Escolha de ativista gera sério temor de manipulação nos indicadores do IBGE

É vista com desconfiança até no governo a escolha do petista “religioso” Marcio Pochmann para presidir o IBGE, que apura indicadores sensíveis da economia, como o índice de inflação IPCA, PIB, pesquisas sociais, emprego/desemprego etc. A oposição teme manipulação de números por razões ideológicas. A falta de dados confiáveis afasta investidores como ocorreu na Argentina de Cristina Kirchner, musa de Lula: incapaz de derrubar a inflação e reduzir a dívida, “aparelhou” o Indec, o IBGE de lá, e passou a manipular e fraudar indicadores econômicos. Foi desastroso.

Crime e castigo

O governo Kirchner foi acusado de fraudar o desempenho da inflação, por exemplo. Ajudou a destruir a economia e a reputação do Indec.

Triunfo do grotesco

Enquanto institutos independentes davam 19,6% de inflação, o Indec de Kirchner apontava “8,7%”. Desandou: hoje, a inflação é de 100% ao mês.

Risco de calote

Porchmann, o obtuso, atacou o Pix, imitado até nos EUA, porque foi obra do governo anterior. Sua mente confusa vê “passo na via neocolonial”.

Sem perigo de dar certo

O “desenvolvimentista” Porchmann é adepto da maluquice, da qual Lula foi contaminado, de que o governo deve ter licença para gastar, gastar…

Coluna do Claudio Humberto

 

MARANHÃO – ADESÃO À INDEPENDÊNCIA

                                                                        Professor Jacques Medeiros                

Com a proclamação da Independência do Brasil, no dia 07 de setembro de 1822, na província do Maranhão o grito de “Independência ou Morte” dado por D. Pedro I, não ecoou com muito agrado como em outros pontos do país, talvez pelo grande número de lusitanos, que dominavam a vida econômica do Maranhão.

Com o fim de coadjuvar os esforços dos maranhenses ansiosos de aderirem a este movimento patriótico, no dia 26 de julho do ano seguinte perto da ponta da Coroa de Sotovento, próximo à barra, ao mando de Lord Cockrane, foi fundeada a nau Pedro Primeiro, que de imediato comunicou por um ofício a D. Agostinho Antonio de Faria, comandante das forças portuguesas, propondo-lhe meios brandos e honrosos para que se proclamasse a Independência sem efusão de sangue.

No dia seguinte foi à junta governativa recebida a bordo, pelo Lord Cockrane e então ele fez sentir a conveniência de proclamar-se a Independência logo no outro dia, pelo que convocou uma Câmara Geral para as dez horas da manhã no palácio do governo. No dia designado, 28 de julho, procederam-se o ato grandioso, principiando às 11 horas da manhã e encerrando depois do meio dia (História da Independência do Maranhão).

Foi a bandeira portuguesa arriada pelo Tenente Greenfell, e içada a brasileira, já decretada em 18 de setembro de 1822. Tanto Cockrane, como Greenfell, eram piratas mercenários que prestaram serviços ao Maranhão e Pará, através de suas astúcias e renderam a junta governativa maranhense com a ameaça de que tinham uma grande esquadra; e foi assim a palavra e o verbo quem venceu no norte do Brasil; não foram as forças que obedeciam ao Cockrane, pois as costas do Brasil são tão extensas que o império não poderia jamais ser bloqueada pela maior esquadra do mundo.

A Assembleia Provincial pela Lei nº 11 de 06 de maio de 1835 declarou feriado o dia 28 de julho. A lei Estadual 2.457, que trata sobre o feriado é de 1964(governo Newton Belo), mas até 2014, o feriado era pouco conhecido, tanto que a iniciativa privada não alterava a rotina.

A partir de 2015, passou a ser fiscalizado (governo Dino) pelas autoridades competentes e este feriado não ficou mais restrito apenas às repartições públicas. Já em Caxias somente no dia 31 de julho, celebrou-se uma convenção entre os sitiantes, comandados entre outros, pelo bravo Major Salvador Cardoso de Oliveira e João da Costa Alecrim e os sitiados sob o comando do Major português João José da Cunha Fidié, e no dia seguinte 1º de agosto as forças independentes entravam vitoriosas em Caxias.

