Oito em cada dez jovens no Brasil têm medo de morrer por covid-19

Pesquisa do Espro indica que temor aumentou e chega a 79%. Preocupação com morte de familiares é ainda maior: 95%

  • Pesquisa aponta que 91% dos jovens estão preocupados com contaminação pelo coronavírus
  • Medo de perder emprego ou fonte de renda na pandemia chega a 89% dos entrevistados
  • Home office é realidade para 22% dos trabalhadores; a maioria com alto poder aquisitivo
  • Ensino à distância é opção para 88% dos jovens, mas 1% interrompeu estudos na pandemia

O medo de morrer por covid-19 atinge 8 em cada 10 jovens brasileiros e chegou a 79% dos entrevistados em abril, de acordo com levantamento do Espro (Associação de Ensino Social Profissionalizante). O temor é ainda maior em relação à morte de familiares pela doença: 95%.

“No início da pandemia, eles não sabiam direito o que era, não tinham certeza da letalidade e nem tomavam os cuidados. Mas foram tomando consciência com o passar do tempo e o medo foi crescendo a cada onda. A partir do momento que o jovem percebe a letalidade, aumenta o medo de morrer. A preocupação é maior com parentes do que com eles mesmos”, explica Alessandro Saad, que é superintendente executivo do Espro.

Priscila Ribeiro Lima Sampaio tem 21 anos e mora na zona sul de São Paulo. Ela começou a faculdade em 2020 e, dois dias depois, a unidade fechou por causa da pandemia. “Desde então nunca mais voltei. Naquela época eu ainda não tava preocupada, não tinha ideia do quão grave era. Na minha cabeça era uma coisa passageira que, com 2 semanas, todos estariam de volta pro trabalho, pras escolas. Foi quando não vi melhoras que comecei a mudar meu pensamento”, diz.

No início da pandemia, se tinha a ideia de que a doença matava mais idosos e pessoas com comorbidades. Hoje já se sabe que a covid-19 atinge todas as faixas etárias e pode levar a óbito jovens e até crianças, dependendo da evolução do quadro clínico.

Aline Gabriela de Oliveira Alves tem 21 anos e tenta se isolar o máximo possível, ainda mais depois que a mãe e a tia tiveram a doença em 2020. Este ano foi a vez do pai, que é professor e foi contaminado no retorno às aulas presenciais. “Na época que pegaram, não tinha tantos jovens morrendo. Eu temia mais por eles do que por mim. Hoje acho que já tá igual o nível de preocupação”, conta.

Segundo o levantamento do Espro, realizado desde abril de 2020, o jovem vive o pior momento da pandemia com alto nível de preocupação e de tristeza com as medidas de isolamento social. Entre os temores dos jovens estão também o impacto na economia (91%) e perder emprego ou fonte de renda (89%).

“Os jovens da pesquisa estudam e trabalham, têm mais responsabilidades. Eles sofrem pressão grande pela perda do poder aquisitivo da família. Alguns passaram a ser o arrimo e sustentam a casa com um único salário, o que trouxe um forte peso emocional”, afirma Alessandro Saad.

Pesquisa

A sexta etapa da pesquisa Jovem Covid-19, sobre a influência da pandemia na vida pessoal e profissional de brasileiros entre 15 e 24 anos, foi realizada pelo Espro com 17.422 jovens aprendizes em 18 estados e no Distrito Federal. Só em abril foram ouvidas 3.803 pessoas por meio de um questionário online com 25 perguntas.

A instituição é filantrópica e capacita adolescentes e jovens para a inserção no mercado de trabalho, em especial aqueles em situação de vulnerabilidade social.

A pesquisa aborda o impacto da covid-19 levando em conta quatro pilares: profissional, emocional, financeiro e educacional.

De acordo com o levantamento, 89% dos entrevistados alegaram ter preocupação alta ou muito alta de ficar doente contra 82% em abril do ano passado. O temor em relação a amigos e parentes contraírem o novo coronavírus passou de 92 para 96% em um ano de pandemia. Outros 61% disseram que temem ficar em casa sem contato com as pessoas.

Mas nem todos se preocupam na mesma medida. Um jovem de 23 anos, que prefere não se identificar, decidiu que a rotina deve continuar apesar da pandemia. Ele está desempregado, mora em Guaianases, no extremo leste de São Paulo, em uma casa com a avó de 76 anos, responsável pelas despesas.

