São cada vez mais acentuadas as reclamações de consumidores sobre a compra de combustíveis adulterados em postos de São Luís. Quando o problema não á apenas os casos de mais álcool na gasolina e uma certa quantidade de água que diluída em grande proporção, as consequências são pouco percebidas, mas existem os que extrapolam e acabam causando prejuízos bem maiores aos proprietários de veículos.
O problema maior é que o consumidor não dispõe de provas que adquiriu o produto em determinado e como geralmente há uma demora acentuada para a reclamação, ele poderá ser processado pelo dono do posto em que adquiriu produto, por calúnia, injúria e até difamação, em que o denunciante é visto como se estivesse a serviço de concorrentes.
Entendo que já deveriam ter sido adotadas pela Fazenda Estadual, Ministério Público e o Procon para que seja criado um sistema para que o consumidor tenha direito de receber um cupom fiscal por ocasião da compra do produto. É um direito e a garantia, que neste caso não lhes são assegurados os direitos a terem provas.
Em alguns casos, o consumidor exige nota e são poucos os postos que não dificultam a emissão da nota fiscal, mas a maioria apresenta desculpas diversas e até criam problema. Se houvesse o mesmo sistema dos supermercados, com certeza não haveria qualquer tipo de dificuldade e o consumidor estaria assegurando o seu direito ao cupom fiscal.
