Estadão reclama de perseguição, mas foi o 1º veículo a criar “lista negra de bolsonaristas”. A conta chegou

Aconteceu ainda mais rápido do que eu imaginava: o Estadão, jornal que deu o pontapé na perseguição aos conservadores, publicando lista negra de “bolsonaristas” que alimentou a CPI das “fakenews”, e depois o inquérito supremo que recebeu o mesmo apelido, agora se vê na mira do projeto totalitário petista.

A militância de redação da “imprensa tradicional” é mais tucana do que petista, ou seja, apresenta um viés socialista mais light, até hoje tratado pela esquerda radical petista como “mídia de direita”, incompatível com o seu projeto venezuelano. Por questões financeiras e ideológicas, a militância de redação tucana entrou de cabeça no processo de descondenação de Lula e sua alçada à presidência, consolidando a destruição política, social, moral e econômica do Brasil, tendo a cara de pau de chamar o movimento de “defesa da democracia”.

A mídia tucana foi o principal instrumento de propaganda dos inquéritos supremos persecutórios, que acabaram com o Estado de Direito, instituindo um regime de exceção. Na segunda-feira, tal regime fez a sua primeira vítima fatal: o empresário Cleriston Pereira da Cunha, que infartou na Papuda, depois de meses aguardando por um habeas corpus, mesmo contando com frágil estado de saúde.

Hoje, não há mais liberdade de expressão no Brasil, em parte por responsabilidade da “imprensa”, com aspas tão escandalosas quanto as utilizadas pelo jornal para definir a “democracia” petista, como se a visão autoritária do partido fosse novidade…

O Estadão está apenas sentindo na pele uma pequena amostra da perseguição que o jornal promoveu contra os “bolsonaristas”. É apenas o começo.

A conta chegou, e ela será paga com juros altíssimos.

Leandro Ruschel.

 

Advogado diz que OAB perde credibilidade ao se omitir aos desrespeitos de Alexandre de Moraes

Ele afirma que a OAB não cumpre sua obrigação de defender a classe

O advogado eleitoral Everardo Gueiros, um dos mais destacados líderes de sua classe em Brasília, afirmou em entrevista para o Diário do Poder que a Ordem Brasileira dos Advogados (OAB) está “perdendo credibilidade” em ficar omissa às chacotas e ridicularizações que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes apresenta em audiências contra a entidade centenária.

Everardo critica a atitude de Moraes durante a audiência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como presidente da corte, Moraes foi questionado por um advogado sobre o indeferimento de uma sustentação oral, então o ministro constrangeu o advogado e debochou de uma nota obtida pela OAB, criticando a conduta do magistrado ante aos reiterados cerceamentos aos direitos de defesa.

“Vou repetir novamente. A OAB vai lançar outra nota contra mim. Vão falar que eu não gosto do direito de defesa e vai dar mais uns 4 mil tuítes dos meus inimigos. Então vamos fazer, doutor, a festa do Twitter, das redes sociais”. Em seguida, o presidente da corte do TSE disse que o regime interno da Corte, em consonância ao Supremo Tribunal Federal, veda a possibilidade.

O presidente da OAB, Beto Simonetti deu uma nota sobre a situação, no entanto não mencionou o nome do ministro do STF em nenhuma ocasião, mas exige respeito à instituição civil. “Infelizmente as prerrogativas não tem sido adequadamente respeitadas ocasionando a violação da ampla defesa em diversos casos com a supressão das manifestações verbais do profissional da advocacia a proteção da Constituição e da Democracia deve ser feita por todos de forma permanente, o que pressupõe a observação do devido processo legal o regimento interno de um tribunal não vale mais do que a constituição e as leis queremos respeito às manifestações da OAB que é a maior instituição Civil do país e representa uma classe que cumpre função essencial administração da justiça e sempre se coloca ao lado do Estado democrático de direito. Essa é a visão da diretoria Nacional da OAB de todos os presidentes as presidentes de todos os conselheiros e conselheiros federais”. 

