Flavio Dino é flagrado em nova mentira

A situação do ministro Flávio Dino é cada vez mais deprimente. Perante a sociedade ele já está completamente desmoralizado. Para justificar o sumiço de imagens do 8 de janeiro, em sua mais recente versão, Dino alega que elas teriam sido apagadas por conta de uma cláusula contratual com a empresa responsável pelo monitoramento do edifício do Palácio da Justiça. Inclusive, em entrevista à GloboNews na quinta-feira (31), o ministro voltou a culpar o contrato com a empresa que cuida do circuito fechado de câmeras do Ministério da Justiça por não ter disponível para transferir à CPMI as imagens de 8 de janeiro.

Pois bem, uma reportagem do Estadão acaba de constatar mais uma mentira do ministro. O contrato de manutenção do sistema de monitoramento do edifício do Palácio da Justiça não especifica o tempo que as imagens devem permanecer preservadas até que possam ser apagadas automaticamente. 

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) possui 185 câmeras de segurança, mas o ministro Flávio Dino só enviou imagens de quatro delas à CPMI. Parece óbvio que algo de muito grave está sendo escondido. O que será que o ministro aprontou no fatídico 8 de janeiro?

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Brasileiro que matou namorada maranhense de Balsas nos EUA, foi condenado a prisão perpetua e fugiu da prisão

Parece inacreditável, mas aconteceu. Danilo Sousa Cavalcante, brasileiro, condenado à prisão perpétua por matar a ex-namorada, conseguiu inexplicavelmente, fugir da cadeia, nos Estados Unidos. Ele foi condenado pelo assassinato da maranhense da cidade de Balsas, Débora Evangelista Brandão, na cidade de Phoenixville, em abril de 2021. A vítima tinha 34 anos e foi morta a facadas.

As autoridades norte-americanas estão oferecendo uma recompensa de US$ 5 mil (quase R$ 25 mil) por informações que levem à captura do fugitivo. Segundo o comunicado, a fuga aconteceu durante uma manhã no horário do banho de sol. Os detalhes de como que ele escapou não foram divulgados. A iniciativa de oferta de recompensa por informações que levem a captura do perverso assassino é decorrente de que ele possa fazer outras vítimas, pela sua elevada periculosidade, com observância de que no Brasil, mais precisamente no estado do Tocantins, ele matou uma pessoa, daí a referência da sua personalidade perversa.

Jornal da Cidade Online

Justiça retorna a Davinópolis 43 presas transferidas para São Luís de forma excludente e perversa pela SEAP

A decisão judicial acatou denúncias de entidades de direitos humanos e defesa da dignidade da mulher e da Defensoria Pública do Maranhão. As 43 detentas eram submetidas pela SEAP, a uma vida indigna e excludente dentro de um presidio masculino, com as suas vidas em constantes perigos de violência pela irresponsabilidade do Sistema Penitenciário do Estado. O descumprimento da decisão pode resultar em multa diária de até R$ 5 mil por cada presa mantida em situação de indevida transferência.

O Sistema Penitenciário do Maranhão de há muito vem sendo manipulado por um elemento, que com a proteção política impõe regras, inclusive com uma tal ressocialização, que tem apenas amostras com pequenos grupos selecionados que são expostos como referências, mas que no contexto geral não tem nada de diferente. Muito pelo contrário, o desrespeito aos princípios dos direitos e da dignidade humana são visto como práticas nas unidades prisionais.

Pelo número de mulheres presas no presídio masculino de Davinópolis, um pavilhão feminino já se faz necessário, mas como o Sistema Penitenciário do Maranhão tem uma forte proteção das autoridades, com observação acentuada de políticos e de outros segmentos que deveriam fazer o controle, uma administração de 12 anos continua criando e impondo regras. Para que se tenha uma dimensão da realidade, torturas de presos, fugas, mortes são denunciadas, mas de nada adianta, diante do exacerbado protecionismo.

