Câmara aprova PEC que autoriza permuta de magistrados da Justiça estadual

A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, proposta de emenda à Constituição que permite a permuta de local de trabalho de juízes da Justiça estadual de estados diferentes. O tema agora será enviado ao Senado.

Assinada pela deputada Margarete Coelho (PP-PI) e outros, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 162/19 torna possível essa permuta seguindo mecanismo já usado para juízes da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho.

Margarete Coelho destacou que a PEC colocará explicitamente a permissão no texto constitucional. “A emenda constitucional não criará, mas sim declarará, por interpretação autêntica, o direito à permuta entre juízes de direito vinculados a tribunais de justiça de diferentes unidades da Federação”, explicou.

O texto aprovado, um substitutivo da deputada Soraya Santos (PL-RJ), exige que seja observada a regra constitucional que prevê a ocupação de um quinto dos lugares dos tribunais regionais federais, dos tribunais dos estados e do Distrito Federal por membros do Ministério Público com mais de dez anos de carreira e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada com mais de dez anos de efetiva atividade profissional.

Para a relatora, “a inovação proposta ensejará uma maior vinculação dos juízes às comarcas nas quais trabalham”. “Com efeito, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) registra que 41% dos magistrados brasileiros não atuam na mesma unidade da Federação em que nasceram”, afirmou.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

 

Judiciário parcial pode quebrar a democracia, dizem especialistas

Um país que admite a atuação de juízes parciais não pode ser considerado uma democracia de fato, pois decisões enviesadas são o ponto de partida para a quebra das garantias previstas pela Constituição e pela legislação processual. E, partindo dessa premissa, a decisão do Supremo Tribunal Federal de declarar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos processos que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser um divisor de águas na Justiça e na opinião pública.

Essa foi a avaliação dos especialistas que participaram do evento online “Sem imparcialidade não há democracia!”, transmitido no fim da tarde desta quarta (9/3) pela Conjur, e mediado pela advogada e ex-desembargadora do TRF-3 Cecília Mello.

Primeiro a discorrer sobre o tema do debate, Georges Abboud, advogado e professor de Direito Constitucional do IDP e de Processo Civil da PUC-SP, mostrou como a parcialidade do julgador pode prejudicar o sistema de Justiça e a própria democracia.

“Se um juiz é parcial, ele fatalmente não vai assegurar um contraditório efetivo, assim como não irá garantir a ampla defesa e não fará uma análise devidamente motivada do material probatório”, explicou. “Ou seja, a imparcialidade do julgador é condição sine qua non para a produção de todas as demais garantias”.

Segundo ele, o país “acordou” tarde para o problema da quebra da imparcialidade. “Nada obstante haver uma Constituição democrática desde 1988, o sistema é muito pouco accountable, pouco prestador de contas. Isso demonstra que acordamos muito tarde para um problema muito crônico. Não porque necessariamente há dolo na quebra da imparcialidade, mas porque, às vezes, admitimos uma atuação jurisdicional parcial sem sequer notarmos que ela está sendo parcial.”

Ele explica que o sistema positivo de Direito no Brasil trata a quebra da imparcialidade dividindo-a em duas categorias: um rol subjetivo, da suspeição, e um rol objetivo, do impedimento. Mas Abboud chama a atenção para a existência de muitas outras formas de quebra da imparcialidade que não têm um “encaixe matemático” nas hipóteses previstas.

Na mesma linha, Marina Coelho Araújo, advogada, professora no Insper e presidente do IBCCrim, recorreu à doutrina ao afirmar que “a imparcialidade é da essência do Processo Penal, pois sem ela não há processo”. Em seguida, deu exemplos de como a legislação concretiza a exigência de isenção por parte do julgador.

“Três artigos tratam disso: primeiro os artigos 252 e 254 do Código de Processo Penal, que trazem hipóteses de impedimento e de suspeição, respectivamente. E há ainda o artigo 145 do Código de Processo Civil, que também trata de suspeição“. Segundo ela, esses dispositivos trazem hipóteses genéricas de interesse no julgamento pelo juiz e que complementam o sistema jurídico processual penal após a Constituição de 1988.