Vale ressaltar nós maranhenses, sabedores que somos que as lutas contra a independência do Brasil, foram mais sangrentas na Bahia e no Maranhão, mas a Bahia foi penúltima resistência vencida em 02 de julho de 1823, e os baianos hoje comemoram o 02 de julho como se fosse a última resistência com grandes comemorações sobre. liberdade do elo português

É preciso que os historiadores maranhenses mostrem aos baianos, que a última resistência a sucumbir, foi no Maranhão, que pouca importância dar atualmente ao acontecimento, o que não acontece em Caxias, onde o termo Oficial de Adesão do Maranhão à Independência do Brasil foi assinado no dia 07 de agosto de 1823.

* Médico Veterinário, Jacques Medeiros é Professor Emérito da UEMA e ex-Reitor. Membro efetivo da ACL e do IHGC.

Artigo do saudoso Jacques Medeiros publicado neste blog no dia 28 de julho de 2019 e que republicamos em homenagem ao extinto professor, historiador, educador e acima de tudo, foi um grande ser humano.

Fonte: AFD

 

 

Quando a porta da casa dos avós se fecha

Acho que um dos momentos mais tristes da nossa vida é quando a porta da casa dos avós se fecha para sempre, ou seja, quando essa porta se fecha, encerramos os encontros com todos os membros da família, que em ocasiões especiais quando se reúnem, exaltam os sobrenomes, como se fosse uma família real, e, sempre carregados pelo amor dos avós, como uma bandeira, eles (os avós) são culpados e cúmplices de tudo.

Quando fechamos a casa dos avós, também terminamos as tardes felizes com tios, primos, netos, sobrinhos, pais, irmãos e até recém-casados que se apaixonam pelo ambiente que ali se respira. Não precisa nem sair de casa, estar na casa dos avós é o que toda família precisa para ser feliz.

As reuniões de Natal, regadas com o cheiro a tinta fresca, que cada ano que chega, pensamos “…e se essa for a última vez”? É difícil aceitar que isso tenha um prazo, que um dia tudo ficará coberto de poeira e o riso será uma lembrança longínqua de tempos talvez melhores.

O ano passa enquanto você espera por esses momentos, e sem perceber, passamos de crianças abrindo presentes, a sentarmos ao lado dos adultos na mesma mesa, brincando do almoço, e do aperitivo para o jantar, porque o tempo da família não passa e o aperitivo é sagrado.

A casa dos avós está sempre cheia de cadeiras, nunca se sabe se um primo vai trazer namorada, porque aqui todos são bem-vindos. Sempre haverá uma garrafa térmica com café, ou alguém disposto a fazê-lo.

Você cumprimenta as pessoas que passam pela porta, mesmo que sejam estranhas, porque as pessoas na rua dos seus avós são o seu povo, eles são a sua cidade.

Fechar a casa dos avós é dizer adeus às canções com a avó e aos conselhos do avô, ao dinheiro que te dão secretamente dos teus pais como se fosse uma ilegalidade, chorar de rir por qualquer bobagem, ou chorar a dor daqueles que partiram cedo demais. É dizer adeus à emoção de chegar à cozinha e descobrir as panelas, e saborear a “comida da nona, vó, …”.

Portanto, se você tiver a oportunidade de bater na porta dessa casa e alguém abrir para você por dentro, aproveite sempre que puder, porque ver seus avós ou seus velhos, ficarão sentados, esperando para lhe dar um beijo.

Da Redação do Jornal da Cidade Online

Imagens do caso Alexandre de Moraes e a família Mantovani não chegam e frustram o ministro Flavio Dino

Envio das imagens depende de autorização da Justiça da Itália

A Polícia Federal ainda não recebeu as imagens do aeroporto de Roma, na Itália, com registros sobre a confusão envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e o casal Roberto Mantovani e Andreia Munarão. O ministro da Justiça, Flávio Dino, informou que as imagens deveriam chegar ao Brasil até a última sexta-feira (17), o que não ocorreu até hoje, cinco dias depois do previsto. Para que as imagens sejam enviadas, é necessária uma autorização do judiciário italiano.

