Em famoso jornal europeu, Lula vira “chacota” internacional

O cinquentenário jornal francês Libération (referência para esquerda global) mostrou uma foto de Lula da Silva (PT) na capa de sua edição desta sexta-feira (23/06). Porém, a manchete não era o que a esquerda brasileira estava esperando:

 “Lula, a decepção”. A manchete do jornal parisiense atesta o fracasso das excursões de Lula mundo afora.

O Liberátion ainda ironiza citando um brasileiro na França, que perguntou ao presidente ‘Ei, Lula, quando você vai visitar o Brasil?’

A publicação afirma que o presidente brasileiro seria um “falso amigo do ocidente”. Uma das principais razões para isso seriam a simpatia de Lula por autocratas e ditadores como Xi Jiping, Maduro e Vladimir Putin.

O desinteresse de Lula num diálogo com a Ucrânia também pesou nessa análise negativa.

Nas palavras do Liberátion:

“O presidente brasileiro não é o precioso aliado que imaginávamos, especialmente quando se trata de ostracizar o novo pária do Ocidente: a Rússia, culpada de uma invasão intolerável da Ucrânia”.

NOS EUA, A BATATA DE LULA TAMBÉM TÁ ASSANDO

Paralelamente, nos Estados Unidos aumenta a pressão sobre a equipe do presidente Joe Biden para saber detalhes sobre o ‘suposto apoio’ a Lula onde teriam sido usados agentes da CIA, diplomatas e até medalhões das Forças Armadas americanas para pressionar e intimidar aliados de Bolsonaro durante o processo eleitoral.

Não que os americanos Republicanos ou Democratas, se melindrem de interferir nas questões internas de nações soberanas, isso é recorrente para eles.

A questão é porque o gabinete de Joe Biden apoiou a eleição de um presidente abertamente socialista, que critica os Estados Unidos em todas reuniões de cúpula e que é admirador assumido de Putin e Xi-Jiping, arqui-inimigos dos EUA .

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

Deputada Distrital Paula Belmonte afirma que Flavio Dino sabotou a segurança no 8 de janeiro

Declaração ocorreu durante a CPI dos Atos Antidemocráticos

A deputada distrital Paula Belmonte (Cidadania) acusou o ministro da Justiça, Flávio Dino de ter sabotado a segurança no dia 8 de janeiro. A declaração ocorreu durante sessão da CPI dos Atos Antidemocráticos na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), na presença do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Gonçalves Dias.

Durante os questionamentos direcionados ao militar, Belmonte foi enfática ao questionar o ex-ministro de Lula sobre a falta de comunicação entre as Pastas. “O governo não troca informações?”

Nesse momento, Paula mostrou uma carta do chefe da Polícia Federal (PF), Andrei Augusto Passos, endereçada a Flavio Dino, informando sobre a necessidade de reforço na segurança da Esplanada dos Ministérios, no dia dos ataques às sedes dos Três Poderes.

“Então o que a gente percebe é que houve uma sabotagem. E aqui eu abro uma linha de investigação. Uma sabotagem do ministro da Justiça, Flávio Dino ao próprio GSI”.

GDias alegou que não tinha conhecimento da documentação. A distrital mostrou um vídeo no qual aparece uma van da Força Nacional, se retirando da Esplanada dos Ministérios.

“O que está acontecendo aí é a saída da Força Nacional, que é subordinada ao ministro Flávio Dino, facilitando a entrada no Palácio do Planalto, Congresso Nacional e STF”.

A deputada também afirmou se sentir contrária a ideia de Flavio Dino ser homenageado na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

“O que me surpreende é que alguns parlamentares querem entregar o Cidadão honorário para esse ministro. Um ministro debochado, um ministro que não tem responsabilidade e vou dizer mais ele queria tomar o GSI da nossa segurança que é o Exército Brasileiro e entregar para a Polícia Federal,” afirmou a deputada.