“Fui muito em festa clandestina, fui em sítios em Mairiporã e na zona sul. Em barzinhos falavam que tavam respeitando as normas, mas o povo estava tudo sem máscara, em lugar fechado, sem álcool em gel. Aglomeração na Praça Roosevelt. Eu tava em todas”, lembra.

Festas clandestinas reúnem centenas de jovens

Ele conta que, no início da pandemia, tinha medo de pegar o coronavírus, mas ia no embalo de amigos. Mesmo com a morte de um tio-avô e de uma amiga por covid-19, ele não mudou os hábitos. Diz apenas que troca de roupa e tira o tênis para entrar em casa.

“É bem triste o que aconteceu, muitos morreram, mas quando tá no bem-bom com os amigos, a gente quase esquece. Na semana fica triste, mas quando chega o ‘sextou’, dá aquele fogo. Não sei se é sorte, se é Deus, porque eu exagerei muito”, conta.

Ele só usa máscara para entrar no transporte público por ser obrigatório e disse que também não usa álcool em gel para a preocupação da avó, que já tomou as duas doses da vacina. “Mesmo saindo, cuido dela e o amor é grande. O que ela mais fala é para parar de sair, que de repente acontece alguma coisa e eu trago o vírus para casa. Tenho medo por ela. Se eu pegar, não dá nada em mim. Eu sou forte”, diz.

Fonte: R7

 

Educação: Um perigo ronda o Brasil

Há um humor paradoxal e trágico no fato de que a maior opressão incidente sobre a juventude brasileira provenha de um modo de ver a Educação que joga incenso e canoniza em papers acadêmicos o autor da Pedagogia do Oprimido. Em torno dele se desenvolveu uma fé religiosa que resiste a toda evidência em contrário, como se pudesse ser boa a árvore que dá tão maus frutos.

Não estou falando de futilidades, mas do dano que vem sendo causado a pelo menos duas gerações de brasileiros. Trato de algo que, presentemente e em números redondos, afeta 48 milhões de crianças e adolescentes brasileiros matriculados do ensino infantil ao médio. E, com talvez ainda maior intensidade, aos 9 milhões de estudantes matriculados no ensino superior.

A principal riqueza potencial do Brasil – sua juventude – está submetida à influência de uma pedagogia marxista que começa com a dialética chã e elementar “oprimido x opressor” de Paulo Freire e ganha abrangência, entre outros, com Lukács, Foucault, Derrida, Laclau, Althusser. Enquanto o desastre ganha vulto, autores conservadores e liberais são velados em silêncio na voz de professores e cantos empoeirados das bibliotecas.

Referida ao sistema educacional brasileiro, qualidade deixa de ser um objetivo a alcançar para se converter num adjetivo despido de fundamento, para uso num ambiente cada vez mais fechado em si mesmo por mecanismo de autopreservação.

Resultado? Apenas duas das 198 universidades brasileiras estão entre as 300 melhores do mundo. Resultado?

Segundo o último Pisa, as notas médias dos estudantes brasileiros, dentre os 80 países aferidos, conseguiram uma posição que fica entre 57º lugar em leitura e 74º em matemática. Nos países da OCDE, 15,7% dos alunos estão nos níveis máximos (5 e 6, em pelo menos uma disciplina), enquanto no Brasil, apenas 2,5% alcançam esse patamar.

Outro resultado alarmante chega-me num estudo elaborado pelo ManPower Group sobre o “Total WorkForce Index”, com dados sobre os recursos humanos para o trabalho em 76 mercados, situa o Brasil em 61º lugar. Há sessenta, mais bem colocados! “A falta de habilidades técnicas é nosso grande desafio e o maior gargalo que existe no Brasil”, diz o presidente da organização em nosso país.

Sim, nós sabemos. Aliás, sabíamos. Melhor ainda, prevíamos. O marxismo e seus castelos de vento me levam à poesia quinhentista de Sá de Miranda (séc. XVI), quando deles conclui dizendo:

“Quanto me prometestes; quanto me falecestes!”.

Este espectro ronda o Brasil. Compromete nossas perspectivas de desenvolvimento econômico e social. É uma Educação visceralmente avessa ao mercado e à preparação para o trabalho, com pés no chão e olhos postos num futuro que não seja o igualitarismo da miséria. É colheita segura do plantio marxista que se espalhou entre nós como praga de lavoura nos delicados e preciosos canteiros das salas de aula, estudantes de riqueza humana.

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país

 

Audiência do Jornal Hoje com Maju Coutinho despenca e fica abaixo da Record

O Kantar Ibope Media divulgou que a audiência do programa Jornal Hoje, comandado por Maju Coutinho, está despencando.

