Desde o inicio da pandemia no Maranhão, acompanho os apelos dos usuários de transportes coletivos de São Luís, principalmente na questão da superlotação nos coletivos, causados pelo reduzido número de coletivos e naturalmente de viagens. Apesar da realidade séria e grave e colocando em risco milhares de vidas todos os dias, em que usuários com certeza levavam o vírus para dentro das suas casas infectando pais, mães, avós e outros parentes. O ex-prefeito de São Luís era impotente em fazer os empresários terem a devida responsabilidade no enfrentamento a pandemia, uma vez que eles manipulavam todos os serviços e ainda penalizam criminosamente os usuários pelo deficientes serviços prestados aos usuários da Grande São Luís.
O prefeito Eduardo Braide, além de mandar fazer a desinfecção dos terminais de coletivos, determinou o imediato aumento da frota, retirando centenas de coletivos de dentro das garagens e a SMTT vai fazer o monitoramento em todas as linhas de transporte integrantes do Sistema Municipal de Transporte Coletivo. A fiscalização quanto ao uso de máscaras dentro dos coletivos, as filas com distanciamento nos embarques, serão acompanhadas com a devida orientação aos usuários. O serviço estava tão esculhambado pelos empresários, que havia usuários em terminais levava mais de duas horas para embarcar num coletivo, que pela deficiência, eles já chegavam superlotados nos terminais e saiam em situação pior.
O serviço de transporte coletivo de São Luís precisa ser revisto, uma vez que depois da farsa as concorrência pública,” o controle do quero, posso e mando”, ficou com um seleto grupo de empresários com respaldo de alguns políticos. Essas correntes de privilégios é que se faz necessário o enfrentamento pelo prefeito Eduardo Braide, que se posiciona a favor dos usuários, o que nunca aconteceu em outras administrações.









