A união dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, CGU e as Policias Federal e Civil podem diminuir as roubalheiras nas prefeituras do Maranhão

          aldir

Existe escola em piores condições, feitas em uma espécie de latada, em que existe apenas a coberta precária. Os banheiros para as meninas, os meninos e professores é o mato. Merenda escolar e o material didático são esperanças que nunca serão concretizadas.

          Acabar é querer muito, diante dos vícios e negócios espúrios que são feitos desde as eleições, em os negócios giram em torno de verbas públicas. Infelizmente as praticas criminosas crescem e são poucas as oportunidades em que algum dos saqueadores de cofres públicos são pegos, depois de já terem dilapidado o patrimônio público. Quero deixar bem claro, que essas considerações não se aplicam ao reduzido número de dirigentes municipais que procuram administrar com responsabilidade, mas mesmo assim sofrem pressões do sistema sujo de segmentos políticos.

        Tenho certeza, de que se houvesse a união dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, da Controladoria Geral da União  e das Policias Federal e Civil, para fiscalizar a aplicação de recursos federais e estaduais em cada município do Maranhão, seriam raros os que escapariam de ser pegos na corrupção. O que estava ocorrendo em Bom Jardim e Anajatuba está arraigado em dezenas de municípios maranhenses, com empresas de fechadas e em superfaturamentos. Tem prefeitura fazendo contratos milionários para a prestação de serviços e compra de combustíveis, que pelos valores se verifica que é corrupção vergonhosa. Por acreditarem na falta da fiscalização e por extensão na impunidade, as quadrilhas prosperam se instalando dentro das prefeituras.

        Recentemente, a Associação dos Professores Municipais de Codó, conseguiu farta documentação sobre superfaturamento na compra da merenda escolar. Tornaram público e cometeram o pior erro, foi pedir apoio para a Câmara Municipal. A partir dali os vereadores passaram a se esconder dos professores, dos pais de alunos e lideranças comunitárias. A denúncia foi encaminhada ao promotor público do município e ninguém sabe se ele adotou alguma providência.

        Como a merenda escolar é para ser adquirida com recursos públicos federais, seriam muito oportuno uma investigação, uma vez que o negócio foi escandaloso.

 

 

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