Hospital da Criança volta a ser referência de mortes e precisa ser interditado imediatamente antes de fazer mais vítimas.

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Enquanto o prefeito Edivaldo Holanda Júnior gasta muitos recursos com propaganda tentando enganar a população com a sua desastrosa administração principalmente na saúde, o caos voltou a se instalar no Hospital da Criança. Nos últimos dias muitas crianças teriam morrido por falta de assistência médica e para que se tenha uma dimensão do abandono imposto pela Prefeitura de São Luís, crianças são obrigadas a dividirem um mesmo leito para compartilharem das bombas de oxigênio.

A Promotoria Especializada da Saúde já deveria ter pedido a intervenção no Hospital da Criança com a transferência de todas as crianças internadas para uma casa de saúde, onde possam ser atendidas com um mínimo de dignidade e não tenham o triste fim de dezenas, que morreram e segundo denúncias foi que em apenas em um dia chegaram a serem registradas cinco mortes. O Ministério Público também precisa investigar a origem dos fatos para adotar as providências que se façam necessárias para a responsabilização criminal dos gestores públicos

 A maior indignação de pais que perderam filhos e de outros que se encontram também na iminência é indiferença das autoridades, as quais não tiveram a devida responsabilidade de evitar que a problemática assumisse uma dimensão da maior gravidade, inclusive com a banalização da vida de crianças que foram em busca de tratamento de saúde e lá encontraram a morte.

O silêncio da Secretaria Municipal de Saúde é altamente comprometedor e a titular da pasta ao ser questionada pela Comissão de Direito à Saúde da OAB do Maranhão, disse que está tratando de resolver o problema e que inclusive está despachando do próprio Hospital da Criança, mas diante dos fatos, não se pode negar a acentuada negligência, que implicam em responsabilidades.

Pais das crianças mortas devem procurar a Defensoria Pública

Os pais das crianças que morreram no Hospital da Criança, decorrente da negligência e da falta de assistência médica, devem procurar a Defensoria Pública do Estado, com vistas a que ingressem com ações na justiça contra a Prefeitura de São Luís, buscando a reparação pelas perdas dos entes queridos e o dano moral, decorrente do sofrimento muito forte em seus corações.

 A verdade é que não é novidade para ninguém que o Sistema Municipal de Saúde é precário e bastante deficiente, mas não se imaginava que chegasse a tanto, a ponto da banalização da vida de crianças. O pior de tudo é que o silêncio do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e da Secretaria de Saúde, Helena Duailibe são bastantes comprometedores.

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