CPT denuncia violência no campo: Quilombo Onça, em Santa Inês, nova invasão para desmatamento ilegal

O crime ocorreu na manhã do último dia (07). A comunidade se mobilizou e conseguiu expulsar os invasores, mas a ameaça ao Quilombo Onça continua. Registros: Quilombo Onça

Na manhã desta quinta (7/11), famílias do Quilombo Onça, em Santa Inês, no Maranhão, sofreram nova invasão de seu território para desmatamento ilegal por fazendeiro. A comunidade foi surpreendida com a invasão de fazendeiro, escoltado por jagunços e trator, para derrubada criminosa da vegetação. A ação gerou diversos danos ao território, não somente pela vegetação devastada, mas pelo aprofundamento das violências históricas e cotidianas empenhadas contra as famílias.

Com resistência coletiva e mobilização, a comunidade, unida, enfrentou a violência e conseguiu expulsar o fazendeiro e seus jagunços, barrando a derrubada de mais árvores pelo trator e maiores prejuízos ao território, mas a ameaça continua. O Quilombo Onça está no processo de conclusão do RTID, o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação, uma etapa essencial no processo de titulação de territórios quilombolas no Brasil. Enquanto a comunidade não tiver garantida sua titulação definitiva, com o título coletivo da terra, as famílias continuam vulneráveis a ataques de fazendeiros com interesses na área. Mesmo com o recuo dos invasores, é preciso manter o alerta e fortalecer a denúncia pela integridade das famílias e dos territórios.

Por Júlia Barbosa (Comunicação CPT Nacional)
e Movimento Quilombola do Maranhão (
MOQUIBOM)

 

Jornada Mundial dos Pobres: “Um chamado à fidelidade ao Evangelho e à prática da justiça”, diz Dom José Valdeci

No período de 9 a 16 de novembro, a Igreja Católica em todo o mundo celebrou a 9ª Jornada Mundial dos Pobres (JMP), e, neste ano, inspirada pela mensagem do Papa Leão XIV, que propõe o tema “Tu és a minha esperança” (cf. Sl 71,5). A iniciativa foi para fortalecer o compromisso cristão com as pessoas em situação de vulnerabilidade, promovendo solidariedade, escuta e encontro fraterno. No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (Cepast), motivou dioceses, paróquias e comunidades a vivenciarem oito dias de mobilização, com momentos de oração, convivência e gestos concretos de amor junto aos mais pobres. O presidente da Cepast, dom José Valdeci, destaca que a Jornada foi um chamado à fidelidade ao Evangelho e à prática da justiça:

“Estamos vivenciando a 9ª Jornada Mundial dos Pobres, que nos estimula à solidariedade e ao compromisso com os marginalizados. O Papa Leão XIV nos convida a viver a esperança em Cristo e naqueles e naquelas que lutam por vida e dignidade”, afirmou.

Dom Valdeci recorda ainda o Evangelho de Mateus, que inspira a ação concreta: “Eu estava com fome e me destes de comer; estava com sede e me destes de beber. Tudo isso nos leva à motivação e ao compromisso para com os nossos irmãos e irmãs.”

Para o bispo, a caridade deve se traduzir em ações efetivas e transformadoras: “Precisamos lutar para que a caridade se expresse no nosso meio – uma caridade emergencial, promocional e sociotransformadora, que se comprometa com políticas públicas e com os direitos humanos.”

Subsídio

A Comissão para a Ação Sociotransformadora preparou um subsídio especial com orientações pastorais, propostas de ação, a mensagem do Papa Leão XIV e sugestões de vivência comunitária. O material muito bem divulgado de trabalhado convida toda a Igreja a viver a Jornada como um tempo de encontro e aprendizado com as pessoas empobrecidas, reconhecendo nelas o rosto de Cristo, registrou Dom Valdeci. A CNBB também incentiva iniciativas de comunicação e mobilização nas redes sociais, com depoimentos, vídeos, campanhas e testemunhos, usando as hashtags #JMP2025 e #DiaMundialdosPobres.

