A história nos mostra cruelmente que subestimar psicopatas loucos por poder sempre teve resultados funestos. Caso clássico é o de Adolf Hitler, pintor baixinho e fracassado, ridicularizado no início de sua escalada, e quando no poder aplicou todo o ódio que trazia pela burguesia alemã e pelos judeus de forma sistemática e tirânica, transformando seu ‘reinado’ numa carnificina que matou ao menos 6 milhões de pessoas e ameaçou o mundo todo. Existem outros, como Fidel Castro, Mao, Stalin.
No Brasil, terra da abundância, não faltam psicopatas no poder. Todo o recente teatro, inusitado, de ministros querendo pular do barco do STF – Barroso, Gilmar Mendes, Carmen lúcia – serve especialmente para os planos de poder do mais notório deles, Lula da Silva.
Usando toda a barulheira causada pelas sanções dos EUA sobre os ministros – Lei Magnitsky – Lula vai reforçar o aparelhamento esquerdista no centro de poder brasileiro, aparelhamento que durará no mínimo pelos próximos 20 anos.
Ciente de que não tem mais a mínima representatividade popular e que sua ‘esquerda’ jamais seria eleita para coisa alguma neste país, Lula quer manter o poder independente de eleições.
Aposta na ditadura do judiciário: quem manda é o STF.
Momento perfeito para pressionar velhos ministros chorões e substituí-los por sangue jovem e submissos à sua vontade. O projeto de poder e vingança de Lula é mais tenebroso do que parecia: não apenas vai destruindo o país, mas impede dessa forma sua recuperação. Mesmo após a morte de Lula, ou depois de qualquer mudança eventual de ‘poder’ fora do STF, seu plano estará vivo e atuante.
O que lhe garantirá uma lápide bonita e lustrosa -um herói- aos olhos dos companheiros comunistas da AL, segundo seus sonhos dourados. Fora do teatro, essa é a realidade dura de um país que já não tem senado ou câmara dos deputados para impedi-lo. O decadente sistema político brasileiro apoia a sua marionete, e elimina qualquer solução interna para o Brasil.
A única solução possível é alguém vindo do exterior, porrete na mão e disposto a usá-lo. Nesse caso, é a resistência hoje nas mãos de um pequeno grupo de exilados -Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Allan dos Santos, Ludmilla Lins e outros- que -goste-se deles ou não- ainda lutam para o país sair do pântano lamacento em que se encontra.
O preço pago por subestimar um psicopata quando subia os primeiros degraus do poder, ainda no ABC, para o país e para os brasileiros, é alto. É o caos, o fim da liberdade, o atraso e a miséria resultante da incompetência atroz de quem só persegue o poder pelo poder.
E quer se eternizar.
Marco Angeli Full
Artista plástico, publicitário e diretor de criação.








