O coronel Jorge Allen Guerra Luongo, Comandante Geral da Policia Militar do Maranhão, se mantém em silêncio obsequioso, diante da informação pública de que nove coronéis comandante de unidades militares, fizeram um acordo politico de apoio e ação em favor do governador Flavio Dino e do ex-comandante geral da corporação, o coronel Pereira.
Dentro dos quartéis da capital e do interior existe uma enorme insatisfação, uma vez que a manifestação dos militares ostentando adesivos com o número de campanha do governador Flavio Dino fere o regimento militar, em se tratando que todos exercem comandos e para tanto deveriam ter se afastado das suas funções especificas. Inúmeros militares lembram que o major Jenilson Cardoso Lindoso, por ter uma atitude bastante inferior a dos coronéis, foi transferido de Imperatriz, preso, algemado, amarrado e transportado de helicóptero para São Luís, como se fosse um perigoso bandido, sendo recolhido a um xadrez do quartel do calhau por mais de 10 dias.
Também lembram que o governador e o comandante geral da PM distribuíram uma nota pública em que foi destacado o seguinte: A diretriz do Comando Geral da PM é claro no sentido da corporação manter-se no estrito cumprimento da sua missão institucional, não interferindo nas democráticas disputas nos municípios do Estado.
Infelizmente o Ministério Público Federal Eleitoral já poderia ter apurado o fato que é sério e muito grave, uma vez que os coronéis que garantiram apoio a Flavio Dino e ao coronel Pereira, estarão exercendo as suas funções específicas de comandos na capital e no interior e fica uma dúvida, quanto aos possíveis problemas, exatamente quando já existe decisão do Tribunal Superior Eleitoral garantindo força federal para mais de 70 municípios maranhenses.
Pelo que se comenta é que diante de segmentos da Policia Militar se colocar a disposição do governador para interferir nas eleições, a ordem está ameaçada, daí e que um grupo de oficiais superiores pretende fazer uma denuncia formal ao Ministério Público Federal Eleitoral para preservar a instituição e evitar problemas futuros que podem interferir nos resultados das eleições.









