro turno.

Dizendo-se eleitor do petista, com uma bandeira dele ao fundo, o rapaz diz uma série de barbaridades e ataca Jair Bolsonaro e seus eleitores com palavras de baixo calão:

“Vocês vão comer o pão que o Satanás amassou. Porque amanhã não tem para ninguém, já está decretado. Nós nos unimos esse tempo todo, os terreiros de quimbanda, os terreiros de axé, as irmandades luciferianas do país, os seguimentos satanistas… o pessoal da bruxaria natural, o pessoal da magia draconiana…

Amanhã, vocês bolsonaristas vão enfiar esses dois dedinhos que vocês fazem para digitar o 22, vão enfiar os dois no cú de uma vez. Porque vocês não vão conseguir vencer o tamanho de uma Egrégora que é a nossa… vocês estão arruinados, e não só vocês, a casa de vocês, os que dependem de vocês…”, disse em tom extremamente agressivo.

É preciso lutar contra o mal e, ainda que o bem seja infinitamente mais forte, a fé e a vigilância têm que ser redobradas. Esses são os que querem voltar ao poder… Esses são os que querem continuar pilhando o país, enquanto massacram o povo em uma espiral eterna de dependência e miséria.

Não é só política, não é só poder, não é só o bem contra o mal… trata-se do futuro das nossas famílias.

Jornal da Cidade Online

 

 

 

 

Governadores reeleitos articulam carta de apoio à reeleição de Bolsonaro

Ratinho Júnior (Paraná) e Romeu Zema (Minas Gerais) lideram apoio; Ibaneis Rocha, do DF, e Cláudio Castro, do Rio, vão assinar

O governador reeleito do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e o de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) articulam uma carta de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL) assinada por ao menos cinco governadores. Além dos dois, os governadores reeleitos do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) também vão assinar o documento. Outro governador está conversando sobre o apoio ao presidente. Nesta segunda, Zema e Castro anunciaram formalmente adesão à campanha de reeleição de Bolsonaro, após reunião no Palácio da Alvorada. Nesta quarta (5), Ibaneis Rocha deve se reunir com Bolsonaro e também formalizar o apoio à reeleição do presidente. Ao R7, Ibaneis disse que uma reunião com apoiadores do presidente deve ser realizada na quinta-feira, em Belo Horizonte.

Os apoios de Zema e Castro têm um grande peso na campanha, já que os estados que governam são o segundo e o terceiro maiores colégios eleitorais do país, respectivamente.  “Gratidão não se prescreve e [vamos] rumo à vitória de Bolsonaro e vamos fazer do Rio de Janeiro a maior diferença do Brasil”, disse Castro após encontro com o presidente nesta terça. “O que importa é que a gente sai daqui para a vitória do presidente de uma vez por todas.”

Dos 15 governadores eleitos no primeiro turno, sete já anunciaram apoio à reeleição de Bolsonaro: além de Castro, Ratinho Júnior, Zema e Ibaneis, integram a lista de apoios Gladson Cameli (PP), do Acre, Mauro Mendes (União Brasil), do Mato Grosso, e Antonio Denarium (RR), de Roraima.

Apoios de Moro e Dallagnol

Além dos governadores, Bolsonaro ganhou apoio público do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro, que foi eleito senador pelo Paraná pelo União Brasil. Em uma postagem nas redes sociais na manhã desta terça-feira (4), Moro declarou que “[o ex-presidente] Lula não é uma opção eleitoral”.

A postagem de Moro foi compartilhada pelo ex-procurador e ex-chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba Deltan Dallagnol, que foi eleito deputado federal pelo Podemos. Logo após a divulgação dos resultados do primeiro turno da eleição, Dallagnol já havia anunciado apoio a Bolsonaro no segundo turno, listando os escândalos do mensalão, do petrolão e saque às estatais como alguns dos motivos para rejeitar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: R7

 

São Pedro dos Crentes no Maranhão foi a cidade do NE que mais votou em Bolsonaro

Na disputa pelo Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi vitorioso em todos os estados do Nordeste. Alguns municípios, porém, aparecem favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro (PL), como pontos fora da curva.

