Petistas se articulam por cargos, até no STF. Irmão de Flavio Dino quer a PGR

Políticos petistas, sobretudo que viraram personagens nas investigações da Lava Jato, já se articulam para retomar posições e fazer indicações em eventual governo Lula, inclusive para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Caso do ex-deputado João Paulo Cunha, que presidiu a Câmara e foi condenado a 6 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e peculato, até ser perdoado pelos ministros dos quais pretende ser colega. Ter sido preso pela Lava Jato virou “currículo” no PT.

Advogado militante

João Paulo Cunha hoje chefia um bem-sucedido escritório de advocacia em Brasília, pelo qual optou apesar da pressão para tentar um mandato.

Dirceu à espreita

Outro da “velha guarda” do lulismo com expectativa de poder, José Dirceu também se estabeleceu em Brasília há meses, em um escritório desenvolvendo ações para se tornar um dos grandes articuladores do PT.

Carteirinha salvadora

Dirceu tenta que a OB-SP devolva sua carteirinha de advogado. Ele não entende como Roberto Jefferson já recebeu a sua e ele não.

Inesquecível

Outro personagem que busca lugar ao sol petista é Nicolau Dino, irmão do ex-governador do Maranhão, Flavio Dino. Quer a PGR. Mas no PT não esquecem que ele coordenou a Lava Jato no STJ.

Coluna do Claudio Humberto

 

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