Interferência de Lula dá prejuízo bilionário para a Companhia Vale em valor de mercado

A insistência do governo federal em emplacar o nome do ex-ministro Guido Mantega na presidência da Vale, além do mal-estar entre investidores e gestores de recursos, já causou um prejuízo bilionário para a empresa, em valor de mercado. A companhia já perdeu R$ 39,3 bilhões em valor de mercado apenas neste primeiro mês de 2024.

Na quinta-feira (25), as ações da Vale na Bolsa de Valores do Brasil (B3) encerraram o pregão em baixa de 2,2%. Desde o início do ano, os papéis da empresa desabaram 11,3%, reduzindo o valor de mercado da companhia para R$ 309,1 bilhões. Além da intenção do governo de conduzir Mantega a uma posição de destaque na Vale, a empresa sofre com um momento de baixa no preço do minério de ferro, por causa da demanda incerta da China.

Desde que o nome do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega começou a ser especulado como possível novo integrante do Conselho de Administração da Vale – ou até mesmo ocupando a presidência da empresa –, a desvalorização dos papéis da companhia se intensificou. Desde o dia 15 de janeiro de 2024, o valor de mercado da Vale caiu R$ 14,4 bilhões. Houve uma leve recuperação entre os dias 22 e 24, mas nada de substancial.

Jornal da Cidade Online

 

A “promessa” de Lewandowski é dar continuidade ao trabalho criticado de Flavio Dino no MJ

Ricardo Lewandowski, recém-nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública, prometeu na terça-feira (23) focar nos problemas da segurança pública. Ele afirmou que dará continuidade ao trabalho de seu antecessor, Flávio Dino, no cargo. Em seu primeiro pronunciamento após ser nomeado por Lula da Silva (PT), na segunda (22), o magistrado aposentado destacou que a insegurança é um desafio significativo. – Temos o desafio, que é uma preocupação do cidadão comum hoje, com a segurança. A insegurança, a criminalidade, o crime organizado, que afetam não apenas as classes mais abastadas, afetam também o cidadão mais simples, o cidadão comum, o trabalhador – disse Lewandowski.

E acrescentou:

– Haveremos de dar especial procedência para essa questão porque que é uma questão importante e que de certa maneira trava a convivência social pacifica e o próprio desenvolvimento harmônico do país. Lewandowski e Dino estiveram juntos na terça-feira em uma reunião que o ministério chamou de transição. No encontro, o novo chefe do Ministério da Justiça elogiou a condução da pasta por Dino, que assumirá uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), e disse que dará continuidade ao seu trabalho.

– Não é bem transição, é uma continuidade. O governo é o mesmo – disse Lewandowski.

E finalizou:

– Vamos imprimir uma continuidade ao excelente trabalho desenvolvido pelo ministro Flávio Dino e sua equipe. Claro que poderá haver pequenas ajustes, mas continuaremos esse trabalho e estamos muito honrados de poder fazê-lo.

A posse de Dino no STF está prevista para 22 de fevereiro. Antes disso, ele deve reassumir brevemente o mandato de senador, para o qual foi eleito em 2022.

Jornal da Cidade Online

 

O cabide de emprego da EBC recompensará o L de Cissa Guimarães e equipe com quase R$ 10 milhões

Entre todos os artistas que participaram do infame vídeo de Lula, durante a campanha eleitoral, a atriz Cissa Guimarães era a mais empolgada. A recompensa chegou. Ela agora vai apresentar um programa na estatal EBC e ganhar R$ 70 mil por mês. Ela vai apresentar o programa Sem Censura, que ganhou notoriedade por muitos com a apresentação da jornalista Lega Nagle, pela seriedade nos debates e transparência. O Sem Censura de agora é visto como deboche à perseguição que domina o país, mas o que realmente acontece é garantir subsistência para muita gente que perdeu espaço nos grandes veículos de comunicação e agora cobram fatura do Lula, por gerem feito o L

Mas o deboche completo inclui ainda o maquiador da atriz. O maquiador de Cissa receberá salário mensal de R$ 16 mil. Pelos 12 meses de produção, o profissional, que também vai atuar como cabeleireiro, vai receber R$ 192 mil. O programa reestreia no dia 26 de fevereiro. Além de Cissa e seu maquiador, integram a equipe um figurinista, com salário de R$ 26 mil mensais; um assistente de figurino, com salário de R$ 12 mil; e uma camareira, com salário de R$ 8 mil.