Ela destacou, porém, que os advogados frequentemente se deparam com dificuldades na hora de apontar problemas relacionados à isenção do juiz. “As hipóteses de suspeição e impedimento que dificultam nosso trabalho são aquelas caracterizadas pela soma dos atos realizados que não acontecem de forma ilícita, mas que, no seu conjunto, mostram o bias, o viés do juiz”, observou a advogada.

Ela diz que é difícil consolidar as hipóteses de suspeição e entendimento, cujo rol já foi ampliado, mas que não é necessária mudança legislativa para isso: é preciso desenvolver critérios racionais para delimitar esses critérios. A situação atual, prossegue, “nos fragiliza diante de situações de juízes que, muito inteligentemente, proferem decisões lícitas e legítimas e vão colacionando decisões parciais ao longo do processo”.

Constrangimento
Sobre a questão dos obstáculos enfrentados pelos advogados, Alberto Zacharias Toron, advogado, professor de Direito Penal (Faap) e ex-secretário-geral do Conselho Federal da OAB, acrescentou que a defesa também pode se ver constrangida por outro fator na hora de questionar a conduta do juiz.

“Mesmo identificando uma hipótese de parcialidade, o advogado muitas vezes não argui o magistrado, porque ele teme pela sorte do seu cliente, quando não pela sua própria sorte. Pense numa cidade do interior que só tenha um juiz”, disse o criminalista.

Questionado sobre um eventual legado positivo do reconhecimento feito pelo STF da atuação parcial do ex-juiz Sergio Moro no julgamento do ex-presidente Lula, Toron relativizou o caso, mas se mostrou otimista.

“O Habeas Corpus concedido em favor do presidente Lula é um marco para a democracia no país e reafirma o caráter contramajoritário do STF. Não acaba com a postura defensiva do Judiciário, mas permite avançar”, afirmou ele.

Toron destacou, ainda, com alguns exemplos, a existência de uma cultura de resistência ao reconhecimento da suspeição. “As associações reagem, a imprensa reage.” Ele destacou o julgamento do HC que definiu que o réu delatado deve sempre ser ouvido depois do réu delator, que a imprensa tratou como “filigrana jurídica”, mas é na verdade um predicado que determina a própria efetividade da justiça.

Lenio Streck, advogado, professor da pós-graduação em Direito da UniSinos e ex-procurador de Justiça, lembrou também de outros casos que mostram como a imprensa “dá existência a coisas que não existem“, como o julgamento das ADCs 43, 44 e 54, que reiterou a previsão constitucional que veda a prisão automática após o julgamento em segunda instância.

“Nesse caso, o [jornalista] Merval Pereira, na véspera do julgamento, disse que, se o Supremo julgasse desse modo, soltaria 190 mil estupradores, ladrões, proxenetas, etc. Isto é uma mentira! Só que já estava posto. Já tinha sido dada existência a coisas que não existem”, exemplificou.

Streck defendeu que a comunidade jurídica precisa se desdobrar mais sobre as questões de parcialidade. “Veja quanto tempo nós levamos para conseguir demonstrar uma coisa óbvia, que não basta o juiz ser imparcial, ele deve parecer imparcial. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos já tinha percebido isso há muito tempo.”

Ele disse acreditar que as mudanças só virão de forma efetiva se os juristas atuarem para “constranger”, com base na doutrina, os adeptos da parcialidade. “Quando a doutrina não constrange — e nós fizemos isso na suspeição do Sergio Moro — o Direito degenera — veja o exemplo dos nazistas”, concluiu o professor.

Fonte: CONJUR

 

Síndrome da Gaiola: como isolamento pode afetar crianças na volta às aulas presenciais

Transtorno é caracterizado pela dificuldade das crianças em ressocializar após muito tempo de isolamento

A pandemia de Covid-19 pode causar impactos duradouros na saúde mental de crianças e adolescentes. A psicóloga Cleuza Barbieri, especialista em desenvolvimento infantil e adolescente, afirma que crianças são naturalmente sociáveis e se desenvolvem se relacionando com outras pessoas.

