Cemitério Parque da Saudade, do setor sem crise reajusta acima de 23% a taxa de manutenção

As pessoas que adquiriram jazigos no cemitério Parque da Saudade foram surpreendidas com o aumento elevado na taxa de manutenção paga semestralmente a título de manutenção. O setor funerário em todo o mundo é um dos raros que não enfrentam dificuldades financeiras, muito pelo contrário, podem perfeitamente fazer investimentos que o faturamento diário é por demais compensador.

A empresa ECIL, proprietária e administradora do Parque da Saudade, sem maiores explicações e exatamente no momento que os seus negócios estão em plena ascensão, decidiu mostrar que não está satisfeita com elevado crescimento e decidiu atacar as pessoas que são detentoras de jazigos e aumentou em mais de 23% a taxa semestral de manutenção. Era R$ 162,00 elevou para R$ 200,00. O que causa maior indignação é que a ECIL não apresenta qualquer justificativa para um reajuste absurdo e totalmente desproporcional à realidade.

Necessário se torna uma fiscalização e adoção de medidas imediatas do Procon para sanar com o abuso e a exploração por parte dos proprietários do cemitério Parque da Saudade, que demonstram oportunismo para explorar as pessoas que adquiriram jazigos em seus investimentos. Retornarei ao assunto e espero que o Procon estabeleça regras e determine a ECIL reduzir a taxa absurda de reajuste 23%.

Fonte: AFD

 

 

Bancários do Maranhão preparam greve geral por vacinação em defesa da vida

Os bancários maranhenses discutem a deflagração de uma Greve Geral Sanitária em defesa da saúde e da vida da categoria e da população no Maranhão.

Os bancários maranhenses já começam a discutir a deflagração de uma GREVE GERAL SANITÁRIA em defesa da saúde e da vida da categoria e da população no Maranhão. Desde janeiro de 2021, o SEEB-MA tem solicitado a todas as esferas do poder público – municipal, estadual e federal – que os bancários sejam incluídos no grupo de vacinação prioritária contra a Covid-19. Afinal, a categoria exerce atividade essencial e não parou de trabalhar presencialmente durante a pandemia.

Além disso, tem atuado na linha de frente da crise, em agências fechadas, sem ventilação natural, com aglomerações e alto risco de contágio pelo coronavírus, a fim de pagar o auxílio emergencial e evitar o colapso econômico-social do país. Vale ressaltar que o Governo Flávio Dino já incluiu diversas categoria na lista de imunização prioritária, mas excluiu os trabalhadores dos bancos, o que tem contribuído para o aumento do número de óbitos no Estado.

Para se ter ideia, nos últimos meses, 14 bancários tombaram vítimas da Covid-19, além de milhares de maranhenses, que podem ter se contaminado nos bancos, um dos locais mais perigosos para a transmissão do vírus, segundo o médico especialista em doenças infecciosas da UFES, Crispim Cerutti.

“Desde o início, cobramos do Governo Federal um lockdown nacional e, sobretudo, a vacinação em massa e gratuita para todos os brasileiros. Diante da omissão do presidente e do aumento do número de casos e óbitos, recorremos ao governador e aos prefeitos do Maranhão para garantirem a vacina não só para os outros trabalhadores, mas também, para os bancários, devido às peculiaridades já citadas da categoria, a fim de salvar vidas e evitar o colapso do sistema de saúde. Caso, nos próximos dias, não haja uma resposta satisfatória e definitiva do poder público a respeito do pleito da categoria, não restará alternativa a não ser a deflagração de uma GREVE GERAL SANITÁRIA dos trabalhadores dos bancos. Os preparativos já começaram. Vamos à luta” – afirmou o presidente do SEEB-MA, Eloy Natan.

Fonte: SEEB-MA

 

Governadores atacam procuradora contra a ordem da PGR de transparência na pandemia

Em Twitter publicado na tarde desta quarta-feira (21), a deputada federal Carla Zambelli questionou a mais nova “empreitada” de governadores contra órgãos do governo e da justiça que buscam esclarecer pontos obscuros da gestão (ou da falta dela) e das decisões que tomaram diante do combate à pandemia de Covid-19.

Zambelli escreveu:

“Era só o que faltava: certos governadores planejarem PERSEGUIR, a subprocuradora Lindôra Araújo por estar cumprindo suas atribuições funcionais, ter enviado – oh! – ofícios questionando a destinação de recursos e vacinas contra a Covid.”