O posicionamento omisso do presidente deixou vários membros da ordem revoltados, segundo Gueiros a OAB não está cumprindo com a obrigação de defender a classe. “Minha opinião é que o presidente da OAB, Beto Simonetti e a do presidente da OAB do Distrito Federal Délio Lins não estão cumprindo com suas obrigações de fazer a defesa da classe. O ministro não mentiu, vai vim mais uma nota da OAB, só que dessa vez foi pior que o presidente transformou um Ofício escrito em verbal e fez um vídeozinho e não era isso que ele tinha que fazer”.

Gueiros ainda explica qual era a conduta correta da ordem. “Se tem um crime de responsabilidade ou se ele está descumprindo a lei ele deveria acionar o Ministério Público Federal para que denuncie o ministro, ele poderia ir ao CNJ e fazer uma representação contra o ministro ou ele poderia ir ao Senado e fazer uma representação para que o Rodrigo Pacheco apreciasse essa conduta do ministro”.

O advogado afirma que a Ordem “está com medo, que estão acovardados” por não falar o nome do ministro. “O que o ministro tem feito com a advocacia é falta de respeito, falta de cortesia e uma falta de urbanidade. E a OAB acovardada, essa que é a verdade. Eles estão se descobrindo com a obrigação deles”

Na nota do presidente da OAB, ele ressalta que a ordem vai continuar dialogando com o ministro, no entanto Gueiros não acha que há um diálogo “Ele (Beto Simonette) diz que vai continuar com um diálogo institucional como se o ministro estivesse dialogando com a ordem, mas o ministro está ridicularizando a OAB”.

A Descredibilidade da OAB

O advogado Everardo Gueiros acredita que o atual posicionamento omisso da OAB trará problemas para a entidade futuramente, como a falta de credibilidade. E detalha que a situação só está ocorrendo porque a entidade foi “leniente desde de 2018 no início dos inquéritos das fake news, quando o ministro não dava as vistas para os advogados”.

O silêncio da OAB não é uma situação isolada, de acordo com Gueiros os advogados estão sendo negados de ter vistas aos inquéritos desde de 2018 e que até hoje há processos parados. “Inquérito que é para durar 1 mês está parado há 5 anos e a OAB ficou calada esse tempo todo”.

Gueiros alega que se a OAB “tivesse tomado as providências no momento em que ela deveria ter tomado, oportunamente lá atrás isso não estaria acontecendo hoje e se novamente não tomar as providências isso vai se agravar” e ainda afirma que o maior prejudicado é a população. “E quem está perdendo com isso é a nossa democracia, quem está perdendo com isso é a população que não está tendo defesa dos seus direitos”.

Diário do Poder 

 

Ministros trocam rasteiras tentando ser ‘o candidato escolhido’ de Lula

Com o chefe ausente do serviço, como mostra a reduzida agenda de despachos do presidente Lula (PT), os ministros se engalfinham na briga, quase a cotoveladas, pela indicação de candidato a presidente do PT em 2026. Mostrando cansado e doente, o presidente sinaliza desde janeiro que não disputará a reeleição. Sonham com a candidatura Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda) e até Flávio Dino (Justiça), se não ganhar o emprego vitalício de ministro do Supremo Tribunal Federal. A disputa está tão acirrada, que os reflexos são bem evidentes na máquina administrativa, cada vez mais deficiente.

Disputa de egos

A turma de Haddad espalha levantamento indicando ser ele o ministro que mais despacha com Lula, só para cutucar o chefe da Casa Civil.

Gerente sem acesso

De fato, Rui Costa é o ministro da Casa Civil que menos despacha com o presidente nos últimos governos: apenas 12 vezes em onze meses.

Não saiu da Bahia

Ministro ligado à articulação tem resposta na ponta da língua para o fiasco de Rui Costa: “ele só conhece a Bahia, não sabe nada de Brasil.”