“Crianças aprendem se relacionando, brincando, trocando e se frustrando com seus pares. Então há um prejuízo [no isolamento] que pode potencializar algumas patologias nessas crianças, como ansiedade, medo, pânico.”

Segundo o relatório Situação Mundial da Infância 2021 do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), mais de uma em cada sete crianças no mundo, com idade entre 10 e 19 anos, possui algum transtorno psicológico agravado pelo contexto da Covid-19. Já no Brasil, uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo mostra que uma em cada quatro crianças e adolescentes apresentam sinais de ansiedade e depressão, após o surgimento do coronavírus e da necessidade de isolamento social.

Karolina Peres de Oliveira é mãe de duas crianças, estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ela descreve como seus filhos tiveram dificuldade para se socializarem após a volta às aulas presenciais.

“O isolamento social afetou os meus filhos. Eles ficaram menos sociáveis com as crianças de fora. Quando eles viam uma criança, eles ficavam sem interação natural. Isso foi notado logo depois que começaram as aulas. Na escola demorou um pouco para eles se socializarem bem com as outras crianças.”

Patrícia Coimbra, coordenadora pedagógica de uma escola em Brasília, também sentiu diferença no comportamento na volta às aulas presenciais.

“Os alunos voltaram ansiosos e com certa dificuldade de interação. Tivemos que desenvolver um projeto para trabalhar o emocional das crianças e a readaptação no ambiente escolar.”

Ela avalia que a volta às aulas presenciais é extremamente importante para o desenvolvimento das crianças. “A criança precisa estar na escola. O convívio social e a professora por perto são fundamentais para o processo de aprendizagem. É importante os pais mostrarem para as crianças a importância da escola, incentivar e motivar essa vinda para escola. Escola e família precisam caminhar juntos.”

Síndrome de Gaiola

A psicóloga clínica Muriell Coelho comenta sobre essa dificuldade de interação social, denominada como Síndrome de Gaiola.

“A Síndrome da Gaiola é um transtorno que consiste na pessoa ter a possibilidade de interagir e socializar, mas que internamente e emocionalmente ela se sente impedida ou acuada para tal, causando agravamento da situação de isolamento e transtorno psicológico como ansiedade, depressão e a condição também pode impactar no processo de aprendizagem da criança.”

Ela também alerta para o isolamento em excesso.

“Os sinais que merecem atenção seriam um isolamento em excesso; aquela dificuldade da criança em interagir com pessoas que estão fora do convívio familiar ou com quem tenha passado a pandemia junto. Você percebe que a criança fica mais acuada, tem mais dificuldade de conversar, de interagir, de manter o diálogo, de brincar, choro excessivo ou sintomas de ansiedade, irritabilidade quando a criança está prestes a sair de casa. E também [tem] preferência em realizar atividades em casa sobre as externas.”

Cuidados

A psicóloga Cleuza Barbieri alerta para o excesso de medo imposto pelos pais sobre o retorno ao convívio em sociedade.

“Tem que observar se existe muito medo imposto pela sociedade, pelos pais, pela escola nesse retorno, com muito cuidado, com excessos de preocupações. Isso também pode ser um pouquinho difícil para as crianças nesse sentido.”

Ela recomenda os cuidados que os pais devem tomar no retorno dos pequenos às aulas presenciais.

“O cuidado que os pais devem tomar com essa ressocialização seria simplesmente em qual contexto as crianças vão estar inseridas. Observar se a criança está sendo aceita no núcleo onde ela está indo para escola. Se não há uma questão de bullying, se não há uma questão de medos excessivos. Porque a criança por si só consegue se ressocializar. Ela consegue fazer contato, ela consegue criar amigos, ela consegue se adaptar a situações. Criança é muito adaptável.”

A psicóloga Muriell Coelho orienta os pais a apoiarem os filhos, caso demonstrem insegurança.

