Deputados convidam a Emap sobre os ferrys boats sucateados que colocam vidas em perigo

O velho problema e espécie de herança maldita do governo Flavio Dino, volta a colocar em perigo milhares de vidas e patrimônios de empresários, na utilização dos ferrys boats que fazem o transporte diários de pessoas, coletivos e veículos pesados de cargas entre a Ponta da Espera, em São Luís e o Cujupe. na Baixada Maranhense. O problema explodiu ontem na Assembleia Legislativa do Estado e a Comissão de Obras e Serviços Públicos do parlamento estadual endereçou à presidência do legislativo estadual um pedido de convite ao presidente da Emap, Gilberto Lins para falar aos parlamentares sobre a realidade dos ferrys boats que operam atualmente na prestação de serviços sob a responsabilidade da Empresa Maranhense de Administração Portuária e os riscos iminentes de mais acidentes.

                  O negócio à época contratado pelo governo Flavio Dino, foi bastante vergonhoso e mobilizou instituições de todos os poderes constituídos do Maranhão, mas mesmo assim se manteve o contrato e as embarcações sucateadas, tendo inclusive uma delas de nome José Humberto, que foi denunciada como sendo uma balsa improvisada com ferry boat, que levou um bom período, sendo submetida as mais diversas improvisações no Porto do Itaqui. Depois de todos os arranjos, a embarcação entrou em operação e de imediato surgiram vários problemas e ela por inúmeras vezes ela teve que ser retirada de operação, diante da intervenção das autoridades, mas pela persistência a balsa improvisada com ferry boat, continua oferecendo riscos a milhares de passageiros, que se locomovem entre a capital e a baixada.

                   Há poucos dias a embarcação chegou a ficar à deriva e precisou ser rebocada para a Ponta da Espera, causando pânico aos passageiros. A mobilização da Assembleia Legislativa do Estado é bem procedente e emergencial, temendo que acidentes de maiores proporções venham a ser registrados, uma vez que milhares de vida estão sob ameaça todos os dias. A verdade é que medidas urgentes precisam ser adotadas, antes que fatos lamentáveis e de sérias proporções venham a ser registrados com serviços de improvisos.

Fonte: AFD   

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