Mais um membro da alta cúpula periculosa do PCC é colocado em liberdade

Para onde caminha o Brasil? Os criminosos estão com extrema ousadia após o retorno do PT ao governo. A criminalidade está aumentando vertiginosamente, a onda de violência avança e a sensação de insegurança predomina em todo o país. Nessa toada absurda, mais um bandido de alta periculosidade é colocado na rua. Trata-se de Pedro Luiz da Silva Soares, o Chacal. Ele saiu pela porta da frente da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e está em liberdade desde o fim de outubro. Com diversas passagens pela polícia, Chacal havia sido preso pela última vez em 2015, por liderar uma quadrilha que roubou caixas eletrônicos e tentou resgatar um integrante da facção no interior de São Paulo.

Pouco depois de voltar às ruas, relatório de inteligência do Ministério Público de São Paulo (MPSP) apontava suposto envolvimento de Chacal com a “Sintonia Restrita”, a célula de elite do PCC, responsável por monitorar e planejar ataques contra autoridades no Brasil. Os investigadores descobriram recentemente que o grupo pesquisou os endereços dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), para realizar uma “missão” no Distrito Federal. Também foi essa célula do PCC que planejou o atentado contra o senador Sergio Moro (União-PR).

Ao lado de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC, Chacal fez parte da primeira leva de chefões da facção que foram transferidos, no início de 2019, para presídios federais. Ele ficou cinco anos no sistema de segurança máxima. À época, o MPSP argumentou que Chacal era afilhado de Júlio César Guedes de Moraes, o Julinho Carambola, número 2 do PCC, e havia assumido a função de “Sintonia Final”, a mais alta prateleira da facção, indicado pelo próprio Marcola. Na federal, o criminoso passou por Porto Velho (RO), Mossoró (RN) e Brasília.

Entre 2013 e 2014, antes de ser preso pela última vez, Chacal também teria exercido o posto de “Sintonia Final de Rua”, o equivalente a criminoso mais importante do PCC fora da cadeia, segundo a promotoria.

Jornal da Cidade Online

 

A “ameaça” do Comando Vermelho ao Comandante da Aeronáutica do Governo Lula

Os criminosos estão com extrema ousadia após o retorno do PT ao governo. A criminalidade está aumentando vertiginosamente, a onda de violência avança e a sensação de insegurança predomina em todo o país. Nessa toada absurda, o brigadeiro Marcelo Damasceno, comandante da aeronáutica, foi recentemente ameaçado de morte.

O brigadeiro recebeu em casa um envelope pardo, postado numa agência dos Correios no Rio de Janeiro. Dentro, havia um manuscrito em letra de fôrma, no qual o autor insinua ter conhecimento sobre a rotina do brigadeiro, dos familiares dele, faz uma exigência e o adverte sobre o que aconteceria caso ela não fosse atendida.

A exigência: a Força Aérea deveria entregar 200 fuzis, cinquenta metralhadoras, cinquenta pistolas, cinquenta granadas e “farta” munição. A ameaça: se as armas não fossem entregues até o dia 11 de novembro, haveria uma retaliação violenta contra o comandante e seus familiares. De acordo com as instruções, o material deveria ser embarcado em um caminhão e levado até uma rua da Cidade de Deus, uma das favelas mais conhecidas do Rio de Janeiro.

No final da carta, são assinaladas as iniciais C.V., referência à facção criminosa Comando Vermelho.

                 A Revista Veja esclareceu o risco da ameaça:

“A exigência feita pelos supostos criminosos era tão absurda que a primeira reação do comandante foi imaginar que estava sendo vítima de um trote, uma brincadeira de mau gosto.

Ao analisar a carta, no entanto, alguns detalhes chamaram a atenção dos policiais, que recomendaram uma apuração mais profunda.

Os peritos não encontraram impressões digitais nem qualquer vestígio de material genético, o que indicava que o autor se preocupou em não deixar pistas que permitissem sua identificação.

