SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DE SÃO LUÍS

                                                                                 NOTA DE PESAR

Com profunda tristeza registramos o falecimento do jornalista Luiz Pedro Oliveira, na madrugada desta terça-feira (2), na UTI do Hospital UDI, onde estava internado desde o último domingo, vítima de infarto. O falecido era natural de Juazeiro do Norte/ Ceará, e desde os meados dos anos 70, radicado em São Luís.

  Jornalista exerceu a profissão como repórter político no jornal O IMPARCIAL e eleito deputado estadual, por duas legislaturas. Exerceu ainda cargos públicos de secretário municipal de Comunicação, secretário de Cultura e secretário-chefe de Gabinete no Governo de Dr. Jackson Lago.

 Lamentamos a imensa perda para a Imprensa maranhense, e enviamos os nossos pêsames para a família e amigos, desejando que Deus os conforte neste momento de dor e saudade.

A DIRETORIA

 

Para o ministro Fux, a Constituição é um mero detalhe a ser utilizado quando lhe convém, diz o painel político

O homem que preside o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça, que deveria obrigatoriamente defender a Constituição Federal e as leis brasileiras, só o faz quando lhe convém.

Prazos estabelecidos pela legislação são meros detalhes, que ele ignora solenemente. Há 9 anos, por exemplo, que o ministro está sentado sobre o julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade contra lei do Rio de Janeiro que beneficiou magistrados, conforme  relatamos no último domingo. A ação questiona trechos de uma lei da gestão do ex-governador Sérgio Cabral, amigo de Fux, sobre remuneração, promoção e ingressos de juízes na carreira.

Para Fux, o que é claro e cristalino na Constituição pode ser alterado, ‘a depender de cada  caso’, o que não existe previsão em lugar nenhum da Carta Magna. Foi assim que ele lidou, por exemplo, com a prisão em segundo grau, claramente inconstitucional, mas que para o ministro “começar a cumprir pena antecipadamente não fere a presunção de inocência”, uma incoerência sem nenhuma sustentação lógica, afinal, quem paga pelo prejuízo do inocente que ficará preso sabe-se lá por quanto tempo até que haja julgamento do último recurso? A alegação de que a medida impede e sensação de impunidade não é factível, afinal, quando falamos em impunidade, como não remeter a delação de Sérgio Cabral, que acusou Dias Toffoli de receber propina, com indícios que poderiam ser seguidos, e talvez comprovados, se tivesse sido aberto um inquérito? Toffoli nos últimos anos, vem apresentando todos os indícios de comportamento de um culpado.

Mas Fux comete graves irregularidades em suas flexibilizações jurídicas. O ministro adapta a lei à sua necessidade momentânea.

E foi isso que ele fez no Conselho Nacional de Justiça, em outubro do ano passado, quando tentou justificar um malabarismo jurídico para defender o Banco Itaú, uma instituição financeira privada, que tem por hábito não pagar o que deve. O banco perdeu uma ação que transitou em julgado no Pará, tendo sido inclusive multado por litigância de má-fé no processo, e sofreu uma ordem de bloqueio, no valor de R$ 2,09 bilhões.

Fux considerou uma ‘injustiça’, afinal, trata-se segundo ele, de uma ‘soma extremamente extravagante’, portanto era uma ordem que deveria ser brecada. Indo contra a Constituição, o regimento interno e diversos julgados do Supremo Tribunal Federal, Fux interferiu no processo diretamente, como presidente do CNJ, e cassou a decisão da juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos, que havia ordenado o bloqueio, e ainda mandou que qualquer quantia bloqueada fosse devolvida ao banco, deixando a magistrada na condição de suspeita, e da forma como apresentou o caso, parecia que a juíza era uma irresponsável que estaria levando alguma vantagem por seu ato. Fux atendeu a um pedido do advogado Rafael Barroso Fontelles, sobrinho do ministro Luís Roberto Barroso, vejam só. Será que ele atenderia com tamanha presteza se o réu não fosse o Itaú, instituição a qual Fux mantém estreitas relações e o advogado não fosse o sobrinho de Barroso?

Neste caso específico, Fux demonstrou claramente que a lei é um mero detalhe, que pode ser manipulada e adaptada de acordo com sua necessidade, e não necessariamente pode ser retilínea, atendendo a todos, afinal, tratou-se de uma ‘excepcionalidade’, mas o que estabelece os critérios excepcionais?

Fux deveria renunciar sua vida na magistratura e candidatar-se para poder trabalhar em uma legislação que atendesse exclusivamente seus amigos. Assim teríamos duas leis, uma para os ‘amigos de Fux’, que a justiça poderia usar quando fosse para atender os ‘chegados’ e outra para nós, pobres mortais e cidadãos comuns. Poderia ser até a atual legislação, que inocentemente diz que ‘Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade’.

