Quais os projetos de referência de Flavio Dino no Maranhão para a sua pretensa candidatura à presidência da república?

O governador Flavio Dino segue uma peregrinação obsessiva de vir a ser candidato à presidência da república. Ele simplesmente entende que poderá ser candidato e procura por todos os meios para colocar o seu nome em veículos de comunicação e participa de reuniões com grupos de esquerda, mas não consegue ganhar visibilidade nacional. Ele não tem nem embrião de projeto e pior ainda é que se for analisar as suas administrações do primeiro mandato e o início do segundo verá que não terá pelo menos uma mínima chance de figurar em qualquer chapa pelo menos como vice e poderá resultar em inúmeras denúncias a nível nacional.

Flavio Dino visitou Lula na carceragem da Polícia Federal, esteve em vários eventos com Haddad, Guilherme Boulos e Roberto Requião, foi visto com desconfiança e colocado para escanteio, quando começou a semear informações de que caso Lula não venha a ser candidato, ele seria apoiado pelo PT. Haddad e Gleisi Hoffmann não gostaram das insinuações e o resultado é que a sonhadora e obsessiva candidatura do governador Flavio Dino, ganhou mais um capítulo, criando-lhe mais distância de prosperar.

A sua estratégia desenfreada de querer se tornar uma referência de oposição ao presidente Jair Bolsonaro, diante críticas e até agressões, em nada resultaram de positivo e nem mesmo a sua brusca aproximação ao ex-presidente José Sarney, que de há muito era a sua a preferência para verdadeiras agressões, não lhe rendeu os frutos desejados, mesmo reconhecendo o ex-presidente como um grande político e estadista.

O governador Flavio Dino faz uma administração perversa e excludente para o povo do Maranhão. Penaliza a tudo e a todos, como é o caso dos servidores públicos do Estado, há mais de 05 anos sem qualquer reajuste e reposição salarial. A saúde não é preciso ir muito longe, basta se fazer um levantamento de quantas pessoas e mais precisamente idosas por falta de unidades para hemodiálise, perderam a vida durante três vezes por semana que tinham que enfrentar adversidades para se deslocar para São Luís. Várias unidades para atenderem pacientes com necessidades de hemodiálise, tiveram o início de construções e depois abandonadas. No interior do Maranhão, vários hospitais foram fechados e a realidade de hoje é que mais de 20 ambulâncias trazem todos os dias pacientes para São Luís para a disputar vagas nos corredores dos dois socorrões da capital.

A educação, apesar de toda a propaganda, as precariedades são bem acentuadas por falta de investimentos e salário digno para professores, que por muitas vezes, o governador procurou dar informações erradas para dizer que o Maranhão era referência nacional. Sob os aspectos da manipulação de informações, até nisso o governo fracassa e sempre é desmascarado. Desde o início da sua administração, o governador Flavio Dino ficou de atender aos empresários da soja, sobre a reconstrução da MA-006, apontada como a pior rodovia do Brasil. Todos os anos, quando começa o transporte da produção é anunciada a reconstrução e até hoje nada. Quem não lembra do programa Mais Asfalto, os milhões de reais investidos em asfaltamento de rodovias e ruas de municípios, foram levados pelas chuvas e deve ser novamente executado com milhões de reais criminosamente jogados pelo ralo, para outra idêntica operação como instrumento político para as eleições municipais.

A verdade que muita gente gostaria de saber, quais serão os projetos das políticas do governador Flavio Dino no Maranhão, que se constituirão como referência administrativa para ele mostrar para postular a sua candidatura à presidência da república. Até agora não existe nenhum e não acredito que ele tenha capacidade de fazer algo proveitoso pelo menos para o povo sofrido e excluído do Maranhão, em que mais da metade está na miserável Extrema Pobreza, de acordo com o IBGE. Não será surpresa se na nova pesquisa mostrar a realidade mais desastrosa. Aqui citamos alguns fatos desastrosos da administração de Flavio Dino, mas eles são bem maiores e muitos com muita gravidade, que nos reportaremos oportunamente.

É importante destacar, que se algum dia, o governador Flavio Dino venha a merecer a atenção de um mínimo da população brasileira como possível candidato a presidência da república, a partir desse dia ele passará a ser detonado pelos próprios aliados de hoje. Se por ventura, venha a acontecer, então os brasileiros vão saber a realidade da sua administração no Maranhão.

