Dengue: pesquisadores da Fiocruz criam isca capaz de capturar quase o dobro de ovos dos aedes aegypti

Novidade se destaca em comparação aos métodos convencionais de captura. Pesquisadores da Fiocruz Pernambuco desenvolveram uma isca capaz de capturar quase o dobro de ovos de mosquitos em relação aos métodos convencionais utilizados. A isca foi desenvolvida em parceria com a Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos. A nova tecnologia, que combina uma isca feita de extrato larval com o larvicida biológico Bacillus thuringiensis israelensis (Bti), conforme a Fiocruz, mostrou ser eficaz contra mosquitos como o Aedes aegypti e o Culex quinquefasciatus – que são transmissores de doenças como dengue, zika e filariose. A equipe responsável pela inovação aprimorou a armadilha Double BR-OVT, que já é empregada no controle de mosquitos, e foi desenvolvida, avaliada e patenteada pela instituição. 

O diferencial da nova tecnologia está na inclusão do extrato larval de Aedes aegypti, produzido a partir de larvas em estágio avançado, que são maceradas, filtradas e transformadas em isca líquida ou liofilizada. Para garantir que a armadilha não se torne um criadouro, o larvicida biológico Bti foi misturado à fórmula. Segundo a Fiocruz, os testes realizados no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife, comprovaram a eficácia da isca. As armadilhas com a inovação capturaram cerca de 70% dos ovos de mosquitos, enquanto as armadilhas tradicionais registraram menos da metade desse percentual.

Conforme a instituição, o uso em excesso de inseticidas químicos tem influenciado a resistência dos mosquitos e gerado impactos negativos ao meio ambiente. Com isso, a nova armadilha aprimorada oferece uma solução ecológica ao atrair e eliminar ovos antes que os mosquitos completem o ciclo de vida, o que interrompe a transmissão de doenças de forma mais ambientalmente segura. Porém, a produção do extrato larval em larga escala possui desafios logísticos. Seria preciso, por exemplo, a criação de biofábricas especializadas para atender a uma demanda maior. No entanto, os pesquisadores trabalham em estratégias para deixar o processo mais simples.

Com informações da Fiocruz, Bianca Mingote.

 

Alexandre de Moraes perde força no STF e ministros vão contestar julgamento de Bolsonaro pela 1ª Turma

Uma informação acaba de vazar. Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão insatisfeitos com a decisão de Alexandre de Moraes de levar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro à 1ª Turma da Corte. Para eles, um caso de tamanha relevância deveria ser analisado pelo plenário do STF, que reúne todos os ministros, seguindo o mesmo critério adotado para os réus do 8 de janeiro.

Segundo a Folha de São Paulo, há um entendimento entre os magistrados de que um julgamento no plenário daria mais legitimidade ao veredicto, evitando questionamentos sobre a imparcialidade do processo. O principal argumento é que a composição da 1ª Turma — formada por Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux — levanta suspeitas, já que quatro dos cinco ministros foram indicados pelo presidente Lula.

Nos bastidores, acredita-se que Alexandre de Moraes quer evitar levar o caso ao plenário para impedir debates e divergências mais amplas. A presença dos ministros indicados por Bolsonaro, André Mendonça e Kassio Nunes Marques, poderá gerar resistência e exposições públicas de discordâncias dentro da Corte, inclusive vícios que estão dentro do processo, contrários aos princípios emanados da Constituição.

Os julgamentos dos réus do 8 de janeiro, conduzidos pelo plenário, foram marcados por discussões acaloradas. No caso de Aécio Lúcio Costa Pereira, primeiro condenado pelos atos de vandalismo, Moraes sugeriu uma pena de 17 anos de prisão, enquanto Nunes Marques abriu divergência e propôs apenas dois anos e seis meses. A condução do julgamento de Bolsonaro na 1ª Turma pode reforçar questionamentos sobre um possível viés político na decisão. A pressão para que o caso seja levado ao plenário aumenta dentro do próprio STF, o que pode resultar em uma contestação formal à escolha de Alexandre de Moraes. Há sinais claros, que a maioria do STF se vê também como responsável pelos acentuados desmandos e atos de Xandão, levando-se em conta que todos foram avalizados pela Corte.

Pelo visto, a maioria dos ministros do STF, não quer ser condenada pelo povo, por conivência com os arbítrios de Alexandre de Moraes, muito embora a posição seja um tanto tardia. Ele está perdendo força e sabe perfeitamente que vai enfrentar turbulências inimagináveis.

