Combate à corrupção exige ação coordenada, afirma o ministro Luiz Fux

O efeito da corrupção, que, ao drenar recursos públicos, subtrai do cidadão, principalmente dos menos favorecidos, o acesso a serviços essenciais de qualidade ou os torna mais escassos e onerosos. Esse foi o tema abordado pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, na abertura do webinário internacional “Estratégias Globais para Reduzir a Corrupção – como e por que o compliance importa”. Realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta segunda-feira (23/11), o evento reuniu, de maneira virtual, especialistas nacionais e de outros países para o debate de assuntos relativos ao compliance e à atuação no combate à corrupção e ao crime organizado, com o objetivo de enfatizar a importância da regulação e da efetiva aplicação da lei.

Potencial devastador

“Falar de corrupção é falar de nossos maiores males sociais. Além de subverter a lógica e os valores republicanos pela eliminação das fronteiras entre o público e o privado, o potencial devastador da corrupção se amplia devido a sua associação com diversos outros crimes e atividades ilícitas, tais como homicídio, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, armas e munições, terrorismo e crimes contra a administração pública”, destacou o ministro. De acordo com o presidente do STF e do CNJ, por se tratar de um fenômeno mundial, o combate à corrupção exige trabalho coordenado e estratégico, com a adoção de medidas preventivas e repressivas.

Atuação transversal

Ao ressaltar que o combate eficaz demanda uma atuação transversal, que envolva o poder público, o setor privado e toda a sociedade, Fux traçou um breve histórico das leis adotadas pelo Brasil desde 2004 para o enfrentamento do problema. Ele enfatizou a importância da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), fórum de diálogo que tem a participação do CNJ e reúne órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário nas esferas federal, estadual e, em alguns casos, municipal. “É a principal rede de articulação e discussão para formulação de políticas públicas para combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, e sua atuação é reconhecida internacionalmente”.

Compromisso

Luiz Fux também reafirmou o compromisso, assumido ao tomar posse na presidência do STF e do CNJ, de tratar o combate à corrupção com absoluta prioridade. Segundo o ministro, o compromisso com uma administração proba e íntegra está no Eixo 3 de sua gestão, cujo foco é desenvolver e implementar novas metodologias e ações voltadas ao fortalecimento da atuação da Justiça na prevenção e no combate a esses crimes, além de estimular o desenvolvimento de projetos e programas destinados à recuperação célere e eficiente de ativos. “Reduzir a corrupção é uma meta desafiadora, mas possível, que exige uma mudança cultural e demanda firme compromisso e resoluta dedicação aos interesses puramente coletivos”, afirmou.

Processo civilizatório

Destinado a magistrados, promotores de Justiça, defensores públicos e atores do sistema de combate à corrupção e ao crime organizado, o webinário “Estratégias Globais para Reduzir a Corrupção” conta com participação de representantes de entidades de classes de advogados e magistrados. O presidente da Ordem do Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, afirmou que o país tem um difícil e penoso processo de enfrentamento à corrupção. “O processo institucional civilizatório que desenvolvemos precisa agora ganhar institucionalidade, para que possamos, efetivamente, criar um ambiente de ética, de moralidade e que retire nosso país da crise atual”.

Pontes

A importância do evento na construção de pontes entre as instituições para o combate à corrupção foi destacada pela presidente da Associação Brasileira dos Magistrados (AMB), Renata Gil. Segundo a juíza, esse é um trabalho necessário para que se possa avançar. “Notamos um movimento de retrocesso, inclusive com a tentativa de modificação da lei de combate à lavagem de dinheiro. Devemos avançar no enfrentamento da corrupção, e não retroceder”. A busca por transparência foi apontada como fundamental pelo presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Eduardo André Brandão. “A corrupção é cruel porque tira de quem mais precisa e é ruim porque gera descrédito para o país”.

Já a presidente da Associação Nacional do Magistrados do Trabalho (Anamatra), Noemia Porto, declarou que discutir a probidade, a transparência e a eficiência administrativa deve ser pauta de todas democracias sérias do mundo. “Combater é importante, mas aprender com o passado também é relevante. A corrupção tem que ser considerada um problema para o desenvolvimento econômico e, com ele, para o mercado de trabalho do Brasil”.