Por fim, para produzir o programa, que vai ao ar na TV Brasil desde 1985, a EBC contratou, também sem licitação, a produtora A Fábrica. O valor do contrato foi de R$ 5 milhões, montante referente a serviços de conteúdo (R$ 956 mil), criação (R$ 679 mil), apresentação (R$ 1,5 milhão), direção artística (R$ 720 mil), taxas e imposto do projeto (R$ 1 milhão).

A farra aumenta.

Jornal da Cidade Online

 

Empresários querem reduzir valor do ticket, retirar plano de saúde e congelar salários dos rodoviários. Greve à vista

Os rodoviários do transporte coletivo da Região Metropolitana de São Luís, podem decidir por uma greve a partir da próxima semana por um período indeterminado. O presidente do sindicato da categoria, Marcelo Brito registra que a causa do movimento paredista é decorrente dos empresários mais uma vez, sob o argumento já bastante conhecido argumento, de que estão enfrentando prejuízos e que não podem honrar com direitos trabalhistas e assim descumprir conquistas adquiridas através de lutas por direitos dos rodoviários.

De acordo com líder sindical, desde novembro do ano passado foi encaminhado aos empresários uma proposta para acordo salarial dentro do período da data base. Eles a princípio ignoraram, mas agora resolveram se manifestar aos rodoviários, destacando uma contraproposta, sempre no contexto bastante conhecido de dificuldades financeiras e que operam no vermelho, mesmo com o subsídio de alguns milhões de reais repassados pela Prefeitura de São Luís, com vistas a melhoria dos serviços, que continuam altamente deficientes.

                Querem diminuir valor do ticket, retirar o plano de saúde congelar salários

Marcelo Brito, o dirigente sindical dos rodoviários, entende que os empresários chegaram ao extremo do desrespeito, proporcionando a que a categoria, não encontrem outra alternativa, a não ser decretação de imediato de uma greve por tempo indeterminado, levando a que o carnaval não tenha transporte coletivo, por culpa exclusiva dos empresários, que dão ampla demonstração de que realmente é que mandam e manipulam o Serviço de Transporte Coletivo de São Luís. Lamentável sob todos os aspectos, os mais prejudicados, são os trabalhadores e os comerciantes, com observação aos estudantes e o considerável número de pessoas que destinam a postos de saúde, entre eles, idosos e deficientes, afirmou Marcelo Brito.

A Assembleia Geral dos Rodoviários está marcada para a próxima terça-feira (30), às 9 horas, e ela poderá decidir por uma greve imediata por tempo indeterminado.

Fonte: AFD

 

Lula ousa interferir na empresa Vale para fazer presidente, o “experiente” Guido Mantega

É inacreditável a ousadia e a petulância desse desgoverno comandado por Lula. Sabe-se lá com que intenções, mas certamente as piores possíveis, o governo intensificou esforços para indicar nada menos do que o experiente em negócios ilícitos e ex-ministro Guido Mantega para a presidência de uma empresa privada como a Vale. Quem pressiona pelo governo é o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Ele entrou em contato com conselheiros da Vale nesta quarta-feira, 24 de janeiro, pedindo que o comitê de acionistas escolha o indicado do ex-presidente para liderar a companhia na reunião da próxima terça-feira, 30.

