Bolsonaro afirma que o Brasil “estará em boas mãos” se Sérgio Moro disputar as eleições em 2022

O presidente Jair Bolsonaro, declarou em sua última live de 2019 que, se o ministro Sérgio Moro disputar a presidência em 2022, o Brasil “estará em boas mãos”. Bolsonaro não poupou elogios e reiterou que o ministro está fazendo um trabalho excepcional.

“Eu sempre falo: tem milhares de pessoas melhor[es] do que eu para disputar a eleição. Não pode é fazer aquele jogo de fogo amigo para entregar para a esquerdalha”, afirmou o presidente.

Segundo o Datafolha, o ex-Juiz da lava jato é o ministro mais bem avaliado no primeiro ano do governo Bolsonaro.

A identificação do povo com o ministro é nítida, inclusive Bolsonaro já observou isso:

“Moro tem um potencial enorme, ele é adorado no Brasil.”

O presidente disse ainda que não sabe se irá se candidatar em 2022. Em entrevistas passadas Bolsonaro afirmou que se sente como um preso no atual cargo.

Na última semana o presidente fez uma sugestão de chapa entre ele e Sérgio Moro, para as próximas eleições presidenciais.

Jornal da Cidade Online

Jornalista Guzzo trata Toffoli como “advogado” de seguradoras e expõe a “trapaça” do DPVAT

Um jornalista de verdade precisa realmente ser reverenciado. São pouquíssimos no país.

José Roberto Guzzo é o cara. Inteligente, destemido, direto e objetivo.Com duas tuitadas, ele simplesmente desmontou mais uma medíocre façanha do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Para o jornalista, Toffoli atuou como “advogado” de um “cartório”, utilizando para tanto uma “coragem” que é “uma coisa sobrenatural”.

Eis o que disse o jornalista:

“É claro que Toffoli salvou os donos do DPVAT no último dia do ano, quando achou que ninguém estava olhando. A coragem do homem é uma coisa sobrenatural.”

Guzzo ainda revelou a “trapaça” em que consiste o malfadado seguro obrigatório:

“O DPVAT, o ‘seguro obrigatório’ de veículos, é uma das trapaças mais repugnantes já imaginadas contra o povo brasileiro. Não protege ninguém de prejuízo nenhum. Não pesa para o rico — só machuca o pobre. Enche o bolso de um cartório infame. Quem é o seu advogado? Toffoli, claro.”

Fica o questionamento: Quem poderá conter esse insano magistrado supremo?

Jornal da Cidade Online

OAB diz ao Banco Central que taxar cheque especial é contra lei

         Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou nesta quarta-feira (1) um comunicado ao Banco Central declarando ser ilegal a decisão de cobrar tarifa sobre o cheque especial. Leia a íntegra.

No fim de novembro, o Conselho Monetário Nacional, composto por representantes do Ministério da Economia e do Banco Central, estabeleceu um limite de 8% ao mês na cobrança de juros no cheque especial.

Por outro lado, o Banco Central anunciou que uma tarifa pode ser cobrada pelos bancos para empréstimos que superem R$ 500. As instituições podem cobrar até 0,25% do valor que exceder esse limite.

A tarifa pode ser cobrada a todos os clientes que têm disponível o recurso do cheque especial superior a este valor, mesmo que não utilizem. As medidas passam a valer a partir da próxima segunda-feira (6).

A nota da OAB é endereçada ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, e assinada pelo presidente da entidade Felipe Santa Cruz e pelo presidente da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais, Marcus Vinicius Carvalho Coelho. Os advogados afirmam que a decisão fere direitos constitucionais do consumidor.

“Não pode o consumidor anuir com uma cláusula que seja abusiva ou com uma obrigação que não seja devida. Nesses termos, não pode ficar sujeito à cobrança de tarifa pela disponibilização de cheque especial, independentemente da efetiva utilização do serviço. Tal previsão claramente coloca o consumidor em uma situação de desvantagem exagerada, ao arcar com um gravame por algo de que não usufruiu, o que desequilibra a relação contratual”, consta em trecho do ofício.

Congresso em Foco

 

Justiça nega pedido do PT para barrar faixa contra Lula

A Justiça da 2ª Vara Cível de Navegantes (SC) negou um pedido apresentado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e por Luiz Inácio Lula da Silva para barrar uma faixa ofensiva ao ex-presidente que seria bancada por Luciano Hang, dono da rede de lojas de departamento Havan.

Lula e o PT entraram na Justiça contra Hang por calúnia e difamação, pedindo uma ordem judicial preventiva que proibisse a divulgação de uma faixa com dizeres como “Lula cachaceiro, devolve meu dinheiro”, sugerida por Hang no Twitter.

O empresário disse no começo do mês que iria patrocinar um avião para sobrevoar praias do litoral catarinense exibindo frases sugeridas por seus seguidores. Entre as frases estão “Lula cachaceiro, devolve o meu dinheiro” e “Lula na cadeia, eu com o pé na areia”.

Em nota, o PT afirmou que “tais frases maculam diretamente a imagem e a honra do ex-presidente”. O jornal Gazeta do Povo informou que a defesa do ex-presidente teria exigido uma reparação de R$ 100 mil por calúnia e difamação, embora as faixas ainda não tivessem sido de fato expostas.

O juiz Fernando Machado Barboni negou nesta terça-feira (31) a liminar solicitada pelo ex-presidente. Na decisão, dada em plantão judiciário, o juiz afirma que Lula é uma figura pública e, por isso, está sujeito a receber “críticas”, e que não pode proibir antecipadamente a ação sugerida por Hang sob risco de praticar “censura prévia”.