Na última terça-feira (22), enquanto o Jornal Hoje registrou 10,4 de média das 13h24 às 14h59, a Record fechou com 12,0 de média.

Nesta semana, a Rede Globo se mostrou bastante preocupada com o Jornal Hoje, comandado por Maju Coutinho perder sucessivamente a audiência para o Balanço Geral da Rede Record

Durante quase toda a semana, o Jornal Hoje virou freguês do Balanço Geral e completou uma sequência de derrotas para a Record e o receio é que a diferença pode aumentar, diante de sucessivas desinformações e manipulações.

Confira o confronto direto entre o Balanço Geral e o Jornal Hoje:

Quarta (16/6)

9,5 – Balanço Geral

9,4 – Jornal Hoje

Quinta (17/6)

11,1 – Balanço Geral

10,2 – Jornal Hoje

Sexta (18/6)

10,3 – Balanço Geral

9,3 – Jornal Hoje

Segunda (21/6)

10,8 – Balanço Geral

9,9 – Jornal Hoje

Terça (22/6)

12,0 – Balanço Geral

10,4 – Jornal Hoje

Fonte: Notícias da TV

 

Organização Mundial de Saúde prevê reforço de vacina contra covid a cada dois anos

Documento interno da organização ainda sinaliza necessidade de vacina anual em grupos de pessoas mais vulneráveis

A OMS (Organização Mundial da Saúde) prevê que as pessoas mais vulneráveis à covid-19, como os idosos, precisarão receber um reforço vacinal anual para se protegerem contra variantes, segundo um documento interno visto pela Reuters.

A estimativa está incluída em um relatório, que será discutido na quinta-feira em uma reunião do conselho da Gavi, uma aliança de vacinas que colidera o programa de vacinas contra covid-19 da OMS, o Covax Facility.

A previsão está sujeita a alterações e também é combinada com outros dois cenários menos prováveis.

Os fabricantes de vacinas Moderna e Pfizer, com sua parceira alemã BioNTech, expressaram sua opinião de que o mundo em breve precisará de injeções de reforço para manter altos níveis de imunidade, mas as evidências sobre isso ainda não estão claras.

O documento mostra que a OMS considera reforços anuais para indivíduos de alto risco como seu cenário básico “indicativo” e reforços a cada dois anos para a população em geral.

Não diz como essas conclusões foram alcançadas, mas mostra que, no cenário básico, novas variantes continuariam a surgir e as vacinas seriam atualizadas regularmente para enfrentar essas ameaças.

A agência da ONU se recusou a comentar sobre o conteúdo do documento interno, enquanto a Gavi não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O documento, datado de 8 de junho e ainda é um “trabalho em andamento”, também prevê, sob o cenário básico, que 12 bilhões de doses das vacinas contra covid-19 serão produzidas globalmente no próximo ano.

Isso seria um pouco mais do que a previsão de 11 bilhões de doses para este ano citada pela Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas, sinalizando que a agência da ONU não espera um aumento significativo na produção de vacinas em 2022.

O documento prevê problemas de fabricação, questões de aprovação regulatória e “transição de algumas plataformas de tecnologia” como possíveis atrasos nos suprimentos no próximo ano.

Não sinaliza quais tecnologias podem ser eliminadas, mas a União Europeia, que reservou o maior volume mundial de vacinas contra covid-19, tem apostado fortemente em vacinas com tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), como as da Pfizer e Moderna, e abandonou algumas compras de vacinas de vetor viral da AstraZeneca e da Johnson & Johnson.

Os cenários serão usados para definir a estratégia global de vacinação da OMS e as previsões podem mudar à medida que novos dados surjam sobre o papel dos reforços e a duração da proteção da vacina, diz a Gavi em outro documento, também visto pela Reuters.

Até agora, cerca de 2,5 bilhões de doses foram administradas em todo o mundo, principalmente em países ricos, onde mais da metade da população recebeu pelo menos uma dose, enquanto em muitos países mais pobres menos de 1% foi vacinado, de acordo com as estimativas da Gavi.

Fonte: R7

 

 

INSS quer usar biometria para aprovação de empréstimos consignados

O INSS afirmou que estuda a possibilidade de usar biometria para confirmação por parte de seus segurados para aprovação de empréstimos consignados. A medida visa coibir o assédio praticado por instituições financeiras e correspondentes aposentados e servidores públicos para contratar empréstimos não solicitados.