Agência CNJ de Notícias

 

Carrefour é condenado a indenizar casal homossexual agredido por seguranças

A 30ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu dar provimento em parte a recurso apresentado por um casal homossexual para majoração de indenização fixada contra a rede de supermercados Carrefour por danos morais

Em 1ª instância, o juízo da 1ª Vara de Justiça de Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, havia condenado o grupo a pagar R$ 3.000 a cada vítima.

A ConJur teve acesso a decisão que tramita sob segredo de Justiça. Conforme os autos, o casal foi abordado e hostilizado por seguranças de uma unidade da rede com palavrões e chutes no seu veículo durante a eleição de 2016. Os funcionários afirmaram que eles não poderiam deixar o carro no estacionamento para votar em uma escola próxima ao comércio.

Apesar de informarem que teriam feito compras no local, os seguranças seguiram com hostilidades. Em dado momento, tentaram sair do local e tiveram que quebrar a cancela que tinha sido fechada por outro funcionário para deixar o local.

Ao analisar o recurso, o relator, desembargador Andrade Neto, entendeu que restou incontroverso que os autores, ao se dirigirem ao seu veículo foram “abordados de forma hostil por dois seguranças no local”.

Em seu voto, o magistrado também apontou que diante das “graves e injustificadas agressões promovidas pelos prepostos da requerida”, o valor fixado na decisão alvo de recurso foi realmente baixo.

“Assim, sopesadas todas essas circunstâncias, reputo adequado elevar a indenização devida a cada um dos autores para o valor de R$ 10 mil, quantia que se situa em patamar justo e razoável frente ao abalo moral sofrido, traduzindo compensação pelo dissabor experimentado”, diz trecho do voto.

O magistrado, contudo, indeferiu a alegação dos reclamantes que alegaram terem sido alvos de agressões homofóbicas por parte dos seguranças. Segundo o julgador, as agressões homofóbicas não foram comprovadas nas provas reunidas e não foram mencionadas no depoimento dos recorrentes. Acompanharam o relator os desembargadores Maria Lúcia Pizzotti e Lino Machado.

Em nota, o Carrefour afirmou que “segue acompanhando o processo e reforça seu repúdio a qualquer tipo de violência e agressão em suas unidades”. O acórdão é do último dia 11.

FONTE: CONJUR   

 

Pesquisas Ibope e DataM, dão ampla vantagem para Braide. A vitória do povo é iminente

Pesquisa Ibope divulgada pela TV Mirante aponta Eduardo Braide (Podemos) com 54% das intenções de voto para o segundo turno, em São Luís. Duarte Júnior (Republicanos) tem 46%, considerando-se os votos válidos. Indecisos somam 2%, enquanto brancos e nulos somaram 7%. O levantamento foi feito entre os dias 18 e 20 de novembro e ouviu 805 pessoas na capital maranhense. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Por outro lado a DataM divulgou pesquisa no dia 22 em que destaca Braide com 51,28% e Duarte com 33,58%.

As pesquisas retratam que quanto mais Duarte Junior e o seu professor atacam Eduardo Braide com mentiras, inclusive com sujeiras para atingir a família dele, mais aumenta a preferência de Braide na preferência do eleitorado.

Para a opinião pública, a sujeira que tem contaminado a campanha de Duarte Junior é um fato, que muitos pensavam que era coisa do passado, o que tem causado revolta e indignação, são agressões e baixarias. A diferença é que Eduardo Braide não se nivela e muito pelo contrário responde com propostas dentro dos anseios coletivos.

 

Flavio Dino penaliza servidores públicos no seu governo com perdas salariais de 30,81%

Cleinaldo Bil presidente do SINTSEP, lamenta o lobby do Governo do Estado no Judiciário

No mês de janeiro do presente exercício de 2020, completaram-se cinco anos do congelamento da tabela de vencimento do Plano Geral de Carreiras e Cargos (PGCE) do Poder Executivo do Estado do Maranhão, situação que nos deixa bastante indignados com o descaso no tratamento dispensado pelo governador Flávio Dino, sobretudo, aos servidores do Grupo Ocupacional Administração Geral.