 

 

Para o deputado Adriano Sarney o cenário político estadual está nublado com Cartas na Mesa

Publiquei um artigo que chamou muito a atenção da classe política e jornalística intitulado de “A oposição no Maranhão”. Nele analisei os 40% do eleitorado que preferiu não votar no governo atual nas eleições de 2018 e os grupos que compõem esse campo. Após reiterados pedidos para escrever sobre a movimentação dos que fazem parte da situação, cedi com muita hesitação à tarefa que faço agora. Não tenho a mesma legitimidade de falar dos grupos ligados ao governo como tenho de discutir a oposição da qual sempre fiz parte desde que entrei na vida pública. Mas como articulador dessa coluna, todo pedido do leitor é uma ordem. Tentaremos.

Vejo que os principais grupos ligados ao governo são os que comandam os maiores espaços de poder. As instituições mais fortes são o Palácio dos Leões, a Prefeitura de São Luís e a Assembleia Legislativa. Existe também outros veículos políticos importantes como os partidos, os mandatos legislativos federais, a Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) e o comando de prefeituras do interior. Isto posto vamos agora preencher o tabuleiro.

O Palácio dos Leões em toda a sua história só perdeu duas eleições, uma para José Sarney e outra para Flavio Dino. É inegável que o governador ainda é a figura central do grupo que o elegeu. Mas quando ele se desvincular do cargo para disputar o Senado ou a Presidência da República, o mandatário será o vice Carlos Brandão, provável candidato ao governo. Com a mais poderosa máquina eleitoral do estado, Brandão será a única situação e quem não o apoiar será automaticamente oposição. Dino, caso seja candidato ao senado, estará com Brandão pois não vai arriscar uma campanha contra os Leões.  No caso de uma candidatura a Presidente ou Vice Presidente, Flavio poderá romper com Brandão visando um acordo nacional com o PDT, por exemplo. Trocaria espaços nacionais pelo apoio a candidatura do senador Weverton Rocha ao governo do Maranhão. Se isso acontecer, abre caminho até mesmo para o vice-governador se articular com o governo federal, adversário de Flavio Dino.

Existe uma grande expectativa de poder em torno de Carlos Brandão – e isso conta muito em política – mas enquanto a caneta não estiver na sua mão, o segundo homem, após Flavio Dino, que detém hoje mais influência no grupo de situação é Weverton Rocha. A segunda maior estrutura política do estado, a Prefeitura de São Luís, é sua aliada. Ele detém um mandato de Senador da República (mesmo estando na oposição ao governo federal), é presidente e cacique nacional de seu partido, o PDT, comanda a Famem, tem influência no governo estadual e manda no Sistema Difusora de Comunicação. Weverton quer ser candidato a governador e trabalha dia e noite para isso. Mas terá que manter o controle da Prefeitura de São Luís ano que vem e lidar com as pretensões de Brandão caso não queira ser oposição ao governo em 2022. A realidade é que ele não tem nada a perder, seu mandato de senador é de 8 anos.

Nesse tabuleiro, colocaria ainda o deputado Othelino Neto, que exerce uma liderança natural por presidir o Poder Legislativo até 2022. Para sacramentar seu protagonismo no grupo, ele pretende alçar voos mais altos nas próximas eleições estaduais. Poderá também, quem sabe, comandar ou participar de um processo de eleições indiretas caso vague o posto de governador na dança das cadeiras do último ano de governo.

Fato é que o cenário dos governistas ainda está bastante nublado, assim como o da oposição. A diferença é que eles têm todos esses espaços de poder que dão margem para olhar as coisas de um pedestal. Aliás, bote pedestal nisso. Não se pode menosprezar a força do governo federal que irá certamente fomentar um palanque forte e consequentemente bagunçando o jogo. As cartas estão na mesa!

Adriano Sarney

Deputado Estadual, Economista com pós-graduação pela Université Paris

(Sorbonne, França) e em Gestão pela Universidade Harvard.