Adoção da medida pode ser uma alternativa para coibir assédio de bancos e financeiras a aposentados e pensionistas do INSS. O presidente do INSS, Leonardo José Rolim Guimarães, citou a possibilidade do uso da tecnologia biométrica em uma Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, que discute o vazamento de informações do instituto.

Durante a audiência, parlamentares relataram casos em que o telemarketing de alguns bancos sabia da concessão de aposentadorias antes mesmo de os beneficiários saberem que tiveram sua aposentadoria contemplada pelo INSS.

“Sou servidor da Câmara e também recebo assédio de pedidos de consignados quase que diariamente. Em geral, isso é feito por correspondentes bancários, e é algo que ainda ocorre em larga escala”, disse o presidente do INSS.

Diante do problema, o INSS, segundo Guimarães, estuda “a possibilidade de utilizar tecnologia de confirmação biométrica que já é usada para a prova de vida, para que o aposentado pensionista confirme o empréstimo consignado”. Ele admitiu que esse tipo de assédio está, de fato, atribuído ao vazamento de informações, acrescentando que há também casos em que o assédio tem como origem as informações que já estavam à disposição de instituições depositárias em decorrência de empréstimos contraídos anteriormente. O chefe adjunto do Departamento de Supervisão de Conduta do Banco Central, Francisco José Barbosa da Silveira, disse que o número de reclamações relativas à consignado é crescente.

“Infelizmente, no quarto trimestre de 2020, detectamos um aumento expressivo no número de reclamações relativas ao consignado, decorrentes do aquecimento desse mercado a partir da liberação da margem adicional de 5% em 1º de outubro”, disse.

Silveira explicou que, em caso de não reconhecimento ou desistência do empréstimo, cabe à instituição financeira a obrigação de cancelar a operação “sem qualquer custo para o cliente, após o valor recebido”.

Entre as sanções que podem ser aplicadas, Silveira apontou o bloqueio parcial ou total de atividades, a aplicação de multa ou até mesmo o encerramento do contrato.

Com informações da Agência Brasil

 

Governo proibe entrada de pessoas do Reino Unido, Irlanda do Norte, África do Sul e Índia no Brasil na pandemia

Brasileiros em viagem de retorno precisam cumprir quarentena de 14 dias na cidade de desembarque. Foi publicada nesta quinta-feira (24), no Diário Oficial da União, a portaria que restringe, em caráter temporário e excepcional, a entrada de estrangeiros no País, conforme recomendação feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Com o objetivo de impedir a entrada de pessoas contaminadas por variantes do coronavírus, a decisão acata as sugestões enviadas pela Anvisa aos ministérios da Casa Civil, da Justiça e da Saúde para regulamentação de medidas de contenção. Além de restringir a entrada de estrangeiros de qualquer nacionalidade, a portaria proíbe, em caráter temporário, voos internacionais tanto com destino quanto com origem ou passagem pelo Reino Unido, a Irlanda do Norte, África do Sul e Índia.

Os estrangeiros procedentes desses países ficam impedidos de entrar no Brasil, caso não cumpram determinados protocolos e requisitos, e os brasileiros em viagem de retorno desses países precisam necessariamente cumprir quarentena de 14 dias na cidade de desembarque.

Fonte: Brasil 61

 

TCE-MA pede explicação a Flavio Dino sobre R$ 77,8 milhões destinado pela União para a covid-19

O governo Flávio Dino (PSB) terá de explicar ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Maranhão onde foi parar R$ 77,8 milhões de dinheiro federal destinado pela União em 2021 para ações de combate à pandemia do novo coronavírus no estado.

Com destino até então oculto, o valor foi levantado por técnicos do tribunal a partir de cruzamento de dados dos portais da transparência estadual e federal com informações do sistema de acompanhamento de contratações públicas da corte de Contas.

Segundo o levantamento, quase R$ 82 milhões foram repassados pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido) ao Maranhão, mas apenas pouco mais de R$ 3,8 milhões em contratos foram informações ao TCE maranhense pela gestão estadual.

No ano passado, ainda de acordo com o Tribunal de Contas do Maranhão, o governo Dino informou o destino de somente 82,90% dos quase R$ 350 milhões recebidos da União.

A falta de transparência sobre despesas de combate à Covid-19, se não reparada, em tese, indica indícios de desvio e corrupção com o dinheiro público.

O prazo para corrigir falhas e omissões do destino da verba é de 15 dias, a contar da última terça-feira (22).

