Superlotações nos coletivos e aglomerações nos terminais aumentam os casos de covid-19

Apesar das sucessivas advertências feitas por infectologistas e epidemiologistas sobre o sério problema do avanço da pandemia com as aglomerações em terminais e paradas e a superlotação constante nos coletivos, o problema é visto pelas autoridades com a falta de um posicionamento para a seriedade da questão e os riscos de vidas diárias que milhares de pessoas enfrentam.

Para o poder público, infelizmente o mote são bares e restaurantes e festas clandestinas, mas independente do transporte coletivo, as ruas estão cheias e com muita gente sem máscaras, as filas de banco desafiam a tudo e todos. A falta de medidas e fiscalização mais dura em todos os níveis é o fator determinante para o avanço da pandemia da covid-19, mas acima dela está a falta de consciência das pessoas, que infelizmente entendem que a doença chega a todos menos neles. Conheço casos em que mesmo com a perda de parentes próximos, elas continuam desafiando a covid-19.

Sobre a questão dos casos sérios das aglomerações e superlotações nos transportes coletivos, o Ministério da Saúde vai pedir uma atenção por parte dos prefeitos nas cidades, onde o problema é bastante acentuado. A problemática está em entendimentos com o empresariado dos transportes coletivos, que não faz esforços para dar a sua contribuição para o enfrentamento à pandemia. Como são movidos a interesses e vantagens, se podem operar com 10 porque colocar 20 com aumento de despesas. Entendo que o momento em que o caso assume emergência em defesa da vida, o Ministério Público e a Justiça já deveriam ter se manifestados ou acionados pela Prefeitura de São Luís. A foto acima e do terminal da Cohama.

Fonte: AFD

 

 

 

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