Outro detalhe que chamou atenção: o manuscrito enviado ao brigadeiro era uma fotocópia, o que também indica que o autor tem um nível no mínimo razoável de conhecimento.

Peritos consultados por VEJA explicam que a polícia pode elucidar casos assim a partir do exame da tinta da caneta utilizada ou da pressão exercida sobre o papel.

A cópia inviabiliza a utilização dessas técnicas.

Esses cuidados sugerem que o autor pode não ser quem se apresenta, o que justificou uma elevação do nível do alerta de segurança.”

Entre os itens elencado na suposta carta do Comando Vermelho, um deles adverte o brigadeiro de que não adiantava procurar o “Xandão”, referência ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nem o ministro da Justiça Flávio Dino, porque “todos comem nas nossas mãos”.

Jornal da Cidade Online

 

Juiz destaca indício de corrupção, mas absolve José Dirceu

Juiz acusa o MPF de não fornecer “evidências” de lavagem de dinheiro

O juiz Fábio Nunes de Martino, da 13ª Vara Federal de Curitiba, absolveu o ex-ministro da Casa Civil de Lula José Dirceu no processo em que ele era acusado de lavagem de dinheiro em contratos com as empreiteiras Engevix e UTC. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (7). 

De acordo com a decisão judicial, o Ministério Público Federal (MPF) não forneceu evidências que comprovassem a prática de lavagem de dinheiro por Dirceu. A acusação foi feita em 2017, no contexto da Operação Lava Jato.

O ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, os ex-executivos das empreiteiras Walmir Pinheiro Santana e Gerson de Melo Almada, além de Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão do ex-ministro da Casa Civil também estavam envolvidos no caso. Todos foram absolvidos na decisão de Martino, com exceção de Vaccari, que não constava como réu no processo. 

O juiz mencionou a existência de indícios de corrupção na decisão. No entanto, como o MPF não apresentou denúncias sobre tais crimes, o magistrado não poderia realizar a condenação. Martino afastou a possibilidade de lavagem de dinheiro por considerar que os pagamentos feitos para Dirceu eram regulares. Na sentença, o juiz menciona que os pagamentos eram feitos através de notas fiscais, com dedução de tributos. 

José Dirceu foi deputado federal por São Paulo e ministro da Casa Civil durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A defesa do ex-ministro ainda não se pronunciou sobre a decisão.

Diário do Poder 

 

 

CANDIDATOS

*Lino Raposo Moreira, PhD
Economista
Da Academia Maranhense de Letras

“Fulano de Tal já criticou urnas, chamou STF de órgão político e propôs mandato para ministros.” Essa é a manchete da Folha e S. Paulo, de 2/12/2023. Adivinhe, por favor, atento leitor, quem é esse Fulano, pois estamos lidando com um pseudônimo que eu mesmo pus no dono do nome verdadeiro. Ele já defendeu, simultaneamente a um grupo de senadores bolsonaristas, alterações como as mencionadas pela Folha. Ganha uma viagem de ida e volta a qualquer região do mundo quem acertar. Quando voltar no Brasil, não pagará imposto algum sobre as bugigangas aquiridas na viagem.

Porém, como não desejo dar trabalho aos leitores, revelo logo de quem se trata: o ministro da Justiça Flávio Dino, indicado pelo presidente Lula a ocupar uma cadeira atualmente vaga no Supremo Tribunal Federal – STF. A mim pareceu ato surpreendente a pauta dinista, pois estamos todos habituados a Vê-lo como um político de esquerda, mas as propostas dele, até agora, mais parecem de Bolsonaro. Estaria ele, no momento, apoiando essa e outras proposições bolsonaristas, opostas às do esquerdismo? Sobre o mandato dos ministros, ele disse, em outubro último, num noticiário da Globo:

“Defendi em 2009 e defendo até hoje. Esse é um modelo bom, modelo que a Europa pratica. Os Estados Unidos não, os Estados Unidos têm a cláusula do ‘enquanto bem servir’, que não tem nem a aposentadoria compulsória. São modelos bem diferentes, mas eu acho que o mandato é uma mudança importante”, disse Flávio em entrevista recente à GloboNews”.