                   Caso das 43 mulheres de Davinópolis

Para a transferência, o Estado alegou que a unidade da capital maranhense é uma das melhores do país, enquanto o Centro de Davinópolis é misto, e que possui taxa de ocupação que possibilita melhores condições para as atividades de trabalho e educação das presas, o que não representa a realidade dentro da visão distorcida do Sistema Penitenciário. A juíza da 2ª Vara das Execuções Penais de Imperatriz, acatou a denuncia das entidades de defesa das mulheres, argumentando, que as 43 detentas foram retiradas da proximidade das suas famílias, que segundo a SEAP, não dispõe de recursos para a construção de um pavilhão feminino no local e muito menos uma unidade prisional

A Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE-MA) já havia se posicionado sobre as condições desumanas vivida pelas detentas e bem distante dos discursos e propostas Governo do Estado. Entre as inúmeras observações registradas, estão as em que as presas ficam em um presídio totalmente masculinizado sem a devida segurança, com riscos diários de serem violentadas sexualmente, com as vidas em perigo e nenhum espaço adequado para sua condição de movimentação. “A transferência é uma realidade da falta de sensibilidade e respeito que as mulheres presidiárias merecem, colocando-as a uma situação muito pior, com impedimento delas receberem visitas dos seus familiares”, disse André Luís Jacomin, defensor público.

A decisão judicial também destacou que os prejuízos da transferência “aparentam ser bem maiores os prejuízos do que os benefícios esperados, visto que não pode haver ressocialização/reintegração social realizada de maneira apartada do seio familiar e do ciclo social da pessoa privada de liberdade”

 Justiça determina audiência pública para tratar da questão

A Justiça determinou a realização de uma audiência pública em Davinópolis para que as instituições e entidades defensoras de direitos e dignidade humana que atuam na causa, familiares e amigos das presas transferidas, e a sociedade civil possam discutir sobre o assunto e apontar o melhor caminho para resolver o problema.

“Hoje as mulheres que são presas na região de Davinópolis, ficam dentro do presídio masculino, sob risco total, em condições completamente inseguras. O Estado está colocando essas mulheres em condições de tortura, de violência psicológica e sexual e a vida,” afirmou Conceição Amorim, representante do Movimento de Direitos Humanos.

O caso das detentas transferidas de Davinópolis para São Luís e o seu retorno determinado pela justiça, pode se constituir no início de uma advertência sobre a realidade do Sistema Penitenciário do Maranhão, que não diferente dos demais do país. Um antigo e experiente agente penal me informou, que aqui, em cada unidade atua apenas uma facção, o que não gera conflito com a hipocrisia com cada um no seu quadrado.

Fonte: G1 e AFD

 

 

 

Ministro do STF determina bloqueio de bens do ministro das Comunicações, Juscelino Filho

Ministro do STF deixou clara necessidade de continuidade das investigações sobre desvio de dinheiro de emenda parlamentar

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 835 mil do ministro das Comunicações, Juscelino Filho. O R7 apurou que Barroso avaliou que há elementos de que houve desvio de dinheiro de emenda parlamentar, mas não autorizou uma busca pessoal, requerida pela Polícia Federal, porque não há indícios mais concretos da atuação direta do ministro.

Mais cedo, Juscelino Filho afirmou que o inquérito da PF sobre o suposto desvio de verbas federais destinadas a obras da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) vai mostrar que “não houve qualquer irregularidade”.

Os agentes cumpriram 12 mandados de busca e apreensão em endereços no Maranhão nesta sexta-feira (1º). Um dos alvos da PF é a irmã de Juscelino Filho, a prefeita de Vitorino Freire (MA), Luana Rezende.

Segundo a defesa de Juscelino Filho, a atuação do ministro das Comunicações sempre foi pautada pelo “interesse público”. “Juscelino Filho segue à disposição, como sempre esteve, para prestar esclarecimentos às autoridades”, dizem os advogados.

Na terceira fase da Operação Benesse, os investigadores miram o chamado “núcleo público” de uma suposta organização que desviava verbas parlamentares destinadas a obras da Codevasf.

A Codevasf é uma empresa pública criada para a realização de obras e outros serviços em estados do Nordeste, do Norte e no Distrito Federal. Em nota, a companhia afirma que colabora com os trabalhos e que demitiu um funcionário após a conclusão de um processo da corregedoria sobre o assunto.