Para se ter uma ideia, com o congelamento do nosso Plano de Cargos, houve uma diminuição significativa do poder de compra e desvalorização da renda do trabalhador público estadual, porque nossa perda salarial de 2015 até dezembro de 2019 corresponde a 30,81%.

Veja suas respectivas perdas em nossa tabela de vencimento, caso nossos salários fossem reajustados anualmente pelo PGCE, como era feito no governo da Roseana Sarney:

Grupo Ocupacional 2015 2019 Perda em dinheiro mensal Perda em dinheiro anual
Apoio Operacional R$1.274,38 R$1.667,11 R$392,73 R$5.105,49
Apoio Administrativo R$1.464,80 R$1.916,21 R$451,41 R$5.868,33
Apoio Técnico R$1.904,24 R$2.491,08 R$586,84 R$7.628,92
Nível Superior R$5.698,07 R$7.454,07 R$1.756,00 R$22.828,00

Obs: A tabela leva em consideração apenas o maior grupo do PGCE, porque são mais de 20 mil servidores na ativa. Não está incluso adicional e gratificação.

Nesta simulação, podemos constatar que há uma acentuada diminuição de nossa capacidade de compra, com nossa renda decrescendo a cada ano e nosso salário sendo sugado para a política do salário mínimo nacional, devido o percentual de perda com a inflação acima de 30%.

“Ou seja, a inflação, aos poucos, vai corroendo nosso salário e, por outro lado, o salário mínimo nacional, com sua política de reajuste anual, vem se aproximando do nosso vencimento”, alerta Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo.

Em 2015, quando foi implantado o PGCE, o menor valor do vencimento do Grupo Ocupacional Apoio Operacional (cargo que requer nível fundamental) correspondia a R$ 870,00, e o salário mínimo nacional era R$ 788,00, uma diferença positiva de R$ 82,00. Em 2020, o menor valor do vencimento continua R$870,00, e o salário mínimo nacional vale R$ 1.045,00, uma diferença negativa de R$ 175,00. De 2015 para cá, o salário mínimo teve uma taxa de crescimento de 37,9%. E os funcionários públicos do estado do Maranhão tiveram uma perda de, no mínimo, 30,81%.

“A política salarial instituída pelo Governo do Estado do Maranhão para os servidores abrangidos pelo PGCE, até o presente momento, é de congelamento das tabelas de vencimentos, retirada de adicionais e gratificações, através da velha política de transferência de funcionários dos seus locais de trabalho, chegando ao absurdo de querer derrubar, através de lobby no Tribunal de Justiça, todas as nossas ações judiciais. Mas, continuamos acreditando na autonomia do Judiciário maranhense e confiando na imparcialidade de seus membros”, ressalta o presidente do SINTSEP.

FONTE: SINTSEP

Duarte Junior é um aluno copiador de projetos na Assembleia e mentiroso

Duarte Junior chegou a publicar nas redes sociais a Lei RG+ com sendo de sua autoria, quando a Lei é de autoria do extinto deputado Zé Gentil.

O deputado estadual Duarte Junior é um autêntico caso de lobo travestido de cordeiro. O seu pequeno currículo parlamentar já marcado por vários plágios, com cópias de projetos de leis dos deputados Cézar Pires, Neto Evangelista, Zé Gentil e do ex-deputado Carlos Amorim, mostram a sua capacidade de tentar se apropiar do que não é dele.  Apesar de dizer que tem uma equipe técnica de alto nível e selecionada, na prática se mostrou desqualificada quando se torna parte integrante das vergonhosas cópias e tentativas de se apropriar de trabalhos de outros parlamentares. Para mim, isso tem um nome feio, que prefiro não mencionar.

No caso do extinto deputado Zé Gentil, o dolo de Duarte Junior foi tão acentuado, quando tentou se apropriar do Projeto de Lei RG+, chegando a divulgar nas redes sociais como sendo de sua autoria, mas depois recuou, temendo ser denunciado à Corregedoria do Parlamento. Depois de muitos apelos e por piedade, o deputado Zé Gentil, lhe concedeu a coautoria.