Coluna do Claudio Humberto

 

Afinal, por que Lula tem “medo” de Juscelino Resende?

O ministro das Comunicações do governo Lula, Juscelino Filho (União Brasil-MA), está sob escrutínio por direcionar emendas para obras executadas por uma empresa que a Polícia Federal alega ser de sua propriedade. Estas verbas, indicadas quando ele era deputado federal, beneficiaram seu reduto eleitoral no Maranhão.

Segundo o Estadão, ao menos quatro empresas ligadas a Juscelino ganharam contratos de R$ 36 milhões com a prefeitura de Vitorino Freire (MA), governada por sua irmã Luana Rezende (União Brasil). A Arco Construções e Incorporações, uma dessas empresas, executou contratos de R$ 16 milhões com a prefeitura entre 2017 e 2022. A PF indica que Juscelino é o “dono de fato” da empresa, apesar de oficialmente pertencer a Antonio Tito Salem Soares, apontado como “testa de ferro” do ministro.

Juscelino e Tito negam as acusações. A assessoria de Juscelino afirmou que ele não tem relação com a empresa e Tito refutou ser um laranja, declarando: “As alegações que fazem é de que sou um laranja de uma pessoa que só conheço socialmente, mas nunca tive nenhum acordo, nenhuma negociata. Sou dono da minha própria empresa, que foi aberta desde antes de conhecê-lo, inclusive”.

Essa não é primeira vez que Juscelino está envolvido em polêmicos e atos criminosos. O que causa estranheza é o fato de Lula “fechar os olhos” para isso e mantê-lo no cargo.

Afinal, qual o “medo” do petista?

Jornal da Cidade Online

José Dirceu detona o PT e o governo Lula

José Dirceu, a cabeça pensante mais bem preparada da esquerda, já percebeu a mediocridade do desgoverno petista. “Nosso governo tem problemas de governabilidade, organização, de avaliação de cada ministério”, disse durante discurso num encontro partidário. O ex-presidiário, condenado a 27 anos de cadeia, mas que está livre, leve e solto, está também incomodado com a fraqueza do PT, desmobilizado e desorganizado e pressente uma derrota nas eleições municipais do próximo ano.

“Eu sou da opinião de que nós precisamos nos debruçar sobre o problema do partido. Não vamos tapar o sol com a peneira. Nós não aguentamos o tranco da direita como nós estamos. E a direita vai nos dar um tranco, nós a conhecemos. Há esse ambiente agora, político, negociação com Arthur Lira, mas essa não é a realidade. Se nós formos derrotados em 2024, eles vão tomar mais um naco do governo”.

O discurso do petista foi rápido, mas aterrorizante. Ele sabe que a esquerda não tem mais capacidade de mobilização. Cada militante está mais preocupado é com a sua ‘boquinha’. De qualquer forma, ele avalia como ‘uma vitória extraordinária derrotar o bolsonarismo’. E assim, o discurso foi encerrado com uma frase marcante:

“Não estou pessimista, estou realista”.

Nem tanto. O PT não derrotou o bolsonarismo. Quem venceu a batalha de 2022 foi o sistema. Mas, o que certamente preocupa o condenado, é a força que o conservadorismo tem demonstrado mesmo diante de tanta perseguição. O desgoverno está com os dias contados… E Dirceu ainda vai voltar para cadeia.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

 

Presidente do STF era contrário as decisões monocráticas e defendia as colegiadas. Agora muda de opinião

Parece que coisas que ministros de nossa mais alta corte dizem hoje, não se sustentam numa busca as suas próprias opiniões no passado. É o caso, por exemplo, do ministro Gilmar Mendes em relação à Operação Lava Jato. Num passado não muito distante, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF) tinha uma posição bem diferente da atual. E agora, presentemente, o caso do ministro Luís Roberto Barroso, em relação às decisões monocráticas dos ministros do STF.

