O governador Flávio Dino, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, não podem ficar calados e nem ignorar o vandalismo e a violência armada contra cidadãos, que pacificamente e dentro de princípios e valores democráticos se encontravam na praça Maria Aragão, inflando um boneco conhecido por Pixuleco (referência ao ex-presidente Lula da Silva) e foram criminosamente agredidas pelos secretários Márcio Jardim (Esporte e Lazer do Estado) e Marlon Botão (Secretário Municipal de Cultura) e o deputado estadual José Inácio Rodrigues Sodré, Com armas brancas entre facas e estiletes, o grupo contando com a participação de integrantes da Central Única dos Trabalhadores e manifestantes truculentos agrediram covardemente manifestantes e destruíram o boneco Pixuleco.
O Partido dos Trabalhadores fala em democracia quando se refere aos seus direitos e interesses, mas na prática age com violência e tenta cercear a liberdade de manifestação democrática, dos que mostram indignação pela roubalheira praticada por partidos políticos liderados pelo PT, que destruiu a Petrobrás, a maior empresa estatal brasileira, entre as maiores do mundo e restaurou as desigualdades sociais no país.
O silêncio do governador, do prefeito e do presidente da Assembleia Legislativa do Estado, diante da violência praticada por assessores diretos e um parlamentar, será no mínimo um grave incentivo à violência armada, que vem se alastrando na capital e no interior. É também colocar em risco o direito dos cidadãos maranhenses em protestar pacificamente contra a corrupção, dentro de princípios e valores democráticos garantidos constitucionalmente.
A verdade é que os maranhenses a exemplo de milhões de brasileiros estão empreendendo protestos para acabar com a corrupção em todos os níveis e que os autores e responsáveis sejam punidos, não interessando partido politico ou unidade da federação. A bandeira de todos é acabar com a roubalheira, independente de quem sejam os autores, que recoloca o Brasil, dentro do contexto da miséria, da fome e da exclusão social. Muita gente está praticamente morrendo nas centrais de marcação de consultas e inúmeras delas perdem a vida sem pelo menos chegar à porta de um hospital, onde seriam recusadas a um atendimento.
O mais sério dentro do contexto real é que a partir das decisões dos governos estadual e municipal e do legislativo em se omitir a adotar providências que venham a garantir o estado democrático do direito, instituiu-se a desobediência civil e a expansão da desordem e da violência.
O mais lamentável é que aliados dos poderes executivos estadual e municipal, além de defenderem a violência, enaltecem a desobediência e civil e chegam a insinuar que o próprio governo é favorável a violência, o que é extremamente grave.
Um fator importante que precisa ser esclarecido é que a Policia Militar esteve presente e permitiu a pratica de toda a violência. Uma suspeita vem sendo levantada. Que a presença dela teria sido para garantir a violência praticada, ou simplesmente mostrou-se incompetente para garantir a ordem.