A cidade com maior percentual de votos no atual mandatário na região é a maranhense São Pedro dos Crentes, a 740 km da capital São Luís. Lá, Bolsonaro conquistou 58,61% dos eleitores ante 37,38% de Lula. Cenário oposto ao do estado, onde o petista teve 68,84% e o candidato do PL chegou a 26,02%. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O pequeno município tem população estimada de 4,7 mil habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No último censo, de 2010, os evangélicos eram 55,75% dos moradores.

O último prefeito eleito na cidade, Lahesio Bonfim (PSC, PSL na eleição anterior), terminou a disputa ao governo maranhense em segundo lugar, atrás do reeleito em primeiro turno Carlos Brandão (PSB).

Outras duas cidades do Maranhão figuram entre as dez do Nordeste que mais votaram em Bolsonaro: Açailândia e Imperatriz. Alagoas tem quatro municípios na lista das que preferem o atual mandatário (Maragogi, Matriz de Camaragibe, Japaratinga e Maceió). Há duas na Bahia (Luís Eduardo Magalhães e Buerarema) e uma no Rio Grande do Norte (Parnamirim).

Veja a lista das cidades e os percentuais de votação para presidente:

  1. São Pedro dos Crentes (MA): Bolsonaro 58,61% e Lula 37,38%.
  2. Luís Eduardo Magalhães (BA): Bolsonaro 54,02% e Lula 41,43%
  3. Buerarema (BA): Bolsonaro 53,37% e Lula 38,95%
  4. Maragogi (AL): Bolsonaro 52,97% e Lula 41,63%
  5. Matriz de Camaragibe (AL): Bolsonaro 51,81% e Lula 42,46%
  6. Japaratinga (AL): Bolsonaro 50,49% e Lula 44,47%
  7. Açailândia (MA): Bolsonaro 49,66% e Lula 45,16%
  8. Maceió (AL): Bolsonaro 49,59% e Lula 40,43%
  9. Imperatriz (MA): Bolsonaro 49,3% e Lula 43,28%
  10. Parnamirim (RN): Bolsonaro 48,69% e Lula 43,74%

Em Alagoas, o pleito foi mais acirrado entre os dois primeiros candidatos, com diferença de vinte pontos percentuais. O petista teve 56,50% dos votos e Bolsonaro foi o escolhido por 36,05% do eleitorado.

Fonte: Metrópoles

Fernando Collor, José Serra, Romero Jucá, Kátia Abreu: Políticos conhecidos reprovados nas urnas

Figuras antigas no cenário político não atingiram os votos necessários e amargaram derrota nas eleições deste ano

O primeiro turno das eleições gerais de 2022, realizado neste domingo (2), trouxe a vitória de muitos novatos no Congresso Nacional, a exemplo da ex-ministra Damares Alves (Republicanos), eleita senadora pelo Distrito Federal, e do ex-juiz Sérgio Moro (União Brasil), eleito senador pelo Paraná.

No entanto, diversos políticos relevantes na trajetória recente do país não tiveram sucesso nas urnas. Figuras como o senador José Serra (PSDB) e o ex-senador Romero Jucá não conseguiram o número necessário de votos e ficaram sem mandato.

Fernando Collor

O senador Fernando Collor (PTB-AL) é um desses casos. Após 16 anos como parlamentar, o ex-presidente da República ficou em 3º lugar na disputa ao Governo de Alagoas. Com 14,71% dos votos válidos, Collor foi derrotado por Paulo Dantas (MDB) e Rodrigo Cunha (União Brasil), que vão para o segundo turno.

Joice Hasselmann

Faz parte desse grupo também a deputada federal Joice Hasselmann (PSDB). Na última eleição, em 2018, a jornalista foi a deputada federal mais votada do país, com mais de 1 milhão de votos. No entanto, na tentativa de reeleição neste ano, ela recebeu cerca de 14 mil votos e ficou de fora.

José Serra

Após dois mandatos na Casa, o senador José Serra (PSDB) obteve 88.926 votos na disputa por uma vaga à Câmara dos Deputados. Duas vezes candidato à Presidência da República, o atual senador, de 80 anos, não conseguiu se manter no Congresso.

Eduardo Cunha

Seis anos após ter seu mandato cassado, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PTB) voltou a se candidatar em busca de uma vaga para deputado federal por São Paulo. Ele obteve apenas 5.044 votos e não foi eleito.