As versões de Moraes e Mantovani sobre a confusão são diferentes. Moraes diz que houve agressão física e verbal e que houve motivação política no suposto ataque. Já o casal Mantovani alega que houve uma discussão por suposta “furada de fila”, sem ligação com política.

Há ainda necessidade de esclarecimentos sobre a suposta agressão ao filho do ministro, negada pelo casal. A defesa dos Mantovani disse que há um registro em imagens de ofensas que teriam sido disparadas por Moraes contra a família.

Jornal da Cidade Online

 

Última a saber: nomeação no IBGE mostra total desprestígio da ministra Simone Tebet

Novo presidente do IBGE, subordinado à pasta de Simone Tebet, foi anunciado sem o conhecimento da ministra

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, foi vítima de “bola nas costas” do Palácio do Planalto. Nesta quarta-feira (26), o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, anunciou Marcio Pochmann como novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O problema é que Tebet, titular da pasta que o IBGE é vinculado, não sabia da nomeação.

Pouco antes do anúncio de Pochmann, Simone afirmou que o governo sequer havia tratado sobre o assunto e muito menos havia falado disso com o presidente Lula.

Seria um desrespeito com um presidente que está no IBGE e tem um ciclo que não se encerrou”, disse ao se referir ao atual chefe interino do IBGE, Cimar Azeredo, que conta com a simpatia da ministra.

A estadia de Simone Tebet no governo federal é marcada por polêmica, desgaste e sinais de evidente desprestígio. Já na costura para encaixar a ex-candidata ao Planalto, Tebet sofreu fritura por parte do PT, que não queria Simone em uma pasta com destaque. A pretensão inicial da atual chefe do Planejamento era ocupar o Ministério do Desenvolvimento Social.

Minada pelo PT na pasta, que exigiu Wellington Dias como “ministro do Bolsa Família”, Tebet quase foi parar no Ministério do Meio Ambiente. Mais uma vez desgastada dentro do próprio governo, com notícias plantadas associando Tebet ao agronegócio, como se isso anulasse a capacidade de gerir a pasta do Meio Ambiente; Tebet perdeu o posto para Marina Silva.

Após muita discussão dentro do governo, Simone Tebet foi alocada no Ministério do Planejamento, com poder esvaziado e trabalhando quase que tutelada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também do PT. Além do desgaste, Simone precisou de mais de 200 dias de governo para ser recebida em audiência privada de trabalho pelo chefe, o presidente Lula. O primeiro encontro dos dois ocorreu na última segunda-feira (24), conforme registro da agenda oficial do presidente.

Diário do Poder

 

A ascensão perigosa do ministro Flavio Dino sobre a Polícia Federal”, alerta advogado

O advogado Marco Antonio Costa revela grande preocupação com o ambiente jurídico, marcado pelo ativismo judicial ainda mais intenso depois da eleição de Lula e seus ‘companheiros’: “Eu vejo uma ascensão perigosíssima do Flavio Dino sobre a Polícia Federal, junto com o ambiente judiciário que está completamente tomado por ativistas. 

Eu vejo um tempo péssimo para o estado de direito no Brasil. A gente já vive num estado de exceção, e parece que isso tende a piorar, se não começar no parlamento uma resistência da oposição, junto com parlamentares do Centrão, para frear esse abuso reiterado da máquina, essa utilização deslavada da máquina pública para fins ideológicos. 

Mas eu não sinto essa temperatura vindo da oposição. Eu vejo poucos parlamentares se mobilizando para tentar frear o que está acontecendo no poder judiciário. Se eles não agirem rápido, o trator comunista vai passar por cima da gente e, depois do ponto de não retorno, você não consegue tomar atitudes efetivas contra o estado de exceção que será instaurado”, ressaltou o advogado em entrevista ao canal Fator Político BR. 