O modelo seria de fato diferente. No entanto, nenhuma palavra ele pronunciou sobre o porquê de considerá-lo melhor em comparação com o atual. Nem os militares do Golpe de Sessenta e Quatro tentaram controlar o Supremo assim. Eles preferiam aposentar os ministros que se recusavam a representar farsas no Tribunal, como a de fingir independência frente aos militares. Mudança tão súbita no pensamento de Dino tem de ter explicação minimamente crível. É possível mudar de rumo de maneira surpreendente, em assunto de tamanha repercussão na sociedade país. A capacidade de racionalização do ser humano acerca de benefícios próprios é infinita. Estaria ele pensando dessa forma, mesmo inconscientemente, desligado dos interesses da nação, ao propor certas mudanças antes e, agora, candidato ao STF, calar sobre o assunto?

Quando era deputado federal, Flávio Dino, em 2009, como relator de um projeto de reforma eleitoral, introduziu a obrigatoriedade de impressão de 2% dos votos, antecipando-se, essa forma, a Bolsonaro, desejoso este, porém, de se imprimirem a totalidade dos votos e se dispensarem as urnas eletrônicas. Depois, em 2010, ao ser derrotado na eleição de governador, atacou a utilização das urnas eletrônicas nas eleições brasileiras. Em 2011, disse referindo-se à derrota de 2010: Fui “[…] vítima de processo que precisa ser aprimorado, precisa ser melhor (sic) [mais bem] auditado, precisa ser melhor (sic) [mais bem] acompanhado, que é o sistema das urnas eletrônicas”. Mais uma vez, Dino antecipou-se ao ex-presidente Bolsonaro, com a história de “auditagem das urnas”.

Indagado pela Folha se ainda tinha o mesmo posicionamento anterior a respeito desses temas, o ministro ficou mudo. Pelo menos, não disse: Minhas palavras foram tiradas de contexto, como muitas pseudoautoridades fazem, como também não adotou o tom autoritário tão característico dele. Mas, o hábito de não responder perguntas incômodas permaneceu.

Ainda sobre a mudança de estrutura do Supremo, ele propôs também mudança profunda no mecanismo de escolha de seus membros. Os Poderes da República nomeariam os candidatos a uma cadeira no STF, em sistema de revezamento: cinco nomeados pelo chefe do Executivo, três pela Câmara e três pelo Senado, a partir de listas tríplices elaboradas por órgãos do campo do Direito.

Parece-me, tal mecanismo, maneira temerária de mudar, em terreno com toneladas de fertilizante de boa de qualidade ao fim de gerar conflitos permanentes entre os Poderes. Se hoje, com um método de escolha muito mais simples, há conflitos, vejam como seria envolverem-se as instituições de um só golpe.

Os reflexos da eventual escolha, no nosso Estado, de Flávio Dino para o STF, certamente deixarão o governador Brandão tranquilo no estabelecimento de nova liderança política estadual, livrando-o de pressões do ministro da Justiça. Sobre isso não dúvida alguma.

A campanha sistemática contra o Tribunal, em desenvolvimento desde o início do governo Bolsonaro, transferiu sua sede. Saiu do Palácio do Planalto e presentemente reside no Senado. Lá, na tentativa de ganhar apoio dos parlamentares bolsonaristas daquela Casa, Pacheco, seu presidente atual, propôs medidas de enfraquecimento do STF, na expectativa de, com isso, amealhar votos de golpistas do bando de Bolsonaro, quando da eleição à presidência daquela Casa, de adesão a seu candidato, senador Alcolumbre, como também no pleito do ano vindouro, de suporte a sua própria eleição como governador de Minas Gerais.

Tudo isso é sujeição dos interesses da nação aos interesses pessoais de Pacheco.

