Copa do Mundo

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José Olívio Cardoso Rosa

Que coisa tão bonita, no País anfitrião, para receber o mundo em forma de confraternização, com suas brilhantes seleções e milhões de torcedores, que vem para acompanhar e torcer veementemente quando seus patrícios jogarem.

 

Que belo cenário temos pelo desfraldar de tantas bandeiras, representando suas pátrias, inclusive a brasileira.

 

Em todo início de jogos, pensamos em Selecionado menos experiente e logo se vê tratar-se de ledo engano, quando a bola começa a rolar no gramado, tudo com perfeição, dando gosto de se ver, com torcedores fanáticos empurrando o selecionado de seu País, e vai vencer o melhor, o fator sorte falhou, valendo a boa técnica, o coração pulsante e na chuteira,  o amor!

 

Depois de algum tempo, selecionam-se os vencedores, formando os grupos dos prováveis contendores, grupo um, grupo dois e vai afunilando o crivo, contando os cartões aplicados e as vitórias alcançadas.

 

O famoso saldo de gol isso é que é a verdade.

 

Finalmente chega a hora do confronto final, com torcidas agitadas, choros de emoção e a bola vai rolando sem dó e sem compaixão, para um final duro e certeiro mostrando o Campeão.

 

Ficando somente os dois finalistas, primeiro e segundo lugar, que seja o Brasil vencedor para nossa competência mostrar.

 

Viva a todos os treinadores e  Tite em primero lugar, portanto podemos agora gritar Brasil Zil Zil Campeão ,

 

 

José Olívio Cardoso Rosa é advogado, poeta e autor de vários contos

 

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