O local é na calçada do anexo da Faculdade de História da UEMA. O buraco pelo visto não é corrente de problemas de engenharia, mas deve ter sido aberto e não duvido por alguma operadora de telefonia ou energia elétrica para a realização de serviços e não foi feita a imediata reparação e também faltou alguém para adotar as devidas e necessárias providências.
Um buraco em uma calçada é um risco de vida para as pessoas, uma vez que o local é frequentado por muitos turistas que caminham com as suas vistas voltadas para muitos prédios do acervo do centro histórico, muitos totalmente abandonados e que são bastante fotografados por turistas e inesperadamente algum pode cair no buraco que tem quase dois metros de profundidade e por baixo passam fiações de redes de telefonia e energia elétrica.
O problema parece não incomodar pelo menos os dirigentes da Faculdade de História e nem da Escola de Música, uma vez que ambas contam com grandes frequências de alunos. Os próprios alunos das duas instituições bem que poderiam fazer um movimento, que logo o problema seria resolvido. Agora é esperar e rezar para que ninguém seja vítima da irresponsabilidade de quem destruiu a tampa da caixa.