A deputada se referia à informação passada pela colunista e jornalista Natuza Nery, de que os governadores decidiram acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra Lindôra Araújo.

A motivação é o pedido feito por Lindôra, no último dia 16, para que cada um dos governadores dêm transparência sobre o uso dos recursos federais destinados exclusivamente para as medidas de combate ao avanço do vírus chinês no Brasil (quanto receberam de fato, como e onde investiram, o que foi repassado para municípios e etc).

A subprocuradora pede ainda mais explicações sobre a falta de leitos de UTIs, o fechamento precoce de hospitais de campanhas, construídos “a toque de caixa”, no ano passado, mas já desativados mesmo com a continuidade da pandemia, e qual foi a destinação de insumos e equipamentos que seriam utilizados nessas unidades.

Lindôra Araújo encaminhou os ofícios aos 27 governadores, após a instalação da CPI da Covid, o que segundo eles seria uma forma articulada para dar munição ao presidente Jair Bolsonaro contra os entes federativos.

Ainda segundo a colunista, a ação pede a suspeição da subprocuradora, pois ela teria motivações políticas e estaria agindo com abuso de autoridade. Ora, os governadores, os mesmos que utilizaram a pandemia como forma mais sórdida de se fazer política, agora parecem estar aterrorizados com a possibilidade de terem que escancarar um ano inteiro de movimentações financeiras sem a necessidade de licitações e a devida transparência.

Quanto à instalação da CPI, o presidente Jair Bolsonaro disse que não tem nada a temer, pois nada deve. Será que os nobres governadores poderão dizer o mesmo? Quando o medo se torna insuportável, o “animal acuado” se torna agressivo e contra-ataca. Para alguns, basta apontar-lhes os próprios erros, e a resposta virá.

Jornal da Cidade Online

 

Justiça nos Trilhos revela o que a VALE esconde na Assembleia dos Acionistas

No próximo dia 30/04, a Vale realizará sua Assembleia Geral de Acionistas. Durante o evento, apresentará as contas e resultados da empresa, falará de seus lucros e da distribuição deles. Sabemos que a empresa não revelará as violações de direitos humanos e ambientais e crimes que comete em suas atividades nos territórios.

Por isso, entre os dias 20/04 e 06/5, a Articulação Justiça nos Trilhos divulgará  no Facebook uma série de informações que a Vale procura esconder, seja pela omissão dos fatos, seja pela divulgação de narrativas falsas sobre sustentabilidade e boas práticas.

No dia 30/04, dia da Assembleia, lançaremos o Relatório de Insustentabilidade, no qual contestamos ponto a ponto as mentiras contadas pela Vale em seu relatório anual de “sustentabilidade”. No dia 05/05 faremos uma live sobre o Relatório de Insustentabilidade no YouTube da Articulação.

Fonte: Justiça nos Trilhos

 

 

Em um mês, mais de 1 milhão de brasileiros ficaram inadimplentes

Impacto do aumento de casos de covid pode ter influenciado; ação oferece negociação de dívidas com parcelas a partir de R$ 9,90

De fevereiro a março de 2021, o número de inadimplentes no Brasil passou de 61,56 milhões para 62,56 milhões de pessoas, o que pode ser um reflexo do impacto da pandemia na economia. Além do recrudescimento dos casos de covid-19 neste período, quando o país bateu recordes de mortes, a população de baixa renda ficou sem o auxílio emergencial, que só foi retomado em abril.

Com débitos de, em média, R$ 3.903,73, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná são os que registram o maior número de negativados.

Para ajudar a diminuir as dívidas, a Serasa lançou uma ação em parceria com empresas de diversos segmentos que oferece negociação com parcelas a partir de R$ 9,90, R$ 19,90 e R$ 29,90. A iniciativa faz parte da plataforma Serasa Limpa Nome, que já possibilitou mais de 4 milhões de acordos desde o início do ano.

“Em nossa plataforma de negociação, Serasa Limpa Nome, disponibilizamos milhões de ofertas com descontos de até 90% e opções de parcelamento, parte dela começando por R$ 9,90. Sabemos a importância desse serviço em um momento tão difícil e queremos estar ao lado dos brasileiros no processo para se conquistar uma vida financeira mais saudável”, afirma o gerente de marketing da Serasa, Matheus Moura.