Jornal da Cidade Online

Gilmar Mendes compara a tortura, obter delação de quem está preso. Foi o que o STF fez com o cel Mauro Cid

O ministro garantista Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, sempre se declarou indignado com delação premiada de presos. Durante palestra no Senado, outubro de 2019, defendeu o conceito de que isso é tortura. Mais tarde, maio de 2023, durante sessão no STF, voltou a se referir como tortura os acordos de delação de presos, ao criticar métodos na Lava Jato. A expectativa agora é se o ministro mantém a concepção no caso da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

‘Coisa de pervertidos’

Ao criticar acordos de delação na Lava Jato, ele chamou de “coisa de pervertidos” soltar presos só depois de confessarem e fazerem acordo.

Nefi Cordeiro concebeu

O ministro do STJ Nefi Cordeiro foi citado por Gilmar, no Senado, como autor original da comparação de delação premiada de presos a tortura.

Coação para delatar

Gilmar também citou mensagem obtida na Vaza Jato sugerindo coagir preso a delatar sob ameaça de prender a filha para “ficar mais sensível’.

Família na cadeia

A visão de Gilmar é a mesma da oposição sobre Mauro Cid, advertido por Alexandre de Moraes de que pai, mãe e filha seriam processados.

Diário do Poder

Presidente da OAB Nacional surpreende e eleva tom contra o STF, depois de longo silêncio obsequioso

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, criticou nesta quarta-feira (19) o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que a advocacia está “sob ataques”. As declarações foram feitas durante a posse do novo presidente da OAB São Paulo, Leonardo Sica. Simonetti dirigiu suas críticas aos julgamentos virtuais do STF, que permitem apenas sustentações orais gravadas. Para quem vem mantendo silêncio obsequioso sobre denuncias contra o STF, causou surpresa a manifestação da OAB nacional.

— Tenho bradado por todo o país e falo isso de forma respeitosa, mas frontal, na bancada do Supremo Tribunal Federal: vídeo gravado jamais será sustentação oral — afirmou. Ele destacou que a sustentação oral é um direito fundamental da advocacia e um pilar do devido processo legal, acrescentando que a classe não aceitará ser reduzida a “mero espectador do próprio julgamento”.

Sem citar nomes, Simonetti ressaltou que a advocacia brasileira enfrentou “ataques violentos”, mas que a união da categoria será essencial para superar os desafios. Além disso, reafirmou a independência política da OAB e seu papel na defesa do Estado de Direito, o que precisa ser efetivamente defendido.

O novo presidente da OAB-SP, Leonardo Sica, endossou o discurso, reforçando o compromisso da entidade com a valorização da advocacia.

— Não vamos admitir restrições à nossa voz, seja na menor comarca do Estado, seja no Tribunal de Justiça ou no Supremo Tribunal Federal. Vamos lutar para ser ouvidos, porque a nossa voz é a voz de todos — declarou.

Jornal da Cidade Online

 

Está tudo tão claro. Não haverá julgamento, e sim, condenação de Bolsonaro

Já deixou de ser suspeição, pois tudo é tão transparente, límpido e cristalino. Que se exploda a nação, a constituição, a moralidade, a civilidade, a ética. Uma vergonha! A trama é urdida há muito tempo! A peça da denúncia do Paulo Gonet é eivada de fantasias, despudores e pecados jurídicos! A velha imprensa está em delírio! Certos ministros do STF não escondem a ansiedade!

Numa única matéria do jornal O Globo, após a denúncia do Ministério Público Federal/ Procuradoria Geral da República, o propósito fica revelado. O destino já está selado!

A manchete do panfletário diz tudo:

“Estratégia da PGR permite condenação mais rápida de Bolsonaro, avaliam ministros do STF”. A instituição PGR do Paulo Gonet tem “Estratégia”, jogando tudo numa vala comum. Não se fala em julgamento, fala-se de “Condenação”. Que acesso a ministros da mais alta corte brasileira tem a militância para afirmar a respeito da avaliação antecipada deles? Isso não os torna suspeitos na causa?

A justiça e a imprensa brasileira andam de mãos dadas, dormem juntas, e sabe-se lá mais o que pode estar por trás de toda essa trama. Que os raios da LIBERDADE, o sopro dos ventos da JUSTIÇA e a harmonia sonora da DEMOCRACIA alcancem o Brasil. E, hoje, a mais próxima esperança disso vem de um certo país coirmão, os ESTADOS UNIDOS DA AMÈRICA. 

Não vamos entregar o Brasil!

Alexandre Siqueira

Jornalista independente – Colunista Jornal da Cidade Online – Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo…,

 

O “show de horrores” patrocinado por Xandão com desrespeito a lei, diz o ex-procurador Dallagnol

O ex-procurador da República Deltan Dallagnol, que coordenou a investigação da maior operação contra a corrupção da história, fez uma comparação entre a Operação Lava Jato e o ‘show de horrores’ coordenado por Alexandre de Moraes. O resultado é óbvio. A Lava Jato respeitava as leis. O ‘show de horrores’ desconhece o que é lei. Para Moraes, ele é a ‘lei’.