Jornal da Cidade Online

 

Para garantir governabilidade, Lula dará mais ministérios e emendas parlamentares ao Centrão

Segundo auxiliares, Lula está decidido a dar mais ministérios no governo a partidos do Centrão, mas não quer fazer mudanças sob pressão e deve garantir também mais emendas parlamentares

Auxiliares e aliados próximos de Lula preveem que a reforma ministerial que ampliará o espaço do Centrão no governo deve demorar mais um tempo para ser concretizada. Quem conversou com o presidente nos últimos dias afirma que ele já tomou a decisão de dar mais ministérios para o grupo, mas pretende esperar o processo ser “naturalizado” para efetivar as trocas.

Segundo petistas, Lula não quer fazer mudanças “sob pressão”. Além disso, o presidente avalia que a naturalização do processo ajudará a tornar as trocas ministeriais “menos traumáticas”. “Lula tem o tempo dele. Especialmente para demitir e nomear gente, ele vai até o último segundo”, ressaltou à coluna um influente ministro petista do governo.

Para ilustrar o “tempo de Lula”, auxiliares citam o exemplo recente da mudança no Ministério do Turismo. Mesmo decidido, Lula demorou quase um mês para trocar Daniela Carneiro por Celso Sabino. Com base nesse diagnóstico, alguns petistas e ministros já preveem que a entrada do PP e dos Republicanos no governo pode acabar ficando para setembro. Até agora, Lula sequer conversou com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), principal fiador da entrada das duas siglas no governo. A conversa só deve acontecer no início de agosto.

Coluna do Igor Gadelha – Metrópoles

Maranhão está entre os 16 governos estaduais ‘lulistas,’ que lideram criminalidade

Dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam um dado significativo: das 50 cidades mais violentas do Brasil, 34 estão concentradas em Estados governados por aliados do presidente Lula. Nos Estados sob gestão direta do PT estão 17 das cidades mais violentas. Aqueles controlados pelo PSB do ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança) a 2ª pior no ranking, somam 8 das 50 mais violentas. Estados sob controle do MDB totalizam 7 cidades de maior criminalidade.

São Paulo de fora

São Paulo, estado com maior número de registro de armas, não tem nenhuma cidade no ranking das 50 mais violentas.

O que eles fizeram

Governada pelo PT há 15 anos, a Bahia tem 11 das 20 cidades mais violentas. E ocupa as quatro primeiras posições do ranking tenebroso.

Amapá, presente

Estado com menos armas registradas e maior índice de mortes violentas, o Amapá tem duas cidades no ranking onde o crime reina absoluto.

Os 16 Estados Lulistas mais violentos

Os Estados mais violentos: Norte (AM, AP, MA, PA e RO), Nordeste (BA, CE, PB, PE, PI, RN e SE), Centro-Oeste (MT), Sul (RS e PR) e claro, RJ.

Coluna do Claudio Humberto

 

Auditoria do SUS constata fraudes por prefeituras do Maranhão e cobra a devolução de R$ 53 milhões

Ministério da Saúde fez pente-fino e enviou informações à CGU e à Polícia Federal; investigação foi ampliada levará gestores públicos a serem indiciados em inquéritos pela PF.

O Ministério da Saúde analisa dados de produção do SUS potencialmente exagerados ou discrepantes informados nos últimos anos por 467 municípios pelo país, cerca de 8% das 5,5 mil cidades no território brasileiro. A coluna começa publicar a partir desta quinta-feira (27/7) uma série de reportagens mostrando como números informados por prefeituras de Alagoas contrastam com a realidade dos sistemas de saúde pública locais. Diversas prefeituras registraram aumentos repentinos na produção.

No Maranhão, foi descoberto um esquema de falsificação de dados das prefeituras para aumentar artificialmente o teto de recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) que deputados e senadores podiam indicar. Com isso, prefeituras passaram, sob indicação do Congresso, a receber recursos milionários de que não precisavam.