Fonte: R7

 

A mentira esfarrapada, o deboche de Flavio Dino, o silêncio de Alexandre de Moraes e o desrespeito ao povo

Sobre a palhaçada das imagens apagadas…Claro que nem uma pessoa com doutorado e mestrado na arte de ser otário acredita nessa mentira esfarrapada (e cheia de escárnio e deboche) de que o desgoverno federal apagou as imagens do 8 de janeiro para liberar espaço para novas gravações.

Mas, para rir um pouco, vamos fingir que acreditamos. Então, também deveríamos acreditar:

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública não tem um sistema de vigilância que custa milhões aos cofres públicos, mas meia dúzia de câmeras compradas no Mercado Livre e gerenciadas por um PC de mil reais com sistema Linux;

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública não tem uma equipe caríssima de ótimos técnicos e operadores, os quais estavam mais do que cientes e conscientes da importância das imagens;

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública deixou seu sistema de segurança e vigilância ser operado por quatro adolescentes com espinhas na cara, os quais foram contratados pelo programa “Hacker do Bem”, o equivalente brasileiro do programa que treinou Jason Born;

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública foi surpreendido com a inexperiência dos quatros garotos, que sequer pensaram em fazer uma cópia das imagens;

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública nunca soube ou foi informado da existência de uma coisa chamada “backup”;

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública nunca soube ou foi informado da existência de uma coisa chamada “nuvem”;

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública se revela o órgão mais inútil do desgoverno, já que foi incapaz de impedir o vandalismo de 8 de janeiro, e depois incapaz de preservar as imagens gravadas em suas dependências;

– Que o Ministério da Justiça e Segurança Pública, se mesmo com a destruição das provas, continuar numa situação difícil, vai culpar os quatro adolescentes.

Marco Frenette. Jornalista e escritor.

 

Flavio Dino só entregou a CPMI imagens de 4 das 185 câmeras do Ministério da Justiça

Imagens apresentadas por Flavio Dino são menos de 3% de tudo que foi gravado no dia do vandalismo

O ministro da Justiça, Flávio Dino, só entregou à CPMI do 8 de janeiro imagens de quatro câmeras de monitoramento das 185 que estão instaladas no prédio que sedia a pasta. O pífio número representa menos de 3% do total das câmeras que devem monitorar o prédio e podem esclarecer o que realmente houve em 8 janeiro. O Ministério da Justiça fica em um raio menor que 180 metros do Congresso Nacional, a menos de 500 metros do Palácio do Planalto e a 600 metros do Supremo Tribunal Federal, prédios que foram vandalizados no início do ano.

A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo e complementada pelo Diário do Poder.

O jornal também divulgou imagens de Ricardo Capelli, antes das 18h, dando instruções aos policiais da Força Nacional de Segurança que estavam de prontidão no ministério. À época das imagens, Capelli era secretário-executivo do MJ e braço direito de Dino, posteriormente, assumiu a segurança pública do Distrito Federal após intervenção decretada pelo governo federal.

À CPMI do 8 de janeiro, Flávio Dino informou que imagens das câmeras de segurança do prédio foram apagadas. O ministro culpou o contrato firmado com a empresa que cuida do circuito de TV pela indisponibilidade das imagens.

Há um contrato sobre as regras de conservação dessas imagens. Havia imagens preservadas, porque estavam em inquéritos. A PF foi lá, no começo de fevereiro, e levaram nas imagens. Todas as imagens que existem foram entregues”, disse Dino ao justificar a exclusão e dizer que as imagens são apagadas a cada 30 dias para dar lugar a novas filmagens.

O jornal procurou o Ministério da Justiça, que não esclareceu o motivo de não ter preservado o material. A pasta respondeu ao contato da reportagem dizendo que “as imagens consideradas importantes pelas autoridades competentes para os inquéritos em curso foram preservadas”.