O deputado Cézar Pires lhe deu uma lição de moral no plenário do legislativo, se constituindo um verdadeiro caso, de que uma bofetada é muito menos dolorida, do que palavras desqualificadoras, mas o rapaz é incorrigível. Ele tem uma capacidade de imputar o seu elevado cabedal de mentiras aos adversários e para a população é um grande fabricante de sofismas.

               Cadê a renovação da frota de coletivos e redução de preços de combustíveis

             Quando faço referência da elevada capacidade de Duarte Junior para a mentira, basta as pessoas atentarem para algumas vinhetas da sua propaganda política e terão oportunidade de assistir, de que ele renovou a frota de coletivos de São Luís e diminuiu os preços dos combustíveis. Mentira deslavada. Em São Luís não existe empresa pública de transportes coletivos, elas são privadas, mesmo com o imaginário do prefeito Edivaldo Holanda Junior, de que vem dizendo que faz a renovação da frota na capital. Daí que os dois se uniram para dimensionar a mentira e quem é vai patenteá-la?

Quanto a redução dos preços dos combustíveis em São Luís, essa é mais uma armação vergonhosa, uma vez que os preços são determinados pela Petrobrás. Ela é quem aumenta e reduz, baseando-se nos valores dos barris no mercado externo. Quando ele esteve no Procon, tentou acabar com o cartel, mas não teve força e ele permanece até hoje, com a indiferença do governo e prejuízos para os consumidores.

 

 

Banco Itaú causou prejuízos de quase R$ 30 bilhões ao Brasil nos últimos 03 anos

Além de usar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a promoção de um calote bilionário em processo que tramita na justiça do Pará, o Banco Itaú também vem causando sucessivos prejuízos à população brasileira.

O banco sistematicamente se recusa a pagar multas que lhes são aplicadas por crimes contra o sistema financeiro, impostos e outras tarifas. Exemplo recente foi a multa por fraude fiscal estipulada pela prefeitura de São Paulo, no valor de R$ 3,8 bilhões. O banco fez um acordo em 2019, mas até hoje não pagou um centavo sequer.

Em 2017, segundo ano do breve e desastroso governo de Michel Temer, com Ilan Goldfajn, ex-economista chefe do Itaú comandando o Banco Central, o Banco Itaú conseguiu um perdão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) de R$ 25 bilhões após o órgão decidir que o banco não precisava pagar impostos no processo de fusão com o Unibanco. Por conta disso, o Itaú Unibanco teve lucro de líquido recorrente de R$ 6,175 bilhões no 1º trimestre daquele ano. Somente nesses dois casos, o Itaú causou prejuízos de R$ 28, 8 bilhões aos cofres públicos. Se essas multas tivessem sido pagas, poderiam ter se convertido em investimentos em saúde e educação, por exemplo.

Na semana passada, o Itaú perdeu uma ação na 14ª Vara Cível da Justiça Federal do Distrito Federal que manteve a cobrança de contribuições previdenciárias sobre valores de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) pagos pelo Banco Itaú a diretores estatutários. O processo envolve cerca de R$ 128 milhões.

A decisão consta no processo 1026902-89.2020.4.01.3400. Além de não ter conseguido derrubar a autuação fiscal, o banco não conseguiu aplicar de forma retroativa a atual metodologia de desempate do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), prevista na Lei do Contribuinte Legal (13.988/2020). A norma estabelece vitória do contribuinte em caso de empate na votação do caso.

Na esfera administrativa o Itaú perdeu o processo em janeiro de 2020, na 2ª Turma da Câmara Superior de Recursos Fiscais, a última instância do Carf, pelo voto de qualidade. Na ocasião, entretanto, vigia a regra segundo a qual cabia ao presidente da turma, que representa o fisco, dar o voto de minerva.

Com a Lei do Contribuinte Legal, publicada em abril de 2020, o Itaú poderia ter vencido o caso no Carf, já que a norma estabelece vitória do contribuinte em caso de empate. Por esse motivo o banco buscou a retroatividade da lei no Judiciário, porém o relator na primeira instância da Justiça Federal considerou o dispositivo inconstitucional.