“Também nunca devem repreender a criança: você tem que ir pra escola agora, não tem outra opção. É importante ter acolhimento, ter paciência, legitimar o que a criança está sentindo, estimulá-la e ter uma compreensão de que a criança, no ritmo dela, vai se ressocializando”, acrescenta.

Brasil 61

 

STF rejeita ação do PDT e mantém prazo de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa

Magistrados entenderam que o tempo que o candidato não pode ser eleito só deve começar a contar após o cumprimento da pena

O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu manter, nesta quarta-feira (09), o prazo de inelegibilidade de oito anos previsto pela Lei da Ficha Limpa contado após o cumprimento da pena. A Corte negou julgar o mérito de uma ação apresentada pelo PDT, que pediu para remover da legislação a expressão “após cumprimento da pena”.

Os ministros entenderam que mudar a lei em período eleitoral poderia prejudicar a realização do pleito deste ano.

Na prática, o texto da lei foi mantido como já estava, de acordo com os termos aprovados pelo Congresso Nacional. O partido alegava que a definição do início da inelegibilidade após o cumprimento da pena faria com que o impedimento de concorrer a cargo eletivo se prolongasse por um tempo maior do que o previsto.

Por entenderem que a ação não deveria ser julgadas, os ministros não discutiram o caso. Apenas os ministros Nunes Marques, Luís Roberto Barroso, André Mendonça e Gilmar Mendes foram a favor de que a ação fosse avaliada.

O ministro Alexandre de Moraes afirmou que uma eventual mudança no texto da lei poderia abrir margem para que até mesmo pessoas condenadas por homicídio, em sentença transitada em julgado, pudessem se candidatar, pois a pena para este tipo de crime poderia ser, por exemplo, de 15 anos, inferior à inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa.

Fonte: R7

 

PT, PCdoB e PV decidem formar federação; PSB fica fora

Federação prevê que siglas ficarão unidas ao longo de quatro anos; PSB declarou que haverá coligação entre as legendas em torno da candidatura de Lula; A razão para o PSB não se unir aos demais partidos foram divergências sobre a composição do órgão.

Depois de cerca de quatro meses de negociações, PT, PC do B e PV decidiram formar uma federação partidária. O PSB, que negociava até então com as siglas, optou por ficar de fora da união de partidos, pelo menos por enquanto. A federação prevê que as siglas ficarão unidas ao longo de quatro anos em âmbito nacional, estadual e municipal.

As decisões tomadas nesta quarta serão levadas aos diretórios estaduais de cada partido, que precisam chancelar a posição tomada pelas cúpulas de cada sigla.

Apesar de o PSB não integrar a composição, dirigentes partidários afirmam que haverá coligação entre as legendas em torno da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nesta semana, o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) praticamente selou a migração para o PSB para ser o vice na chapa de Lula.

“As quatro agremiações, PT, PSB, PC do B e PV, têm unidade na construção de uma frente para enfrentar Bolsonaro e reconstruir o Brasil, unidos na candidatura Lula presidente”, informaram os quatro partidos em nota.

A razão para o PSB não se unir aos demais partidos foram divergências sobre a composição do órgão que comandará a federação e entraves em palanques estaduais.

O principal problema para que o PSB se aliasse aos demais foi o governo de São Paulo. O PT quer lançar Fernando Haddad (PT) e os pessebistas não abrem mão de colocar Márcio França (PSB) na disputa.

Além desse, há outros imbróglios que travam o acordo entre as siglas, que também conversam com PV e PC do B para formar a união de partidos.

Entre eles, estão a disputa aos governos do Rio Grande do Sul e do Espírito Santo, preocupações sobre o cenário nas eleições municipais em 2024 e divergências a respeito da composição do órgão que comandará a federação.

Fonte: Yahoo Notícias

 

Maioria de adeptos às religiões de matriz africana é contra cotas raciais, diz pesquisa

Entre os que professam religiões de matriz africana, 53,7% são contra e 34,9% favoráveis a políticas de cotas raciais

Até mesmo entre brasileiros que professam religiões de matriz africanas são majoritariamente contrários a políticas de cota racial: 53,7%. Mas esse grupo defende a adoção de cotas sociais, independente da cor da pele das pessoas.