Leia o texto:

“Procurem UM vídeo de delação na Lava Jato em que o depoimento tenha sido colhido por Sérgio Moro ou outro juiz. Não vão achar porque todos foram feitos com procuradores e policiais, a quem a lei autoriza firmar o acordo. Pela LEI, o juiz só analisa voluntariedade e legalidade e homologa. Colher depoimentos é função da polícia.

Isso deriva do próprio desenho constitucional do sistema brasileiro e, por conta disso, o juiz é proibido pelo Código de Processo Penal de substituir a atividade probatória da acusação. Com a aprovação da figura do juiz de garantias, o juiz que atua na investigação não pode atuar no julgamento. Isso não vale é claro pros supremos. Lá não tem juiz de garantias nem respeito a garantias.

Estamos vendo Alexandre de Moraes inquirindo Mauro Cid em vários vídeos da delação, fazendo perguntas e confrontando o colaborador sobre versões, como policial e procurador.

Vemos ainda o ministro perguntar sobre os planos para assassinar ele mesmo, é constrangedor. É a vítima perguntando para um dos acusados…

Você vê ali um juiz, um policial, um procurador ou uma vítima? É tudo junto e misturado. Tá tudo ERRADO, é um show de horrores. Mas tá tudo certo perante a lei, porque eles são a lei.”, afirmou Dallagnol.

Jornal da Cidade Online

 

Gastando sem parar, sem dinheiro e Selic a 15%, governo Lula suspende Plano Safra e prejudica a produção agrícola

Decisão do Ministério da Fazenda afeta gravemente a produção agrícola. O governo Lula (PT), por meio do Ministério da Fazenda, determinou a suspensão de financiamentos rurais do Plano Safra 2024/2025, já a partir desta sexta-feira (21). A decisão impacta diretamente produtores rurais e bancos que operam com crédito agrícola, afetando os planos de investimentos para a safra em curso. Trocando em miúdos, o governo gastou demais e acabou o dinheiro.

O deputado Pedro Lupion (PP-R), presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, já havia advertido para a crise na semana passada, dia 12, que o governo Lula “está perdido” e sem saída para buscar linhas de equalização para reduzir as taxas de juros do crédito rural com Selic caminhando para 15% ao ano”. “Não há espaço fiscal, não tem dinheiro e não sabem onde vão buscar”, afirmou o deputado Pedro Lupion. Para ele, “equalizar Selic a 15% é muito caro”.

A irresponsabilidade do governo Lula pode comprometer a produção agrícola brasileira e até seu posicionamento na economia mundial, além de comprometer as exportações, os empregos, a inflação etc. Com a falta de crédito agrícola, o governo prejudica gravemente o único setor que era esperança de boas notícias para a economia brasileira.

Tesouro já admite que governo gastou demais

A medida, que evidencia falta de caixa, foi comunicada por ofício do secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron de Oliveira, com argumentos tecnicistas. Alegou a necessidade de “atualização das estimativas de gastos com a equalização de taxas de juros para operações rurais”.

O governo apontou um “aumento significativo das despesas”, em razão da “elevação dos índices econômicos, que compõem os custos das fontes de financiamentos,“ ou seja, o próprio governo já reconhece que gastou demais, por provocando “aumento significativo das despesas”, e que a referência a “elevação dos índices econômicos” aponta em direção de taxa “Selic a 15%

“Depois de não entregar a picanha, o governo Lula tira ovo do povo brasileiro”, criticou o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP. Ele fez um apelo em vídeo, divulgado no fim da noite desta quinta-feira (20), para que o governo honre sua vitória nas urnas em 2022. Para ele, o Brasil é um País sem rumo, desgovernado.

A suspensão se aplica a todas as novas contratações de financiamentos rurais subvencionados pelo Tesouro, exceto para as linhas de financiamento do Pronaf Custeio.

Diário do Poder

Ministro aposentado do STF, Marco Aurélio de Melo, diz que não bota fé em julgamento justo de Bolsonaro

Perguntado se espera julgamento justo do ex-presidente Jair Bolsonaro e demais acusados de suposta “tentativa de golpe”, Marco Aurélio, um dos mais importantes ministros da história do Supremo Tribunal Federal, foi elegante. Disse que não gostaria de ser julgado pela atual composição do STF, não sem lembrar que por ali passaram ministros da estirpe de Moreira Alves, Nery da Silveira, Sidney Sanches etc. Não pareceu acreditar em isenção na corte cujo presidente se jactou há menos de dois anos, sob vaias, em comício na UNE: “Nós derrotamos o bolsonarismo”.

