Mais uma vez fica demonstrado o lamentável aparelhamento das instituições, planejado e construído durante os governos do PT.
Juízes que julgam sem a mínima intenção de fazer justiça, mas sim, por interesses meramente ideológicos.
Pois bem, um elemento débil, membro da CUT, invadiu uma sala de um prédio da Petrobras. Foi a maneira que ele encontrou para protestar.
A empresa, imediatamente, ingressou na Justiça para recuperar o domínio de seu patrimônio, esbulhado pelo elemento e outros quatro “comparsas”.
A juíza de primeira instância negou, e assim garantiu a permanência dos invasores dentro de uma instituição pública e os riscos que eles representam ao patrimônio da empresa.
É inacreditável.
É óbvio que a empresa irá recorrer e certamente irá assegurar o seu direito, possivelmente sem maiores danos ao seu patrimônio.
De qualquer forma é inadmissível que invasores prossigam mais alguns dias em seu ato absolutamente ilegal, sob o amparo de uma decisão judicial. Se os tribunais superiores podem ser incoerentes na interpretação do direito, as instâncias menores podem perfeitamente imitá-las.
Jornal da Cidade Online