Fonte; CNBB NACIONAL

PF prendeu no aeroporto banqueiro tentando fugir de jatinho e BC liquida o Banco Master

Banco Master teria emitido títulos de crédito falsos. A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 18, o proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, durante uma operação que apura suspeitas de irregularidades na venda da instituição para o BRB. A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão. Outro investigado é Augusto Lima, também sócio do Banco Master. A defesa de Vorcaro ainda não se pronunciou.

Batizada de Compliance Zero, a operação identificou indícios de que o Banco Master teria emitido títulos de crédito falsos. Esses títulos foram repassados ao BRB e, após fiscalização do Banco Central, acabaram substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada. Entre os crimes investigados estão gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.

Em setembro, o Banco Central rejeitou a compra de parte do Banco Master pelo BRB após cinco meses de análise. De acordo com informações apuradas, um dos fatores decisivos foi o risco de o BRB ser impactado por ativos considerados “podres” do Master.

Diário do Poder

 

Hugo Motta desafia Lula elogiando Derrite e vota o Projeto de Leia Antifacção nesta terça-feira

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Rep-PB), ficou valente e decidiu desafiar o governo Lula (PT) pautando a votação do projeto de Lei Antifacção relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP). O texto passou por vários recuos para definição da versão final, em razão da conhecida insegurança de Motta, pouco disposto a encarar “bolas divididas”. Mas caiu a ficha e ele percebeu que o problema de Lula e do PT é só político, uma tentativa de vetar relator que não é governista.

Relator ponta firme

Bom cabrito, Derrite não reclamou e assumiu as hesitações de Motta, que então resolveu retribuir elogiando sua escolha como relator.

Decisão ‘pessoal’

O presidente da Câmara assumiu então como “decisão pessoal” escolher o relator Derrite, que na verdade havia manifestado interesse na função.

‘Direito adquirido’

Especialista em segurança, Derrite relatou a extinção da ‘saidinha’ de presidiário, excrescência que continua valendo para quem já era detento.

Lula quer a forra

Lula não esquece que Derrite liderou a rejeição do seu veto ao fim da saidinha, em uma das derrotas mais constrangedoras do atual governo.

Coluna do Claudio Humberto

Senador pede a convocação de “lobista dos tribunais” e STJ entra na mira da CPI do Crime Organizado

A CPI do Crime Organizado incluiu em sua pauta investigativa o esquema de venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A comissão parlamentar solicitou nesta segunda-feira (17) que a Polícia Federal (PF) compartilhe informações sobre as investigações relacionadas ao caso, que foi descoberto durante a operação Sisamnes, sobre a vergonhosa venda de sentenças

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) apresentou requerimento pedindo acesso a documentos das investigações. Ele solicitou cópias de relatórios e outras peças vinculadas à apuração, além de relatórios de inteligência financeira e comunicações internas da PF que possam indicar fluxos financeiros suspeitos.

O parlamentar também pediu a convocação de quatro pessoas supostamente envolvidas no esquema. Entre elas está Andreson Gonçalves, conhecido como “lobista dos tribunais”, detido pela PF na semana passada e apontado como figura central no esquema de comercialização de decisões judiciais. Os requerimentos de convocação incluem ainda o servidor Márcio José Toledo Pinto e dois ex-chefes de gabinete de ministros do STJ: Daimler Alberto de Campos, que trabalhou com a ministra Isabel Gallotti, e Rodrigo Falcão Andrade, que atuou no gabinete do ministro Og Fernandes.

As investigações indicam que Pinto teria adulterado e eliminado minutas internas, além de limitar o acesso às versões modificadas dos documentos. Andrade é suspeito de ter vazado informações protegidas por sigilo. Campos foi mencionado nas investigações por supostamente solicitar pagamentos relacionados ao esquema.

