O ministro da propaganda de Lula: Um homem que lembra algo terrível na história da humanidade

A admiração de Lula por Adolf Hitler é antiga e de conhecimento público. Essa admiração foi registrada pela Folha de São Paulo em 1994.

“Em julho de 1979, quando era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista e articulava a criação do PT, Lula deu uma entrevista à revista Playboy, na qual citou os dois líderes como duas figuras políticas pelas quais ele nutria admiração, Adolf Hitler e Aiatolá Khomeini líder Islâmico. O então sindicalista elogiou a ‘disposição, força e dedicação’ de Hitler e afirmou: ‘O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer’.”

Lula, assim como Hitler tinha uma enorme preocupação com a comunicação, com construção de narrativas, e traz essa preocupação até os dias atuais. Repetidas vezes, Lula faz menção a como transformar mentiras em verdades, repetindo-as sistematicamente até que o povo assimile a mentira como verdade.

Paul Joseph Goebbels foi um político alemão e o Ministro da Propaganda na Alemanha Nazista de Adolf Hitler entre 1933 e 1945. Após a chegada ao poder dos nazistas em 1933, o Ministério da Propaganda de Goebbels rapidamente conseguiu o controle absoluto da imprensa, arte e informação na Alemanha.

Não diferente ocorreu no “terceiro Reich” de Lula da Silva. As verbas para a imprensa subiram consideravelmente, da mesma forma a liberação de verbas para a classe artística, através da Lei Rouanet. Estamos falando de bilhões de reais. O governo Lula também está formando milhares de multiplicadores para difundir sua ideologia e defesa do governo nas mídias sociais. Seria uma “estratégia goebbeliana” moderna.

A cooptação de grupos políticos, através de liberação de emendas do orçamento secreto (um mensalão legalizado dos tempos modernos), para aprovação legislativa ideológica da esquerda, é uma grande estratégia lulopetista que vem obtendo resultados importantes para o governo. Não necessariamente importantes para o povo. A junção da estratégia lulopetista e da estratégia goebbeliana tem surtido efeito para infelicidade do povo brasileiro. E com um enorme agravante: Lula possui vários “Joseph Goebbels”, repetindo mentiras até se tornarem verdades, espalhados em diferentes segmentos das artes, das mídias sociais e da imprensa.

Com o ataque cruel e desumano, perpetrado contra civis israelenses pelo grupo terrorista Hamas no último 7 de outubro, o que era latente, passou a ser manifesto. Mais de 1400 pessoas torturadas, estupradas, queimadas vivas, decapitadas, assassinadas, entre idosos, mulheres e crianças (e bebês). Além de mais de 200 pessoas sequestradas. As vítimas eram pessoas das mais diversas nacionalidades (41 países). Dentre os quais muitos brasileiros. Até agora 3 mortes confirmadas.

Ainda assim, nem Lula, nem o PT, consideram o Hamas um grupo terrorista. Ao contrário, condenam o direito legítimo de Israel defender o seu estado e seu povo. E fazem mais, exaltam a ação deste grupo terrorista como ‘direito de resistência’. Diversos jornalistas, apoiadores deste desgoverno, manifestam explicitamente seu apoio ao Hamas, escancarando um antissemitismo outrora latente.

A ação do ministro da propaganda de Lula, Paulo Pimenta, censurando e calando o jornalista Jorge Pontual (Globo News), por este ter afirmado o direito de Israel de se defender de terroristas e buscar liberar os mais de 200 sequestrados, guarda semelhança com às práticas de Joseph Goebbels, ao controlar a imprensa de forma tão explícita.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

 

Governo Lula reza na cartilha do MST e até presta contas

Em clara demonstração de submissão a uma organização que nem sequer tem CNPJ, todo o governo Lula (PT) foi mobilizado para produzir uma cartilha de mais de 160 páginas apontando o “caminho das pedras” para o MST, espécie de manual de instruções para que o movimento acusado de promover invasões criminosas de terras saiba onde e como pedir o que quiser. O “Caderno de Respostas do MST”, é obra dos ministros da Secretaria Geral e do Desenvolvimento Agrário.

CPI ignorada

A iniciativa é ainda mais espantosa considerando as graves revelações das investigações da CPI do MST, que investigou essa organização.