Fonte: Painel Político

 

 

 

Senadores que deveriam estar presos tentaram “linchar” médica respeitada e honrada

É um escárnio um Senado que tenha representantes que deveriam estar presos. Quem pode levar a sério agressões mal disfarçadas embutidas perguntas? Além de despreparadas, apelam para a mentira e a má fé. Deprimente.

Convenientemente esquecem que corrupção mata e fazem o linchamento de uma médica honrada, qualificada, que respeita o juramento de Hipócrates, usada como um meio para derrubar um Presidente — não porque ele não rouba, mas porque não deixa roubar. Enquanto isso, blindam a investigação de governadores e prefeitos, como o de São Paulo, Rio Grande do Sul & parentes de estimação.

As grosserias dos senadores de esquerda desrespeitam todas as mulheres. Para salvar vidas? Claro que não. Então por que motivo? Ao que parece para descobrir a diferença entre um vírus e um protozoário. Perguntas ‘paulofreirianas’. Nunca querem ouvir as respostas.

A dra. Nise parece uma rosa que, mesmo pisoteada, continua a exalar o seu perfume de verdade, honestidade e competência.

Políticos da oposição mentem, são desmentidos, e continuam a mentir, insistindo na mentira. Fazem-me pensar no papagaio que fica repetindo “dá o pé, louro”. Não têm honra nem coerência. E, principalmente, não têm vergonha na cara. Desmoralizam não só a si próprios, assim como a CPI e o Senado. Até quando?

Lucia Sweet

Jornalista

 

Grupo Médicos Pela Vida em defesa de Nise Yamaguchi emite Nota de Repúdio à CPI pelo desrespeito

Na tarde desta terça-feira, dia 1º, o grupo Médicos Pela Vida emitiu uma nota de repúdio ao tratamento desrespeitoso que foi dispensado à respeitada médica Nise Yamaguchi durante seu depoimento na CPI da Covid.Com fortes palavras, o grupo saiu em defesa de Nise Yamaguchi e repudiou veementemente a postura de alguns  senadores.

Nota de Repúdio à CPI da Pandemia

Médicos Pela Vida repudiam veementemente a postura de vários Senadores no depoimento prestado pela Dra. Nise Yamaguchi à CPI da Pandemia, no Senado Federal. Apesar da dedicação, da disposição em contribuir com a comissão e enriquecer o debate neste período de busca por soluções e o combate à Covid-19, demonstraram, no mínimo, total falta de respeito à Dra. Nise Yamaguchi, à sua trajetória de 40 anos dedicados à saúde e à ciência, em defesa da vida. Uma atuação reconhecida mundialmente e que foi desconsiderada pela CPI.

A Dra. Nise Yamaguchi foi boicotada o tempo todo na sessão, através de interrupções constantes nas suas respostas, desta maneira sendo impedida de responder objetivamente às perguntas, explicar detalhadamente as ações e os tratamentos contra a Covid-19. Numa ação aparentemente orquestrada por alguns Senadores, sem precedentes. Maneira bem diferente daquela direcionada a determinados depoentes, tratados como “damas”” Aliás, não é a primeira vez que uma “Mulher Médica” é tratada de forma imprópria nesta CPI.

Uma conduta seletivamente negativa, mirando não o bem do país, mas um resultado previamente programado. Mais uma vez, Senadores, totalmente despreparados e com objetivos eminentemente partidários e eleitoreiros, perderam uma grande oportunidade de produzir ao Brasil e aos brasileiros, perspectivas efetivas de políticas públicas para a reversão do quadro da Pandemia no País.

A atitude de membros da CPI da Pandemia extrapolou todos os limites, desonra o Poder Legislativo e afronta a classe médica, que tem se dedicado exaustivamente para a reversão do quadro caótico que estamos vivendo no Brasil. Profissionais que se arriscam, estão na linha de frente, que se expõem na luta pelo bem-estar da população e não aceitam posturas inaceitáveis de políticos eleitos para representar e defender o povo brasileiro.

A Dra. Nise participou da CPI como convidada, mas foi tratada como testemunha. E foi atacada, ao invés de aproveitada, desconsiderando-se a sua brilhante carreira, as contribuições ao país e à ciência, independentemente de qual governo estivesse à frente como ela mesmo relatou. Isso mostra o risco da politização da medicina, que precisa manter os debates das questões médicas em ambiente técnico e jamais suprimir um lado, mesmo que esse contrarie interesses políticos.