Barroso diz que “não vê razão” para a aprovação da PEC que limita as decisões individuais, porém, num passado recente, mais precisamente em 2016, ele afirmou que “a crítica ao excesso de decisões monocráticas é procedente” e ainda defendeu “um pacto para que qualquer questão institucionalmente relevante seja decidida colegiadamente”.

O trecho consta no item 1 do capítulo V da retrospectiva “O Supremo Tribunal Federal em 2016: o ano que custou a acabar”, publicada em um site jurídico no qual Barroso faz, tradicionalmente, um balanço anual dos trabalhos no STF. Os subtítulos são emblemáticos: “V. As críticas justas”, “1. Excesso de decisões monocráticas”.

Abaixo reproduzimos o conteúdo do referido item na íntegra:

“A crítica ao excesso de decisões monocráticas é procedente. Do total de decisões proferidas pelo Tribunal em 2016 – incríveis 117 mil –, a imensa maioria foi de natureza monocrática. A explicação é singela: o volume de processos é imenso e o STF realiza cerca de 80 sessões plenárias por ano. Isso significa uma capacidade máxima de julgar cerca de 250 processos anualmente, fazendo o cálculo otimista de três processos por sessão. Como há no estoque do final do ano que se encerrou 61.816 processos pendentes de decisão, só para julgá-los, admitindo-se, contrafactualmente, que não entrasse mais nenhuma causa nova, seriam necessários 247 anos para liquidar o passivo existente.

Se contabilizássemos os julgamentos em lista e nas Turmas, esse número diminuiria, mas nada que desfizesse o absurdo. Portanto, resta a alternativa monocrática. Durante a crise, um fenômeno que ganhou destaque foi a ‘monocratização qualitativa’ do STF, isto é, o crescente julgamento de casos de maior relevância política, econômica e social para o país de forma monocrática pelos Ministros do Supremo.

A título exemplificativo, neste ano, Ministros, individualmente, determinaram (i) a anulação do ato de nomeação de Ministro Chefe da Casa Civil, (ii) a abertura de processo de impeachment contra o então vice-Presidente da República, (iii) o afastamento cautelar do Presidente da Câmara dos Deputados do mandato parlamentar e da função presidencial, (iv) o afastamento cautelar do Presidente do Senado Federal, e (v) a suspensão de atos referentes à tramitação do projeto de lei de iniciativa popular de combate à corrupção.

Sem discutir o mérito de nenhuma dessas decisões, o que o Tribunal deveria fazer para reduzir a exposição de sua imagem nesses casos é um pacto para que qualquer questão institucionalmente relevante seja decidida colegiadamente (no Plenário ou na Turma, conforme o caso). Na hipótese de medidas urgentes, elas devem ser levadas à ratificação na primeira sessão subsequente ou mesmo justificar a convocação de sessão extraordinária.”

Jornal da Cidade Online

 

Sites ‘sujos’ voltam a receber valores milionários do Governo Lula

A rede virtual de apoio ao Lula está novamente ativa e operante, patrocinada por verbas públicas. Compõem essa rede imunda, que se dispõe a difamar os eventuais ‘inimigos’ do desgoverno, influenciadores digitais e sites esquerdistas.

Irrelevantes do ponto de vista jornalístico, esses sites alimentam conteúdos tendenciosos a militância petista com mentiras e muita desinformação. A campanha difamatória movida contra o Estadão deu uma demonstração de como funciona esse esquema promíscuo de disseminação de conteúdo falso.

Segundo reportagem da Revista Crusoé, o site petista 247 já recebeu este ano a bagatela de 500 mil reais. A Revista de esquerda, denominada Fórum conseguiu abocanhar, por enquanto, 232 mil reais.

Isso é só o começo. Depois de quatro anos na seca, essa turma está ávida por dinheiro.