É ordem

Apesar de criado pelos ministros Mauro Macedo e Paulo Teixeira, o manual do MST é assinado por Lula e destinado a todos os ministérios.

Oficialmente

O manual do governo para o MST diz que o objetivo é “receber a pauta dos movimentos, sistematiza e entregar ao movimento solicitante”.

Minucioso

O documento contém centenas de pedidos, chamados de “pautas” e até áreas específicas, com “atualizações” acerca de cada item.

Coluna de Claudio Humberto

 

Com dinheiro fácil do povo, Lula quer gastar mais de R$ 300 mil com cortinas sofisticadas

O governo Lula destinou um orçamento de pouco mais de R$300 mil para a aquisição de cortinas destinadas ao Complexo da Presidência da República. Esse complexo inclui os palácios do Planalto e seus anexos, o Palácio da Alvorada, o Palácio do Jaburu (residência oficial da Vice-Presidência), bem como as salas de unidades administrativas em Brasília e a Granja do Torto.

O pedido de compra especifica que serão adquiridos 512 metros quadrados (m²) de persianas verticais, giratórias e retráteis, com lâminas de 90 milímetros (mm) de largura, feitas de tecido revestido com blackout. Além disso, está prevista a aquisição de 436 m² de “cortinas rolô em tela screen microperfurada, de acionamento manual e com possibilidade de serem equipadas com motor tubular de 43 mm”.

O pedido inclui também a compra de 20 motores elétricos, dez controles remotos universais e trilhos suíços para a instalação dos produtos. O governo justifica a compra de cortinas devido à “grande área envidraçada nas fachadas dos edifícios do Complexo da Presidência da República.” Certamente, mais um gasto irresponsável com o ‘dedo’ de Janja.

Jornal da Cidade Online

 

Pentacampeão Rivaldo entra na mira de Alexandre de Moraes por ter feito doação a campanha de Bolsonaro

Quando envolve o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro a perseguição parece não ter fim. Até um pentacampeão com a Seleção Brasileira em 2002 entrou na “mira” da Polícia Federal. Trata-se de Rivaldo, o camisa 10 do penta que foi eleito o melhor jogador do mundo em 1999 e foi um dos atletas que apoiaram a campanha de Jair Bolsonaro em 2022. Após a derrota do ex-presidente, ele comparou o resultado da eleição à derrota do Brasil na Copa de 1998.

O motivo da PF estar apurando a conduta de Rivaldo é uma investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre uma suposta milícia digital que atuaria de maneira coordenada com o intuito de minar as “instituições democráticas” no Brasil. Esse inquérito é sigiloso e poucas informações estão disponíveis sobre o que foi descoberto até o momento. Alguns dos acusados identificados tiveram prisão preventiva decretada, enquanto outros fugiram do país para evitar a prisão.

Entre os acusados está o cantor gospel Salomão Vieira, cuja prisão foi decretada justamente por Alexandre de Moraes. Ele é apontado como um dos organizadores dos atos de 8 de janeiro e fugiu do país logo após os protestos.

Segundo informações de um integrante das “milícias digitais” ouvido pela Polícia Federal, Rivaldo teria contribuído com 50 mil reais para a causa de Salomão Vieira. No entanto, até que se prove o contrário, essa doação não constitui crime, pois não foi feita com a intenção de financiar os ataques e a depredação de prédios públicos. A assessoria de imprensa de Rivaldo negou qualquer envolvimento em atividades ilegais ou financiamento de ataques.

Rivaldo confirmou que fez duas doações em novembro do ano passado a pedido de Salomão Vieira, mas os valores não ultrapassaram 2 mil reais e foram destinados à compra de mantimentos para pessoas carentes da igreja.

A Polícia Federal agora está investigando todos os detalhes desse caso. Pelo visto, é mais uma estratégia para tentar manchar a imagem de Bolsonaro.

Sebastião Teodoro. Jornalista

 

PT usa R$86 mil do fundo partidário no pagamento de aluguel da mansão de Lula em SP

O fundo partidário é abastecido com recursos públicos, ou seja, dinheiro do pagador de impostos

Mesmo com toda estrutura da Presidência da República, o presidente Lula contou com uma mamata extra de R$86 mil do fundo partidário. O PT usou o recurso para pagar o aluguel de uma residência, verdadeira mansão, para o petista em São Paulo. O fundo partidário é abastecido com recursos públicos, ou seja, dinheiro do pagador de impostos.