Nesse grupo adepto de religiões de matriz africana, 34,9% são totalmente favoráveis às cotas raciais em nome da “reparação histórica perante a escravatura”

A constatação é de pesquisa nacional do instituto Orbis para o Diário do Poder, realizada nos dias 3 e 4 deste mês, quando foram entrevistados 2.154 brasileiros de todas as regiões do País.

De acordo com esse levantamento, mais de 75% dos entrevistados são contrários às cotas raciais, especificamente em concursos públicos, incluindo vestibulares de acesso a universidades.

Para o diretor de Operações e Pesquisa do Orbis, Márcio Pereira, “a população notou que a política de cotas raciais pode criar precipícios pela simples coloração da epiderme”.

Para ele, “é preciso levar em conta a nossa origem étnica, onde grande parte do nosso povo é afro descendente, independentemente de sua tonalidade.”

Aqueles que se posicionam contrariamente às cotas raciais concordam com a avaliação, proposta pelos entrevistadores, de que Sou contra, “somos um país miscigenado, misturado, devemos ter cotas sociais e dar preferência para os mais pobres independentemente da cor”.

Levando-se em conta a religião dos entrevistados, são contrários a políticas de cota racial os católicos (59,5%), evangélicos (62,8%), espíritas (48,8%), religiões de matriz africana (53,7%), outras (62,3) e os sem religião (56,7%).

Diário do Poder

 

Governo zera alíquota de impostos de importação sobre gás de cozinha

Medida publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (09) vale para gás de uso doméstico 

O governo federal publicou nesta quarta-feira (9) uma medida que zera as alíquotas do PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação incidentes sobre o gás de cozinha. A regra vale para o produto envasado em recipientes de até 13 kg e destinado ao uso doméstico.

O gás de cozinha ultrapassou os R$ 100 em todas as regiões do país, de acordo com dados do último levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo). O preço mais elevado é encontrado no Centro-Oeste, com variação entre R$ 109,40 e R$ 140,00.

Em meio à disparada do petróleo, após a invasão russa da Ucrânia, o governo espera uma decisão do Parlamento sobre um projeto de lei que altera a forma de cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas operações que envolvem combustíveis.

O texto deve ser analisado no Senado nesta quarta-feira. Segundo a proposta, a alíquota do ICMS na comercialização de gasolina, etanol, diesel, biodiesel, gás de cozinha, derivados de gás natural e querosene de aviação seria cobrada sobre o valor fixo por litro, e não pelo preço do produto. Além disso, o imposto incidiria apenas uma vez no decorrer da cadeia de circulação dos combustíveis.

Fonte: R7

CGU permanece investigando prefeituras do Maranhão na aplicação de recursos federais

Em sintonia com o COAF, a Controladoria Geral da União – CGU, com o Ministério Público Federal e a Polícia federal, continuam investigando a aplicação de recursos federais pelas prefeituras do Maranhão. Depois do caso em que foi constatado o desvio de R$ 38 milhões em fraudes na prefeitura de Pinheiro, que resultou no afastamento do cargo do prefeito Luciano Genésio, já reintegrado ao cargo, mas com pleno acompanhamento pelos órgãos federais.  Outras administrações municipais continuam em plena observação.

Pelo que se informa, as investigações estão concentradas nos desvios de recursos federai, principalmente os destinados para a saúde e a educação, que muitos gestores públicos entendem em utilizá-los, como fonte de negociatas e assim desviar o dinheiro através da corrupção, em que a maioria é furtada e um pequeno percentual é aplicado.