Email: jadrianocs@post.harvard.edu

Twitter: @AdrianoSarney

Facebook: @adriano.sarney

Instagram: @adrianosarney

 

 

 

 

 

O congresso criou a esdrúxula lei que permite que até janeiro os “crimes” possam ser cometidos

Para demonstrar o absurdo da sórdida lei de Abuso de Autoridade, de autoria de Renan Calheiros, basta verificar que os crimes ali tipificados somente ENTRARÃO EM VIGOR 120 dias após a sua publicação. (Lei n. 13.869 de 5/9/2019, art. 45)

Isto significa que até janeiro os agentes públicos poderão praticar à vontade os tais “crimes de abuso de autoridade” em “desfavor” dos corruptos.

Não existe na história da civilização, em qualquer época ou lugar, uma tal regra de natureza penal: dá-se um prazo longo para que os criminosos pratiquem os delitos previstos na lei, crimes esses que serão punidos somente após uma vacatio legis de muitos meses.

Os nossos “representantes do povo” criam um novo conceito: o de CRIMES PUNÍVEIS SOMENTE NO FUTURO.

Seria como praticar livremente, agora, feminicídio, estupro, assalto, pois a criminalização de tais condutas apenas ocorreria daqui a 120 dias.

Somente a partir do ano que vem juízes, promotores e delegados serão criminalizados por combater a corrupção. Por enquanto os agentes públicos poderão continuar investigando e julgando os corruptos.

Somente a partir de janeiro os agentes públicos irão para a cadeia se fizerem o menor gesto que possa abalar a impunidade legalizada dos delinquentes.

Nunca se viu nem se verá tal aberração em matéria de Direito Penal.

Neste país dominado pela Ditadura dos Corruptos, são os próprios criminosos que aprovam as leis que os tornam impunes pela corrupção praticada no passado, no presente e no futuro. Por isso, e por tudo o mais, o Congresso deixou de ter legitimidade para representar o povo brasileiro.

Modesto Carvalhosa

Jurista.

 

Gazeta do Povo destaca orgias etílicas e gastronômicas de Lula e Dilma com o cartão corporativo

Os gastos secretos com o malfadado cartão corporativo dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, causam asco. Uma verdadeira orgia com o dinheiro público. Uma desnecessária e caríssima fartura.

Lula comprava cachaça de R$ 390 a garrafa, uisque caríssimo, vodka, carnes como picanha especial, filé mignon e bacalhau. Tudo em grande quantidade.

O jornal Gazeta do Povo fez um breve relato da gastança efetuada durante um curto período do ano de 2010:

“No final de janeiro de 2010, a residência presidencial recebeu 17 quilos de filé mignon, 9 kg de rabada e 11 kg de bacalhau – a R$ 190 o quilo –, tudo comprado na Confraria da carne. Em 25 de março, um reforço de 17 kg de filé mignon e 10 de rabada, adquiridos na Reisman. No dia 6 de abril, foram comprados mais R$ 59 quilos de filé mignon, 10 quilos de coelho inteiro e 10 quilos de rabada bovina.

Para atender a todos os gostos, chegaram ainda 25 quilos de lombo de bacalhau do Mercado Municipal, comprados por R$ 170 o quilo. No La Palma, o preço do lombo de bacalhau chegou a R$ 185 o quilo. Na Peixaria do Guará, foram 6 quilos de camarão rosa GGG por R$ 170 o quilo. Para a sobremesa, 2 quilos de sorvete de tapioca por R$ 119 a unidade.

No dia 19 de fevereiro de 2010, as compras na Casa do Vinho para atender às necessidades do Alvorada incluíram 6 garrafas de vodka Absolut, 6 de uísque Johnnie Walker Black, 6 de cachaça Havana – por R$ 400 a unidade – e mais 18 garrafas de vinho. A conta fechou em R$ 5 mil. Quatro dias mais tarde, a compra de 12 garrafas de uísque e 3 vodkas foi destinada à Granja do Torto, residência do presidente da República.

No início de março de 2010, foram gastos R$ 7,7 mil com 42 quilos de filé mignon, 14 kg de picanha, 6,5 kg de linguiça ouro, 2,6 kg de bife ancho e 1 kg de bife de chorizo na Confraria da Carne. Para a sobremesa, sorvete Cariri, a R$ 120 o quilo; e 243 sorvetes. Teve também bolo de três quilos com pasta decorada e 200 bombons por R$ 790.”

 Gazeta do Povo

Os inimigos do Brasil continuam faturando com especulações criminosas

Trabalhar mesmo, nem pensar. Trabalhar para que?

