Petrobras perde R$ 12,7 bilhões na primeira semana do governo Lula

Valor de mercado das empresas públicas listadas na Bolsa desabou R$ 16,1 bilhões nos primeiros pregões de 2023

A turbulenta primeira semana de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva resultou na perda de quase R$ 13 bilhões de valor de mercado das empresas estatais ligadas ao governo federal listadas no Ibovespa, principal índice acionário brasileiro. Os dados foram compilados pela TC Economatica.

O maior prejuízo, de R$ 12,667 bilhões, ocorreu na Petrobras e está diretamente relacionado com a determinação para que os ministros tomem providências para interromper o processo de privatização de uma série de estatais. Também pesou contra as ações da estatal na semana passada a indicação do senador Jean Paul Prates (PT-RN) para comandar a companhia. O descontentamento do mercado com a escolha envolve a posição contrária à atual política de preço da Petrobras.

Hoje, a Petrobras adota o modelo de PPI (Preço de Paridade Internacional), o que faz o preço da gasolina, do etanol e do diesel acompanhe a variação do valor do barril de petróleo no mercado internacional.

Entre as outras empresas federais listadas na Bolsa, Caixa Seguridade e BB Seguridade perderam, respectivamente, R$ 870 milhões e R$ 360 milhões em valor de mercado na semana. A única valorização foi registrada pelo Banco do Brasil, que ficou R$ 913 milhões mais valioso no período.

Quando são incluídas todas as empresas públicas nacionais, a perda total de valor de mercado soma R$ 16,1 bilhões. O cálculo inclui as baixas da Companhia Paranaense de Energia (R$ 853 milhões), da Cemig (R$ 616 milhões), da Sabesp (R$ 1,5 bilhão) e da Copasa (R$ 166,8 milhões).

Fonte: R7

 

Flavio Dino recua e admite ser inviável ‘extraditar’ Bolsonaro, que não tem condenação

Só o interesse ideológico ou a ignorância tratam de “extradição” de alguém que não é condenado

O ministro da Justiça, Flávio Dino afirmou que não há elementos que justifiquem um pedido de extradição do ex-presidente Jair Bolsonaro, em declaração nesta segunda-feira (9).

“É importante lembrar que é um procedimento jurídico, regrado, inclusive por acordos internacionais. Só é possível pedir a extradição de alguém que responda a algum processo criminal, e o ex-presidente da República não está nesta situação. Então tecnicamente, neste momento, não temos nenhum elemento para solicitar extradição”.

Dino também voltou a afirmar acreditar que o governador afastado, do Distrito Federal, Ibaneis Rocha não foi conivente com os atos de vandalismo. Essa história fantasiosa virou tarefa para políticos esquerdistas inclusive nos Estados Unidos, que, após os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, parlamentares do Partido Democratas se manifestaram nas redes sociais pedindo “extradição”. 

“No programa de hoje, o deputado democrata Joaquin Castro pediu a extradição do ex-presidente Bolsonaro (…) visto na Flórida nos dias recentes”, escreveu Jim Acosta, âncora da emissora, no Twitter.

Diário do Poder

 

A ressocialização na SEAP explora mão de obra de presos e não investiga denúncias de torturas

Depois que o Governo do Maranhão, na administração do poderoso Flavio Dino decidiu utilizar em massa a mão de obra de presos de todos as unidades prisionais do Sistema Estadual de Administração Penitenciária para a produção de bloquetes de cimento e levou a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária ganhar destaque e referência como a grande produtora do artefato de cimento no Estado. Pelo menos, o que se informa é que a SEAP gera negócios de milhões de reais que estariam beneficiando prefeituras, políticos e outros interessados.

Para que se tenha uma dimensão da extensão dos negócios da Secretaria de Administração Penitenciária, os processos seletivos para os mais diversos setores da instituição, têm preferência, os candidatos indicados por políticos, sem falarmos na subserviência do titular da pasta em agradar com serviços e mimos como investimentos para garantir a sua permanência no comando do Sistema Estadual de Administração Penitenciária.