Não será qualquer surpresa, que mesmo em ano eleitoral, a Polícia Federal faça operações em municípios em que os gestores públicos querem a todo custo enriquecer às custas do dinheiro público, roubando o que é do povo. Para os mais diversos segmentos sociais, as operações sobre a aplicação de recursos federais devem ser constantes, não apenas aos municípios, mas estendida aos governos estaduais, como é o caso dos respiradores, em que pesa sobre o Governo do Maranhão, de ter R$ 10 milhões pagos adiantados a uma empresa, que recebeu e nunca entregou qualquer respirador. Uma investigação está engavetada no Tribunal de Contas do Estado e caminha para mais tarde ser arquivada, a prática geralmente utilizada beneficiar gestores públicos e assim favorecer a impunidade.

Fonte: AFD

 

 

 

 

 

 

 

 

O PT, a corrupção e a visão surpreendente de uma jornalista esquerdista militante

“A corrupção brasileira não começou com o PT, mas foi obra do lulismo a construção desse regime de ladrões.” (Vera Magalhães)

Aquele “regime de ladrões” a que se refere Vera Magalhães, aquele Governo Cleptocrático foi, sim, obra de Lula e do PT. Lula é o autor inquestionável do Mensalão e do Petrolão, obras primas da corrupção política e financeira, referências brasileiras para todas as democracias ocidentais.

A corrupção petista não se conteve aos oito anos de governo do ‘Princeps Corruptorum’, mas alastrou-se ao governo de Dilma e de Temer. É bom não esquecer que Lula, dono do PT, foi o criador de Dilma e de Temer como presidente. Parafraseando o próprio Lula, pode-se dizer que Dilma e Temer foram suas mais visíveis “heranças malditas”.

Mas Vera tem razão: corrupção é coisa antiga. Não foi invenção do PT. Lula e seu partido apenas a exacerbaram de forma jamais vista nas democracias ocidentais.

O Velho Testamento traz casos emblemáticos de corrupção. Eva se corrompeu, perante os olhos de Deus, quando comeu do fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. Corrompeu Adão, quando o levou a comer do mesmo fruto.

As consequências daquele pecado original são conhecidas: Eva e suas descendentes passaram a parir em dor. O pecado original se propaga a todas as gerações, forçando os cristãos ao batismo. (O PRINCÍPIO DA INTRANSCENDÊNCIA DA PENA não existe no Velho Testamento. Só surgiu com a civilização.)

Adão e seus descendentes – com algumas exceções, quase todas no Brasil, como bem sabem os sindicalistas e petistas, inclusive Lula – passaram a sobreviver do trabalho.

Caim, filho de Adão e Eva, tornou-se assassino (uma forma de corrupção) ao matar com um golpe de pedra seu irmão Abel, com ciúme da preferência do Senhor pelo primeiro.

Ló, após a destruição de Sodoma e Gomorra com fogo e enxofre lançados do Céu por Deus, amasiou-se com as duas filhas (a esposa fora devidamente transformada em estátua de sal pelo misericordioso Deus) e elas deram à luz aos filhos Ben Ami e Moab. Não há crime no incesto, eu sei, mas não será corrupção de costumes, igual ou pior do que aquela que levou à destruição de Sodoma e Gomorra?

Em suma, como bem lembra Vera Magalhães, a corrupção não começou com o PT. É coisa antiga. Mas, como cresceu, agigantou-se e institucionalizou-se nos 14 anos em que o PT de Lula mandou no Brasil!

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra.

 

Fonte do Pentágono diz que Putin sofre de câncer terminal

Relatórios produzidos pela Inteligência do Pentágono e do Governo da Ucrânia dão conta que o presidente da Rússia, Vladmir Putin, estaria com câncer terminal no intestino.

Uma fonte do Pentágono teria dado a informação ao jornal britânico “Daily Star” e dito ainda que as autoridades estudam a vida privada do russo e notaram o rosto mais inchado nos últimos tempos e a expressão sempre carrancuda, sinal de que sofreria de agudas dores.

O Pentágono acredita ainda que, esperando a morte para breve, Putin se preciptou a invadir a Ucrânia para, possivelmente, deixar um legado.

O líder do Kremlin tem 69 anos de idade, é ex-agente da KGB e está no poder desde 1999.

Jornal da Cidade Online