Grupo Médicos pela Vida

Fonte: Jornal da Cidade Online

Ministro Queiroga anuncia mais 50 milhões de doses de vacina e o acordo entre a AstraZeneca e a Fiocruz

Ministro da Saúde comemorou acordo de transferência tecnológica assinado nesta terça-feira (1º) entre a Fiocruz e a AstraZeneca

O Brasil vai receber insumos da China para a Fundação Oswaldo Cruz produzir 50 milhões de doses da vacina da AstraZeneca contra covid-19, no âmbito do acordo de transferência de tecnologia do imunizante assinado nesta terça-feira (1º) entre a Fiocruz e a empresa, segundo o Ministério da Saúde.

O acerto formalizado em ato com a presença do presidente Jair Bolsonaro vai garantir um fluxo de imunizantes da AstraZeneca até que todo o processo de transferência de tecnologia entre as partes seja concluído, o que está previsto para ocorrer em outubro.

A partir daí, o contrato prevê que outras 60 milhões de doses da vacina da AstraZeneca serão totalmente fabricadas no Brasil, com insumo farmacêutico ativo (IFA) produzido no país.

“Tenho imenso prazer em anunciar a assinatura do contrato da Fiocruz para o fornecimento de aproximadamente 50 milhões de doses com lotes de IFA da China para a população brasileira, ampliando ainda mais a capacidade do nosso Programa Nacional de Imunização e garantindo que a nossa população estará imunizada dentro do mais curto espaço de tempo possível”, disse.

No evento de assinatura da transferência de tecnologia, que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, Queiroga chamou a parceria de exitosa e destacou que o chefe do Executivo, desde o início, deixou claro que o compromisso é promover a saúde e manter a economia, frisando que o binômio saúde-economia é “indissociável”.

“Nosso objetivo é oferecer até o final do ano imunização para toda a população brasileira”, disse Queiroga.

Fonte: R7

 

Enem 2021 será realizado nos dias 21 e 28 de novembro, diz ministro

Datas foram anunciadas pelo titular da Educação, Milton Ribeiro, em sua conta no Twitter para as versões impressa e digital

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou as datas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021. Pelo Twitter, ele informou que as provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital.

“Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades”, postou o ministro na rede social.

Realizado anualmente, o Enem é o maior exame para ingresso no ensino superior do país, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Fonte: R7

 

Postes são os principais mictórios para homens na área da Deodoro

De há muito são discussões, requerimentos e projetos para a instalação de banheiros públicos em São Luís. Os maiores questionamentos levantados é que se poder público tiver boa vontade, mictórios públicos masculinos e femininos já deveriam existir com a fiscalização do poder público para evitar a ação de vândalos.

Lamentável sob todos os aspectos é que os dirigentes dos executivos da cidade de São Luís, nunca levaram a sério e muito menos tiveram respeito principalmente com as mulheres, uma vez que os homens encontram maiores facilidades para sair do aperreio. Quem pensava que os postos de iluminação pública eram privilégios de cachorros, estão bastante enganados. Eles de há muito foram passados para trás, uma vez que raramente são vistos nas ruas deram os seus lugares aos homens, que costumam fazer farras nas barracas instaladas na frente do Liceu Maranhense e na lateral direita do estabelecimento de ensino e os postes se constituem como o mictório, que também serve para aliviar muitos passageiros das paradas de coletivos no local das barracas, que na administração municipal seria construído um terminal aberto para ônibus. Felizmente as mulheres encontram a compreensão de alguns estabelecimentos comerciais e a solidariedade dos que têm mulheres como empregadas.

Não se sabe até quando, mas a verdadeira esculhambação que se tornou a frente ao Liceu Maranhense e uma das suas laterais, não de responsabilidade dos camelôs e feirantes, mas do poder público que os enganou com a construção de um prédio, onde seria um shopping popular. Chegaram inclusive a prometer para eles, que um dos locais seria o prédio da Secretaria de Estado da Educação da rua Grande, e assim se foram as promessas. Estive conversando com camelôs e feirantes, eles demonstram que estão bastante incomodados no local e que querem uma solução. Adiantaram que através das suas entidades de classe querem recorrer à justiça em busca de uma solução.

O sério problema seria uma oportunidade para a Câmara Municipal de São Luís sair dos requerimentos e partir para uma ofensiva em defesa da cidade e dos trabalhadores que buscam o respeito aos seus direitos. Para o tanto de promessas que marcaram as eleições passadas, tem muita gente em falta com o povo ludovicensae.

Fonte: AFD

CCJ da Câmara aprova projeto de lei que aumenta pena máxima de prisão de 40 para 50 anos

Nesta segunda-feira (31/5), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, por 42 votos a 20, projeto de lei que aumenta de 40 para 50 anos o tempo máximo de prisão previsto no Código Penal. A proposta é de autoria dos deputados Carla Zambelli (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

A questão levantou controvérsias, pois alguns parlamentares argumentaram que a pena máxima de privação de liberdade já aumentou, recentemente, de 30 para 40 anos com o “pacote anticrime”.