A grana destinada ao custeio do luxo de Lula foi paga em oito parcelas, uma de R$3,8 mil (janeiro), outra de R$15,4 mil (fevereiro), R$18,7 mil em abril, R$9,5 em maio e novamente R$9,5 mil em setembro. Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o PT deve prestar contas, o partido classificou o gasto como “despesas gerais ordinárias” e explicou que se tratava do aluguel para residência de Lula em São Paulo.

Diário do Poder

Senador Izalci Lucas aponta os principais erros da Reforma Tributária

Prometer e não cumprir parece ser uma marca registrada do governo Lula, e não seria diferente com a reforma tributária, aprovada na CCJ do Senado e que agora segue para votação no plenário.

Em entrevista à jornalista Berenice Leite, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) fez duras críticas à proposta:

“Não tem simplificação nenhuma, pelo contrário. Nos próximos dez anos, além da complicação atual, teremos mais cinco impostos para cuidar. 

Aprovamos os projetos de cadastro único, nota eletrônica, o governo vetou. 

O governo tem um discurso bonito, mas na prática veta coisas fundamentais. 

Foi prometido que não haveria aumento da carga tributária e estamos vendo a área de serviços, a mais atingida, ter aumentos muito grandes, quem vai pagar essa conta é o contribuinte”, lamentou. 

Jornal da Cidade Online

 

Candidato à presidência da Argentina, Javier Milei chama Lula de ‘comunista’ e ‘corrupto’

O candidato à presidência da Argentina volta a reiterar, que se eleito não se encontrará com o Lula e isso preocupa o embaixador da Argentina no Brasil

O candidato à presidência da Argentina, Javier Milei criticou novamente o presidente Lula, e afirmou que caso seja eleito não irá se encontrar com o líder do país. Em respostas às falas do argentino, o embaixador do país latino no Brasil, Daniel Scioli, disse que não há méritos nas falas do candidato, que podem afetar a relação entre os países.

Javier classificou o presidente petista como “comunista” e “corrupto”, repetindo discurso feito em outras oportunidades. Em entrevista, o candidato de extrema direita voltou a reiterar que caso seja eleito chefe de estado não se encontrar com o Lula e que irá manter contato apenas com aliados do “mundo livre”, citando Estados Unidos e Israel, mas que não irá impedir transações com nenhum país desde que sigam as leis do livre mercado.

“Eles poderão fazer transações comerciais com quem quiserem”, disse Milei. “Vão ter que competir comigo. Vão ter que ganhar o pão com o suor do trabalho. Vão ter que servir seus vizinhos com produtos de melhor qualidade e melhor preço, ou irão à falência. Isso é capitalismo. É disso que se trata”, completou o candidato de extrema-direita.

O incômodo do Embaixador 

O embaixador Daniel Scioli não está contente com as falas de Milei, que questionou as razões do candidato de ser contra o Lula e classificou como “absurdo” chamar o presidente brasileiro de corrupto.

Scioli acredita que a Argentina deve ter uma boa relação  com o Brasil e ressalta a importância do mercado brasileiro para a indústria argentina e relembrou o acordo de fornecimento de gás da Argentina para o Brasil. “Fechamos com o Brasil um acordo estratégico em que vamos exportar o excedente de gás natural ao Brasil, o que significa um círculo virtuoso para trazer mais dólares para expandir a indústria”, disse Scioli.

Além das críticas ao Brasil, o embaixador argentino lembrou das duras palavras de Milei a China, um dos países parceiros comerciais do país e que isso prejudicaria a entrada da Argentina no Banco do BRICS. “Brasil e China são os dois principais sócios comerciais da Argentina, especialmente para o complexo agro industrial. Quando ele se coloca contra a entrada da Argentina nos Brics, sabemos o que isso pode significar em termos práticos […] isso prejudica a entrada da do país no Banco dos Brics”. O país iniciou processo para se tornar membro da entidade em outubro deste ano. 