Diz o Estadão:

“O ministro foi claro. Lula não quer um assento para Mantega no conselho (são 13 vagas), mas o principal cargo executivo, cuja remuneração anual, aliás, é de cerca de R$ 60 milhões”.

E acrescenta o jornal:

“O governo tem à disposição instrumentos para ‘apertar a Vale’, caso considere ser necessário. Conselheiros citam, por exemplo, direitos minerais e de concessão de ferrovias”.

Auxiliares do presidente e sócios privados elaboraram um plano em que Mantega ocuparia uma cadeira no conselho de administração da Vale, mantendo o atual presidente Eduardo Bartolomeo no cargo por um período de mais um ano. Esse plano não interessa a Lula, segundo o Estadão. Sem dúvida, uma intromissão absurda e sem precedentes.

Jornal da Cidade Online

 

Salários, penduricalhos e regalias fazem do judiciário brasileiro 3 vezes mais caro do que a média global

Salários, penduricalhos e regalias tornam o judiciário brasileiro o mais caro entre os 53 países analisados pelo Tesouro Nacional, aponta relatório divulgado nesta quinta-feira (25). O poder consome 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB). A média dos países em desenvolvimento é de 0,5% do PIB, já os países desenvolvidos destinam apenas 0,3% para financiar o judiciário.

O relatório aponta que, em 2022, o gasto com a Justiça foi de R$159 bilhões. Salários e despesas obrigatórias consumiram R$109 bilhões do montante. O valor destinado a investimentos foi de apenas R$2,9 bilhões.

A Costa Rica segue o Brasil no ranking da gastança, 1,54% do PIB. El Salvador aparece na sequência, pouco mais de 1,2%. Na outra ponta, com o judiciário mais econômico, está a França, com a Justiça custando pouco mais de 0,2% do PIB.

Diário do Poder

 

STJ concede liminares para cultivo doméstico de cannabis (maconha) com fins medicinais

Cultivar a cannabis para fins medicinais não é crime, uma vez que não há regulamentação a respeito na Lei das Drogas. Com esse entendimento, o vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Og Fernandes, no exercício da presidência, deferiu liminares para assegurar que duas pessoas com comprovada necessidade médica possam cultivar em suas casas plantas de Cannabis sativa sem o risco de qualquer sanção criminal por parte das autoridades.

Acórdãos já permitiram que pessoas com determinados problemas de saúde pudessem realizar o cultivo. Nos recursos em Habeas Corpus submetidos ao STJ, as duas pessoas contaram que possuem problemas de saúde passíveis de tratamento com substâncias extraídas da Cannabis, como transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, dor crônica e distúrbios de atenção. Além de juntar aos processos laudos médicos que comprovam as condições de saúde relatadas, eles apresentaram autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a importação excepcional de produtos medicinais derivados da Cannabis.

Apesar dessa autorização, um dos pacientes alegou que o custo do tratamento seria elevado e incompatível com sua renda, razão pela qual entrou na Justiça para obter o habeas corpus preventivo e poder cultivar a planta sem sofrer consequências penais. Já o segundo recorrente sustentou que, apesar de possuir a autorização da Anvisa para a importação, utiliza apenas produtos de seu próprio cultivo, pois alguns outros tratamentos prescritos, tais como as flores in natura, não estão disponíveis no mercado nacional ou internacional.

Inicialmente, todos os pedidos foram rejeitados nos tribunais estaduais. O Tribunal de Justiça de São Paulo e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que julgaram os casos, entenderam que a autorização de plantio e cultivo dependeria de análise técnica cuja competência não caberia à Justiça, mas sim à Anvisa. Segundo o ministro Og Fernandes, os interessados apresentaram documentos que comprovam as suas necessidades de saúde, tais como receitas médicas, autorizações para importação e evidências de que os tratamentos médicos tradicionais não obtiveram êxito semelhante aos resultados obtidos com o uso do óleo canabidiol.