Jornal da Cidade Online

TCE do Maranhão condenou ex-prefeito de Araioses a devolver do R$ 433 mil aos cofres do município

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) condenou o ex-prefeito do município de Araioses, Cristino Gonçalves de Araújo, a devolver um total de R$ 433,3 mil ao erário (quatrocentos e trinta e três mil, trezentos e trinta e três reais e quarenta centavos). O débito decorre do julgamento irregular das contas de gestão anual da administração direta do município, referentes ao exercício financeiro de 2018, de responsabilidade do então prefeito. A decisão do Pleno foi unânime e em sintonia com o parecer do Ministério Público de Contas (MPC).

Entre as irregularidades apontadas no Relatório de Instrução nº 21629/2021, e confirmadas no mérito se destacam: procedimentos licitatórios pendentes de inserção de elementos de fiscalização no Sistema de Acompanhamento das Contratações Públicas/SACOP, contrariando o disposto nos arts. 5º, 8º, 11 e 13 da Instrução Normativa TCE/MA nº 34/2014; ausência de documentos/informações em diversos procedimentos licitatórios, entre os quais o Pregão Presencial n° 003/2018, tendo como objeto a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de transporte escolar no valor de R$ 2.728.340,80.

O relatório aponta ainda, a comprovação de despesas referentes a serviços de locação de veículos para transporte de alunos da rede municipal de ensino ao credor Jesus e Farias Ltda-ME, conforme Contrato nº 002.03/2018, no valor de R$ 433.333,40, decorrente do Pregão Presencial nº 003/2018, em descumprimento dos arts. 62, e 63, § 2º, inciso III, da Lei nº 4.320/1964. E ainda, descontos das contribuições previdenciárias dos vencimentos dos servidores, sem o devido repasse desses valores aos cofres do INSS.

Além do débito, cabe ainda ao gestor o pagamento de multas no total de R$ 59,3 mil. Cabe recurso da decisão.

Entre as irregularidades apontadas no Relatório de Instrução nº 21629/2021, e confirmadas no mérito se destacam: procedimentos licitatórios pendentes de inserção de elementos de fiscalização no Sistema de Acompanhamento das Contratações Públicas/SACOP, contrariando o disposto nos arts. 5º, 8º, 11 e 13 da Instrução Normativa TCE/MA nº 34/2014; ausência de documentos/informações em diversos procedimentos licitatórios, entre os quais o Pregão Presencial n° 003/2018, tendo como objeto a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de transporte escolar no valor de R$ 2.728.340,80.

O relatório aponta ainda, a comprovação de despesas referentes a serviços de locação de veículos para transporte de alunos da rede municipal de ensino ao credor Jesus e Farias Ltda, conforme Contrato nº 002.03/2018, no valor de R$ 433.333,40, decorrente do Pregão Presencial nº 003/2018, em descumprimento dos arts. 62, e 63, § 2º, inciso III, da Lei nº 4.320/1964. E ainda, descontos das contribuições previdenciárias dos vencimentos dos servidores, sem o devido repasse desses valores aos cofres do INSS.

Além do débito, cabe ainda ao gestor o pagamento de multas no total de R$ 59,3 mil. Cabe recurso da decisão.

ASCOM – TCE-MA

 

Digitais do Planalto na PEC ficaram bem claras para o STF

Ao menos um resultado prático na aprovação da PEC 8/2021, que limita poderes de decisões individuais no Supremo Tribunal Federal (STF): a falta de empenho do Palácio do Planalto e do presidente Lula para ajudar a barrar a decisão acachapante de 52×18 votos. Além do voto favorável do líder do governo, Jaques Wagner (PT), o STF percebeu a anuência de Lula na liberação dos governistas para votar como quisessem, com indicação de “sim”, incluindo a bancada do PSB do vice Geraldo Alckmin.