Espalharam rumores de que o Ministro Paulo Guedes estaria deixando o governo. De novo. Apesar de o próprio ministro ter desmentido as fake news, que antigamente eram chamadas de fofoca – termo bem prosaico – derrubaram a Bolsa hoje.

O Ibovespa fechou o pregão em baixa de 1,93%, aos 100.572,77 pontos. E o dólar fechou em alta de 1,17%, chegando a R$ 4,104 na venda. Teve gente que faturou.

Antes faturavam muito mais.

Antes, segundo o Palocci, o Mantega vendia informações sobre mudanças no câmbio para André Esteves. Não deve ter sido o único, claro. Agora, usam a própria extrema imprensa para divulgar falsidades e lucrarem “na marra”, gíria que significa à força.

Foram décadas de roubalheira. Os ladrões, que contam com a benevolência escancarada de certos ministros da mais alta corte do país, que para decidir o que não presta têm maioria até para legislar, estão assanhados. E escancarando. A Justiça a favor do crime e impunidade.

Não vão conseguir ir muito mais longe.

Lucia Sweet

Jornalista

 

Ministério Público do DF denuncia mulher acusada de matar companheira por feminicídio

Vítima não resistiu a queimaduras e morreu dias após a agressão
O Ministério Público do Distrito Federal decidiu denunciar por feminicídio, na última terça-feira (8/10), uma mulher que ateou fogo e matou a sua companheira após uma discussão. Na denúncia, a 1ª Promotoria de Justiça Criminal e Tribunal do Júri de Santa Maria sustenta que o crime ocorreu por razões da “condição do sexo feminino” em um contexto de violência doméstica. Por isso, o MP decidiu qualificar o crime como feminicídio.

O MP também aponta outras qualificadoras como crueldade pelo emprego de fogo e torpeza. Após uma discussão, Wanessa jogou álcool na vítima e ateou fogo.

A vítima teve quase todo o corpo queimado e chegou a ser socorrida no Hospital Regional da Asa Norte, com queimaduras de terceiro grau e perda bilateral da visão. Ela morreu dias após o crime.

Consultor Jurídico

 

TCU encontra em prestação de contas da UNE declaração de dinheiro público usado em farras

Dando sequência a estapafúrdia revelação sobre as orgias gastronômicas e etílicas dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff com o malfadado cartão corporativo, eis que surge mais uma estrambólica revelação sobre os fatos acontecidos na nefasta era petista.

Recursos públicos oriundos de convênios com o extinto Ministério da Cultura foram utilizados pela União Nacional dos Estudantes (UNE) – entidade controlada com mãos de ferro pelo PCdoB – para bancar festas regadas a muita bebida e “energéticos”.

O dinheiro público também teria sido utilizado na quitação de contas domésticas dos dirigentes da entidade. A própria prestação de contas da entidade, sob análise pelo TCU, revela o desvio criminoso.

Em um dos casos sob análise, representantes da UNE aplicaram de forma indevida parte do R$ 1,5 milhão que deveria ser empregado na promoção de atividades culturais para comprar uísque, cerveja, vodca, vinho, isotônicos, energéticos, chocolates e produtos de higiene pessoal. Até contas de energia elétrica e água eles quitaram com a verba carimbada.

Em outra demonstração de mau uso do dinheiro público, eles apresentaram notas fiscais de diárias em hotel do Rio de Janeiro no valor de R$ 5,3 mil.

O ministro Benjamin Zymler, relator do processo, diante das aberrações, pontuou: “Teria sido melhor não apresentar nada do que apresentar isso”. Na prestação de contas, os líderes da UNE não se deram ao trabalho de camuflar as irregularidades – como é a praxe de quem lança mão desse tipo de conduta. O mau exemplo vinha de cima.

Jornal da Cidade Online.

 

Ministro Fachin dá 15 dias para o MPF se manifestar na rescisão das delações da JBS concedidas por Rodrigo Janot

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, acatou um pedido da Procuradoria-Geral da República e concedeu um novo prazo de 15 dias para apresentação ou não de alegações finais ao julgamento da rescisão das delações premiadas dos executivos da JBS. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (10/10).

 “Por consequência, fica desde logo deferido contagem de prazo em dobro para as defesas dos colaboradores, conforme, a propósito, anteriormente requerido em petição conjunta apresentada pelas respectivas defesas”, disse Fachin.

