Comissão de Segurança Pública da Assembleia deveria convidar Aluísio Mendes para esclarecer sobre crimes praticados por menores

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O deputado federal Aluísio Mendes Filho, ex-Secretário de Segurança Pública do Maranhão, que foi o maior símbolo da incompetência da desastrosa administração de Roseana Sarney e o maior responsável pelos desvios de rumos das investigações do assassinato do jornalista Décio Sá, abriu espaços na Comissão Especial sobre Redução da Maioridade Penal da Câmara Federal, que poderá resultar em convite para fazer esclarecimentos no legislativo estadual. Durante reunião deliberativa da citada Comissão Especial, afirmou que os principais crimes violentos praticados no Maranhão durante o período em que esteve à frente do Sistema de Segurança Pública tiveram como autores menores. Acostumado a falar asneiras e ainda receber elogios, o que foi a marca principal da sua passagem pela pasta, foi questionado por vários deputados sobre o silêncio até então feito de fatos tão grave, a não ser que estivesse tentando enganar os parlamentares, a exemplo do sempre fez em nosso Estado.

      Diante dos fatos que acabam refletindo negativamente para o  parlamentar Maranhão, seria muito oportuno que a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado, o convidasse para fazer os devidos esclarecimentos sobre os fatos e as providências adotadas pelo Sistema de Segurança Pública. Quanto a questão das ácidas criticas ao Sistema Penitenciário, naturalmente deve se referir ao período da administração do seu parceiro e identificação idêntica de incompetência, o então todo poderoso e hoje humilde delegado Sebastião Uchôa, que conseguiu denegrir mundialmente o Estado do Maranhão, com as barbáries no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, além de transformar a Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária em um antro de vícios e corrupção.

      O ex-secretário de segurança e hoje deputado federal Aluísio Mendes, já se tornou conhecido como Jabuti Trepado, o que retrata a realidade da sua eleição a deputado federal bancada pela ex-governadora Roseana Sarney, que teria sido a cobrança de faturas por” “serviços prestados” a membros da então oligarquia.

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