O Repórter Record Investigação: Dossiê Carajás – Corrupção e Descaso, mostrou o esquema milionário de corrupção no município de Itapecuru Mirim no Maranhão, deve em sua segunda parte denunciar outros casos de corrupção em nosso Estado e no Pará, envolvendo as dezenas de municípios cortados pela ferrovia Carajás.
Apesar dos recursos repassados para os municípios sejam bem insignificantes, diante dos prejuízos causados a milhares de famílias e os exacerbados lucros adquiridos pela mineradora Vale.
A Companhia Vale é maior predadora do Brasil, tendo nos últimos anos causados acidentes com rompimentos de barragens de rejeitos de minérios em Minas Gerais, destruindo cidades e matando centenas de pessoas, além de criar dificuldades para as indenizações.
No Maranhão não se tem exatamente o número de pessoa que perderam a vida, intoxicadas com pó de minérios, principalmente no município de Açailândia. Apesar das denuncias diversas de organizações internacionais em defesa da vida de comunidades pobres no Brasil, a Companhia Vale se impõe pela força do capitalismo e rompe todos os obstáculos que surgem em seu caminho.
O Repórter Record Investigação, denunciou que o Tribunal de Contas da União avaliou em R$ 19,5 bilhões a renovação do contrato da Ferrovia Carajás por mais 30 anos, que inclusive foi antecipado e assinado por apenas R$ 640 milhões. Infelizmente, no Brasil por falta de seriedade, o Congresso Nacional e o Ministério Público Federal, mostram-se indiferentes ou até impotentes para enfrentar a Companhia Vale, que infelizmente tudo pode com a absoluta certeza, de que os seus tentáculos alcançam quem tentar obstruir os seus interesses em continuar destruindo o meio ambiente e tirando vidas de muita gente inocente.
A Companhia Vale é tão sórdida, que cria parques minúsculos para tentar enganar a população e mais precisamente crianças, de que tem preocupação com o meio ambiente e que faz preservação, numa afronta aos princípios éticos, valores e a verdade em relação ao que pratica.