Para o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a medida poderá causar o aumento da população prisional, o que pode gerar consequências negativas para uma situação já complicada que é o sistema penitenciário brasileiro.

O projeto também visa incluir no rol de homicídios qualificados o assassinato de crianças e adolescentes. No caso, a pena prevista seria de 20 a 30 anos de reclusão. Outras qualificadoras previstas hoje no Código Penal têm pena de 12 a 30 anos de reclusão.

Segundo a proposta, a pena é aumentada em um terço se o homicídio doloso for cometido por ascendente, padrasto, madrasta ou por quem tenha a guarda da vítima. Além disso, eventual lesão corporal cometida contra crianças e adolescentes terá pena triplicada. Se houver violência sexual, a pena será quadruplicada.

Os redatores do texto buscam a modificação da Lei dos Crimes Hediondos, acrescentando entre esses crimes o homicídio cometido por milícia privada, associação criminosa ou organização criminosa.

A criação de um novo tipo penal, homicídio por imposição de ideologia de gênero, foi retirada da proposta pelo deputado Pedro Lupion (DEM-PR), relator do projeto na CCJ.

A CCJ somente analisa se o projeto apresentado não contraria a Constituição. O conteúdo ainda deverá ser votado pelo Plenário da Câmara e, depois pelo Senado.

Com informações da Agência Câmara.

 

Conta de luz fica 5,6% mais cara e vai impactar ainda mais a população

Com nível crítico nos reservatórios, a tarifa passa para o patamar mais alto da bandeira vermelha a partir de junho

O aumento na conta de luz começa a vigorar a partir desta terça-feira (1º). Com os níveis baixos dos reservatórios das hidrelétricas, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidiu acionar a bandeira tarifária vermelha, patamar 2. Isso significa energia mais cara, com custo de R$ 6,243 para cada 100 kWh consumidos.

O efeito direto bolso do consumidor será um aumento de 5,6% em relação à conta de maio. Já o impacto indireto será sentido com a alta de produtos e serviços. “É mais um desafio, mais uma pedra no caminho na prestação de serviço e da produção industrial”, afirma o economista André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE.

“O encarecimento dos serviços pode ocorrer a partir desse momento, por exemplo, você vai num salão de beleza e está mais caro, ou ao longo do período. Mas o impacto nos serviços e na produção industrial talvez não volte, mesmo que a bandeira vermelha só dure por dois ou três meses. É aí que está o maior risco. Muitos serviços já estão com preços defasados, com efeitos da pandemia, mercado de trabalho e queda no consumo das família. Então. por estar mais vunerável pode promover um tipo de repasse que não volte à normalidade”, explica o economista.

Bandeiras tarifárias

A última vez que a agência reguladora acionou o patamar mais alto da bandeira tarifária foi em dezembro, após meses sem a cobrança adicional por conta da pandemia. Em maio também foi acionada a bandeira vermelha, mas no patamar 1, cuja cobrança é de R$ 4,169 a cada 100 kWh consumidos. Nos meses anteriores, de janeiro a abril, vigorou bandeira amarela, com taxa adicional de R$ 1,343 a cada 100 kWh.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para sinalizar ao consumidor o custo da geração de energia elétrica no país. Na prática, as cores e modalidades – verde, amarela ou vermelha- indicam se haverá ou não cobrança extra nas contas de luz.

A bandeira verde, quando não há cobrança adicional, significa que o custo para produzir energia está baixo. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representa um aumento no custo da geração e a necessidade de acionamento de térmicas, o que está ligado principalmente ao volume dos reservatórios e das chuvas.

Fonte: R7

Fiocruz assina hoje (01) contrato com a Oxford para produzir IFA e vacinas no Brasil

Insumo necessário para produção do imunizante atualmente é importado da China, o que tem causado atrasos na produção

A Fiocruz assina hoje (1º), o contrato de transferência tecnológica para a produção do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina da AstraZeneca no Brasil. Este passo é essencial para a autonomia do País na fabricação de vacinas contra a covid-19. Atualmente, o IFA necessário à produção do imunizante é importado da China, o que tem causado atrasos na produção.

A assinatura do acordo com a AstraZeneca estava prevista originalmente para acontecer no ano passado, mas sofreu sucessivos atrasos. A última previsão, feita pelo diretor de Biomanguinhos, Maurício Zuma, em março, estimava que a assinatura ocorreria até o fim de abril. Em entrevista ao Valor Econômico, Zuma afirmou que, se passasse desta data, haveria atraso nas entregas prometidas.

A Fiocruz não se manifestou sobre um eventual novo cronograma. O cronograma original previa a produção de 110 milhões de doses já com IFA nacional até o fim de 2021.

Fonte: R7