Segundo o ministro, no pedido, a PGR alegou a complexidade dos fatos em apuração. Ainda mais em razão do novo procurador-geral da República, Augusto Aras, ter tomado posse recentemente.

Em agosto, Fachin deferiu um pedido da então procuradora-geral Raquel Dodge para dar prioridade ao julgamento da rescisão das delações premiadas dos executivos da JBS.

Em março, o ministro liberou o processo para julgamento e pediu que o presidente da corte, ministro Dias Toffoli, incluísse na pauta do plenário, no início do segundo semestre. Até o momento não há data para a análise da rescisão.

Em 2017
Em 2017, o então procurador-geral da República Rodrigo Janot disse ao Supremo Tribunal Federal que os acordos de delação premiada de Joesley Batista e Ricardo Saud, da JBS, foram rescindidos.

A informação foi prestada na cota da denúncia que a PGR apresentou contra o presidente Michel Temer, contra integrantes da cúpula do governo e os dois executivos.

Consultor Jurídico

Dia Mundial da Obesidade alerta para riscos da doença que afeta mais de 41 milhões de brasileiros

No Brasil, cerca de 19,8% da população tem obesidade; dois milhões de casos novos são registrados por ano, segundo Ministério da Saúde

Doença crônica que atinge mais de 41 milhões de brasileiros, cerca de 19,8% da população, a obesidade atinge homens, mulheres, crianças e idosos de todas as idades. Lembrado nesta sexta-feira, 11 de outubro, o Dia Mundial da Obesidade serve para alertar sobre os riscos dessa doença que reflete em dois milhões de casos novos por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Pessoas com obesidade correm o risco de desenvolver mais de 195 complicações associadas ao ganho de peso. Entre as principais estão hipertensão, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, doença pulmonar, acidente vascular cerebral (AVC) e até mesmo câncer.

O bancário Rodrigo Dandria faz parte da estatística de um em cada quatro brasileiros que vive com a obesidade. Com 1,76m de altura, ele chegou aos 43 anos de idade pesando 211 quilos, mas conta que sente as consequências da doença desde criança.

Na fase adulta, a rotina de trabalho acelerada fez com que Rodrigo piorasse a alimentação, optando por alimentos processados e comidas rápidas, além de não praticar nenhum tipo de atividade física. Esses fatores fizeram com que ele fosse diagnosticado há dez anos com obesidade mórbida, que ocorre quando o peso de uma pessoa ultrapassa o valor 40 no índice de massa corporal.

Mesmo com dietas, o bancário não conseguiu emagrecer e tomou a decisão de procurar ajuda médica. A mudança deu resultado. Em dois meses, o bancário perdeu 10 quilos.

“O programa utilizado envolve um acompanhamento nutricional com nutricionista, endocrinologista, e também um acompanhamento psicológico, com psiquiatra e também um preparador físico. Passei a trocar os alimentos mais processados, industrializados por aqueles mais naturais, dando preferência a alimentos feitos em casa. Trago marmita para o almoço, em vez de comer em restaurante. Tive que fazer uma reeducação completa”, contou.

Considerado um dos estudos de maior referência no campo comportamental do tratamento da obesidade, o ACTION IO revela que oito em cada dez pessoas com obesidade passam até seis anos tentando emagrecer sozinhas antes de procurar um profissional de saúde.

Para a endocrinologista e gerente médica da Novo Nordisk, Rocio Coletta, um dos motivos desse atraso é a espera dos pacientes por “milagres de emagrecimento”. Segundo a especialista, o principal desafio para amenizar essa situação é a quebra de tabus que envolvem organização e comprometimento.

“As pessoas têm uma expectativa de perder 15%, 20%, 30% do peso atual, sendo que a partir de 2% até 15% já se tem um grande benefício, principalmente se conseguir manter. Isso é para mostrar que existe uma cronicidade da doença e que tem que ser um tratamento contínuo. Porque manter aqueles 5%, 10% que você perdeu vai te dar muita qualidade de vida lá na frente”, explica.

Cientes dessa realidade, a Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e a Novo Nordisk se mobilizam para aumentar a conscientização da população sobre os cuidados para evitar ou tratar a obesidade por meio da campanha “Saúde Não Se Pesa”.