Na justificativa de seu requerimento, o senador Girão afirma que tanto os documentos solicitados quanto os depoimentos das pessoas convocadas são elementos fundamentais para que a CPI possa investigar adequadamente a possível existência de uma ação coordenada por grupos criminosos com o objetivo de corromper o sistema judiciário brasileiro.

O caso envolve diversos profissionais, incluindo advogados, lobistas, assessores, empresários e chefes de gabinete. Nenhum ministro do tribunal foi alvo das investigações até o momento.

Jornal da Cidade Online

E dizem que lutaram pela democracia…

                                                                                                                    * Percival Puggina

Nas encrencas típicas de republiqueta bananeira em que o país se enfia, volta e meia a frase “Nós, que lutamos pela democracia…” é pronunciada com poses de estadista por membros do consórcio governante. Que é isso, companheiro? Pra cima de mim?

Desmentidos a essa alegada luta pela democracia são abundantes, inclusive por participantes da atividade clandestina que, mais tarde, se tornaram honestos historiadores do período. A balela da luta armada pela democracia requer relação inescrupulosa com a verdade.

O mais interessante – quase ninguém com menos de 70 anos sabe disso – é que esses terroristas e guerrilheiros tiveram a oportunidade de proclamar à nação, em cima dos acontecimentos, quem eram e o que pretendiam. O regime que combatiam lhes deu acesso a todos os grandes meios de comunicação em rádio, TV e aos jornalões de então. Poucos momentos e raros documentos foram tão importantes para a história do período quanto o que resumirei a seguir.

O mês de setembro de 1969 iniciou em plena vigência do AI-5. O presidente Costa e Silva sofrera um AVC e o Brasil era governado por junta militar. Duas organizações guerrilheiras, a ALN e o MR-8, haviam sequestrado, no dia 4, o embaixador dos Estados Unidos, Charles Burke Elbrick, e imposto condições para libertá-lo: soltura de 15 presos políticos e publicação e leitura, “na íntegra, pelos principais jornais, rádios e televisões” (sic) de um manifesto que haviam redigido.

Despachar os presos para os destinos combinados, era fácil, mas autorizar a ampla reprodução da catilinária dos sequestradores era constrangedora rendição… Contudo, a execução do embaixador por quem o havia sequestrado seria um mal maior. E a junta militar se rendeu.

Assim, ao longo do dia seguinte ao sequestro, em diferentes horários, a nação inteira leu, ouviu e assistiu o texto redigido por Franklin Martins, um dos autores da operação. Oportunidade preciosa, dourada, única para guerrilheiros e terroristas dizerem por que lutavam, afirmarem seus compromissos e cobrá-los do governo, não é mesmo? Qual o quê! O documento (leia a íntegra em “Charles Burke Elbrick” na Wikipedia) foi uma xingação em que os revoltosos falaram do que entendiam – ideologia, violência, revolução – e do que faziam – “justiçamentos”, sequestros, assaltos. Não há uma única menção às palavras democracia e liberdade.

O texto acima reproduz artigo que escrevi de 11 de janeiro de 2016, relembrando os fatos de 1969. Aquela “luta pela democracia”, da qual tantos fazem fila para se vangloriar, só retardou o processo político. E se tivessem vencido? Bem, teriam antecipado para pior, em meio século, o estrago que passaram a produzir a partir de 2003.

Para saber a que distância andamos das liberdades inerentes à democracia, sem a qual não há Estado de direito, pense nestes males de consumo forçado, disponibilizados pelo regime em vigor. Pense em Congresso de maioria intimidada e tímida, com medo até da sombra projetada pelo lado direito da Praça dos Três Poderes (STF) e dependente das emendas parlamentares proporcionadas pelo seu lado esquerdo (Palácio do Planalto). Pense em eleições com dogmas (em 2022 eram os dogmas das vacinas, das sagradas urnas sem impressora e da vida imaculada de Lula da Silva). Pense em censura (inclusive prévia), em multidões com tornozeleiras, em presos políticos, em exilados, em criminalização das opiniões, em obstinado e obcecado controle das redes sociais e plataformas. Pense em direito penal do inimigo; pense em todas as perguntas lógicas que ficam sem resposta e no silêncio com que tais silêncios são acolhidos. Pense, então, no jornalismo militante, também ele, de exceção em exceção, tornando-se cortesão do regime. E me digam se isso é próprio de uma democracia.

