Vereadores da Região Metropolitana de São Luís não defendem a vida dos usuários de coletivos

O prefeito de São Luís e o governador do Estado já deram amplas demonstrações de que se depender deles, as aglomerações nos terminais e paradas de coletivos e as superlotações nos ônibus vão continuar. Até os paliativos desapareceram e os usuários continuam entregues ao próprio azar para a morte com toda a família, se vier a ser contaminada pela covid-19.

Dentro do contexto, as Câmaras Municipais de São Luís, de São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposo, que integram a Região Metropolitana de São Luís, precisam sair do discurso e do comodismo para a realidade e comprometimento com os interesses coletivos. Se os prefeitos estão demonstrando ser impotentes para preservar a vida de milhares de usuários de coletivos contra a covid-19, os vereadores não podem se acomodar, afinal de contas, os passageiros de coletivos são os mesmos eleitores que os elegeram e os prefeitos.

Recentemente o Ministro da Saúde chegou a fazer um apelo aos prefeitos de todo o Brasil, quanto ao sério problema dos transportes coletivos, uma das grandes referências de contaminação da covid-19, além de que os usuários se tornam multiplicadores da doença, quando a levam para as suas próprias casas e outros lugares. É vergonhoso vermos todos os dias e todas as horas, os coletivos da Região Metropolitana transitando completamente lotados e sem nenhuma segurança sanitária.

O que causa indignação e que não se pode calar, se perguntarmos: Será que esses usuários e eleitores, são reconhecidos apenas no momento do voto?

É chegado o momento das comunidades se organizarem e fazerem movimentos nas comunidades, nos terminais, nas ruas pedindo por segurança sanitária, afinal de contas todos são seres humanos iguais aos políticos. A diferença está, em que os usuários são pobres e muitos passam dificuldades e a maioria enfrenta a fome, mas também, onde estão cidadãos dignos e honestos e do outro lado estão os abastados com muito dinheiro de procedência duvidosa e que depois das eleições desconhecem quem os elegeu, além de que muitos deles estão envolvidos com a polícia e a justiça.

Fonte: AFD

 

 

 

 

 

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