Importante posicionamento critico do jornalista, escritor e poeta Herbert Santos
(Poema para São Luís ser FeliS e não prejudicarem mais sua Feira do Livro!)
Herbert de Jesus Santos
Já fomos assim, e mais alguma coisa, em São Luís, quando mais nos chamavam de Atenas Brasileira, tesouro ancestral, um dos que mais se quis, por fazermos da nossa Inteligência uma Bandeira! Como era bonito se ouvir que elogiavam nossa raiz, pela nossa pátria, Mãe gentil, muito altaneira, que a nossa Cidade, da sua Fundação, lembrando a flor-de-lis, também falava o melhor português, Nação inteira! Nada foi por acaso, foi uma bela herança, que veio passada de geração a geração, colocando no céu da boca da criança o bem que o livro faz ao Maranhão! O livro é importante em qualquer parte, “O passaporte e bilhete de partida”, o Sol do conhecer que melhor arde, para dar mais encanto a toda vida, tanto que o sábio diz antes tarde do que nunca, o livro dando uma guarida! Tradição passada, sim, de pai pra filho, o livro sempre fez a diferença, colocando todo mundo num só trilho , não importando aí a sua nascença: preto, branco, pobre, rico, num só brilho, maior quem mais ler, sem desavença, podendo ser tanto a espiga quanto o milho. Portanto, todo cuidado é pouco com esta Feira, que não é qualquer uma, é a do Livro, Feira do Livro de São Luís inteira, FeliS com S, sempre passando no crivo, por nos fazer com São Luís na dianteira, daí por que todo cuidado é pouco, na lição do Ivo, que viu tão bem a uva e a fruteira! Quando vemos, na FeliS, os pequeninos, com suas fardas colegiais, por fora, eles mais se notam por dentro, os bons meninos, vêm para conhecer o que nesta Feira aflora, parecendo um tanto com as lembranças minhas, que reluzem sempre, como a clara aurora, que me ensinaram com a eternidade das vinhas, pois veio de Jesus, com toda a hora, “Deixai vir a Mim as criancinhas!” Poderia ficar aqui com a ladainha boa, e podemos resumir, agora, no entanto, que tudo o que se faz de bem não é à-toa, e sempre merece, acolá e aqui, um acalanto! Autoridades de São Luís, não deixem de regar o bem que, em nossa terra, mais prospera, com o conhecimento da leitura a viajar, em crescimento que no humanismo não altera a recompensa para o chão melhor ficar, em que a maldosa corrupção nunca impera! Deixem melhor é que é a Feira do Livro de São Luís (FeliS), que, uma vez por ano, engrandece mais a nossa juventude e qualquer idade, pois a leitura, em tudo por tudo, resplandece, e pinta com as cores da grandeza nossa Cidade, e a todos, com a mesma altura, estabelece. Autoridades de São Luís, outra vez, eu peço , quem precisa ser vencedor é o nosso povo! A quem é ruim, podem contar, eu meço, como se fosse dentro de um podre ovo! Promovam a FeliS, para ela mais melhorar, e não correr o risco de não acontecer, porque nela toda a riqueza é pra valer, sempre, enquanto toda a boa vai restar, qual fonte preciosa de nunca esmaecer: a grande meta do bem é continuar!
Com Z ou S, para a felicidade, o bis, nunca se deixe por menos, minha Cidade: SEJA FELIS, também com S, SÃO LUÍS! (13 de novembro de 2016)