Diante disso, o Ministério da Saúde elaborou uma lista de municípios cujos dados são suspeitos e analisa se a produção relatada ao SUS corresponde à realidade para encaminhar os achados aos órgãos competentes.

O AudSUS, órgão de auditoria interna do SUS, terminou de analisar os dados em prefeituras do Maranhão e pediu a restituição de R$ 53 milhões enviados indevidamente ao sistema de saúde dos municípios. Outras auditorias, em cidades cujo nome o ministério manteve sob sigilo, estão em andamento.

Em nota à coluna, o ministério informou que, “ao detectar números de produção excessivos ou discrepantes, encaminha os achados aos órgãos competentes para ações de auditoria e controle”. “Atualmente, estão sendo analisados dados de produção informados por 467 municípios de todo o país.”

“O Ministério da Saúde vem aprimorando as regras de negócio dos sistemas oficiais de informação, objetivando reduzir os riscos de registros de produção assistencial distorcidos ou irregulares”, acrescentou o órgão. “Foram desenvolvidos mecanismos para controlar a quantidade máxima de procedimentos por paciente, a cada período, e para impedir alterações nos dados. Essas medidas permitem um melhor acompanhamento das informações inseridas nos bancos de dados.”

Coluna do Guilherme Amado – Metrópoles

 

Justiça Federal condenou servidores do Ibama no Maranhão por corrupção, mediante denúncia do MPF

Eles foram acusados de liberar caminhão com volume de carga superior à prevista na documentação em troca de dinheiro como propina

O Ministério Público Federal (MPF) obteve a condenação por corrupção passiva dos servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Maranhão João Batista Figueiredo Mendes e Miguel Martins Ferreira. Eles foram condenados por receber propina para não fiscalizar caminhão que transportava quantidade irregular de madeira. O crime foi revelado pela Operação Ferro e Fogo, da Polícia Federal.

A Justiça Federal no Maranhão fixou para ambos pena de 2 anos e 8 meses de prisão em regime aberto, que foi convertida em prestação de serviços à comunidade, sendo uma hora de tarefa por dia de condenação. Eles também deverão pagar multa e mais três salários-mínimos, que serão destinados a ações sociais. O local da prestação dos serviços e as entidades que receberão o valor serão definidos posteriormente, pela Justiça.

Os réus eram lotados no Núcleo de Fiscalização do Ibama, em São Luís (MA), em agosto de 2014, quando solicitaram vantagem financeira indevida para liberar um caminhão que transportava carga de madeira em quantidade superior à contida no Documento de Origem Florestal (DOF). Em razão do valor recebido, os servidores deixaram de realizar a fiscalização e autuar o veículo, o que caracteriza o crime de corrupção passiva, previsto no artigo 317 do Código Penal.

Operação – As apurações tiveram início após notícias-crimes feitas por particulares e por autoridades do Ibama sobre a possível prática de atos de corrupção por alguns servidores da autarquia. A operação Ferro e Fogo, da Polícia Federal, utilizou escutas autorizadas judicialmente no veículo oficial utilizado pelos réus para se deslocarem até o interior do estado, com o objetivo de realizar fiscalizações de rotina. As gravações realizadas nos dias 22, 28 e 29 de agosto de 2014 revelaram a prática criminosa. “O teor dos diálogos revela ainda a habitualidade e trivialidade com que a conduta é tratada, indicando que em ocasiões pretéritas o recebimento de vantagens também ocorria, por vezes incorporado ao salário recebido do órgão público”, afirma a sentença. Testemunhas ouvidas no processo também confirmaram a prática de corrupção por servidores da autarquia federal. Uma delas apontou que fiscais abordavam madeireiros em operações de fiscalização exigindo dinheiro para evitar multas.

Caso os réus não cumpram o determinado na sentença, a pena poderá ser convertida em prisão. Processo número 1019774-25.2019.4.01.3700

 Assessoria de Comunicação

Ministério Público Federal no Maranhão