Rebeldia específica

Sete de oito senadores do PT votaram contra, mas Wagner, mais ligado a Lula, foi autorizado a apoiar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Maranhão: sim

Vice-líder do governo, Weverton Rocha (PDT-MA) votou a favor. Suplente de Flávio Dino, Ana Paula Lobato (PSB-MA) deu um jeito de faltar.

Bahia: sim

A bancada da Bahia, terra do ministro Rui Costa (Casa Civil), de Wagner e senadores do PSD Otto Alencar e Angelo Coronel, foi unânime: sim.

Estes têm ministérios

O União Brasil de Davi Alcolumbre foi unanime a favor da PEC: sete votos a favor. Entre os 11 do MDB, 4 faltas e 4 favoráveis, só três contra.

Coluna do Claudio Humberto

 

Deputado responsabiliza a omissão dos ministros Flávio Dino e Silvio Almeida pela morte do preso Cleriston

O deputado federal Messias Donato protocolou dois requerimentos solicitando informações aos ministros dos Direitos Humanos; e da Justiça e Segurança Pública a respeito da morte de Cleriston Pereira da Cunha, que faleceu na última segunda-feira (20) nas dependências do Complexo da Papuda, em Brasília. Ele sofria de diabetes e hipertensão, tomava medicação e teve seis atendimentos médicos. Tinha autorização para cumprir medidas cautelares em casa, mas não foi. Donato afirmou que o ocorrido é uma “tragédia anunciada” e que “concretizou-se hoje o desrespeito ao devido processo legal e o claro cerceamento dos direitos individuais”.

Direitos Humanos

A Silvio Almeida, o parlamentar questiona:

  1. Quais foram as circunstâncias precisas da morte de Cleriston? 
  2. Como estão ocorrendo as investigações sobre as causas da morte? Quais são os resultados preliminares dessa investigação? 
  3. Houve violações dos direitos humanos durante a detenção de Cleriston? 
  4. O preso recebeu tratamento adequado e digno durante o período de detenção? 
  5. Houve algum relato de tortura ou maus-tratos? 
  6. Existem suspeitas de negligência ou má conduta por parte das autoridades responsáveis? 
  7. Como o governo está lidando com a transparência e a divulgação de informações sobre este caso? 
  8. A família de Cleriston foi informada adequadamente sobre as circunstâncias da morte? 
  9. Que medidas o governo está tomando para garantir a segurança e o tratamento adequado de presos políticos dos atos do dia 08 de janeiro?

Donato considera que Cleriston era um “preso político”.

“Em uma sociedade que preza pelos valores democráticos e pela integridade dos indivíduos, é imperativo buscar respostas detalhadas e transparentes para esclarecer os eventos que culminaram nessa tragédia”, pontua.

Justiça e Segurança Pública

A Flávio Dino, as perguntas são:

  1. Qual é a posição oficial do Ministério da Justiça em relação à morte do preso Clériston Pereira da Cunha? 
  2. Quais medidas o Ministério da Justiça está tomando para investigar as circunstâncias da morte do detento mencionado? 
  3. O Ministério da Justiça tem conhecimento de denúncias de violações aos direitos humanos relacionadas a esse caso? Se sim, como está respondendo a tais alegações? 
  4. Quais são os procedimentos adotados pelo sistema penitenciário para garantir a segurança e integridade dos detentos, e como eles foram aplicados nesse caso específico? 
  5. Quais são as medidas de apoio e assistência que estão sendo oferecidas às famílias afetadas pelas prisões dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro? 
  6. Qual é o cronograma esperado para a divulgação de informações adicionais sobre o andamento da investigação? 
  7. Como o Ministério da Justiça pretende lidar com eventuais responsabilidades legais decorrentes desse caso?

O deputado finalizou:

“É imperativo compreender se existem denúncias de violações e como o Ministério da Justiça está respondendo a essas alegações. A sociedade espera que todos os detentos sejam tratados com dignidade, respeito aos direitos fundamentais e que eventuais responsabilidades sejam apuradas de forma justa e transparente.”

Jornal da Cidade Online