Restaurantes populares foi política de Flavio Dino para a extrema pobreza, a fome e a miséria no Maranhão?

O ex-governador Flavio Dino, agora candidato ao senado federal, vem tentando destacar o que foi a sua administração com muitas informações que não retratam a verdade, em que ele e nem administração estadual realizaram. No caso da pandemia ele esconde a verdade, quando não registra os bilhões de reais destinados pelo Governo Federal para a construção de hospitais, compra de equipamentos e medicamentos para atender as vítimas da doença e os milhões de doses de vacinas destinadas pelo Ministério da Saúde. Foi tanto dinheiro que ele e o seu subordinado secretário Carlos Lula, fizeram negociata com R$ 10 milhões para a compra de respiradores, em que irresponsavelmente teriam entregues o dinheiro para uma empresa de picaretas, que nunca apareceu com os respiradores e muito menos devolveu o dinheiro destinado ao enfrentamento à covid-19. E o governador Flavio Dino e o ex-secretário Carlos Lula, nunca foram responsabilizados pelo desvio de recursos públicos e hoje falam em seriedade, honestidade e transparência.

Quem não se recorda dele como integrante do Consórcio de Governadores do Nordeste, falar constantemente na compra de vacinas da Rússia, pela sua identificação ideológica, mas na verdade, tudo não passava de tentativas para receber mais recursos federais, uma vez que os R$ 50 milhões que por sucessivas vezes anunciou ter como reserva para a compra de vacinas não passou de um blefe e não chegou a comprar uma dose de vacina com recursos do Estado. A verdade é que o enfrentamento a pandemia no Maranhão foi executado com dinheiro do Governo Federal.

 Os restaurantes populares chegaram as comunidades pobres?  

O ex-governador Flavio Dino, tem uma enorme facilidade para tentar enganar a população e geralmente o faz deturpando fatos e verdades. A extrema pobreza da fome e da miséria cresceu bastante no Maranhão durante os dois períodos do governo dele, de acordo com o IBGE e outras instituições que avaliam as desigualdades sociais, ela foi mais terrível no período da pandemia. Enquanto o Governo Federal destinou bilhões de reais através do Auxílio Emergencial do povo do Maranhão, o máximo que o Governo do Estado fez, foi destinação de números irrisórios de cestas básicas que não davam para uma família de 04 pessoas se alimentarem por uma semana e que eram entregues esporadicamente.

O que não se pode deixar de registrar foi o grande exemplo de solidariedade dado por empresários e muita gente no Maranhão, que repartiu o seu pão para saciar a fome do próximo, o que deixou marcas forte de construções fraternas profundas e amor entre pessoas e famílias.

No universo de 217 municípios maranhenses, nem em 5% existem restaurantes populares e garanto em nenhuma comunidade rural, onde a fome mata até por inanição. Geralmente os restaurantes populares são instalados nos centros municipais e servem pessoas em situação bem difícil e que têm direito, mas infelizmente ele nunca chegou aos locais, onde a pobreza é extrema e a fome faz parte do dia a dia, e assim o ex-governador tenta enganar o povo.

O que estamos vendo é a exacerbada criatividade de Flavio Dino com manjados engodos, inclusive dando demonstrações de que não é mais comunista, e abominou a foice e o martelo. Agora insinua professar fé no cristianismo, até outra conveniência.

Fonte: AFD               

 

 

 

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