Ou seja, o Itaú ainda tenta lesar a previdência em R$ 128 milhões. Mais um prejuízo ao povo brasileiro provocado por um banco que vem quebrando recordes de lucro líquido desde 2017, sem entretanto, pagar o que deve.

Falsa comunicação

E como mau pagador, o banco Itaú também vem promovendo um festival de chicana no processo que perdeu contra um acionista e não cabem mais recursos.

Quando a juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos, do Tribunal de justiça do Pará tentou bloquear os recursos referentes ao processo 0035211-79.2002.8.14.0301 que deveria ter sido pago desde 2014, ela foi falsamente denunciada ao CNJ por ‘ser parcial’, e ainda ‘por não ter comunicado o banco previamente’, coisa inexistente no Código de Processo Civil.

 Presidente do STF interveio diretamente em processo bilionário envolvendo ITAÚ

A ordem de bloqueio foi dada no dia 18 de setembro, e no dia 25, diante dos advogados do banco e da parte vencedora, foi verificado que o SISBAJUD não havia sido efetuado por problemas junto ao Itaú.

No dia 30, por email, assinado por Monise Borges de Assis Barral, procuradora do Banco e o analista de operações Jurídico Pleno, Eduardo Mendes da Silva, eles mentiram à juíza e ao TJPA, informando que ‘os valores estavam disponíveis’, sendo que as telas encaminhadas diziam exatamente o contrário.

Falsa comunicação enviada ao judiciário pelos advogados do banco Tela do sistema do próprio banco onde consta a informação que falta providenciar o depósito judicial. O banco mentiu para a justiça do Pará

A falsa comunicação, feita de forma criminosa, gerou numa interferência do ministro Luiz Fux, através do CNJ no processo, o que é ilegal.

Fux ministrou palestras privadas para executivos da XP Investimentos que integra a holding do banco Itaú, e apenas por isso deveria ter se dado por impedido na reclamação apresentada contra a juíza. Mas, o ministro vem se fazendo de desentendido no caso, que já deveria ter sido julgado pelo CNJ, mas não é colocado em pauta.

A Polícia Federal, Ministério Público Federal e o Banco Central deveriam averiguar a movimentação criminosa do Banco Itaú  e a participação suspeita de Luiz Fux neste processo. O episódio é mais uma mancha na complicada reputação do judiciário brasileiro.

Painel Político

 

A extrema pobreza, Weverton Rocha, Maranhãozinho e Brandão derrotaram Flavio Dino

  A extrema pobreza com a fome e a miséria, que tomaram proporções bem acentuadas a partir do governo Flavio Dino, coloca o Maranhão como o Estado mais miserável do país, de acordo com pesquisas do IBGE. Mesmo diante dos graves problemas com a pandemia, faltou sensibilidade e respeito a milhares de famílias que passam fome, pelo Governo do Maranhão. A propaganda governamental registra que o executivo teria distribuído 229 mil cestas básicas, mas escamoteia a realidade. As cestas foram compradas em parceria com a Assembleia Legislativa do Estado, em que alguns milhares ficaram com deputados para fazerem os seus tradicionais clientelismos.

As tão decantadas cestas básicas propagadas pelo governador Flavio Dino para mais de 50% da população maranhense na extrema pobreza não iria resolver nada, nem mesmo para um terço dos pobres e excluídos. O Auxílio Emergencial do Governo Federal surgiu como uma salvação para os famintos e miseráveis maranhenses, uma vez que estavam correndo riscos de morrerem de fome. Flavio Dino recebeu do Governo Bolsonaro mais de sete bilhões de reais para cobrir as perdas de receitas e ficou com bastante dinheiro no cofre, respondeu ao Governo Federal com insultos e ironias. Mesmo assim,  com tanto dinheiro, até hoje não dispensou qualquer auxílio ao povo maranhense que está na extrema pobreza.

