População reprova os Três Poderes da República: Legislativo, Judiciário e Executivo. Presidentes do STF, ministro Luís Roberto Barroso; da Câmara, deputado Hugo Motta, e do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre.
Um levantamento divulgado pelo Instituto Pulso Brasil/Ipespe nesta quinta-feira (25) mostra que 70% dos brasileiros reprovam o trabalho dos parlamentares da Câmara dos Deputados. Seguindo no mesmo levantamento, o Senado Federal é reprovado por 59%, seguido do Supremo Tribunal Federal (STF), que conta com 44% de reprovação.
Em relação à Câmara, a reprovação cresceu sete pontos percentuais desde a última pesquisa feita em julho deste ano, em que a reprovação somava 63%. Por outro lado, 18% aprovam as atividades dos parlamentares — seis pontos a menos desde julho, quando a aprovação era de 24%. Outros 12% não sabem ou não responderam.
Aprovação da Câmara dos Deputados
- Reprovam: 70%
- Aprovam: 18%
- Não sabem/não responderam: 12%
Para o Senado, 59% dos brasileiros reprovam os trabalhos e 26% aprovam. Em julho, a reprovação era de 61% e 25% de aprovação. 15% não sabem ou não responderam.
Aprovação do Senado Federal
- Reprovam: 59%
- Aprovam: 26%
- Não sabem/não responderam: 15%
O Supremo Tribunal Federal (STF) apresentou uma evolução em sua aprovação após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado, resultando em uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão.
De acordo com o levantamento, o Supremo é desaprovado por 44% dos brasileiros, cinco pontos a menos desde a pesquisa de julho, quando tinha 49% de reprovação.
A aprovação subiu três pontos percentuais: foi de 43% para 46%. Apesar de, em números absolutos, o resultado positivo ser maior do que o negativo, há empate técnico entre os dois índices.
Outros 10% não sabem ou não responderam.
Aprovação do STF
- Reprovam: 44%
- Aprovam: 46%
- Não sabem/não responderam: 10%
Foram ouvidos 2.500 brasileiros de 16 anos e mais de todas as regiões do país, entre os dias 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%.
Diário do Poder