O movimento promove nesta sexta-feira (11) o DEEPtalk.  Inédito no Brasil, o evento contará com depoimentos reais de pessoas que vivem com a doença, além da realização de palestras de médicos especialistas no assunto. Temas como empatia, estigma, relação com a alimentação, convivência com o tratamento e qualidade de vida estarão em evidência durante a programação.

O evento será realizado das dez da manhã a uma da tarde e contará com a participação do ator e humorista Leandro Hassum. O público pode acompanhar pela internet, já que haverá transmissão ao vivo pela página facebook.com/saudenaosepesa.

Além disso, na capital paulista, serão oferecidos, gratuitamente, exames de bioimpedância, que analisam a composição corporal e indicam a quantidade aproximada de massa magra (músculo), água corporal e de gordura contida no corpo. O serviço estará à disposição nos dias 11 e 12 de outubro, das onze da manhã às nove da noite, na Avenida Paulista, em frente ao shopping Cidade São Paulo. Mais informações podem ser consultadas pelo site saudenaosepesa.com.br ou pelas redes sociais da campanha.

Agência Rádio MAIS 

 

 

Canonização de Irmã Dulce terá um ex-presidente, dois senadores e um deputado federal do Maranhão

Irmã Dulce será canonizada no próximo domingo no Vaticano com a presença de quase 40 autoridades brasileiras

A cerimônia de canonização da Irmã Dulce, marcada para o próximo domingo (13) no Vaticano, contará com a presença de diversas autoridades brasileiras. A comitiva tem quase 40 nomes e embarcou nesta quinta-feira (10) para Roma sob o comando do vice-presidente Hamilton Mourão, que é o ministro-chefe da delegação brasileira. Confira quem mais foi a Roma:

Além de Mourão, integram a comitiva oficial que representará o governo brasileiro no Vaticano o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli; o procurador-geral da República, Augusto Aras; o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta; o embaixador do Brasil na Santa Sé, Henrique Sardinha Pinto; o prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto); e o ex-senador José Sarney.

Os nomes estão em decreto publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (10). Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; o decreto informa que também integram a comitiva, mas sem ônus para os cofres públicos, as esposas de Mourão, Alcolumbre, Maia, Aras e do embaixador Sardinha Pinto. A primeira-dama de Goiás, Maria das Graças Caiado, também embarcou para Roma. O retorno está previsto para a próxima segunda-feira (14).

A lista de representantes brasileiros, contudo, também conta com mais de 20 parlamentares. Integram a comitiva oficial de Rodrigo Maia, por exemplo, os deputados André Fufuca (PP-MA) e Célio Studart (PV-CE), além do secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Alexandre Baldy.

A Câmara ainda autorizou que participassem dessa missão internacional os deputados Elmar Nascimento (DEM/BA), José Rocha (PL/BA), Daniel Almeida (PCdoB/BA), Adolfo Viana (PSDB/BA), Arthur Oliveira Maia (DEM/BA), Eduardo da Fonte (PP/BA), Flávio Nogueira (PDT/PI), Leur Lomanto Júnior (DEM/BA), Nelson Pellegrino (PT/BA) e Paulo Azi (DEM/BA). O deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE) também vai a Roma, mas a convite do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.

O Senado também permitiu que fossem para Roma em missão parlamentar os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Angelo Coronel (PSD-BA), José Serra (PSDB-SP), Weverton (PDT-MA), Roberto Rocha (PSDB-MA), Elmano Férrer (PODEMOS-PI) e Ciro Nogueira (PP-PI). Chico Rodrigues (DEM-RR) também participará da canonização de Irmã Dulce, mas informou que está viajando por conta própria.

Segundo o regimento da Câmara, os deputados que viajam em missões oficiais têm direito a uma diária de US$ 428 quando vão à Europa. Já o presidente pode receber uma diária de US$ 550. Os senadores também têm direito a passagens e diárias quando embarcam em viagens oficiais. Os presidentes Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre informaram, por sua vez, que não gerarão custo ao Congresso e que ficarão hospedados na Embaixada do Brasil em Roma junto com a comitiva de Mourão. Maia ainda vai aproveitar a viagem para participar da Reunião do Comitê Executivo da Internacional Democrata do Centro (IDC-CDI), no Senado italiano, nesta sexta-feira (11).

Congresso em Foco