                 Fugas, Mortes e Denúncia de Torturas  

A Penitenciária Jorge Vieira, de Timon é uma das em que estão concentradas inúmeras denúncias de ordens administrativas, da exploração de mão de obra de presos, de mortes  e até de torturas, que nunca foram apuradas, apesar de terem sido levadas ao conhecimento da Coordenação do Sistema Penitenciário do Tribunal de Justiça do Maranhão. Quanto a exploração da mão de obra carcerária, foram encaminhadas denúncias ao Ministério Público do Trabalho, mas infelizmente providências simplesmente inexistem.

Por outro lado, o que prospera dentro das instituições e na esfera governamental, inclusive até no CNJ é que o Maranhão detém um Sistema Penitenciário modelo para todo o país, em que as realidades são totalmente omitidas e os desmando praticados abertamente, ficam na impunidade, haja vista o exacerbado protecionismo político e outros favorecimentos para que as realidades dos fatos, fiquem protegidos por silêncios obsequiosos. Há também casos em que servidores do quadro da SEAP se tornam fornecedores da instituição com empresas em nomes de parentes ou de interessados políticos para atender interesses escusos, dentre os quais o silêncio e a omissão para os graves problemas na instituição, em que estão inclusas denúncias feitas e não apuradas proporcionando uma aparência de que o sistema está pacificado. Quando um preso é assassinado, ninguém sabe a ninguém viu, e são apenas comunicados a polícia civil.

A ideia principal é de que no Maranhão, o sistema penitenciário é totalmente diferente dos demais Estados, sem acordo, entre facções e as direções de unidades, em que a droga, celulares, bebidas, mulheres e saídas rápidas estão dentro do contexto. As constantes fugas com exacerbadas facilidades em vários presídios, nos quais estão os de Timon, que de acordo com os denunciantes  mostram uma realidade totalmente diferente. É bom lembrar o caso de uma fuga em Imperatriz em que os presos, depois de prenderem os plantonistas com explicações nada convincentes, escaparam a pés na maior tranquilidade até serem resgatados por suas quadrilhas. O alarme foi dado pelos moradores das imediações, mesmo com policiais armados nas torres e vídeo monitoramento

Há informações correntes e até como intimidação, de que alguns políticos já garantiram junto ao governador, que o atual secretário continuará na direção da pasta para um terceiro período, com a sua poderosa república mineira que opera muitos negócios e interesses na administração da SEAP. Os servidores do quadro que protestam são indiciados em inquéritos administrativos na corregedoria e os temporários têm os seus contratos interrompidos.

Fonte: AFD

 

 

 

 

Marco Aurélio Mello isenta Bolsonaro e responsabiliza STF por atos de vandalismo

Ministro aposentado diz que o STF falhou ao derrubar decisões da Lava Jato

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, isentou o ex-presidente Jair Bolsonaro de culpa nos atos de vandalismo que ocorreram neste domingo (08), em Brasília, e responsabilizou o próprio STF pela situação. As falas foram registradas em entrevista ao jornal O Globo.

Marco Aurélio avalia que o STF “falhou” ao derrubar as condenações do presidente Lula na Lava Jato e devolver ao petista os direitos políticos que o permitiram disputar as eleições de 2022. Sobre o ex-presidente, o magistrado diz que os responsáveis estão em território nacional e que Bolsonaro não tem domínio das forças que estão aqui. “Ele não tem culpa, está a quantos quilômetros daqui?”, avaliou o ministro aposentado.

Diário do Poder

Cenário de guerra em Brasília e a mão de ferro do sistema mais pesada

Este domingo (8) será lembrado como o dia para jamais ser esquecido e jamais ser repetido na história do Brasil. Manifestações ordeiras, pacíficas e legítimas desde o dia 31 de outubro deram lugar ao vandalismo. Embora haja evidências de infiltrados que tenham incitado a multidão, o fato é que nada do que aconteceu, poderia ter acontecido.

Congresso, STF e Palácio do Planalto sofreram depredações irreparáveis do ponto de vista da história nacional. Os contingentes da Polícia Militar foram insuficientes para conter a multidão que correu junta para dentro das instalações dos três poderes de Brasília.

O governador do DF, Ibaneis Rocha já foi afastado por Alexandre de Moraes por pelo menos 90 dias. Lula já decretou intervenção federal no DF.

O Congresso já foi convocado para apreciar o pedido de intervenção. As manifestações em frente às unidades militares de todo o Brasil deverão ser desmobilizadas hoje, por ordem de Alexandre de Moraes.