Não se pode deixar de fazer um registro importante, da sensibilidade, da solidariedade e do compromisso cristão e fraterno de centenas de empresários e milhares de famílias maranhenses, que não hesitaram em uma situação bastante difícil retirar um pouco que tinham para dar aos seus irmãos próximos. Foram ações dignas à luz do evangelho, amor que os comunistas não sentem e nem têm noção do que é o Reino de Deus. Esses irmãos fraternos, ao abrirem os seus corações, com absoluta certeza estavam construindo efetivamente a Morada Eterna e com certeza continuam.

               Flavio Dino foi derrotado vergonhosamente nas eleições municipais

Os resultados das últimas eleições municipais à semana passada mostrou o grande fracasso do governador Flavio Dino. Ele que tinha 46 prefeituras administradas por aliados e o seu controle político, saiu do pleito com apenas 22, com uma perda de mais de 50%, percentual correspondente da população que passa fome no Maranhão.

Quem ganhou muito suporte e força política no interior do Maranhão, foram os senador  Weverton Rocha, o deputado federal Josimar deMaranhãozinho e o vice-governador Carlos Brandão. O primeiro terá o controle político em 42 municípios; o segundo ficou 40 e o terceiro com 25 municípios.

Os resultados das eleições municipais no interior do Maranhão, se constituiram em uma resposta dura e consciente do povo excluído e que passa fome, por falta de um mínimo de sensibilidade de um governador insensato e autoritário. Diante dos resultados das eleições, o governador Flavio Dino terá uma avaliação péssima a nível nacional e o seu sonho psicótico em ser candidato à presidência da república caminha para ser sepultado com certeza, no cemitério da ilusão.

 

 

 

Carrefour é desligado do movimento Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial

A Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial desligou o Carrefour das suas atividades por tempo indeterminado, segundo comunicado divulgado na noite de sexta (20). A decisão foi tomada após o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos espancado e morto por dois seguranças em uma unidade da rede em Porto Alegre (RS), na noite do dia 19 de novembro, véspera do Dia da Consciência Negra.

“É criminoso um ambiente empresarial em que um cidadão entre para fazer uma compra e saia morto. E é conivente todos aqueles que se omitiram e não tomaram as medidas para que essa morte fosse evitada. Inclusive os que se calam”, diz a nota. “Os acontecimentos de ontem, dia 19/11/2020, denotam e remetem inexoravelmente a um histórico dos quais não podemos nos furtar.”

A Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial é um movimento formado por empresas e instituições comprometidas com a promoção da inclusão racial e a superação do racismo. Os integrantes representam mais de R$ 1,3 trilhão em faturamento, mais de 800 mil pessoas e alcance global.

Veja a íntegra do comunicado:

A Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial expressa profunda repulsa ao assassinato de João Alberto Silveira Freitas, homem negro, de 40 anos, espancado e morto por dois seguranças funcionários de uma unidade da rede de supermercados Carrefour em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na noite do último dia 19.

“Repudiamos com todas as nossas forças o assassinato do cidadão negro João Alberto Silveira Freitas, por seguranças do Supermercado Carrefour, na cidade de Porto Alegre. É criminoso um ambiente empresarial em que um cidadão entre para fazer uma compra e saia morto. E é conivente todos aqueles que se omitiram e não tomaram as medidas para que essa morte fosse evitada. Inclusive os que se calam.

Os acontecimentos de ontem, dia 19/11/2020, denotam e remetem inexoravelmente a um histórico dos quais não podemos nos furtar.

Portanto, o Carrefour seguirá desligado por tempo indeterminado das suas atividades e a participação na Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial.

Congresso em Foco

 

Advogado que em 03 anos recebeu R$ 70 milhões de honorários é filho do presidente do STJ

Um fenômeno! Eduardo Filipe Alves Martins.

Jovem, 35 anos de idade, dono de um escritório de advocacia que nos últimos 3 anos faturou a bagatela de 70 milhões de reais.

Uma cifra considerável, de fazer inveja a escritórios tradicionais.

O ilustre causídico é filho do atual presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins.

Está denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem de dinheiro, exploração de prestígio e peculato, em razão de pagamentos milionários que recebeu da Fecomércio do Rio.