Og Fernandes também destacou que, de acordo com os precedentes do STJ, a conduta de cultivar a planta para fins medicinais não é considerada crime, em virtude da falta da regulamentação prevista no artigo 2º, parágrafo único, da Lei 11.343/2006 (Lei de Drogas). Com essa interpretação, apontou, diversos acórdãos já concederam salvo-conduto para permitir que pessoas com determinados problemas de saúde pudessem realizar o cultivo e a manipulação da Cannabis. Como consequência, o ministro reconheceu a viabilidade jurídica dos pedidos e julgou ser mais prudente proteger o direito à saúde dos envolvidos até o julgamento de mérito dos recursos ordinários pelas turmas competentes no STJ.

Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

 

João Pedro Stédile ameaça: ‘Em 2024, invasões de terras devem aumentar’

Declarações de Stedile complicam relação com o aliado Lula

Uma das principais lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile prevê aumento no número de invasões a propriedades privadas em 2024. Stedile e o MST tem elos com o PT, partido do presidente Lula. Stedile, inclusive, foi um dos membros da comitiva de Lula na primeira viagem internacional do terceiro mandato do petista. O tour pela China enfureceu a oposição, que levou o assunto para a CPI do MST.

Se o governo não toma a iniciativa, a crise capitalista continua se aprofundando. O ser humano não é igual ao sapo, que o boi pisa e ele morre sem dizer nada. Vai haver muito mais luta social”, declarou o sem-terra ao jornal Folha de São Paulo.

Esta não é a primeira vez que Stedile complica o companheiro petista. No fim de dezembro do ano passado, ao fazer um balanço anual dos invasores, Stedile chegou a dizer que o MST “teve o pior ano de todos”.

Diário do Poder

Oposição pede a Barroso isenção do STF e a saída de Alexandre de Moraes do caso 8 de janeiro

Ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão também esteve na reunião

Após deixar a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (24), o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que pediu ao presidente do STF, Roberto Barroso, a saída do ministro Alexandre de Moraes dos inquéritos que investigam o 8 de janeiro.  Acompanharam o líder da oposição no Senado, durante a audiência, os senadores Márcio Bittar (União-AC), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Izalci Lucas (PSDB-DF). Eles pediram ao tribunal que demostra sua imparcialidade afastando Moraes.

Marinho disse que na conversa com Barroso abordou o “tom político” de Moraes sobre os casos e que incluiu na pauta de discussões a busca e apreensão feita contra o líder da oposição na Câmara, Carlos Jordy (PL-RJ).

“A busca e apreensão que foi feita não foi contra o deputado Carlos Jordy. Foi contra a Câmara Federal. Nós esperamos que isso não seja um padrão e nem haja banalização dessa situação. Nós não acreditamos que ninguém está acima da lei. O que nós estamos discutindo é a forma. a Constituição precisa ser cumprida”, afirmou. 

Ao questionar a imparcialidade do Ministro Alexandre de Moraes, Marinho recorreu às declarações recentes dadas à uma emissora de TV, em que o ministro disse que havia uma ameaça de matá-lo ‘em praça pública’. “Nós achamos que ele deveria abrir mão de conduzir o processo para que no futuro não haja nulidade”, completou

Os inquéritos de ofício, chamados de ‘infinitos’, como o inquérito das ‘fake news‘ e ‘atos antidemocráticos’, também foram abordados. “Vivemos uma situação de excepcionalidade. Não há sentido nessa perpetuação de um inquérito que não termina nunca”, ponderou o líder da oposição no Senado. Ainda de acordo com a declaração, a preocupação agora é voltar à normalidade política para que “a própria política resolva a situação do país”. 

Marinho disse ainda que há uma ‘hipertrofia’ do judiciário sobre o legislativo e disse que Barroso se comprometeu em levar o pleito dos parlamentares aos demais ministros. O Senador ainda disse que a fala de Moraes sobre negar anistia aos presos do 8 de janeiro é ‘política’ e descontextualizada. “Vamos lembrar que Dilma Rousseff foi anistiada, José Genoino foi anistiado, Brizola, Arrais e Prestes voltaram ao Brasil em uma reconciliação nacional”. 