Agora, a situação política é imprevisível, mas o certo é que a mão de ferro do sistema deve ficar mais pesada para quem é contra o atual governo.

Emílio Kerber Filho

Escritor. Jornalista. Autor dos livros “O Mito – Os bastidores do Alvorada”, “O Mito II – O inimigo agora é outro” e “O Mito III – Temos um presidente motoqueiro”.

 

Análise: Triste é a nação que confunde vandalismo com patriotismo

Brasil tem mais um capítulo manchado em sua história com invasão, depredação e vandalismo. Vergonha

Dia 8 de janeiro ficará marcado para sempre como mais um dia em que nós, brasileiros, devemos nos envergonhar. A selvageria que vimos, em Brasília, na invasão ao Congresso e nos atos de vandalismo e depredação do patrimônio público — típica de militantes de esquerda — foi cometida por pessoas que diziam estar ali defendendo a democracia, os valores conservadores e a pátria. Não houve defesa alguma, mas sim ataque, violência e vergonha.

Há quase dois anos, o saudoso professor Olavo de Carvalho postava em seu Twitter a seguinte mensagem: “A estratégia do STF e amiguinhos é estrangular o povo até que ele não aguente mais e parta para a violência. Então, as gloriosas Forças Armadas entrarão em cena para esmagar de vez a rebelião e criar, sobre o cadáver da vontade popular, o mais lindo estado democrático de direito que já se viu desde os tempos de Mao Dzedong”.

A multidão cedeu às pressões, caiu na armadilha e fez exatamente o que a esquerda estava aguardando ansiosamente. Agora, todos os conservadores, gente de bem e que realmente ama o país, serão colocados no mesmo balaio dos vândalos que cometeram tamanho disparate. Agora, a perseguição aos brasileiros de direita será ainda mais severa, sob a “justificativa” de conter atos antidemocráticos. Agora, qualquer crítica a esse desgoverno anunciado poderá ser interpretada como violência, agressão, intolerância.

Até ontem, as manifestações ordeiras e organizadas não podiam ser classificadas como antidemocráticas, mas o que esses terroristas fizeram hoje, sim.

Amanhã, invasores, o governo torrará milhões de reais do dinheiro do contribuinte para reformar o que vocês destruíram (e até o que nem sequer foi tocado), mas com muito mais luxo, muito mais sofisticação e com muito mais mordomias. A porta com o nome de Alexandre de Moraes, adivinhe: será recolocada em tempo recorde, talvez com seu nome maior ainda e, certamente, com uma caneta mais afiada ainda.

Sair quebrando tudo, à la MST, não é intrepidez, mas sim estupidez. A estupidez de ter entregado a “encomenda” bem na hora certa e em uma embalagem que não poderia ser mais linda e ornamentada.

Parabéns a todos os envolvidos que, em um único dia, conseguiram envergonhar uma nação inteira e ainda cavar milhões de covas para quem não teve nada a ver com isso. É mais um dia para irmos para a cama envergonhados por sermos cidadãos de um país que tinha tudo para crescer, mas que ama andar para trás. Agora é só desordem e regresso.

Fonte: Patrícia Lages – R7

 

Desembargador tranca inquérito sobre crimes sexuais contra Domingos Paz e proíbe a Câmara de investigá-lo

O desembargador Antonio Bayma de Araújo acatou pedido de habeas corpus solicitado por advogados de Domingos Paz e determinou o trancamento dos inquéritos policiais  instaurados pela Polícia Civil contra o vereador, em que é acusado de práticas de crimes de assédios sexuais e estupro de vulnerável.

A decisão do desembargador também impede que a Câmara Municipal de São Luís adote qualquer medida relacionada ao fato no âmbito do legislativo municipal. As informações foram recebidas com surpresa, principalmente entre os advogados das vítimas e no Movimento de Mulheres do Maranhão, que congrega 54 entidades.

Os advogados vão tomar conhecimento da decisão judicial durante o dia de hoje, para que então possam se posicionar diante da medida cautelar e avaliarem se recorrerão ao Pleno do Tribunal de Justiça do Maranhão.