Romero Jucá

O ex-senador Romero Jucá (MDB) é mais um da lista dos que não conseguiram se eleger. Com pouco mais de 91 mil votos, o ex-ministro perdeu a disputa ao Senado em Roraima para Dr. Hiran (PP), que obteve 118.170. Jucá foi senador por três mandatos e tentava voltar ao cargo que ocupou por 24 anos.

Janaína Paschoal

Com pouco mais de 2% dos votos, a deputada estadual Janaína Paschoal (PRTB-SP) ficou em quarto lugar na eleição para o Senado por São Paulo e não conseguiu se eleger. Em 2018, ela obteve uma votação histórica, com mais de 2 milhões de votos.

Kátia Abreu

Depois de 16 anos no Senado, Kátia Abreu (PP) vai deixar a Casa após ser derrotada pela candidata Professora Dorinha (União Brasil). Na tentativa de um terceiro mandato, a ex-ministra da Agricultura teve 18,5% dos votos válidos.

Márcio França

Favorito nas pesquisas para o Senado, o ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB) foi derrotado pelo ex-ministro Marcos Pontes (PL). O pessebista, que também já foi deputado federal, ficou em 2º lugar, com 36,27% dos votos.

Alexandre Frota

Eleito com mais de 155 mil votos em 2018, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) se lançou à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em busca de uma vaga. Com pouco mais de 24 mil votos, não conseguiu se eleger.

Fonte: R7

 

A perseguição prometida por Lula contra Sérgio Moro e Deltan Dallagnol eleitos senador e deputado federal

Sérgio Moro, o juiz que se tornou símbolo nacional da luta contra a corrupção no Brasil, chegou a Brasília em 2019, caminhando em um tapete ‘dourado’ estendido por Jair Bolsonaro. Ministro da Justiça e Segurança Pública, tinha um país sob seus pés e uma cadeira no Supremo ‘logo ali na frente’.

Mas quis o destino (a vaidade e a sede de poder) que ele saísse pelas portas dos fundos, fazendo acusações as quais não conseguiu provar e sua atitude trouxe manchas profundas na própria biografia e respingou de forma pesada na Operação Lava Jato.

Sobrou até para os procuradores do Ministério Público, entre eles, Deltan Dallagnol, figura de maior destaque na condução das investigações que descobriram todo o esquema bilionário de corrupção no coração do PT. A partir daí, o Brasil assistiu, estarrecido, o ex-juiz afundando na lama enquanto pulava de partido, de cargo para o qual concorreria nas eleições e até de estado.

Dallagnol viveu momentos ainda piores, com seu longo e sério trabalho colocado em xeque e perseguido pelo ativismo judicial, o mesmo que tirou Lula da cadeia e o reconduziu á vida pública.

O destino, entretanto, tem sempre uma carta na manga e, no apagar das luzes, veio a surpresa. Sérgio Moro ‘raspou’ o que sobrou de apoio na chamada ‘República de Curitiba’ e foi eleito ao senado federal, seguido por Deltan, o mais votado para a câmara dos deputados em Brasília.

E até Rosângela Moro, a advogada e esposa de Moro, conseguiu sua vaga no congresso nacional, eleita deputada por São Paulo.

Temos que esclarecer ao nosso leitor que não se trata aqui de exaltar a vitória dos traidores, mas chamar a atenção para o fato de que, sim, a Lava Jato continua viva e pode, a partir desses resultados, reacender a própria chama, desta vez com o devido apoio dentro do congresso nacional.

Foi a escolha pela ‘volta’ dos que se tornaram símbolo de combate à sujeira do PT e de seu comandante, o ex-presidiário que tenta reviver a cena do crime.

Lula vem prometendo de forma escancarada que, se eleito, irá perseguir seus ‘algozes’. Uma vingança dirigida especialmente a Sérgio Moro e a Dallagnol, que jurou ‘colocar na cadeia para que sentissem o mesmo que havia sentido’. Mas eles agora são congressistas, em ‘têm em mãos o poder do cargo’ e o foro privilegiado.

Uma situação aterrorizante para o descondenado, principalmente se as urnas confirmarem sua iminente derrota no segundo turno, pois revela ainda que o povo ‘não esqueceu do que ele fez’.

Ah…. esse destino, realmente gosta de pregar peças!

Jornal da Cidade Online