Diário do Poder

 

Ex-ministro da fazenda Henrique Meirelles contradiz Lula e afirma que BC acertou em manter taxa de juros

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles avalia que o Banco Central acertou ao manter a taxa de juros sem alteração e disse que o BC “está dando segurança nas projeções inflacionárias”. Meirelles, que já presidiu a instituição financeira, fez a avaliação em apresentação no Blockchain SP.

“O BC decidiu corretamente não cortar os juros ontem” e seguiu: “qual será a evolução da inflação com a manutenção da taxa de juros, qual seria com um corte de 0,25 ponto percentual? Qual seria a evolução da inflação com a aprovação do arcabouço fiscal?”

A declaração diverge das falas do presidente Lula horas antes. O petista fez ataques pessoais ao atual presidente do BC, Roberto Campos Neto.

Acho que esse cidadão joga contra a economia brasileira. Ele não tem explicação, não existe explicação aceitável por que a taxa de juros está em 13,75%. Não temos inflação de demanda”, disse Lula. Ele tem pressionado o BC para abaixar a taxa de juros e chegou a cobrar uma posição do Senado sobre Campos Neto. “Foram os senadores que colocaram o cidadão lá, tem que verificar se ele está cumprindo com o que tem de cumprir. Ele tem que ser cobrado”, disse.

O que tem deixado o discurso de cobrança de Lula, como manifestação isolada e sem contexto técnico para que possa pelo menos ser levado em consideração, é a indiferença do congresso e o reconhecimento público e técnico dos grandes economistas brasileiros, os quais entendem que a direção do BC tem agido corretamente.

Diário do Poder

 

JBS foi denunciada ao Senado dos EUA por desmatar a Amazônia

A JBS, dos irmão Wesley e Joesley Batista, foi acusada no Senado dos Estados Unidos, nesta quinta (22), de participar do desmatamento da Amazônia, enquanto em Paris o presidente Lula (PT) prometia ser rígido para o Brasil cumprir a meta de zerar o desmatamento até 2030. A meta está prevista no Acordo de Paris. A JBS passou vergonha durante audiência no Comitê de Finanças do Senado dos EUA, ao ser acusada até mesmo pelo abate de gado criado em áreas desmatadas.

Lavagem de licenças

Rick Jacobsen, gerente da Agência de Investigação Ambiental dos EUA, denunciou lavagem de licenças ambientais e matadouros ilegais da JBS.

Área imensa

Pesquisadores estimam em 200 mil hectares, desde 2008, a pegada do desmatamento da JBS na Amazônia.

Emissões fraudulentas

A ONG Mighty Earth denunciou à SEC (CVM de lá) bonds de U$3 bilhões vinculados a “metas de sustentabilidade” que considera “fraudulentas”.

Defesa insuficiente

Representada pelo diretor Global de Sustentabilidade, Jason Weller, a JBS tentou se defender das acusações, mas não convenceu.

Coluna do Claudio Humberto

 

PCC ganha mais uma: Justiça manda soltar doleira do narcotráfico

Um fato é inegável, grandes traficantes têm obtido sucessivas vitórias jurídicas no Brasil nos últimos tempos. O caso mais famoso se refere ao do traficante André de Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, que está há 500 dias foragido sem que a polícia tenha ideia de onde ele se encontra.

Ele havia sido preso em 2019 com muito esforço pela Polícia Civil carioca em Angra dos Reis. No ato da prisão ele ofereceu R$ 10 milhões para os policiais permitirem sua fuga, os honrados policiais recusaram. Não adiantou, um ano depois, com um habeas corpus do STF, ele foi solto e fugiu do país.

Em abril de 2023. mais uma humilhação… Dessa vez para Polícia Civil de São Paulo que, por uma decisão do STJ, teve que devolver o helicóptero do mesmo traficante, André do Rap, mesmo com ele figurando na lista entre ‘os mais procurados’. Em nenhum país do mundo essas decisões fazem sentido.

Agora a criminosa reincidente, Nelma Kodama, foi solta apesar ser flagrada tentando enviar 580 quilos de cocaína para Europa, escondidas na fuselagem de um avião. A decisão partiu de um desembargador do TRF-1. A apreensão da droga aconteceu no aeroporto de Salvador em 09 de fevereiro de 2021.