Por outro lado, o Movimento de Mulheres do Maranhão vai convocar uma assembleia geral para tomar uma decisão de como passarão a atuar na denúncia dos crimes sexuais que são imputados ao vereador Domingos Paz, com provas testemunhais e materiais, da maior gravidade e que lamentavelmente refletem negativamente perante a opinião pública e muito mais na Câmara Municipal de São Luís.

Fonte: AFD

Mais 05 presos fogem da Penitenciária de Timon, com sinais de facilidades e a exploração de mão de obra

A fuga de presos de uma Penitenciária de Timon foi semelhante a tantas outras marcadas por sinais de facilidades, que infelizmente não apuradas devidamente, ainda mais que toda a estrutura da administração da unidade penal vem sendo mantida inalterada. De há muito, servidores da penitenciária denunciam desmandos, relatam facilidades e exploração de mão de obra no trabalho de produção de bloquetes de cimentos, o que inclusive foi levado ao conhecimento do Ministério Público do Trabalho, mas infelizmente de nada adiantou e a direção do Sistema Penitenciário do Maranhão continua como um dos maiores produtores e fornecedor do artefato de cimento para dezenas de municípios do Estado, explorando presos e muitos chegam próximo à exaustão.

As fugas do último sábado, em que 05 presos escaparam depois de serrarem as grades das janelas de um setor do presídio e depois não tiveram maiores dificuldades para escapar. Já houve casos em que por falta de vigilância, vários presos que estavam no trabalho de fazer bloquetes, terem escapado fugindo a pés e o alarme foi dado depois de várias horas. O caso de um caminhão estacionado dentro do pátio do presidio com a chave na ignição, que proporcionou a que dois presos acionaram o veículo, conseguindo arrebentar o portão e escaparam sem maiores problemas.

As denúncias de ordens de perseguição na unidade a servidores públicos, são fatores que influenciam diretamente na administração, mas a direção da Secretaria de Administração Penitenciária trata o problema com muita indiferença e os casos de fugas e mortes prosperam dentro dos presídios de Timon, sendo um dos fatores a exploração desumana dos presos.

Fonte: AFD    

 

Ricardo Cappelli ex-UNE, interventor de Lula foi do PCdoB

Braço direito de Flávio Dino, Cappelli foi filiado ao PCdoB

O interventor federal que ficará responsável pela segurança pública do Distrito Federal, Ricardo Garcia Cappelli, é o secretário-executivo do Ministério da Justiça. Cappelli presidiu a União Nacional dos Estudantes, entre 1997 e 1999 e é braço direito do ministro Flávio Dino (Justiça).

O agora interventor federal também era filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB), mas deixou a sigla após desfiliação de Dino, que migrou para o PSB.

Cappelli também articulou a vinda do ditador cubano Fidel Castro ao Brasil. Na ocasião, em 1999, o ditador discursou em um congresso da UNE em Belo Horizonte, Minas Gerais.

A intervenção federal na Segurança Pública do Distrito Federal foi decretada neste domingo (08) pelo presidente Lula após quebradeira na capital federal em manifestação contra o petista.

Diário do Poder

 

Flavio Dino falhou na articulação das forças de segurança em Brasília

Várias autoridades devem explicações por subestimarem o potencial de vandalismo nas manifestações de Brasília, neste domingo (8). Mas é Flávio Dino quem comanda nada menos que o Ministério da Justiça e Segurança Pública. E foi ele quem anunciou na véspera, sábado, que caberia à Força Nacional de Segurança a tarefa de impedir o protesto bolsonarista na Esplanada dos Ministérios, dispensando na prática a experiente Polícia Militar do Distrito Federal, uma das melhores do País.

Sem direito a ingenuidade

Na melhor hipótese, Dino foi ingênuo ao subestimar os protestos três semanas depois de bolsonaristas terem tentado invadir a Polícia Federal.

Confiando no ‘inimigo’

Para petistas, Dino foi ingênuo ao confiar nas providências de Anderson Torres, ex-ministro de Bolsonaro, para garantir segurança na Esplanada.

Críticas surgem no PT

As críticas no PT não demoraram. O deputado Washington Quaquá (RJ) responsabilizou Dino e até José Múcio (Defesa) pelo vandalismo.

Acusação de inoperância

Quaquá diz que os ministros da Justiça e Defesa não agiram para impedir os fatos. “Dino e Múcio foram inoperantes”, acusou.

Coluna do Claudio Humberto