*O artigo de Lino Moreira foi publicado originalmente no jornal O Imparcial

 

 

 

Fórum de Sindicatos coordenado pelo SINTSEP cobra do Estado na justiça a prestação de contas do Funben

O Funben é o plano de saúde dos funcionários públicos estaduais e, atualmente, conta com a adesão de mais de 70 mil funcionários, que pagam 3% do salário de contribuição e mais 1% por cada dependente. O Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo, que reúne mais de 15 sindicatos de trabalhadores do serviço público, coordenado pelo SINTSEP, ingressou com uma ação na Justiça para que o Governo do Estado apresente a prestação de contas da arrecadação do Fundo de Benefícios dos Servidores do Estado do Maranhão (Funben).

O Funben é o plano de saúde dos funcionários públicos estaduais e, atualmente, conta com a adesão de mais de 70 mil funcionários, que pagam 3% do salário de contribuição e mais 1% por cada dependente.

Diante da falta de transparência quanto aos repasses tanto da contribuição dos servidores, quanto da contrapartida que cabe ao Governo do Estado, as entidades querem saber o que está sendo feito com os recursos, uma vez que está havendo atraso nos repasses à empresa prestadora dos serviços, o que tem acarretado na má prestação da assistência à saúde no Hospital do Servidor.

“Queremos transparência, pois a arrecadação do Funben não é dinheiro público, mas de natureza privada, descontado todo mês do contracheque dos servidores contribuintes, o que não justifica tantos atrasos nos repasses à empresa. Os recursos têm que ser utilizados na prestação de um serviço de saúde de qualidade”, afirma Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo.

Circulam informações dentro do sistema de administração estadual, de que a arrecadação com a participação dos servidores públicos é R$ 22 milhões e as despesas mensais da assistência médica não chegaria a R$ 15 milhões, o que permite, que os serviços médicos e hospitalares não deveriam ter se tornado deficientes, daí as constantes reclamações dos servidores públicos.

Além disso, desde 2018 não há a participação de representantes da categoria no Conselho Administrativo do Funben, responsável pela gestão do fundo, o que também inviabiliza não só o acesso às informações do extrato financeiro, como também às tomadas de decisões pertinentes aos servidores públicos estaduais. Para a maioria das lideranças sindicais, a ausência de representação dos servidores públicos, causa muitas suspeitas sobre a questão da transparência quanto aos recursos do Funben.

Fonte: SINTSEP

 

EUA realizam exercícios militares perto da Guiana há meses e já fez operações com o Brasil

O Comando Militar do Sul dos Estados Unidos realizou nesta quinta (7) novos exercícios militares “de rotina” na Guiana, após o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciar que irá “anexar” mais de 60% do território do país vizinho. Isso reforça o temor de envolvimento direto dos EUA para proteger a Guiana e os interesses da Exxon-Mobil, diante da iminente invasão venezuelana. A Exxon foi responsável pela descoberta de reservas petrolíferas de 11 bilhões de barris de petróleo na Guiana.

Exercícios com o Brasil

As forças americanas estão na região há meses, e em novembro promoveu exercícios táticos e operacionais com o Exército… do Brasil.

Por acaso

O Southern Vanguard envolveu cerca de 1,5 mil militares americanos e brasileiros no Amapá, nas primeiras semanas do mês passado.

‘De rotina’

A operação desta quinta-feira serviu para “conduzir operações de voo”, segundo a embaixada dos EUA na Guiana. “De rotina”, garantiu.

Coluna do Claudio Humberto

Avaliação negativa de Lula dispara e bate o recorde do ano, revela pesquisa do IPEC

Rejeição ao petista é a maior registrada neste ano, 30%

Mais recente pesquisa Ipec revela aumento na avaliação negativa do presidente Lula, que alcançou o maior índice neste ano. A avaliação do presidente também variou, caiu dois pontos em relação a última pesquisa. Veja os números da pesquisa divulgada nesta quinta-feira (7):

Para 38% dos entrevistados (dezembro), o governo é “ótimo/bom”. Pesquisas anteriores marcaram 40% (setembro), 37% (junho), 39% (abril) e 41% (março).

