“Embora tenha oficializado, no papel, a ‘prorrogação das atuações conjuntas’ da Lava Jato no Paraná e no Rio de Janeiro por alguns meses, na prática, o procurador-geral da República, Augusto Aras, já definiu uma data para acabar com a força-tarefa de Curitiba e deixou o braço fluminense da maior operação de combate à corrupção já feita no país em suspense”, diz a Crusoé.
“O que a PGR não destacou, mas consta da portaria de Aras é que a dedicação exclusiva para a Lava Jato, considerada a fórmula do sucesso da operação, termina em 31 de janeiro. A partir de 1º de fevereiro, Aras deu prazo de 15 dias para que os procuradores que atuam na força-tarefa voltem para as cidades onde atuavam antes.”
Lamentável sob todos os aspectos são as manifestações articuladas no país, que visam destruir as forças que lutam pela moralidade pública. A ousadia é desmedida, o que causa muitas desconfianças como foi o caso recente do STF, querendo manter a manipulação no congresso e impedir os casos de impeachment de alguns ministros, mas felizmente a força da seriedade e do compromisso da maioria do Poder Judiciário com as instituições prevaleceu e a Constituição Brasileira, por ora está preservada.