Nem em seus melhores devaneios nos anos 60 do século passado, Franklin Martins imaginaria tão amplo elenco de sucessos para sua revolução com meios de então.

*Percival Puggina é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org),

 

Com mapa de votos na mão, Davi Alcolumbre mostra a Lula que Jorge Messias não passa no Senado para o STF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e seus aliados estão apresentando ao governo Lula um levantamento que aponta entre 28 e 31 votos favoráveis para Jorge Messias no plenário do Senado. A articulação busca demonstrar que o atual advogado-geral da União não alcançaria o mínimo de 41 votos necessários para confirmação caso seja indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A movimentação ocorre após a aprovação da recondução do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que obteve apenas quatro votos acima do mínimo necessário na quarta-feira (12). O resultado foi o mais apertado para um PGR desde a redemocratização, ficando abaixo das projeções do relator da indicação, senador Omar Aziz (PSD-AM). Pessoas próximas ao advogado-geral da União avaliam que a votação apertada de Gonet evidenciou a estratégia de Alcolumbre para tentar emplacar o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), considerado o “candidato da Casa”, na vaga do STF.

“Nas nossas avaliações internas, o Messias tem voto para ser aprovado. Não vai ser fácil, mas passa”, comentou um aliado de Messias. No atual mandato de Lula, o Senado já barrou uma indicação na área da Justiça. Igor Roque, indicado para a Defensoria Pública da União, foi rejeitado com 35 votos favoráveis contra 38 contrários. Senadores consideraram que Roque assumiu funções prematuramente, concedendo entrevistas e realizando despachos com ministros antes de ter sua indicação confirmada.

A agenda presidencial nas últimas semanas tem sido dominada pela crise de segurança pública no Rio de Janeiro e pelas negociações para a COP30, que será realizada em Belém (PA).

“Se Lula já estivesse tão seguro da aprovação de Messias, já o teria indicado”, avalia um senador contrário à indicação, acrescentando: “Hoje, só quem salva Messias é Jesus.” Diferentemente de Igor Roque, Jorge Messias tem adotado postura mais discreta enquanto aguarda a decisão sobre a sucessão do ministro Luís Roberto Barroso no STF.

Jornal da Cidade Online

 

Jornalista Mônica Bergamo expõe a condição de Bolsonaro: “refém” do STF

A jornalista Mônica Bergamo em matéria publicada nesta sexta-feira (15) confirmou a condição do ex-presidente Jair Bolsonaro, um “refém” do STF. Segundo ela, o STF está usando Bolsonaro como moeda de troca, evidenciando claramente uma situação de tortura e chantagem que o ordenamento jurídico não admite. Um clamoroso e inadmissível abuso.

Eis o texto de Bergamo:

“Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) reagiram com indignação à ameaça dos Estados Unidos de aumentar sanções ao Brasil depois da condenação de Jair Bolsonaro (PL).

Condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado, o ex-presidente tem que começar a cumprir a pena em uma detenção.

Uma parte do STF, no entanto, entendia que Bolsonaro poderia ter a boa vontade do tribunal para receber um tratamento menos duro, dada sua condição de ex-mandatário, sua idade (70 anos) e problemas de saúde que enfrenta.

O aumento das sanções, dizem esses magistrados, inviabilizará qualquer tratamento diferenciado, já que o filho dele, Eduardo Bolsonaro, está envolvido diretamente no que consideram uma chantagem contra o STF e o próprio país. Tanto ele quanto o pai estão sendo investigados pela Polícia Federal por tentativa de obstrução da Justiça e coação no curso do processo.

