São três letrinhas benditas
Com ela, todos se aconselham
Não deixando de ser menino
Tudo ficando bonito
Nesse Jardim Purpurino.
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Ao seu lado tudo é belo
Tudo posso desejar
E quantos pedidos feitos
Podemos realizar.
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Menino quando em criança
Menino quando cresci
Menino no quintal da infância
Na luta quando venci
.
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Na pureza vivida por nossas mães
Todos continuamos meninos
Porque na sua existência
Nos faz um bem cristalino
Se o mundo dá suas voltas
Para ela somos ainda meninos.
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Que bom, que o tempo não passa
Tudo pode acontecer
Na basta de sua saia
Quero pra sempre viver.
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Como é belo mãe querida
Ver a esperança nascer
Fazendo o passado presente
Num recordar todo puro
Que Deus de conserve mãezinha
Num lugarzinho Seguro.
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Ah! Que belo é ver nossa mãe
Ao longe varrendo o terreiro
Cuidando de seu jardim
Atopetado de flores
Murmurando de amores
Como se as flores entendessem
A beleza de quem dar
E a gratidão de quem recebe.
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Mãe, não sei se eis sabedora
Que nosso amor não se encerra
Quer seja no ar, no mar
Ou na terra, vai cumulando tudo isso
Tornando-se um esplendor
E lá no céu estarás repleta de amor
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Cada estrela ao cintilar no céu
Representa uma mãe
No esplendor do seu dia a dia
Pelo caráter indelével que as tem
Estão sentadas a direita de nossa mãe Rainha.
José Olívio de Sá Cardoso Rosa é advogado, poeta e contista
