O governador Flavio Dino, mesmo diante da seriedade do avanço da pandemia da covid-19 em todo o Maranhão, continua indiferente aos problemas da população maranhense para dirigir criticas e ofensas ao presidente do republica, muitas das quais, bem maiores das que pratica e o motivam a querer ser dono da verdade e assim tentar ocupar espaços na política nacional.
Flavio Dino não tem qualquer projeto político de grande alcance social que possa ser referência para postular uma possível candidatura a nível nacional, muito pelo contrário, tem cometidos sucessivos erros por falta de uma visão social para o povo do maranhense, o que o coloca como responsável pelo aumento da extrema pobreza no Maranhão, que de acordo com o IBGE já atinge mais 50% da população do Maranhão.
Diante da extrema pobreza da miséria e da fome real dos dias atuais e do aumento para dimensões mais amplas, a ex-governadora Roseana Sarney, que pelo menos tem sensibilidade para a real situação, aconselhou publicamente o governador Flavio Dino, para se atentar à realidade para a política fiscal do seu governo, redução de impostos, abertura de linhas de créditos ao empresariado e ao empreendedorismo, renegociação de dividas, auxílios para a garantia de empregos e ações para enfrentar a fome e a miséria do povo, que realmente está passando fome, o que gera no outro lado da ponta muitos problemas sociais, dentre os quais a violência.
Mesmo se considerando o dono da verdade com o seu exacerbado autoritarismo, o governador Flavio Dino que tem concentrado as atenções para as eleições de 2022 e até fazendo propaganda com a dor e o sofrimento da pandemia que vem matando mais de 30 pessoas todos os dias, ainda não entendeu que é da sua responsabilidade de cuidar dos mais de sete milhões de maranhenses, esquivando-se para o governo federal.
A verdade é que o governador Flavio Dino se impactou com as duras advertências da ex-governadora Roseana Sarney e adotou algumas providências, muito distantes da realidade dolorida do povo maranhense. De que adianta dar um botijão de gás, se os milhares de famílias não têm o cozinhar para comer. É uma realidade triste, mas é a verdade, sem falarmos das centenas de milhares de famílias que não têm fogão, mas têm fome, e vivem todos os dias a dor dos filhos pedindo comida e não têm onde matar a fome.
Fonte: AFD