O presidente Donald Trump, dizem, acabará conseguindo o inverso do que pretende: levar Jair Bolsonaro ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília—o que até agora era considerado o menos provável no STF.

Como mostrou a coluna, esse é um dos maiores receios do ex-presidente, que teme ser mal tratado no complexo e também ficar sem acesso a um bom atendimento médico.

O secretário de Estado, Marco Rubio, equivalente ao ministro das Relações Exteriores dos Estados Unidos, afirmou nesta segunda (15) que deve haver anúncios de respostas do país à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A declaração foi dada pelo chefe da diplomacia americana em entrevista à Fox News.

Rubio foi questionado a respeito da decisão do STF, que condenou Bolsonaro a 27 anos de prisão pela acusação de ter tramado um golpe de Estado e disse ver uma deterioração do Estado de Direito no Brasil.

‘A resposta é que o Estado de Direito está se deteriorando. Você tem esses juízes ativistas, um em particular que não apenas perseguiu Bolsonaro, mas também tentou impor reivindicações extraterritoriais até contra cidadãos americanos, ou contra alguém postando online de dentro dos Estados Unidos, e chegou a ameaçar ir ainda mais longe nesse sentido’, disse.

Embora não tenha citado seu nome, o secretário fez referência ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

‘Então, haverá uma resposta dos EUA a isso, e teremos alguns anúncios na próxima semana ou algo assim sobre quais medidas adicionais pretendemos tomar. Mas isso, o julgamento, é apenas mais um capítulo de uma crescente campanha de opressão judicial que tentou atingir empresas americanas e até pessoas operando a partir dos Estados Unidos’, afirmou.”

Jornal da Cidade Online

Relator da CPMI do INSS suspeita que mais R$90 bilhões foram roubados dos aposentados em consignados

O deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPMI do INSS, revelou no podcast Diário do Poder que já se deparou com informações sobre o próximo grande escândalo no roubo aos aposentados: os empréstimos consignados, que representam um assalto monstruoso de mais de R$90 bilhões. Ele estima que o valor roubado com consignados deve superar o valor tomado de segurados do INSS através de “descontos associativos”, que chegam a R$10 bilhões. E mais “R$90 bilhões” em consignados.

Esperança

“Eu espero que a gente não encontre o desastre que encontramos nesses descontos associativos”, disse o deputado federal.

CPMI parte 2

O relator prevê um mergulho mais profundo das investigações nos empréstimos consignados a partir de fevereiro, após o recesso.

CPI dos Consignados?

Gaspar não descarta uma nova comissão parlamentar de inquérito, mas acredita não ser necessário caso a CPMI do INSS seja prorrogada.

A confirmar

“Eu tenho a expectativa do envolvimento dos bancos nessa falcatrua [dos empréstimos consignados]”, disse o relator da CPMI.

Coluna do Claudio Humberto

Lula bateu recorde no mês de outubro ao pagar R$ 6,8 bilhões em emendas parlamentares em troca de interesses

O governo Lula (PT) conseguiu bater mais um recorde de gastos em 2025: a administração petista pagou, apenas no mês de outubro, R$6,8 bilhões em emendas parlamentares, segundo dados do Tesouro Nacional. É o maior valor distribuído pelo governo, este ano, para pagar emendas individuais e de bancada do Congresso. No total, Lula e cia. já pagaram R$22,3 bilhões em emendas, apenas entre janeiro e outubro.

Disparou

Em relação a setembro (R$5,15 bilhões), o valor de emendas parlamentares paga pelo governo Lula em outubro cresceu 32%.

Assustador

Em relação a outubro do ano passado (R$91,5 milhões) o pagamento de emendas cresceu mais de 70 vezes para chegar a R$6,8 bilhões.

Maior do ano

O valor pago por Lula a título de emendas parlamentares em outubro é o maior desde dezembro de 2024, quando foram pagos R$7,92 bilhões.

Coluna do Claudio Humberto