De acordo com a Polícia Federal (PF), uma parte da droga pertencia a Nelma e o restante a um integrante do alto escalão do PCC – um caso clássico de tráfico internacional de drogas e formação de quadrilha.

Não por coincidência, Nelma Kodama foi presa pela Policia Federal em abril de 2022 em um hotel de luxo em Lisboa, Portugal – ela estava aguardando a chegada da droga.

Talvez você esteja lembrado do nome de Nelma Kodama, ela já havia sido presa na Lava Jato por lavar grandes quantidades de dinheiro para os corruptos brasileiros – apesar da montanha de provas, logo ela foi solta.

Ela foi presa, também, em março de 2014, no aeroporto internacional de SP, quando tentava embarcar para Milão, na Itália, com 200 mil euros escondidos na calcinha. No mesmo ano, a doleira acabou condenada a 18 anos e 4 meses de prisão – e novamente ela não cumpriu a pena.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora

 

CPMI vira palco para barraco à base do ‘cale a boca’

CPMI pouco avança nas investigações, mas rende muita confusão e gritaria

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura os atos de vandalismo ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro foi marcada, mais uma vez, por bate-boca entre parlamentares que participam do colegiado. Nesta quinta-feira (22), o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) teve um embate com o senador Jorge Seif (PL-SC) após o deputado falar com o depoente, George Washington de Oliveira Sousa, que ele estaria abandonado pelos bolsonaristas.

O senhor realmente é um bolsonarista convicto, fiel, mas está sozinho, porque aqui todos o consideram um terrorista solitário. Todos os bolsonaristas aqui te abandonaram, falaram que o senhor é solitário, um aloprado”, disse o deputado.

A fala foi interrompida pelo senador.

Ele não ouviu isso de mim. Ele está falando todo mundo e eu não sou todo mundo”, disse.

Com início da confusão, os microfones foram desligados pelo presidente da CPMI, deputado federal Arthur Maia (União-BA). Mesmo assim, os parlamentares trocaram palavras ríspidas. O deputado chegou a mandar o senador se calar.

Cale a boca, fique calado, rapaz”.

George Washington foi preso acusado de instalar uma bomba em um caminhão tanque que transportava combustível para o aeroporto internacional de Brasília.

Mais tarde foi a vez de um desentendimento entre os senadores Magno Malta (PL-ES) e Soraya Thronicke (União-MS).

Malta usou o caso do terrorista italiano Cesare Battisti para criticar a esquerda. Battisti conseguiu viver tranquilamente no Brasil graças ao presidente Lula que negou a extradição do criminoso, condenado na Itália pelo assassinato de quatro pessoas.

Ao ser interrompido por Soraya, Magno retrucou.

Senadora, eu estou falando. Eu não disse que ele cometeu um ato correto, eu disse que ele cometeu um ato errado. Se a senhora quiser a palavra, pode ficar com a palavra”, disse o senador.

Após breve pontuação do presidente da CPMI, o senador retomou.

Em nenhum momento eu vou aplaudir um ato como esse. Ou vossa excelência estava no telefone e não ouviu o que eu falei. Foi assim que eu comecei a minha fala”, finalizou.

Diário do Poder

Sob silêncio da OAB, STF discute se juiz poderá julgar ação de parente

A OAB nacional mantém constrangedor silêncio sobre uma inacreditável ação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) no Supremo Tribunal Federal (STF), que, na prática, permitirá que suas excelências julguem processos de interesse de escritórios de advocacia de seus filhos, cônjuges e parentes consanguíneos. A proibição está definida no artigo 144 do Código de Processo Civil, que a AMB alega ser “inconstitucional”. A medida pode até provocar concorrência desleal.

Nova corrida

Advogados temem que a alteração da regra provoque uma “corrida” a escritórios ligados a magistrados tão logo a ação seja protocolada.