Jornal da Cidade Online

O texto de Flavio Dino com indiretas a Israel, cheio de afirmações arrogantes e pernósticas

Flavio Dino, o poderoso ministro da Justiça de Lula, escreveu um “textão” no “X” com indiretas a Israel, cheio de afirmações arrogantes e pernósticas, em tom professoral, em uma hiper-mega-ultra-valorização afetada de um assunto que foi resolvido a contento justamente pela ajuda israelense ao Brasil. O faniquito do Dino deixa claro que o governo brasileiro está tão perdido nessa questão, mas tão perdido, que resolve atacar todos os que apresentam soluções e fatos que ele não conhece, e daí, por medo do desconhecido, pela insegurança advinda do risco de ser descortinada a própria incompetência, fica contra qualquer um que apareça no seu caminho.

Que vergonha que sinto disso!

Que vexame que o Brasil está passando! Se eu tivesse algum poder, pediria desculpas ao povo de Israel pelo que as incompetentes autoridades do Brasil estão nos fazendo passar (nós, como brasileiros). Dino parece aquele pré-adolescente malcriado pelos pais flagrado fazendo algo muito errado, e daí na hora em que é exposto resolve gritar e dar “piti”, e acusar os outros ao seu lado de terem feito algo errado também, porque tem medo de se ferrar sozinho por causa da bobagem que fez.

De novo: que vergonha, que vexame.

Abaixo, o texto de Flavio Dino:

“1.O Brasil é um país soberano. A cooperação jurídica e policial existe de modo amplo, com países de diferentes matizes ideológicos, tendo por base os acordos internacionais.

2.Nenhuma força estrangeira manda na Polícia Federal do Brasil. E nenhum representante de governo estrangeiro pode pretender antecipar resultado de investigação conduzida pela Polícia Federal, ainda em andamento;

3.Quem faz análise da plausibilidade de indícios que constam de relatórios internacionais são os delegados da Polícia Federal, que submetem pedidos ao nosso Poder Judiciário;

4.Os mandados cumpridos ontem, sobre possível caso de terrorismo, derivaram de decisões do Poder Judiciário do Brasil. Se indícios existem, é DEVER da Polícia Federal investigar, para CONFIRMAR OU NÃO as hipóteses investigativas;

5.A conduta da Polícia Federal decorre exclusivamente das leis brasileiras, e nada tem a ver com conflitos internacionais. Não cabe à Polícia Federal analisar temas de política externa;

6.As investigações da Polícia Federal começaram ANTES da deflagração das tragédias em curso na cena internacional;

7.Apreciamos a cooperação internacional cabível, mas repelimos que qualquer autoridade estrangeira cogite dirigir os órgãos policiais brasileiros, ou usar investigações que nos cabem para fins de propaganda de seus interesses políticos;

8.Quando legalmente oportuno, a Polícia Federal apresentará ao Poder Judiciário do Brasil os resultados da investigação técnica, isenta e com apoio em provas analisadas EXCLUSIVAMENTE pelas autoridades brasileiras.”

Guillermo Federico Piacesi Ramos

Advogado e escritor. Autor dos livros “Escritos conservadores” (Ed. Fontenele, 2020) e “O despertar do Brasil Conservador” (Ed. Fontenele, 2021).

 

 

 

Presidente do PL dá recado a Alexandre de Moraes: Perseguição a Bolsonaro “vai custar caro um dia”

Valdemar Costa Neto, presidente do PL, soltou o verbo em entrevista à Revista Veja. Ele claramente mandou um recado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, dizendo, sem citar nomes, que “um dia custará caro para eles” ter mandado a Polícia Federal entrar na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao comentar a delação de Mauro Cid e do caso da suposta fraude do cartão de vacinas, Valdemar afirmou:

“(Forjar o cartão) Tá errado. Agora, mandar entrar na casa do Bolsonaro, ex-presidente da República… Eles têm cometido várias irregularidades no Poder Judiciário. Isso vai custar caro para eles um dia”, disse Costa Neto.

Além disso, Valdemar Costa Neto cravou o retorno de Bolsonaro ao Planalto. Para ele, com mais três anos até a próxima eleição, a dupla inelegibilidade imposta pelo TSE será derrubada no Supremo. Valdemar citou que o STF tirou Lula da eleição vencida por Bolsonaro, em 2018, e depois mudou de entendimento para devolver o petista à política.