Denúncia contra Dino

Nesta quinta-feira (31), o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, trouxe informações sobre os próximos passos da oposição no Congresso Nacional contra Flávio Dino. O deputado federal Filipe Barros (PL-SC) antecipou ao colunista denúncia contra o ministro por crimes de obstrução de Justiça e prevaricação. O parlamentar cita que Dino não acionou 240 homens da Força Nacional de Segurança para atuar na quebradeira do dia 8 de janeiro. O pelotão estava de prontidão no estacionamento do prédio do ministério.

Diário do Poder

 

Senador aponta “esquema” entre Lula, Dino e STF, por “nova ditadura” e relembra ações do TSE

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) alertou sobre a existência de uma suposta tentativa de “construção de uma ditadura no Brasil”, apontando para esquema envolvendo o governo Lula, o ministro da Justiça Flávio Dino e membros do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar listou uma série de eventos e declarações que, segundo ele, apontam para uma estratégia de “minar a democracia brasileira”. 

Ao citar declaração do novo diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que afirmou que “o Brasil e a democracia brasileira respiram graças a Alexandre de Moraes”, o senador disse que essa fala é indício de ameaça à autonomia da instituição. Girão informou que apresentou uma proposta de emenda à Constituição (PEC 15/2020) para garantir a autonomia da PF, mas que o texto não avançou. 

“Infelizmente, não tramitou na Casa, mas o objetivo é a autonomia da Polícia Federal, independente de governo. Se é governo de um lado, se é governo de outro, de centro, de direita, de esquerda, não interessa! A Polícia Federal tem que ser independente, não tem que estar dando declaração política para ninguém”, ressaltou.

Girão criticou também o fato de o presidente Lula ter elogiado a prisão de um indivíduo por quem foi ameaçado, o que, na opinião do senador, “ultrapassa o limite entre segurança nacional e liberdades individuais”.

O parlamentar ainda questionou a criação de estruturas como a Secretaria de Políticas Digitais que, segundo ele, apontam para “um controle das redes sociais e configuram uma ameaça à liberdade de expressão”.

Jornal da Cidade Online

 

Operação da PF no Maranhão mira ministro Juscelino Resende e prefeita Luana Resende, de Vitorino Freire

Além do ministro das comunicações Juscelino Resende, a Polícia Federal detém 12 mandados, em que está a prefeita Luana Resende, irmã do ministro, que já foi afastada do cargo pelo STF. A operação é sobre desvios e fraudes envolvendo verbas da CODEVASF.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (1/9), a Operação Benesse com a finalidade de desarticular organização criminosa estruturada para promover fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). A investigação mira o ministro da Comunicações do governo Lula, Juscelino Filho (União Brasil-MA).

Um dos alvos de busca é Luanna Resende, irmã de Juscelino, e prefeita de Vitorino Freire, no Maranhão. Ela também foi afastada do cargo por decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A PF chegou a pedir buscas contra Juscelino, mas o ministro Barroso negou a solicitação.

Desde as primeiras horas de hoje (01), policiais federais cumprem 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nas cidades de São Luís/MA, Vitorino Freire/MA e Bacabal/MA. Também estão sendo cumpridas medidas cautelares diversas da prisão, tais como afastamento da função pública, suspensão de licitações e vedação da celebração de contratos com órgãos públicos, bem como ordens de indisponibilidade de bens.

A investigação, iniciada em 2021, teve a sua primeira fase ostensiva deflagrada em 20/7/2022 (Operação Odoacro), e a segunda em 5/10/2022 (Operação Odoacro II). A presente fase alcança o núcleo público da organização criminosa, após se rastrear a indicação e o desvio de emendas parlamentares destinadas à pavimentação asfáltica de um município maranhense.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude a licitação, lavagem de capitais, organização criminosa, peculato, corrupção ativa e corrupção passiva. Pelo fato de os elementos indicarem que o líder do núcleo público da organização criminosa ora investigada utiliza emendas parlamentares para incrementar o seu patrimônio, denominou-se esta fase investigativa de “benesse”, que segundo o dicionário Oxford significa “vantagem ou lucro que não deriva de esforço ou trabalho”.

Jornal da Cidade Online