Limites tênues

Alguns ministros tentam impor limites, como impedir que magistrado com parente assuma a relatoria o caso. Mas ficaria liberado para julgar.

PGR foi contra

Não se conhece a posição de Augusto Aras, mas a antecessora Raquel Dodge se posicionou contra a ação e pediu a “improcedência do pedido”.

Olha a alegação

A AMB alega que “o juiz não tem como saber que uma das partes é cliente de advogado que se enquadre na regra de impedimento”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Deputados denunciam ministro da Integração Regional do governo Lula por gastos de R$ 500 milhões sem licitações

Deputados federais, Sanderson e Júlia Zanatta acionaram o TCU e a PGR após explosão de gastos sem licitação em ministério do governo Lula

Os deputados Sanderson e Júlia Zanatta, do PL, acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Tribunal de Contas da União (TCU) nesta quarta-feira (21/6). Em ofício, eles solicitaram que os órgãos de fiscalização apurem se há irregularidades no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, comandado por Waldez Góes (PDT).

Como mostrou a coluna, houve uma explosão de gastos sem licitação na pasta após o início do governo Lula. Até o momento, mais de R$ 510 milhões foram gastos com despesas do tipo. O valor representa 97% do total desembolsado pelo ministério comandado por Góes.

Diz a representação enviada por Júlia Zanatta ao TCU:

“Solicito a realização de inspeções ou mesmo auditorias a fim de apurar a legalidade e a economicidade referentes contratações”. No parecer enviado ao PGR, Augusto Aras, Sanderson lembra que o ministro Waldez Góes já foi alvo de investigações do próprio Ministério Público Federal.

“As contratações sem licitação chamam a atenção, em conjunto, tendo em vista a vida pregressa do referido ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, que já fora, inclusive, investigado pela prática de crimes contra a administração pública, em especial por fraude em processos licitatórios”.

Coluna do Paulo Cappelli – Metrópoles

 

Autoridades confirmam mortes em submarino a 500 metros do Titanic

O submarino, chamado de Titan, é da empresa OceanGate e desapareceu no último domingo (18), cerca de 1h45 após o início da viagem.

A Guarda Costeira norte-americana confirmou a morte da tripulação que estava no submarino que desapareceu em uma expedição ao Titanic. De acordo com as autoridades, os destroços do submersível estavam a 500 metros da carcaça do navio.

As famílias das cinco vítimas já foram informadas das mortes. Ainda não há causa oficial do que ocorreu, mas autoridades falam em “implosão catastrófica”.

Autoridades falam em “implosão catastrófica.” O submarino, chamado de Titan, é da empresa OceanGate e desapareceu no último domingo (18), cerca de 1h45 após o início da viagem. O oxigênio do submersível era suficiente para durar até esta quinta-feira.

Ainda não há planos ou posicionamento sobre a possibilidade de resgate dos destroços do Titan ou dos corpos da tripulação.

Diário do Poder

 

General Gonçalves Dias disse na CPI do DF, que não fraudou relatório da Abin: ‘tudo foi acertado’

Reportagem revelou fraude em documento enviado para comissão parlamentar

O ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Gonçalves Dias, negou que tenha fraudado relatórios enviados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), conforme revelado pelo jornal Folha de São Paulo, em abril.

O general disse, em audiência na CPI da Câmara do Distrito Federal que apura a quebradeira de janeiro, que o relatório “não condizia com a verdade”.

“O documento foi acertado e enviado para a CCAI (Comissão de Atividades de Controle de Inteligência)”, afirmou o ex-ministro.

Segundo Gonçalves Dias, as informações compartilhadas entre os órgãos de segurança deveriam ser compartilhadas por ferramenta específica, o Correio Sisbin, mas, diz o ex-ministro, isso não foi feito.

GDias, como é conhecido o ex-ministro de Lula, foi flagrado por câmeras de segurança do Palácio do Planalto flanando pelo prédio enquanto a área era atacada por vândalos no dia 8 de janeiro. O escândalo resultou na demissão do ministro, o primeiro a cair na gestão do petista.

Diário do Poder