“O Bolsonaro é um homem honesto. E eles deixaram o Bolsonaro inelegível sem ter um processo, só porque ele falou com os embaixadores que era contra o sistema de votação atual. Aí deixaram ele inelegível. Isso ainda pode mudar, porque nós temos mais três anos até a eleição. Vamos recorrer para o Supremo e o Supremo pode mudar”, diz Costa Neto.

Além das previsões de Valdemar é importante ressaltar que o uma possível “arguição de ilegitimidade” do último julgamento que tornou Bolsonaro inelegível deve ser competência do próximo presidente do TSE…

E quem será esse próximo presidente? Nunes Marques!

Além disso, há meses deputados estão trabalhando em um projeto de lei que pode anular julgamentos e decisões do TSE e manter os direitos políticos de Bolsonaro. O Brasil está prestes a ver a maior reviravolta política da história, afirmou Valdemar Costa Neto.

Jornal da Cidade Online

OAB se posiciona sobre Alexandre de Moraes negar direito de advogado

A declaração veio após o ministro do STF, Alexandre de Moraes, recusar uma sustentação oral solicitada por um defensor público federal em sessão na Corte

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, afirmou que vai continuar “perseverando” no diálogo com o Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Corte “obedeça às leis e à Constituição e honre os privilégios da advocacia”. A declaração desta quinta-feira (9) ocorre após o ministro do STF, Alexandre de Moraes, recusar uma sustentação oral solicitada por um defensor público federal durante um julgamento na 1ª Turma da Corte na última terça-feira (7). Moraes justificou que o painel já decidiu que não há argumentação em casos de agravos e que “o regimento interno do Supremo tinha poder de lei, prevalecendo sobre a norma geral”.

Na nota divulgada pela OAB, Simonetti afirma que o STF tem negligenciado argumentações orais presenciais nos casos previstos em lei e que restringir tais privilégios “significa diminuir os direitos individuais”. Apesar de manter a defesa do diálogo, o presidente da OAB intensificou a retórica. Simonetti afirmou que a defesa do Judiciário não significa “o fortalecimento dos tribunais para ignorar as leis ou colocar suas normas internas acima da legislação”.

Veja a nota completa abaixo:

“A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), maior entidade civil do país, manifesta preocupação com a flexibilização ou supressão do direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do não reconhecimento da prerrogativa da advocacia de proferir sustentações orais de forma presencial, durante as sessões, nas hipóteses previstas em lei.

Protagonista da defesa do Estado Democrático de Direito, a Ordem defende as instituições republicanas, a independência da magistratura e as prerrogativas da advocacia, cujos beneficiários finais são as cidadãs e os cidadãos. Coibir tais prerrogativas significa apequenar os direitos individuais.

Nossa defesa intransigente do Judiciário e do sistema eleitoral, feita para preservar os avanços democráticos, não significa o empoderamento dos tribunais para ignorarem as leis ou colocarem suas normas internas acima da legislação, que é discutida e aprovada pelo Legislativo, com a participação dos representantes do povo, e sancionada pelo Executivo.

A sustentação oral está inserida no direito de defesa, que é uma garantia constitucional e, portanto, não se submete a regimentos internos, mesmo o do STF. Tais regimentos regulamentam o funcionamento dos tribunais e não podem corrigir ou suprimir direitos constitucionais regulamentados por leis federais. A negativa de proferimento de sustentações orais previstas em lei representa violação da lei processual e da Constituição.

A Ordem dos Advogados do Brasil segue convicta de que as hipóteses legais de sustentação oral em processos judiciais perante os tribunais, inclusive os tribunais superiores e o STF, compõem o estatuto constitucional do direito de defesa, como já reconheceu o próprio Supremo em julgamentos que fixaram precedentes, e não podem ser abolidas nem restringidas por normas regimentais de quaisquer tribunais.

A OAB seguirá insistindo, como faz há vários meses, no diálogo com o STF para que o tribunal cumpra as leis e a Constituição, bem como respeite as prerrogativas da advocacia.”

Diário do Poder