Os acordos são fechados em menos de 3 minutos e as consultas podem ser feitas de forma gratuita nos seguintes canais: Neste momento, a Serasa aconselha que as pessoas priorizem os meios digitais. Mas quem preferir negociar presencialmente em uma das unidades dos Correios deverá seguir as orientações do Ministério da Saúde e acessar o site para conferir os horários de funcionamento antes de se dirigir a uma das agências.

Fonte: R7

 

Deputado Gil Cutrim é o relator do projeto de privatização dos Correios

Os deputados aprovaram nesta terça-feira (20), por 280 votos a favor e 165 contrários, uma abstenção e cinco obstruções, a urgência do PL 591/2021, que permite a privatização dos Correios. A oposição obstruiu a votação e alegou que a privatização da estatal não deveria ser a prioridade durante a pandemia.

“No meio de uma pandemia, na maior crise sanitária experimentada pelas gerações vivas, esta Casa vem aqui aprovar a urgência para abrir os Correios para o capital privado. E, abrindo os Correios para o capital privado, o que se quer é o quê? Sucatear. Nós deveríamos estar aqui revoltados com a situação de empobrecimento das famílias brasileiras, que não conseguem levar uma cesta básica para a casa com a alta dos preços dos alimentos. Tínhamos que estar aqui pensando em um auxílio emergencial digno, mas não”, disse Talíria Petrone, líder do Psol na Câmara.

O relator do texto será Gil Cutrim (Republicanos-MA), que também falou em plenário. “Peço a aprovação [da urgência] na garantia e na segurança de que faremos um grande debate em relação à construção de um texto que dê segurança jurídica à empresa de postagem”, disse.

O de deputado Gil Cutrim afirmou que ainda não há articulação, mas que começará a construir “ouvindo todos os setores.” A votação do mérito da proposta não deverá ocorrer hoje. O deputado que é base do governo, ainda não concluiu seu parecer, que será pela aprovação da proposta.

Congresso em Foco

 

 

PF realizou 05 operações no Maranhão sobre desvios da covid-19

Foram realizadas 76 operações, com 1.160 mandados de busca e apreensão, 12 prisões preventivas e 135 prisões temporárias em todo o país.

Após cerca de um ano desde o início da pandemia de covid-19, a Polícia Federal já realizou 76 operações no Brasil investigando contratos suspeitos de desvios em estados e municípios para enfrentar a doença, que totalizam R$ 2.172.642.108. A informação é de um levantamento da própria PF, com dados das ações realizadas de abril de 2020 até o dia 26 de março de 2021.

No total, as investigações levaram a 1.160 mandados de busca e apreensão, 12 prisões preventivas, 135 prisões temporárias contra os suspeitos.

As ações policiais, contudo, podem ser deflagradas em um estado, mas se estendem a outras cidades que não pertencem à unidade, o que pode colocar vários municípios, de outras regiões, em uma mesma operação.

A partir da semana que vem, além da atuação do governo federal no combate à pandemia, a CPI da Covid no Senado também vai investigar a destinação de verbas federais a estados e municípios na área da saúde.

Entre os estados que mais registraram as operações, estão o Rio de Janeiro (6), Amapá (5), Pernambuco (5), Maranhão (5) e São Paulo (5). Destes, o que têm mais valores sob investigação é o Rio de Janeiro: R$ 850.200.000. Não registraram ocorrências os estados do Rio Grande do Norte e do Mato Grosso, além do Distrito Federal.

Além de estados, as operações da PF investigaram diversas compras de municípios. A primeira destas foi a que deu início à série de investigações, deflagrada em abril de 2020, época em que o Brasil ainda não passava de 500 mortes diárias pela covid-19.

Fonte: R7 

 

Ministro Moraes retira do juiz Bretas ação contra Michel Temer que o nomeou para o STF

Sem motivação plausível, certa feita uma decisão do ministro Alexandre de Moraes não permitiu que o presidente Jair Bolsonaro indicasse o delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

O ministro considerou na época a ocorrência de desvio de finalidade do ato, “em inobservância aos princípios constitucionais da impessoalidade, da moralidade e do interesse público”. Só ele viu isso.

Entretanto, nesta terça-feira (20), o mesmo Alexandre de Moraes não viu nada de errado em decidir em um processo de corrupção onde um dos envolvidos é o ex-presidente Michel Temer, seu amigo pessoal, ex-chefe e responsável por sua indicação para o cargo de ministro do STF.

Moraes declarou a incompetência do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, para julgar Michel Temer, Moreira Franco e mais 6 réus denunciados por corrupção e lavagem.

