Pela deficiência no abastecimento vender água em carros pipas se tornou um grande negócio em São Luís

                 aldir

  Já existem empresas com frotas de carros de carros pipas com capacidades variadas de metros cúbicos de água, com vistas o atendimento de pedidos diários de consumidores de São Luís. Os problemas de dezenas comunidades que ainda vivem a esperança de promessas politicas para o abastecimento e outras que tiveram poços perfurados e mesmo assim não deixaram de enfrentar a falta do produto.

                   São muitos os condomínios em São Luís, que têm que ser abastecidos até com cinco carros de grande porte diariamente para atender a demanda dos moradores, o que resulta nos elevados valores dos condomínios e algumas vezes até na falta do produto.

                   A crise da falta de água que estava prevista para o ano de 2025, já mereceu inúmeras advertências de autoridades nacionais e internacionais, infelizmente ainda não foi levada a sério no Maranhão. A nossa realidade é que o abastecimento é precário, a população não tem conhecimento da qualidade da água que consome e as contas são marcadas por cobranças exageradas, levando-se em conta que a leitura de hidrômetros  em vários locais da cidade não são feitas.

                 Existem em vários pontos da cidade os chamados lava jato para limpeza de veículos, que geralmente funcionam com água desviada da Caema, prejudicando famílias de consumidores. Apesar das inúmeras denuncias, se desconhece a existência de providências para investigações por parte das autoridades.

              A verdade é que o abastecimento em nossa cidade assume proporções sérias, observando-se que o bombeamento é feito em dias alternados e em inúmeras oportunidades sofre alterações ou então os constantes problemas na adutora do rio Itapecuru, que causa sérios prejuízos e sem qualquer reparação parte da empresa responsável pelo abastecimento.

              O certo é que se ter poços artesianos em locais de grandes reservas hídricas, uma frota de carros pipas e boa negociação com condomínios, principalmente os próximos da orla marítima, pode render bons contratos.

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