Em atendimento à função pedagógica inerente à atuação das instituições que exercem o Controle Externo, para evitar inconsistências e atrasos, o TCE vai realizar amanhã (25) capacitação técnica com os gestores e servidores públicos responsáveis pela correção dos dados, incluindo municipais. O pedido foi feito pela Federação dos Municípios do Estado do Maranhão – Famem.

Fonte: Blog Atual 7

 

Roseana Sarney prega a união de todos para enfrentar a pandemia e a política fica para 2022

A ex-governadora Roseana Sarney, em entrevista hoje (24) a TV Mirante, afirmou que é candidata à presidência do diretório estadual do MDB e que o partido com aliança com outros partidos terá candidato ao Governo do Maranhão em 2022. Ela não deixou claro se será a candidata majoritária ou se apoiará nome de alguém que faça parte do conjunto político, ressaltando que campanha fica para 2022.

Roseana Sarney elogiou o importante trabalho realizado na capital pela prefeitura de São Luís sem qualquer especulação política, o que foi fundamental para o avanço da vacinação e o reconhecimento nacional de ter sido a primeira capital brasileira a imunizar a população adulta até os 18 anos.

O momento em que a pandemia está avançando não é propício para que se faça da vacina e da pandemia instrumentos de campanha. É para a união de esforços em que todos juntos consigam enfrentar a covid-19 e a prova é que enquanto a vacinação avançou na capital, no Estado é uma enorme decepção, não por falta de vacinas, mas por fragilidade da coordenação e apoio aos municípios.

A ex-governadora com uma visão mais ampla para a séria problemática da epidemia, manifestou a sua preocupação com a educação em que o sistema estadual não consegue dar suporte para o ensino à distância e não se tem dimensão da realidade da evasão escolar que é muito grande e infelizmente com altos prejuízos futuros. Quanto a uma das mais graves situação está a fome. Se na capital ela é avassaladora, no interior deve ser de miséria. O clientelismo ameniza o imediato, mas logo a realidade retorna e sempre com mais voracidade.

Os debates políticos deveriam ficar para 2022, e neste momento em que a pandemia é muito séria no Maranhão, ainda se pode unir forças para salvar vidas e matar a fome de muita gente. O povo não é bobo e sabe se posicionar, diante de fatos que repercutem negativamente, principalmente nos em que ele é o grande prejudicado. A entrevista a ex-governadora Roseana Sarney repercutiu nos segmentos políticos e populares.

Fonte: AFD

 

 

 

 

Girão diz: CPI blinda Consórcio do Nordeste, “Símbolo nacional da corrupção na pandemia”

Em entrevista nesta quarta-feira (23), o líder do governo no senado federal, Eduardo Girão (PO-CE) disse que parte dos parlamentares de oposição ao governo que compõem a CPI da Pandemia, estão impedindo que o colegiado investigue casos suspeitos de corrupção.

Girão citou como exemplo a proteção que tem sido feita diante das tentativas de trazer representantes dos estados nordestinos em que há suspeitas de ações ilegais com verbas públicas federais:

“Hoje o símbolo nacional da corrupção na pandemia, sem dúvida é o Consórcio do Nordeste. Você vê como o pessoal fica preocupado, como foram chamar um senador que nunca tinha votado na CPI só para votar contra, daí que eu acho que é uma desmoralização completa”, disse Girão.

O senador lembrou ainda que o colegiado está completando dois meses nessa semana e somente fora tratadas questões relativas a eventuais ações e omissões do governo federal, sem, entretanto, aprovar um requerimento sequer para investigar corrupção:

“E tem um requerimento que a maioria dos senadores assinou que não está sendo visto que é investigar os bilhões de verbas federais para estados e municípios. Isso não pode ser ignorado, isso é um tratoramento”, afirmou.

 Jornal da Cidade Online

 

Ministro Braga Netto: “Podem contar com as Forças Armadas para manter a independência dos Poderes”

O ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, rompeu o silêncio e, em forte declaração, disse que os comandantes da Forças Armadas estão “atentos à conjuntura nacional

Braga Netto afirmou:

“A sociedade brasileira pode contar com o comprometimento das suas Forças Armadas para atuarmos dentro da legalidade e com legitimidade para manter a independência e a harmonia dos Poderes.”

A declaração do general ocorreu durante o evento de formatura de sargentos da Escola de Especialistas de Aeronáutica, em Guaratinguetá (SP).

No mesmo evento, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “militares têm a obrigação de garantir a liberdade”.

Jornal da Cidade Online