Desafio da isenção

Julgamento justo certamente é o grande desafio, mas a aposta geral é de que nem precisa de julgamento formal: os réus já estão condenados.

Aula de Justiça

Marco Aurélio comentou a denúncia da PGR durante entrevista no Jornal Gente, programa da Rádio Bandeirantes/BandNews TV.

STF incompetente

Ele criticou o fato de o STF julgar pessoas comuns, sem privilégio de foro, como ordena a Constituição e recomenda o devido processo legal.

Coluna do Claudio Humberto

Ex-ministro Antonio Palocci revelou em vídeo que Lula recebia propinas da Odebrect

Ex-ministro contou que Lula tinha “pacto de sangue” com a Odebrecht, que lhe pagava propinas. Ex-ministro Antonio Palocci, ao denunciar o “pacto de sangue” de Lula com a corruptora Odebrecht, em depoimento. Provocou nova onda de indignação mais uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, livrando corruptos confessos nas investigações da Lava Jato. Alegando-se “parcialidade” do Ministério Púbico Federal, o beneficiado é Antônio Palocci, mas Lula (PT) celebrou, mais blindado que nunca. Ainda não completaram 7 anos do dia em que o ex-ministro da Fazenda relatou à Polícia Federal pagamento de propina da Odebrecht a Lula em dinheiro vivo. Agora, virou o dito pelo não dito. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Palocci contou ter sido portador de propinas “cerca de oito a nove vezes” a Lula e que o dinheiro era escondido em caixas de celular e de uísque. Disse também que a relação de Lula com a empreiteira Odebrecht era “pacto de sangue”, envolvendo presentinhos como o sítio de Atibaia (SP).

Palocci disse à PF que Lula ganhou R$15 milhões na obra da hidrelétrica de Belo Monte, R$200 mil por palestra etc. Tudo isso foi jogado no lixo.

Diário do Poder

 

Hospital do Servidor: Atendimento precário, superlotação e alta demanda, dizem contribuintes do Funben

Problemas como longas filas de espera para consultas e exames, superlotação na emergência e internações têm comprometido significativamente o direito à saúde dos trabalhadores públicos estaduais contribuintes do Funben. Há meses, o SINTSEP vem manifestando profunda preocupação com as graves dificuldades enfrentadas pelos servidores no atendimento prestado pelo Hospital do Servidor, em São Luís. Problemas como longas filas de espera para consultas e exames, superlotação na emergência e internações têm comprometido significativamente o direito à saúde dos trabalhadores públicos estaduais que têm descontos mensais nos seus salários, percentuais consideráveis em favor do Funben.

Atualmente, o tempo de espera para consultas pode chegar a até quatro meses, dependendo da especialidade. O cenário é ainda mais preocupante para os exames: em muitos casos, quando o servidor consegue realizar o procedimento, o prazo para retorno ao médico é tão extenso que o exame acaba expirando a validade, tornando inviável o acompanhamento adequado. Na emergência, a superlotação permanece como um problema crônico.

“Essa situação é inadmissível. Temos recebido inúmeras reclamações de servidores que não conseguem atendimento digno e, quando conseguem, o processo é extremamente burocrático e demorado. Enquanto isso, o Governo do Estado insiste em manter as metas de atendimento sem ampliá-las, mesmo diante do aumento significativo da demanda. Isso é um desrespeito aos servidores públicos”, criticou Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP.

A situação é ainda mais grave, para os servidores que residem no interior do Maranhão, pois o acesso é praticamente inexistente para essas regiões, tornando essencial a descentralização do atendimento de saúde. “Defendemos a implementação de unidades regionais que possam suprir as necessidades desses trabalhadores, garantindo que todos tenham acesso a consultas, exames e tratamentos de forma eficiente”, reforçou Cleinaldo Bil Lopes.

O SINTSEP também exige a instalação imediata do Conselho Administrativo do Funben, com a participação efetiva de representantes da categoria dos servidores públicos estaduais. Desde 2018, não há representação da categoria no conselho, o que tem comprometido a transparência na gestão do fundo. Essa ausência inviabiliza o acesso às informações sobre o extrato financeiro do Funben e prejudica as tomadas de decisão que impactam diretamente os servidores.

A reinstalação do conselho é essencial para garantir gestão participativa, assegurando que as demandas e os direitos dos trabalhadores sejam devidamente considerados. O SINTSEP reafirma seu compromisso em lutar por melhores condições de atendimento no Hospital do Servidor e convoca o Governo do Estado a adotar medidas concretas para ampliar e descentralizar os serviços. Os servidores merecem respeito e dignidade no acesso à saúde, com a devida observância às contribuições mensais, que fazem para a garantia dos seus direitos, reafirmou Cleinaldo Bil.

SINTSEP-MA