Para o ministro, o caso deveria ter tramitado na Justiça Federal de Brasília.

Assim, ele determinou a remessa do processo para a capital federal em 24 horas e ainda anulou a decisão de Bretas que recebeu a denúncia e tornou Temer e Moreira Franco réus no processo. O processo em Brasília irá recomeçar da estaca zero.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Trabalhadores da Vale com a covid-19 têm que ficar calados

A Vale tem aproveitado a crise da pandemia da COVID 19 para ampliar seus lucros e melhorar sua imagem. Desde os primeiros sinais da pandemia, em março de 2020, a Vale se apressou para garantir a essencialidade da mineração, o que lhe permitiu seguir operando normalmente. A pandemia, ao mesmo tempo, abriu oportunidades para a empresa melhorar sua imagem corporativa.

A Vale, sozinha, foi responsável pela doação de R$ 500 milhões, que foram aplicados na compra de 5 milhões de kits de testes rápidos para COVID e de equipamentos de proteção individual. Com as operações a pleno vapor justificadas pela sua “essencialidade”, a Vale fechou o ano de 2020 com um lucro de 27 bilhões de reais, revertendo o prejuízo de 4,9 bilhões de reais de 2019.

O crescimento nos lucros, obviamente, foi obtido às custas da saúde e do aumento dos riscos a que estão expostos os seus trabalhadores. Parauapebas, no Pará, vivencia um surto de COVID e um colapso no seu sistema de saúde.

Na imprensa, matérias denunciavam a dificuldade enfrentada pelos funcionários da Vale para diagnosticarem a doença e fazerem testes, e as tentativas da empresa para mascarar os contágios no ambiente de trabalho.

“Como o governo federal não tem política de saúde, a mineradora aproveitou esse vácuo e viu a oportunidade de doar e trazer aviões da China, sua maior compradora de minério, com o poder que tem. Nos holofotes, para quem está de fora, tá tudo a mil maravilhas, mas o trabalhador que tá na mina é que sabe a verdade. Tem que ficar calado doente, se falar sofre boicote”. (Trabalhador da Vale no Pará)

Fonte: Relatório de Insustentabilidade 2021 (AIAAV) – Justiça nos Trilhos

Governadores buscam acordo com ministério para liberar a Sputnik V

Após encontro com ministro da Saúde, governadores que compraram a vacina esperam que ela seja incluída ao PNI

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniu na tarde desta terça-feira (20) com governadores do Norte e Nordeste que buscam um acordo sobre a vacina contra covid-19 Sputnik V. O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), presidente do Consórcio do Nordeste, que reúne nove estados da região, afirmou na saída do encontro que há interesse de mais vacinas e condições de uso da Sputnik.

O Consórcio do Nordeste fechou a compra de 37 milhões de doses da vacina russa e quer que sejam incluídas no PNI (Programa Nacional de Imunização), do Ministério da Saúde.

“O ministro também mantém a posição que todas as vacinas sejam colocadas no PNI. Significa que, nos estados que têm contrato firmado, vamos encontrar uma solução jurídica. Falta posição da Anvisa sobre colocar as vacinas no PNI”, disse o governador do Piauí.

Dias afirmou que, na próxima segunda-feira, terá reunião com secretários-executivos e com a área jurídica do ministério. “O objetivo é chegar ao entendimento de como será o modelo de pagamento da vacina. Vamos tratar de um convênio. Há uma outra decisão a ser tomada. Se cabe a cada estado monitorar, como será feito o monitoramento?”, indaga o governador.

Os governadores têm cobrado a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para que autorize a importação da Sputnik V ainda em abril. A agência alega não ter dados suficientes para atestar segurança da vacina. Técnicos da Anvisa estão nesta semana na Rússia para realizar visitas de inspeção nos laboratórios que produzem a vacina.

O Brasil tem duas negociações paralelas com o instituto russo Gamaleya, fabricante da vacina, para obter a Sputnik: uma do Ministério da Saúde, que prevê a compra de 10 milhões de doses, e outra dos governadores, por mais de 60 milhões de doses.

Segundo Dias, o caminho encontrado é a recompra do contrato global. “Ou a compensação, assim mantém o equilíbrio nacional. Na Rússia, a vacina está sendo aplicada. Tem disponibilidade de entrega em abril. Falta autorização da Anvisa. Toda a nossa prioridade é não perder a entrega da Sputnik para o Brasil.”

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