Avaliam como “regular” 30% dos entrevistados. Em setembro e junho o índice foi de 32%. Em abril e março, 30%.

Aqueles que avaliam Lula como “ruim/péssimo” são 30%. Em setembro eram 25%. Junho, 28%; abril, 26%, e março, 24%.

A pesquisa foi realizada entre 1º e 5 de dezembro. No levantamento anterior, de setembro, os percentuais eram, respectivamente, de 40% e 56%. Margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Diário do Poder

 

Analista político quebra as ilusões petistas sobre Lula: “Lá fora é um anão diplomático”

O analista político Rony Gabriel vai direto ao ponto e explica porque Lula nunca foi, nem nunca será um grande estadista, diferentemente de Bolsonaro:

“No governo Bolsonaro, quando começou a guerra da Ucrânia, ele negociou combustíveis e fertilizantes, para que não faltasse no Brasil, e não pensando num prêmio Nobel da Paz que nunca chegará.” 

Beira o ridículo, Lula dizer: ‘Hamas, pare de brigar’ ou ‘Vamos resolver a guerra da Ucrânia tomando uma cervejinha’. Lula não tem postura de líder, não tem postura de negociador, não tem postura de nada. 

Só no Brasil a esquerda vende o Lula, como grande diplomata e o Brasil voltou, porque lá fora é um anão diplomático”, ressaltou, durante participação no Fator Político BR.

Fonte: Fator Político BR 

 

Primeira-dama de Arari no Maranhão ganha destaque na internet com vídeo íntimo por engano

Uma primeira-dama seminua fez o alvoroço da web nesta quinta-feira (7). Ingrid Andrade é a primeira-dama de Arari, um pequeno município do Maranhão. Ela alega que estava editando o vídeo no Instagram, quando o publicou sem querer e não percebeu, o que resultou em um grande alvoroço na internet.

“Não sei como foi que postei esse vídeo,” disse.

Com mais de 300 mil seguidores no Instagram, segundo a primeira dama, ela justificou, o impacto e até o alvoroço em torno da sua sensual publicação.

“Eu realmente costumo mandar vários nudes para o meu marido”.

E completou:

“Ele me pede e acho isso supernormal”, completou.

E finalizou:

“Queria apimentar a relação, acabei apimentando o Maranhão, e com certeza os meus seguidores”.

Jornal da Cidade Online

Mercosul tem ‘profunda preocupação’ com invasão da Venezuelana na Guiana

Países do Mercosul, além de Chile, Colômbia, Equador e Peru, divulgaram declaração conjunta sobre a situação entre a Venezuela e a Guiana. No domingo, o ditador venezuelano e amigão de Lula, Nicolás Maduro, fez um plebiscito sobre anexação de parte do território da Guiana. Na declaração divulgada no início da noite desta quinta-feira (7), os signatários manifestam “profunda preocupação” com o plano do ditador venezuelano de tomar área equivalente a 75% do território do país vizinho.

Veja a íntegra da nota:

Declaração dos Estados Partes do MERCOSUL, Chile, Colômbia, Equador e Peru sobre a situação entre Venezuela e Guiana

Os Estados Partes do MERCOSUL manifestam sua profunda preocupação com a elevação das tensões entre a República Bolivariana da Venezuela e a República Cooperativa da Guiana. A América Latina deve ser um território de paz e, no presente caso, trabalhar com todas as ferramentas de sua longa tradição de diálogo.​

Nesse contexto, alertam sobre ações unilaterais que devem ser evitadas, pois adicionam tensão, e instam ambas as partes ao diálogo e à busca de uma solução pacífica da controvérsia, a fim de evitar ações e iniciativas unilaterais que possam agravá-la.

Diário do Poder