Barboni, porém, ressalta que Lula pode abrir um processo depois que as faixas forem de fato exibidas, afirmando que posteriores “excessos” podem resultar em reparação por dano moral, se for o caso. Hang comemorou a decisão no Twitter: “nem tudo está perdido, temos justiça neste Brasil”.

Hang, que estreou em 2019 na lista dos bilionários brasileiros mais ricos do mundo, é um dos mais famosos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, da Lava-Jato e opositor ao Partidos dos Trabalhadores (PT) e ao ex-presidente Lula.

Nesta terça-feira (31), um incêndio destruiu a estátua que fica em frente à loja de departamentos Havan, em São Carlos (SP). Ninguém ficou ferido. O monumento de acrílico era uma réplica em menor escala da Estátua da Liberdade, o símbolo da rede. No Twitter, Hang classificou o incêndio, que ainda está sendo investigado, como “terrorismo”.

Yahoo Noticias

 

Presidente do STF suspende resolução do governo que reduzia valor do DPVAT

Segundo Toffoli, a ação seria “subterfúgio” para não cumprir decisão do STF que derrubou, em dezembro, Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro que tentou extinguir o seguro a partir de 2020

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli durante cerimônia de assinatura do termo de cooperação entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). . (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, suspendeu decisão do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), ligado ao Ministério da Economia, que reduzia os valores pagos por proprietários para obtenção do seguro obrigatório DPVAT.

Segundo Toffoli, a ação seria “subterfúgio” para não cumprir decisão do STF que derrubou, em dezembro, Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro que tentou extinguir o seguro a partir de 2020. Após a sentença, o governo decidiu não recorrer no Supremo, mas viabilizou logo depois a resolução do CNSP que, na prática, reduziria valores do DPVAT.

A liminar foi concedida em ação movida pela empresa Líder, que tem como um dos sócios o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), presidente do partido e ex-aliado de Bolsonaro. À época da divulgação da MP, diversos deputados federais se manifestaram contra a medida, acusando o presidente de agir apenas para retaliar o agora adversário.

Segundo a resolução, valores pagos pelos proprietários de carros cairia até 68% (de R$ 16,21 para R$ 5,21) e os de motos até 86% (de R$ 84,58 para R$ 12,25). Segundo Toffoli, tal resolução teria sido feita sem “justificação apoiada na explicitação dos critérios atuariais do sistema”.

“Entendo que a resolução CNSP nº 378/2019 esvazia a providência cautelar deferida por essa Suprema Corte nos autos da ADI nº 6.262/DF, razão pela qual compreendo ser o caso de sua suspensão”, decidiu Toffoli.

Fonte: CNJ

 

Trama de FHC: Huck candidato pelo ex-PCB, com Flavio Dino, do PCdoB, como vice

É evidente que Luciano Huck nunca foi comunista, mas a intenção é cooptar os votos da esquerda e, com o maciço apoio de sua empregadora, a Rede Globo, fazer crescer o seu cacife eleitoral para tentar desbancar uma eventual reeleição de Jair Bolsonaro.

Assim, o apresentador deve sair candidato pelo partido CIDADANIA, outrora PCB, que sempre foi uma esquerda bem mais “light” que o PCdoB.

Porém, para tentar angariar a simpatia da esquerda mais radical, Flávio Dino, atual governador do Maranhão seria o vice.

A revista Veja relata a trama:

“Luciano Huck, apresentador de televisão, nega que será candidato à sucessão do presidente Jair Bolsonaro. Mas no escurinho do cinema, admite que só pensa nisso…

Partido para lançar-se como candidato, ele já tem – o Cidadania, ex-PPS, ex-Partido Comunista Brasileiro, o mais antigo dos que estão aí. Foi criado no início dos anos 20 do século passado.

Huck quer mais. À procura de um candidato a vice, já conversou a respeito com o governador Flávio Dino (PC do B), do Maranhão. Sim, foi a Dino que Bolsonaro já se referiu como “aquele Paraíba”.

Dino sonha em ser candidato a presidente, mas governa um Estado sem expressão eleitoral. E embora se diga um comunista que acredita em Deus, o comunismo ainda mete medo em muita gente.

Pelo menos duas vezes, Dino e Huck tiveram longas reuniões, sem testemunhas, mas à sombra do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) que a tudo acompanha, interessado.”

FHC sempre revela a sua maldita sina para a politicagem, sem escrúpulos e onde o que importa é meramente o resultado, para tão somente satisfazer a sua incontida vaidade e o seu inesgotável mau-caratismo.

Jornal da Cidade Online

 

No caminho de dinheiro de propina: PF descobre extratos com transações de Jonas Suassuna no exterior

Nesta segunda-feira,30, a Polícia Federal (PF), anexou aos autos da Operação Mapa da Mina (69ª parte da Operação Lava Jato), extratos bancários de transações financeiras no exterior, encontradas em um dos endereços de Jonas Suassuna.

Jonas Suassuna é sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha (filho do ex-presidente Lula). Ambos são investigado pela Operação Lava Jato, por receberem cerca de 132 milhões de empresas de telecomunicações que tinham interesse no governo. A Oi/Telemar repassou essa verba para empresas em que Suassuna e Lulinha eram proprietários.

Os investigadores desconfiam que parte dessa verba foi usada para a compra do sítio de Atibaia. O ex-presidiário Lula já foi condenado em 1ª e 2ª instância pelo caso envolvendo o imóvel. O petista foi condenado a 17 anos de prisão.

A descoberta ocorreu durante as buscas e apreensões realizadas para investigar as relações de Lulinha com empresas do setor de telecomunicações.

A operação foi deflagrada em 10 de dezembro e teve como alvo pessoas ligadas a Lulinha, entre elas o próprio Jonas Suassuna.

Fonte: Crusoé