Orlando Diniz, o ex-presidente da Fecomércio, em delação premiada, afirmou que foi orientado a contratar determinados escritórios para ajudar nos bastidores, facilitando o acesso a ministros, na sua luta para se manter na presidência da entidade.

No caso de Eduardo Martins, especificamente, ele afirma que fez os pagamentos para justamente garantir uma decisão do STJ que o manteve no cargo.

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Fonte: Revista Crusoé

 

Quem é mais mentiroso? O professor ou o aluno?

A população de São Luís e do Maranhão está assistindo estarrecida tanta mentira e manipulação com a fabricação criminosa de fatos que nunca existiram com o objetivo de enganar o povo com fraudes, e assim a todo custo reverter uma situação em que estão praticamente derrotados.

Não tem aquela qualificação popular, de quando um elemento é perverso e o seu parceiro não fica, e que se costuma dizer que um é o pinico e outro é tampa, é a realidade que está posta a nós  pelo professor Flavio Dino e o seu o aluno Duarte Junior. Para satisfazer os seus intentos mostram as suas exacerbadas competências para a perversidade, criam fakes news, atingem a honra de pessoas e produzem inimagináveis sujeiras contra o candidato Eduardo Braide e seus familiares.

O governador e professor Flavio Dino, ao invés de prestar contas às e a população sobre os R$ 5 milhões de reais que entregou adiantado para uma empresa de bandidos comprar respiradores e nunca recebeu os equipamentos e nem o dinheiro foi devolvido. Tramita no TCE-MA um procedimento para apurar os fatos e recentemente ele tentou impor sigilo para o inquérito, mas foi rechaçado pelos auditores. Existe também na Justiça Federal, o processo que apura o desvio de 18 milhões da Secretaria de Estado da Saúde. São fatos que o governador nunca se posicionou para a opinião pública, mas persiste no autoritarismo do quero, posso e mando, e agora mostra outra faceta a de fabricante de fakes nws, como foi o caso de uma publicação na Folha de São Paulo, de que o deputado Eduardo Braide seria investigado pelo Ministério Público Federal.

O aluno é de dar satisfação, alegria e orgulho ao professor, uma vez que em se tratando de periculosidade, ele é altamente especialista, com capacidade extrema para a mentira e produção fakes news. Ele criou uma imagem de que era um menino pobre que sempre recorreu as unidades de saúde quando esteve doente e vendeu chips na rua Grande para pagar a sua faculdade. Duarte Junior nunca disse, em quais escolas públicas estudou, em que bairro da periferia morava, as condições da sua moradia e seus país como trabalhadores, quais os locais em garantiam o sustento de cada dia da família. A sua invencionice foi incompleta que a ponta do rabo ficou a mostra.

Quem não se lembra da sua atitude criminosa dentro da Assembleia Legislativa de se apossar de um Projeto de Lei do deputado José Gentil para acrescentar importantes informações às carteiras de identidade. Foi totalmente desmascarado e por piedade do extinto parlamentar, ele o colocou como parceiro no projeto aprovado e transformado em lei. Como o Duarte Junior é um doloso incorrigível, ao tornar público da Lei em outdoors chegou a excluir o nome do deputado José Gentil por cobrança fez a necessária correção, sendo que colocou o seu nome maior e do verdadeiro autor em letras menores.

Duarte Junior é tão desrespeitador, que agora nesta campanha, durante uma entrevista agrediu de maneira covarde uma jornalista em razão dela, ter feito uma pergunta a ele, por solicitação de um telespectador. A manifestação violenta de Duarte Junior deveria merecer uma resposta com a expulsão dele do recinto, mas faltou tutano para o pessoal da TV Difusora. A jornalista agredida veio a público denunciar, até como um desabafo, mas faltou a solidariedade dos colegas. Aqui estou relatando alguns dos “valores” de um político que quer ser prefeito de São Luís. Nós não merecemos. Já pensaram: Um professor ditador no Governo do Estado e um aluno voraz e aprendiz na Prefeitura. Não podemos ludovicenses e eleitores não podemos permitir.