DIA DAS MÃES

aldir

São três letrinhas benditas

Com ela, todos se aconselham

Não deixando de ser menino

Tudo ficando bonito

Nesse Jardim Purpurino.

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Ao seu lado tudo é belo

Tudo posso desejar

E quantos pedidos feitos

Podemos realizar.

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Menino quando em criança

Menino quando cresci

Menino no quintal da infância

Na luta   quando venci

.

                X

Na pureza vivida por nossas mães

Todos continuamos meninos

Porque na sua existência

Nos faz um bem cristalino

Se o mundo dá suas voltas

Para ela somos ainda meninos.

                X

Que bom, que o tempo não passa

Tudo pode acontecer

Na basta de sua saia

Quero pra sempre viver.

                X

Como é belo mãe querida

Ver a esperança nascer

Fazendo o passado presente

Num recordar todo puro

Que Deus de conserve mãezinha

Num lugarzinho Seguro.

                X

Ah! Que belo é ver nossa mãe

Ao longe varrendo o terreiro

Cuidando de seu jardim

Atopetado de flores

Murmurando de amores

Como se as flores entendessem

A beleza de quem dar

E a gratidão de quem recebe.

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Mãe, não sei se eis sabedora

Que nosso amor não se encerra

Quer seja no ar, no mar

Ou na terra, vai cumulando tudo isso

Tornando-se um esplendor

E lá no céu estarás repleta de amor

                             X

Cada estrela ao cintilar no céu

 Representa uma mãe

No esplendor do seu dia a dia

Pelo caráter indelével que as tem

Estão sentadas a direita de nossa mãe Rainha.

José Olívio de Sá Cardoso Rosa é advogado, poeta e contista  

 

 

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