Problemas envolvendo auxiliares penitenciários terceirizados dentro de unidades prisionais como emissários de bandidos, colocando armas, drogas, celulares dentro de unidades prisionais é da maior seriedade que vem ocorrendo com maior assiduidade no Maranhão.
Se tornou bem frequente ações de terceirizados em práticas criminosas dentro de unidades prisionais, como é o caso agora dos auxiliares Rubens de Sousa Santos e José Pereira Gusmão Neto, os quais foram flagrados com farto material em que estão armas, celulares, drogas, carregadores e outros materiais, sendo eles presos e conduzidos para Superintendência da Seic. Os dois elementos também estariam envolvidos em casos de facilidades de liberação de pessoas ligadas a criminosos, mesmo com o sistema de monitoramento, a entrarem nas visitas com materiais proibidos.
Os policiais penais, que na realidade são os concursados e que geralmente os responsáveis pela direção e fiscalização das unidades, acabam assumindo duas funções, a primeira em monitorar os presos e o funcionamento das unidades e segundo é evitar que os terceirizados cooptados pelo crime organizado municiem bandidos com armas, drogas, celulares e informações, mediante corrupção.
A maior vulnerabilidade com os auxiliares terceirizados é que a seleção ocorre mediante currículo e a maioria é protegida por interesse de políticos e de pessoas ligadas ao Sistema Penitenciário, o que facilita a que integrantes de quadrilhas coloquem pessoas dos seus interesses dentro dos presídios, daí os constantes casos de criminalidade nas unidades prisionais. O problema não é maior, decorrente dos policiais penais estarem sempre à frente dos mais diversos problemas.
Fonte: AFD