Diário do Poder

Inmet faz previsão do tempo de 22 de janeiro a 7 de fevereiro para todo o país

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) concluiu, nesta segunda-feira (22), a previsão do tempo para as próximas duas semanas. Na primeira, entre os dias 22 e 29 de janeiro, a semana poderá apresentar grandes volumes de chuva, que poderão ultrapassar 90 milímetros (mm) – tons em vermelho e rosa no mapa, em áreas das regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e no Nordeste do País, associado a um canal de umidade  O Inmet destaca que está monitorando a situação e reforça a importância do acompanhamento diário das atualizações de previsão do tempo e emissão dos avisos meteorológicos especiais no nosso portal https://alertas2.inmet.gov.br/

Previsão para a 1ª semana (22/01/2024 a 29/01/2024):

Região Norte: são previstas pancadas de chuvas durante a semana, com valores maiores que 50 mm em praticamente toda a região, mas principalmente no Pará, Amapá, Rondônia e Tocantins, que podem vir acompanhadas de raios, rajadas de ventos e trovoadas. No Acre, Amazonas e Rondônia, não se descartam pancadas de chuvas isoladas com menores acumulados. Já em Roraima, está prevista pouca chuva (tons em azul e branco no mapa).

Região Nordeste: a previsão é de chuva expressiva no decorrer da semana que deve atingir, principalmente áreas dos estados da Bahia e Piauí com volumes superiores a 100 mm e que podem vir acompanhadas de raios, rajadas de ventos e trovoadas. Além disso, áreas do Maranhão, Ceará e do sertão dos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe podem superar os 70 mm.

Não se descartam chuvas isoladas no nordeste da região. Essas chuvas estão associadas à influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e do canal de umidade. Para mais detalhes, basta acessar a notícia publicada no portal do Inmet clicando AQUI.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste: são previstas chuvas intensas, com volumes maiores que 80 mm, que podem vir acompanhadas de raios, rajadas de ventos e trovoadas, principalmente no norte dos estados do Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, além do leste de São Paulo. Nas demais áreas, há previsão de chuvas com menores acumulados podendo superar os 50 mm.

Região Sul: estão previstas pancadas de chuva, devido a convergência de umidade que favorecerá instabilidades no decorrer da semana em áreas do leste do Paraná e Santa Catarina, podendo superar os 50 mm. No interior da região, há previsão de menores acumulados de chuva.

Na segunda semana, entre os dias 30 de janeiro e 7 de fevereiro de 2024, a semana poderá apresentar volumes de chuva maiores que 60 mm em grande parte do País, mas principalmente em áreas da Região Norte e leste do Brasil. Em áreas das Regiões Norte e Nordeste, além do extremo sul, há previsão de pouca chuva.

Previsão para a 2ª semana (30/01/2024 a 07/02/2024):

Região Norte: são previstos volumes maiores que 50 mm no centro-sul do Pará e do Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e Tocantins. Em Roraima, norte do Amazonas e do Pará, há previsão de pouca chuva.

Região Nordeste: na faixa norte, extremo sul e leste da região, a previsão é de chuvas em forma de pancadas que podem superar os 50 mm, principalmente no Maranhão, Piauí e sul da Bahia. No interior da região, são previstos menores acumulados de chuvas.

Regiões Centro-Oeste e Sudeste: há previsão de pancadas de chuvas localmente fortes em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, centro-sul de Goiás e sul do Mato Grosso do Sul que devem ultrapassar 80 mm. Nas demais áreas, são previstos menores acumulados de chuvas.

Região Sul: a previsão é de acumulados de chuvas maiores que 60 mm no centro-norte da Região. Com previsão de menores acumulados no centro-sul do Rio Grande do Sul.

Jornal do Agro Online